Got way wants and i work magic
hĂbrido de cobra! seonghwa X hĂbrida de coelho lunar! leitora
Sinopse: desde pequena vocĂȘ foi avisada âfique longe dos predadores, vocĂȘ Ă© presaâ e isso vocĂȘ seguiu a risca atĂ© que no dia em que vocĂȘ vai visitar sua amiga, que mora na floresta, vocĂȘ acaba caindo no ninho de uma cobra, cobra essa que estava passando pelo perĂodo fĂ©rtil e ele nĂŁo iria deixar essa oportunidade perfeita passar.
AVISOS: dub-con (uso do veneno como afrodisĂaco), sexo desprotegido, sangue, nĂł, suor, saliva, mençÔes a dinĂąmicas familiares nĂŁo mto saudĂĄveis
vocĂȘ nasceu na linhagem dos coelhos lunares, era muito difĂcil encontrar vocĂȘs por mais que nĂŁo morassem na lua ela alimenta a essĂȘncia da sua famĂlia.
todo o trabalho precisa ser feita a luz da lua justamente por isso, e como era sua vez de fazer o elixir vocĂȘ se prepara pra sair de casa, colocando o seu casaco mais quentinho e protegendo as suas orelhas com uma touca de crochĂȘ feita pela sua vĂł.
quando a porta Ă© aberta o vento frio beija a sua pele, fazendo as bochechas esquentarem e as orelhas encolherem mais perto da touca, o caminho nĂŁo era muito longe mas esse era o perĂodo de acasalamento de predadores, especialmente das cobras.
sĂł de pensar nelas vocĂȘ sente um arrepio, vocĂȘ nunca viu uma de perto mas as histĂłrias era assustadoras, como elas te esmagam com os braços e nĂŁo deixam sair atĂ© elas ficarem satisfeitas, ou como elas geralmente matam coelhos pra comerem e vocĂȘ sempre foi avisada pra tomar cuidado, vocĂȘ era presa fĂĄcil, toda sua famĂlia era.
por sorte os ingredientes jå estavam na loja, era só chegar lå, ir pros fundos onde a luz da lua entra e começar a fazer o elixir.
enquanto vocĂȘ caminha pela neve fofa um detalhe passa despercebido, o chĂŁo tava instĂĄvel e nĂŁo pela neve, com um passo em falso vocĂȘ cai, a neve entra pelo buraco que o seu corpo fez, na era uma armadilha, mas era um ninho de cobra.
um arrepio percorre o seu corpo e um suor desce pela espinha, que nĂŁo tem nada haver com temperatura, principalmente quando vocĂȘ sente que nĂŁo tĂĄ sozinha, algo ou alguĂ©m te observa do canto, suas costas de frente pra essa criatura.
vocĂȘ sempre foi presa mas alĂ©m de tudo vocĂȘ tĂĄ encurralada, nĂŁo tem como vocĂȘ sair dali, se correr o hĂbrido de cobra te alcança de forma rĂĄpida, aquela Ă© a casa dele e ele conhece melhor que ninguĂ©m, mas se ficar tambĂ©m ele pode te matar.
o seu cheiro doce de prata com achocolatado agora tava amargo, o medo sempre deixa o cheiro mais azedo e desagradĂĄvel justamente pra afastar os predadores, o medo congelou o seu corpo e mesmo que vocĂȘ quisesse se mexer nĂŁo iria conseguir.
vocĂȘ escuta os passos se aproximando, devagar mas nĂŁo de forma calculada, devagar da forma que alguĂ©m com dor anda, arrastando mais um pĂ© do que o outro, respiração mais ofegante e uma temperatura mais alta do que fora.
vocĂȘ vira pra ver quem era a cobra e se depara com um homem lindo, alto, cabelos negros como o cĂ©u sem estrelas ou lua, olhos dourados com a pupila transversal, presas visĂveis e uma lĂngua bifurcada visĂvel pro que ele respirava fundo.
o cheiro que vinha dele era doce, favos de mel com pĂȘra e uma nota de fundo de pimenta, claramente no perĂodo de reprodução e sem nenhuma parceira, mesmo sendo hĂbrido de um animal de sangue frio ele suava muito, o cabelo negro preso na testa pela humidade gerada pelo suor.
ele anda mais um pouco até que ele cai de joelhos no chão, as sobrancelhas franzidas enquanto ele mordia o låbio inferior, a presa soltando um veneno viscoso e meio verde que lentamente escorre até seu queixo.
vocĂȘ continua paralisada mas agora por outro motivo, atração, aquele cheiro, rosto e principalmente olhos que seriam difĂceis de esquecer, ele nĂŁo conseguia falar muito alĂ©m de gemidos baixos e grunhidos.
reunindo um pouco de coragem vocĂȘ se aproxima com cuidado, o corredor do subsolo era quente, o calor exalava daquele homem como um campo magnĂ©tico e mesmo que neve entrasse a temperatura nĂŁo diminuĂa, e como vocĂȘ nĂŁo consegue ver ninguĂ©m sofrendo vocĂȘ vai quer ajudar ele.
sempre te falaram que seu coração era muito bom, muito puro e que um dia isso te traria problemas mas vocĂȘ nunca acreditou que isso aconteceria, todo mundo merece ajuda e justamente por isso vocĂȘ nĂŁo podia abandonĂĄ-lo pra ir misturar um elixir.
quando vocĂȘ para o homem imediatamente aninha o rosto na sua coxa, o veneno deixa uma leve mancha na sua calça que ele lambe, a sua mĂŁo vai atĂ© a testa dele pra checar uma possĂvel febre mas a todo momento as duas orelhas estĂŁo baixas, o coração bate contra as costelas de forma dolorida enquanto vocĂȘ engole em seco.
âpor favorâŠâ Ă© uma sĂșplica quebrada, a voz dele nĂŁo se sustenta e o desespero Ă© visĂvel em cada mĂșsculo rĂgido do corpo dele, vocĂȘ nĂŁo quer deixar ele ali, sozinho e sofrendo mesmo que vocĂȘ tenha um dever a cumprir.
ele segura a sua mĂŁo que tava na testa dele e traz o pulso atĂ© a boca, sentindo com os lĂĄbios o ritmo do seu pulso e com a lĂngua bifurcada ele lambe, os olhos dele nunca deixando os seus.
vocĂȘ observa a lua, ela ainda tava subindo no cĂ©u entĂŁo se vocĂȘ tivesse sorte e ele nĂŁo estivesse tĂŁo distante do inĂcio do ciclo, vocĂȘ conseguiria ajudar ele com o elixir e depois fazer o que vocĂȘ estĂĄ indo fazer.
âminha famĂlia tem uma loja de elixires, eu posso-â ele nega com a cabeça e percorre o seu corpo com os olhos, ele quer vocĂȘ, mas vocĂȘ nĂŁo consegue, nĂŁo pode.
quando vocĂȘ tenta se afastar e ele te segura com mais força, mais desespero, o seu cheiro se torna azedo de novo mas dessa vez ele nĂŁo se afasta, ele se aproxima, o cheiro do seu medo Ă© delicioso pra ele, e vocĂȘ sĂł percebe isso quando sente a saliva escorrendo sob o seu pulso.
logo o lugar adormece, vocĂȘ franze as sobrancelhas jĂĄ que nunca tinha ouvido falar nisso e quando vocĂȘ olha pro pulso dormente ele tĂĄ beijando o lugar, quando vocĂȘ abre a boca pra falar algo ele morde.
nĂŁo pra machucar mas por desespero, aqueles olhos de jabuticaba parecem ver todos os segredos que vocĂȘ guarda e assim que o veneno cai na sua corrente sanguĂnea vocĂȘ sente.
sua cabeça parece que vai explodir, as suas roupas começam a ficar molhadas, a boca seca e Ă© ali que vocĂȘ entende, o veneno muda de acordo com o ciclo da cobra.
âme desculpa, eu tĂŽ desesperado e vocĂȘ cheira tĂŁo bem coelhinhaâ tudo sai em um gemido manhoso enquanto ele enfia o rosto entre as suas coxas agora, usando do nariz avantajado pra encontrar o seu clĂtoris.
a mistura do olhar dele, o desespero com o que ele mexe o rosto e como ele busca sentir o seu cheiro doce faz vocĂȘ abrir mĂŁo, o veneno fazendo vocĂȘ sentir o coração quase saindo do seu peito mas nĂŁo por medo.
enquanto ele esfrega o nariz na sua virilha vocĂȘ acaricia o cabelo dele, o pulso dormente bem na linha da boca dele, o sangue traça um caminho delicado atĂ© a palma da sua mĂŁo que ele beija e lambe de forma apologĂ©tica e devota.
quando ele levanta a mĂŁo Ă© suave na sua, ele te guia atĂ© um ninho feito com peles trocadas, provavelmente dele, com couro de urso embaixo pra esquentar enquanto as peles rodeiam vocĂȘs.
ele te deita com delicadeza, pra ele isso nĂŁo foi coincidĂȘncia, foi um presente dos cĂ©us pra ele e seonghwa nunca foi de desperdiçar nenhuma boa oportunidade que a vida o apresentava.
os låbios dele são macios contra os seus jå rachados do frio, as presinhas dele beliscam o seu låbio inferior de vez em quando e cada arfar faz o coração do seonghwa pular uma batida.
as mãos dele são reverentes pelo seu corpo, ele tira cada peça de roupa como se abrisse um presente, as mãos febris esquentam cada pedaço exposto do seu corpo ao frio do inverno.
ele nĂŁo rasga nada, nĂŁo te machuca e zela por vocĂȘ mesmo que doa fisicamente pra ele, jĂĄ a alguns dias ele sofre com o ciclo dele mas vocĂȘ era tĂŁo delicada como porcelana e ele nĂŁo podia te quebrar.
quando ele termina de tirar sua roupa ele rasga as dele, o membro dele jå ereto e pulsando com pré gozo, a cabeça jå tava tão vermelha quanto uma maçã madura, as veias estavam roxas mas mesmo assim ele espera.
mesmo com o efeito do veneno vocĂȘ tava sĂŁ, vocĂȘ queria aquilo entĂŁo devagar vocĂȘ assente, o afrodisĂaco o veneno te ajuda a relaxar e a aumentar a sua lubrificação natural e Ă© claro que ele percebe, o seu cheiro fica cada vez mais forte a cada segundo que passa.
com delicadeza ele usa o dedo mĂ©dio e indicador pra provar vocĂȘ, a sua saliva jĂĄ era doce mas o resto? era puro açĂșcar, quando ele fecha os olhos ele sente como se tivesse comendo açĂșcar e ele lambe os dedos completamente limpos da sua lubrificação.
a cena Ă© devastadora do melhor jeito possĂvel, as sobrancelhas dele juntas em puro ĂȘxtase, o seu coração quase quebrando as suas costelas e o suor começa a se misturar com a sua essĂȘncia e ele se contem pra nĂŁo te devorar ali mesmo.
coletando mais da sua lubrificação ele deposita lentamente na cabeça e espalha com a palma da mĂŁo, os Ășnicos barulhos presentes eram as respiraçÔes pesadas de vocĂȘs e a neve caindo lĂĄ fora, alĂ©m do barulho molhado da sua lubrificação misturando com o prĂ© gozo dele e molhando o membro dele.
ele ajusta o penis com a mão enquanto a outra o apoia perto da sua cabeça, ele olha pra baixo e lentamente move o quadril pra frente, finalmente sentindo o calor envelopando ele.
seonghwa apoia a cabeça no seu peito e beija o seu colo e sobe pro seu pescoço, vocĂȘ choraminga quando chega na metade, nĂŁo teve preparação e honestamente? vocĂȘ nunca tinha transado antes, jĂĄ que a cultura dos coelhos lunares Ă© de se reproduzir com os da sua espĂ©cie.
ele deixa beijos molhados pelo seu pescoço, as presas rasgando levemente a sua pele e fazendo com que mais veneno entre, consequentemente te relaxando e deixando que ele entre completamente.
ele lambe todo o sangue que sai das marcas das presas dele, olhando nos seus olhos como se ele pudesse ver além do seu corpo, aquilo não era só sexo, era intimidade e vulnerabilidade também.
ele começa devagar, pequenas estocadas sĂł pra vocĂȘ se acostumar com o movimento, por conta do perĂodo de reprodução ele sua tanto que vocĂȘ sente a pingar no seu colo, enquanto seonghwa observa de forma obsessiva onde ele desaparece dentro de vocĂȘ.
quando ele sente vocĂȘ mais relaxada seonghwa aumenta o ritmo, ele ajusta as suas pernas pra ficarem envolta da cintura dele enquanto as duas mĂŁos o apoiam.
ele se inclina o suficiente pra te beijar, agora era mais desesperado, ele mal conseguia conter a lĂngua dele de provocar a sua, usando do fato de que ela Ă© bifurcada pra vantagem dele.
enquanto vocĂȘ arfa e geme, as suas orelhas agora totalmente de pĂ© e vermelhas pela intensidade do momento, seonghwa desce os beijos atĂ© o seu pescoço onde ele deixa chupĂ”es e mordidas.
seonghwa agora nĂŁo conseguia parar, os olhos voltaram a forma de cobra, as presas estavam completamente amostra e as mĂŁos nĂŁo paravam em lugar nenhum, ele tocava seu corpo como se ele precisasse memorizar.
vocĂȘ, por mais que estivesse gostando, queria entender o por que de vocĂȘ? Ăłbvio que a dinĂąmica de poder poderia ser um fator, mas por que invĂ©s de te matar ele te escolhe como parceira pro perĂodo de reprodução?
o seu raciocĂnio logo Ă© cortado por um gemido agudo vindo dele, uma das mĂŁos descendo pro seu clĂtoris e começando um movimento circular desesperado, as vezes atĂ© colocando uma pressĂŁo a mais que nĂŁo ajuda muito, mas da pra ver que ele nĂŁo quer ser o primeiro a gozar, entĂŁo vocĂȘ decide beijar ele e guiar a mĂŁo dele que tava no seu clĂtoris atĂ© a sua orelha.
as orelhas de um hĂbrido de coelho sĂŁo tĂŁo sensĂveis quanto o clĂtoris, seonghwa entende o recado e logo começa a massagear a base delas, sussurrando algo no seu ouvido que vocĂȘ nĂŁo entende direito, o prazer dele acariciando a sua orelha enquanto ele estoca em um ritmo intenso te desfaz.
vocĂȘ goza em poucos segundos, apertando ele como se nĂŁo quisesse que ele saĂsse, seonghwa acaba estocando de forma tĂŁo intensa que ele perde a coordenação do quadril, o ritmo começa a falhar e ele precisa se apoiar de novo com as duas mĂŁos pra nĂŁo cair em cima de vocĂȘ.
o rosto dele tava todo vermelho, ele queimava em febre e o corpo dele tentava combater ela com o suor porĂ©m nĂŁo adiantou de nada, com uma falha final do quadril dele o nĂł começa a crescer dentro de vocĂȘ.
cada centĂmetro a mais do nĂł parece uma maldição e benção, doĂa muito mas vocĂȘ nunca tinha se sentindo tĂŁo conectada com alguĂ©m antes.
logo apĂłs o nĂł se estabelecer seonghwa desaba, dias sem alĂvio ou ajuda fizeram ele sofrer muito, mas como intervenção divina vocĂȘ aparece e tudo melhora.
âvocĂȘ tĂĄ bem?â a pergunta Ă© delicada, os seus dedos penteiam os cabelos suados dele pra longe da testa enquanto ele te olha com aqueles mesmos olhos de jabuticaba.
âeu tĂŽ melhor⊠obrigadoâ a voz dele tava rouca, provavelmente desidratado de tanto suar, e o fato de que o lago mais prĂłximo jĂĄ congelou tambĂ©m nĂŁo ajuda ele.
âmeu nome Ă© seonghwaâ a voz dele Ă© quase um sussurro, como se ele estivesse envergonhado, Ăłbvio que a situação era peculiar mas nĂŁo era motivo pra se envergonhar, na famĂlia dela um bom perĂodo fĂ©rtil era sinal de prosperidade e abundĂąncia.
vocĂȘ diz o seu nome enquanto ele, deitado com a cabeça no seu peito, escuta as batidas do seu coração, por pouco os batimentos nĂŁo estavam sincronizados, e isso o fez sorrir genuinamente, talvez a vida como um hĂbrido de cobra nĂŁo fosse uma completa decepção, talvez ele nĂŁo estava fadado a solidĂŁo como sempre acreditou.
enquanto vocĂȘ dormia tranquilamente no ninho dele, com o nĂł ainda inchado dentro de vocĂȘ, ele sente paz, vocĂȘ nĂŁo tava com medo, o seu cheiro agora estava completamente doce e antes de dormir ele encaixa a cabeça entre o seu ombro e pescoço.
vocĂȘ jĂĄ tinha esquecido do elixir a muito tempo, mesmo que sua famĂlia nĂŁo aprovasse de um relacionamento com outro hĂbrido isso seria uma preocupação para depois, agora vocĂȘ dormia tranquilamente nos braços e no ninho da cobra, talvez ser a presa nĂŁo seja tĂŁo ruim assim.
eu tĂŽ AMANDO escrever esse mais longos đ