E então, como ficou?
Ah, ficou ótimo, Cate. Ficou lindo mesmo, acho que você deveria levar. Toma, olha esses brincos, acho que iam combinar muito bem.
Aqua Utopia|海の底で記憶を紡ぐ

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@0800flavinho
E então, como ficou?
Ah, ficou ótimo, Cate. Ficou lindo mesmo, acho que você deveria levar. Toma, olha esses brincos, acho que iam combinar muito bem.

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Lily sabia que seu pai estava em um estado complicado, a muito tempo lutava contra um câncer. No entanto, ele ainda fazia musicas, planejava shows para quando estivesse bem, ele tinha esperanças. E ela também tinha. A maior parte da família já esperava que uma hora ou outra isso iria acontecer, mas só agora Lily havia caído na realidade. Estava saindo do ateliê de moda da usp quando recebeu a ligação do irmão, dando a notícia da morte do pai. Ela ficou chocada. Desligou o celular e apoiou-se na parede para não cair, já que suas pernas perderam as forças. Sua cabeça demorou alguns segundos para associar a informação, e as lágrimas começaram a cair. Ela desceu pela parede do corredor, sentando-se no chão. Não via mais ninguém passando nem ouvia nada, estava em choque
Flávio passava pelo corredor do prédio de artes afim de entregar uma pasta para um de seus amigos havia abandonado no prédio de educação, quando ouviu o som surdo de algo caindo no chão e o que poderia ser alguém se engasgando ou mesmo chorando. Tomado pelo susto e pela curiosidade, meteu a pasta em sua mochila e começou a andar pelo corredor, não levando muito tempo para encontrar Lily no chão, se debulhando em lágrimas. Não conhecia a menina muito bem e levou um bom tempo tentando descobrir se podia se aproximar. Andou devagar até a loira, mordendo o lábio inferior, se agachando na sua frente. -- Lily? Lily, loira, o que foi? O que dói?
Você acha que eu fico mais ou menos do seu tamanho com isso?
Acho que você consegue alcançar a minha cintura? Amor, pra chegar no um e oitenta acho que você vai é precisar de umas asas.
Mas esse salto é bem alto, né? Eu posso usar chinelos, se você quiser, as minhas botas não ajudam também.
Nem foi tanto tempo assim, para. Eu só tive uns probleminhas em casa e tive que voltar pra Uberlândia por um tempo, mas já passou, estou aqui de novo estudando que nem louca. Juro pro cê que esse curso ainda vai me matar um dia.
VERDADE, NÉ, NÃO FOI NADA DE TEMPO, EU TO RINDO AQUI HA HA HA
PORRA CÊ SUMIU CHOREI MIL NOITES, AH. Não, não, eu tô calmo é só que Gabi, cê se foi por muito tempo, cê não entenderia minha dor.
Good Burger posso anotar seu pedido? Mano, que f*** esse microfone!
Gente? O som sai muito alto, fala alguma de novo! Canta My Heart Will Go On, sua voz ia ficar do cacete.

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Para! Eu não vou rir.
Ah, não vai, é? Olha, olha meu popô! Diz que você me quer, diz!
Em resumo: Minha mãe continua servindo a melhor torta de limão que eu já comi na vida, o Museu do Amanhã é muito foda, gringos são um porre e eu sinto mais falta do Rio do que eu pensava. And that’s all folks! Mas não vamos falar disso, vamos falar de outro assunto. Então né, David Bowie morreu. Triste pra caralho, cara.
Rosita, me manda pro Rio também, tô vendo todo mundo indo pra casa e eu tô aqui com o coração em frangalinhos, sério, que que é que eu vim fazer em São Paulo? Nem estudar eu tô estudando, nem saber o que eu quero fazer com a minha vida eu sei. Fiquei bem triste com a morte do cara, sem ser todas as partes problemáticas dele eu fiquei bem tontinho, sabe? É estranho ver alguém que esteve “presente” toda a sua infância ir embora desse jeito. Eu revi C.R.A.Z.Y ontem por causa das saudades e a cena do moleque com Space Oddity me fez ficar todo arrepiado.
— Como foi no Rio? Foi ótimo, com certeza, meu irmão levou um tiro, fiquei três dias internada no hospital, ótimas férias. —
Que tipo de pessoa vai pra um lugar maravilhoso como o Rio e se permite ser internada, Alessandra?
Não, brincadeira, eu me importo com a sua saúde, o que foi que aconteceu?
Quem foi que conseguiu uma vaga de emprego como professora substituta de uma escola particular durante dois meses? Exatamente, eu! Obrigada pelos os aplausos inexistentes; mesmo que daqui para frente fique mais pesado organizar meus estudos e o trabalho eu estou animada em ter conseguido a vaga… Vai ser minha primeira escola particular e espero que não tenha vontade de matar os alunos no primeiro dia.
BICHA, TÁ BRINCANDO? MANDOU MUITO QUE BEM, MANDOU MUITO QUE MUITO BEM, TOCA AQUI!
Quando você começa? A gente tem que sair pra comemorar, chama teus amigos aí.
Tem alguma coisa errada comigo. Acho que comi brownies estragados, bem que eles tinham umas coisas meio esverdeadas nele.
Você... Você pegou eles daquela forma rosa ali na mesa? Merda, eles eram meus. Quantos você comeu? Eu devia ter colocado eles com algum tipo de tranca, caramba, caramba, ê merda, merda. Vem cá, senta aqui comigo, você deve estar morrendo de sede, pega aqui.

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Aprendi uma nova forma de fazer umas bebidas ótimas! É só agitar o copinho da bebida assim.
Tipo uma batida, então?
Impressionante. Eu acabo de voltar de uma longa viagem e tudo que você me pergunta é se eu te trouxe uma lembrancinha. E sabendo que hoje ainda é meu aniversário! Quer dizer, é depois de amanhã, mas tanto faz. Eu postei no instagram e no twitter! Destruiu meus sentimentos. Bolsomita está chateada. Não fale comigo.
Eu vou enfiar meu dedão do pé no seu cu, Ana Giulia. Cê consegue imaginar essa sensação? Você disse que ia ter presentinho, quero meu presentinho. NÃO, BRINCADEIRA, TÔ BRINCANDO. Cê tinha que ver a sua cara, vocês realmente são contra dedinho no cu, né? Melhor tipo de ameaça.
TASK 003 -- D E Z C A M A D A S
Flávio Henrique Vasco de Paula; a moodboard {001/???} // task 3
“você vai encher os vazios com as suas peraltagens e algumas pessoas vão te amar por seus despropósitos.” - Manoel de Barros
i know places x flávio&luna
Foi quase instantâneo os olhos de Luna brilharem ao ver o garoto alto em sua frente. A forma que ele sorria, mostrando suas duas covinhas, era tão contagiante que ela teve que sorrir, também. Tinha que confessar que adorou como seu “apelido” soou na voz de Flávio, transformando aquele momento no mais puro arco íris com unicórnios ao redor. Metaforicamente, uma vez que estavam no dormitório da faculdade e não tinha nada além de uma depressão gritante ali. O abraço dele a confortou tanto que teve que retribuí-lo até que seus braços começassem a doer, até ela sentir que estava prestes a ficar agarrada nele que nem um urso. Antes que pudesse fazê-lo, afastou-se dele com um largo sorriso, parecendo uma garotinha. – Também quero te chamar de uma coisa única, Flavinho. Todo mundo te chama de Flavinho. – resmungou enquanto atravessava a porta, dando passos fortes e de braços cruzados. Mesmo que inconsciente, sempre tinha essa necessidade de ser a diferente, não importa com ou do quê.
Ela inspecionou o quarto de Flávio rapida e minuciosamente, como se comparasse o seu ao dele. Era uma mania sua que não dava para evitar, e que sempre o fazia em silêncio. Não sabia se tinha sido uma boa ideia aparecer naquela hora, com a condição que se encontrava, ainda mais com um propósito que ela julgava ser idiota. O arrependimento começou a surgir, até ele confessar e fazê-la ficar tranquila mais uma vez. – Jura? Eu já ia me desculpar por ter vindo aqui essa hora. – riu um pouco sem graça e sentou-se ao lado dele assim que foi chamada. Começou a brincar com os próprios dedos – algo que sempre fazia quando estava nervosa – e olhar Flávio dos pés à cabeça, como se procurasse as palavras certas. Por mais que a maioria das pessoas perguntassem o famoso “tudo bem?” ou “como você está?” por puro hábito, sem realmente querer saber a resposta, teve a vontade de respondê-lo com honestidade. Entretanto, não sabia se ele estava com vontade de ouví-la e logo expulsou tudo que estava passando por sua cabeça para o fim dela, decidida a deixar passar.
Antes que se perdesse nos devaneios que tinha a cada cinco minutos – seja da teoria da conspiração, da relatividade, alienações ou entre tantas outras coisas –, repuxou seus lábios em um sorriso forçado depois de umedece-los. – Eu? Tô bem. Tô sempre ótima, dependendo do ponto de vista. – respondeu-lhe com humor. Luna simplesmente não conseguia ser outra pessoa com o garoto, já tentara algumas vezes; no entanto, tudo que saía de sua boca quando estava com ele não era nada além da sinceridade e da primeira coisa que pensava. Era aquele básico “pensa-sai”. E assim o fizera, estragando todo seu plano de manter-se firme e não demonstrar suas recaídas emocionais. – E do meu ponto de vista é não. Na verdade, poderia estar melhor. Eu realmente vim aqui para desabafar ou conversar sobre isso, mas já vi que foi uma péssima ideia. ‘Cê não é o futuro psicólogo, não tem obrigação nenhuma em me ouvir. – riu de leve, balançando os ombros e encolhendo um pouco os olhos. – Então o que você acha de assistirmos algum filme para esquecer isso? – se prontificou em dar ideia antes que todo aquele papo ficasse chato para ele que, por mais que fosse um amor de pessoa e tão gracioso quanto uma flor, ainda era um garoto. – O que você tem por aqui? – perguntou ao levantar-se de súbito, com uma leve animação e um sorriso de garota que quer um doce.
Flávio deu um meio sorriso, espiando a garota por cima dos ombros por conta do apelido. Não sabia exatamente quando seus amigos o haviam começado a chamar de Flavinho, apelido comum em sua casa durante a infância, mas ele poderia dizer com toda a certeza que preferia o nome saindo da boca de seus amigos e não das de seus tios e muito menos das de seus pais. Quando estava perto dos seus amigos, conseguia acreditar na bondade e na gentileza, enquanto havia crescido em uma casa que era estável somente em sua instabilidade. -- Acho que é questão da gente se conhecer melhor? ‘Flavinho’ surgiu por aqui depois de muito tempo de amizade e meio que acabou se espalhando. -- falou em um tom mais sério do que a conversa pedia, graças a sua profunda concentração no assunto. Quando mais jovem, vivia tentando inventar apelidos incomuns para si mesmo com seus amigos, e até hoje não tinha encontrado algo completamente novo que fosse ao mesmo tempo bom. -- Só não vale Flavião pra contrariar o pessoal. Ou sereio do seu litoral porque esse apelido nunca pegou. -- riu baixinho, sorrindo para si mesmo ao lembrar do homem que tinha encontrado na rua uma vez e tentado seduzi-lo para uma boate GLS com o apelido. Desde então, Flávio tinha tido certeza que gostava de ter seus cabelos longos.
Discordou com a cabeça, esticando o braço para frente para que pudesse tirar um pouco de cabelo do rosto de Luna, tentando passar com seu toque todo o carinho e segurança que tinha dentro de si, sentindo que a menina precisava de um pouco mais de gentileza do que geralmente usava perto dela. Flávio em geral era um homem consideravelmente educado e carinhoso, e podia ser um tanto complicado ser ainda mais, mas algumas simplesmente mereciam o esforço. -- Nah, sempre que você precisar me visitar de madrugada, não precisa nem ligar. Quer dizer, é bom ligar pra que eu possa dar uma geral no meu quarto e você ter certeza que eu estou aqui. Mas eu sempre vou estar acordado, acho. Eu só consigo cair no sono lá de tarde. -- disse com a voz tranquila, tirando agora uma mecha de cabelo da frente de seu próprio rosto, tentando lembrar aonde é que tinha colocado seu elástico. Ficou bem quieto enquanto a menina comentava sobre seu estado de espírito em uma mistura de felicidade e espanto por encontrar alguém tão aberto sobre como estava se sentindo. Concordou com a cabeça para ela continuar falando, mordendo seu lábio inferior novamente, torcendo para que pudesse, quem sabe, confortar a amiga de alguma forma. -- Bom, eu posso não ser um gênio da psicologia e também nem muito esperto, mas eu posso te garantir que eu estou mais que aberto a ouvir seja o que você tiver a dizer. -- prometeu, levando uma mão ao peito, como se estivesse jurando. -- Você tem razão, eu não tenho a mínima obrigação de te ouvir, mas eu me importo contigo. Além do mais, eu não quero ser professor de sociologia só pra fazer meus alunos escutarem sobre Marx e Engels, mas eu também quero estar lá pra confortar eles. A gente pode começar aqui. -- tentou, seguindo a garota com o olhar uma vez que ela havia se levantado.
Deu um sorriso na direção da menina enquanto ela se levantava para escolher um filme, do nada grato por ter feito questão de levar alguns DVDs para São Paulo; o menino não se considerava o maior conhecedor de cinema, então não tinha feito questão de fazer uma conta no Netflix, sabendo que poderia poupar vinte reais por mês pra comprar comida ou quem sabe usar para andar de ônibus. Com a queda do MegaFilmesHD, porém, Flávio tinha caído em uma espiral de falta de contato com suas séries favoritas, tendo apenas aqueles DVDs para se apoiar. -- Eu não sei se você vai gostar do que eu tenho, mas os meus DVDs tão naquela pilha ali no canto, do lado dos livros de capa grossa. -- comentou, apontando para o canto oposto de seu quarto na escrivadinha branca que estava carregada com uma larga quantidade de livros empilhados e canetas. Agradeceu a fosse quem estivesse no céu naquele momento por tê-lo feito lavar suas roupas naquela manhã, porque no dia anterior havia uma pilha de cuecas e shorts em cima de sua mesa, agora tudo bem guardado no pequeno armário que havia em todos os quartos. -- Finge que você não tá vendo o tanto de desenho animado que eu tenho, ok? A queda da TV Globinho foi um grande choque pra mim. -- riu baixinho, ficando quieto para que a menina pudesse escolher em paz.

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tu já pegou alguma meninA da usp? se sim quem?
A gentleman never tells
mas a mãe dele sim, teve a lisbella, a duda (se contar o beijo que ela deu nele né) e ninguém ops
MINHA GAY PREFERIDA ME ABRAÇAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA
ABRAÇO DOU DEZ BEIJO NA CARA, DÁ UMA VOLTINHA EMPINA MOSTRA PRO MUNDO O GLITTER DO NOSSO AMOR