“É estranho. Ou talvez, eu seja a pessoa estranha da questão. Não sou de sair de casa, saio pouco mas, quando faço isso, quando passo pelas pessoas ou quando vou até um lugar onde há grupos de pessoas, fico me perguntando o que elas estão sentindo. Será que alguma delas está magoada? Com o coração partido? Alguém cansado. Talvez tenha e logo me pergunto, e se essa mesma pessoa estivesse em outro grupo, será que se sentiria assim? Ou outra pessoa a magoaria de alguma outra forma. De certa forma, ser magoado sempre será inevitável, talvez por isso que eu goste de ficar em casa. Não por ter medo disso acontecer, mas pela probabilidade de isso acontecer em menor proporção.”
— Escriturias



















