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Fuck you AI Art
( eloy x m!reader )
gênero ; hot
avisos ; nenhum
notas ; não revisado
Os lábios de Eloy estão contra os meus em um beijo lento, ele tira as roupas do meu corpo peça por peça até que eu esteja completamente nu.
Ele me deixa deitado de costas contra o colchão da cama enquanto tira as próprias roupas, as deixando de lado bagunçadas sobre o chão.
Eloy rapidamente volta para cima de mim ficando entre minhas pernas, sinto seu pau já duro roçar contra minha coxa.
— Eu posso..? — Pergunta, ele sempre perguntaria, mesmo sabendo qual seria minha resposta. Aceno com a cabeça.
Sinto suas mãos grandes segurando meus quadris e me movendo como se eu fosse um boneco, ele tem força suficiente para me mover como bem entender.
Sinto seu pau contra meu ânus, lentamente ele desliza seu pau para dentro. Sinto-o dentro de mim, seu pau grosso e grande, ele só para quando está totalmente enterrado dentro de mim.
Eloy se inclina para frente ficando acima de mim, seus antebraços apoiados no colchão aos lados do meu rosto apoiando seu corpo, seu rosto tão próximo do meu que posso sentir sua respiração contra minha bochecha.
Ele aproxima ainda mais nossos rostos, seus cabelos castanhos caem ao redor dos nossos rostos formando uma cortina. Então, ele me beija mais uma vez, sua língua desliza contra a minha, uso uma das minhas mãos para segurar seu rosto e a outra vai para seu cabelo.
Lentamente Eloy começa a mover seus quadris contra os meus, meus gemidos são abafados pelo beijo mas agarro seu cabelo com força.
Conforme ele começa a se mover mais rápido a cama sob nossos corpos começa a ranger em protesto, a madeira da cabeceira bate contra a parede toda vez que as bolas de Eloy batem contra minha pele.
— Eloy... — O gemido escapa enquanto deslizo minhas mãos para seu ombro, me agarrando a sua pele. Minhas unhas que estavam um pouco maiores do que o normal deixam marcas em sua pele.
Os sons que ecoam pelo quarto são molhados, principalmente agora que Eloy tem sua mão ao redor do meu pau me masturbando.
— Eu vou- — Antes que possa completar sinto o prazer atravessar meu corpo, meu esperma mancha a mão de Eloy e minha barriga.
Ele continua a me penetrar, dessa vez mais rápido, como um animal. Ele está beijando meu pescoço quando finalmente goza, sinto sua porra quente dentro de mim.
Sinto-o espalhar beijos pelos meus ombros, minha clavícula, meu maxilar e meu rosto, até chegar aos meus lábios mais uma vez. Ele acaba com o espaço entre eles me beijando mais uma vez.
( franco x f!reader )
gênero ; hot
avisos ; nenhum
notas ; não revisado
Sinto os cabelos de Franco sob meu queixo enquanto ele espalha beijos por minha clavícula e garganta me acordando.
O sol atravessa as cortinas brancas e ilumina o quarto inteiro, pego meu celular checando o horário: 06:08.
— Por que tão cedo? — Pergunto, minha voz soa rouca por ter acabado de acordar.
— Por que não? — Pergunta rindo baixinho, em seguida tossindo um pouco. Deixo o celular na mesa de cabeceira ao lado do cinzeiro cheio de bitucas de cigarro.
Seus beijos sobem para minha mandíbula, então meu queixo até que, enfim, sinto seus lábios pressionarem os meus, primeiro em um selinho em seguida sinto sua língua invadir minha boca.
Minhas mãos vão para o rosto dele segurando-o com cuidado, as dele descansam em minha cintura por baixo da camiseta que visto, uma das diversas camisetas do Psikolera que ele trouxe pra mim.
Ele move as mãos mais um pouco subindo ainda mais a camiseta até que ela esteja acumulada acima dos meus peitos.
Assim que Franco se afasta do beijo posso finalmente ver seu rosto, suas bochechas estão praticamente da cor do seu cabelo, sorrio ao notar isso.
— Para de rir de mim... — Ele murmura escondendo o rosto contra meu pescoço, mas logo volta ao que estava fazendo, com seu rosto agora na altura dos meus peitos ele toma um deles em sua boca.
Um gemido meu ecoa pelo quarto quando sinto sua língua contra meu mamilo. Levo minha mão para sua nuca e enfio meus dedos entre seus fios ruivos.
De repente sinto falta do calor de sua boca ao redor da pele sensível, bufo baixinho como protesto, quase no mesmo momento sinto seus lábios pressionados sobre a carne macia mais uma vez.
Franco deixa um chupão e se afasta como se apreciasse uma obra de arte, em seguida sorri bobo tossindo baixinho.
Uso minha mão que estava em sua nuca para puxa-lo em minha direção conectando meus lábios ao seu pescoço, lá eu deixo um chupão.
Envolvo seus quadris com minhas pernas fazendo com que nossos corpos ficassem quase totalmente juntos. Sinto sua ereção pressionar contra minha buceta, apenas os tecidos da minha calcinha e de sua cueca nos separando.
Enquanto Franco geme contra minha orelha pela proximidade, eu espalho beijos por seu rosto.
— Eu posso..? — Ele pergunta baixinho como se estivesse fazendo muito esforço para pedir isso. Ele também pressiona o rosto contra meu cabelo respirando o cheiro dos fios [cor].
Pela proximidade sinto o cheiro dos cabelos dele, tem cheiro de cigarro e, respirando mais profundamente, sinto o cheiro de seu shampoo.
— Por favor... — Pede mais uma vez, soando mais necessitado do que antes.
Levo minha mão livre até sua cueca abaixando-a, então seguro sua ereção, ouço Franco gemer mais alto próximo a minha orelha.
Afasto minha calcinha e posiciono o pau de Franco contra minha entrada. Ele me penetra começando a se mover enquanto agarra os lençóis da cama com força.
Aos poucos seus movimentos se tornam cada vez mais rápidos, a cama range em protesto abaixo de nós, o material antigo reagindo aos movimentos.
Seguro seu rosto com ambas as mãos fazendo com que Franco me olha-se, ele esta da cor de um tomate. Faço carinho em sua bochecha com meu polegar e o puxo para um beijo.
O beijo é lento e apaixonado, seus movimentos se tornam controlados, acertando o lugar certo em uma velocidade que me faz querer implorar para que vá mais rápido.
— Porra... — O gemido sai mais alto do que eu esperava. Assim que nos afastamos Franco volta sua atenção para minha garganta deixando beijos e chupões.
Seus movimentos voltam a se tornar mais rápidos, minha respiração acelera. Agarro o braço de Franco que sustenta seu corpo sobre mim cravando as unhas, faço o mesmo em suas costas.
Sinto o orgasmo atingir meu corpo, minhas pernas tremem ao redor dos quadris de Franco. Ele continua dentro de mim, se movendo rápido, então ele sai da minha buceta gozando sobre o meu estômago.
— Desculpa... eu fiz uma bagunça. — Sussurra envergonhado enquanto se senta ao meu lado.
— Tá tudo bem. — Sorrio confortando-o.
— Vem, eu vou te ajudar a se limpar. — Fala enquanto me puxa para fora da cama me guiando para o banheiro.
( franco x m!reader )
gênero ; hot
avisos ; nenhum
notas ; não revisado
O som da guitarra soa pelo quarto enquanto Franco toca uma melodia calma, algo incomum já que ele quase sempre está tocando rock pesado.
Finalmente abro os olhos, estava enrolando há horas para me levantar, o quarto está totalmente iluminado pelo Sol da tarde, ele ilumina o quarto inteiro deixando o cômodo alaranjado.
Olho para o lado vazio da cama e vejo os cabelos ruivos de Franco, ele está sentado no chão com as costas apoiadas na cama. Estava muito destruído com a guitarra para notar que acordei.
Rolo para o lado vazio e ponho minha cabeça ao lado da dele, seus cabelos ruivos fazendo cócegas no meu rosto.
— Boa tarde. — Murmuro ao lado da sua orelha, minha voz sai rouca.
Franco tosse e tira o cigarro que estava fumado da boca, colocando-o sobre o cinzeiro que estava na mesa de cabeceira.
— Não ouvi você se mexendo, acordo há muito tempo? — Aceno negativamente me movendo para ficar sentado na ponta da cama ao seu lado.
O som da sua guitarra volta a ser o único que podemos escutar no quarto, nosso silêncio não era desconfortável.
Depois de alguns minutos assistindo Franco tocar levo minha mão ao seus cabelos e puxo sua cabeça um pouco para trás, não foi um puxão agressivo ou algo parecido.
Com isso seu rosto se ergue e eu o beijo, um beijo lento, nunca gostei de beijos bagunçados e atrapalhados.
Quando me afasto para respirarmos vejo como suas bochechas estão coradas, solto seus cabelos.
— Vem pra cama, larga essa guitarra um pouco. — Peço enquanto volto para o meu lado da cama. — Você já passou a tarde inteira com ela, agora é a vez de você ficar comigo.
Ele me olha por cima do ombro por alguns segundos considerando a ideia, então se levanta apoiando a guitarra no suporte e voltando para a cama.
Assim que ele se deita comigo na cama eu o abraço enfiando meu rosto nos seu pescoço, sinto o cheiro de queimado e cigarro que impregnou nos seus cabelos.
Lentamente começo a espalhar beijos pelo seu pescoço. — Eu pensei que íamos apenas deitar. — Franco fala tossindo um pouco.
— Depois nós podemos fazer isso. — Subo os beijos para sua mandíbula e bochecha até chegar aos seus lábios onde dou um beijo mais demorado. — Agora nós vamos fazer outra coisa.
Franco ri baixinho, tossindo um pouco em seguida. Desfaço o laço da sua calça de dormir e a deslizo por suas pernas junto com sua cueca, as deixo cair no chão depois de tirá-la. Faço o mesmo com minhas roupas.
Fico por cima de Franco entre suas pernas, olhando para seu rosto apenas para notar que ele ainda está corado.
Pressiono a ponta do meu pau contra seu cu, seguro meu pau enquanto empurro-o para dentro de Franco. Quando finalmente o penetro ouço Franco gemer baixinho enquanto agarra meus quadris.
Começo a mover meus quadris contra os seus, sinto como ele é apertado ao redor do meu pau, começo devagar e lentamente torno meus movimentos mais profundos e rápidos.
Coloco meu rosto no pescoço de Franco respirando seu cheiro enquanto o penetro uma vez atrás da outra, começo espalhar beijos e chupões pela pele sensível de seu pescoço.
Sinto seus dedos agarrando e puxando meus cabelos me fazendo gemer de dor e, um pouco, de prazer ao mesmo tempo.
Não cesso minhas investidas em nenhum momento, sinto e ouço a cama balançar sob nós, não é muito mas é perceptível.
Afasto meu corpo do seu apenas um pouco, entrelaço seus dedos aos meus prendendo suas mãos uma em cada lado da sua cabeça.
Logo volto a me mover, não me importando com a cama balançando e rangendo muito mais do que antes. Franco geme mais alto agora, ele mantém a cabeça virada pro lado para não me encarar.
Com um último impulso Franco goza, seu esperma pingando em seu estômago. Eu continuo minhas investidas até que finalmente me desfaço saindo de dentro dele.
Minha porra se mistura com a de Fraco sobre seu estômago, eu me deito ao lado do corpo dele, meu rosto fica contra o travesseiro.
Depois de alguns segundos finalmente volto a mim mesmo e viro o rosto para o lado da cama em que Franco está deitado. Ele ja estava me encarando, ele cora novamente ao se tocar que o peguei me encarando.
— Agora nós podemos ficar só deitados.

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( eloy x f!reader )
gênero ; hot
avisos ; sexo desprotegido + as esquipes tem sete membros aqui
notas ; não revisado
Eloy me coloca sobre uma das grandes caixas de suprimentos enquanto continua a me beijar como se sua vida dependesse disso.
Sinto suas mãos grandes subindo por meu corpo até encontrar o zíper e o puxar para baixo, ele empurra o tecido do macacão branco que cobria meus ombros fazendo com que meu tronco ficasse totalmente exposto para ele.
Então escutamos uma voz, aquela vozinha irritante e arrogante: — Alguém me trás alguma coisa pra comer e pra beber agora! — Caíto gritou pois certamente nenhum de nós estava por perto, Cindy estava explorando, Caio, Alê e Franco estavam decorando a base.
Eloy se afasta do beijo e olha em direção a porta pronto para pegar comida e água de uma das caixas para ir levar para aquele sacrifício de merda.
— Esquece ele um pouco. Se ele achar que não tem ninguém por perto não vai continuar enchendo o saco por muito tempo. — Digo segurando o pulso de Eloy para que ele não fosse.
— Mas a gente precisa cuidar do sacrifício, você sabe que ele fica puto por qualquer coisa.
— Foda-se ele. Ele não vai se machucar, ele só finge que tem coragem pra fazer isso, mas não tem. Agora vamos voltar ao que estávamos fazendo. — O puxo para outro beijo.
No início Eloy parece relutante em ignorar Caíto mas parece esquecer da existência dele minutos depois.
Ele deixa um rastro de mordidas pelo meu pescoço, sua língua passando para acalmar a picada em seguida. Ele para na altura dos meus seios e toma um em sua boca me fazendo deixar escapar um gemido baixinho.
Suas mãos não param nem por um segundo, ele termina de tirar o macacão do meu corpo o deixando sobre o chão, minhas botas não estavam nos meus pés há algum tempo.
Uma de suas mãos escorrega para dentro da minha calcinha e esfrega meu clítoris em círculos me fazendo me segurar para não gemer alto. Meus dedos se enroscam em seus fios castanhos.
Minhas mãos tateavam seu corpo até encontrar o cadeado, arranco o colar do meu pescoço e usa a chave pendurada nele para destranca-lo, abro o zíper do macacão dele em seguida.
Ele solta meu mamilo com um estalo baixo e volta a me beijar, suas mãos tiram minha calcinha e terminam de abrir sua roupa. Agora ele tem o tronco nu, seu corpo é forte e bem definido.
Ele abre o suficiente para expor seu pênis e, assim que o faz, ele me penetra me fazendo gemer, dessa vez alto. Ele fica parado por alguns instantes para que eu me acostume e então começa a se mover.
Suas mãos grandes agarram meu quadril enquanto me penetra uma e outra vez, o som de pele batendo contra pele ecoando pelo espaço.
Eloy se torna cada vez mais rápido e feroz o que me leva a gemer alto, então ele muda nossa posição. Fico de frente para a parede curvada sobre a caixa, enquanto Eloy me penetra por trás.
Sua mão cobre minha boca, ele me puxou fazendo com que minhas costas ficassem pressionadas contra o peito dele, com a outra mão ele esfrega meu clítoris mais uma vez.
Ele acerta o ponto perfeito uma vez, quando percebe ele continua, em poucos segundos minhas pernas estão bambas, e Eloy obviamente nota como me tornei mais apertada ao redor dele.
Ele sussurra coisas contra minha orelha mas minha mente já está turva a essa altura, só entendo quando ele sussurra: — Goza pra mim. — E como se fosse mágica eu me desfaço sobre seu pau.
Eloy continua a me penetrar até que ele goza dentro de mim com um gemido contra meu ouvido. Sinto-o me encher quente e grosso.
Quando termina e sai de dentro de mim, Eloy beija o topo da minha cabeça e enfia o rosto em meus cabelos [cor] os cheirando.
( alê x f!reader )
gênero ; hot
avisos ; nenhum
notas ; não revisado
Alê me conhecia mais do que ninguém, afinal elu é meu par romântico, e quantas vezes ela já não leu minha mão simplesmente porque sim? Muitas vezes, muitas mesmo.
Elu sabe de tudo, minha infância, o que eu senti quando o vi pela primeira vez, como eu me sinto em relação a ele, e quando eu digo tudo, é tudo, inclusive os lugares certos para me fazer gritar.
— Eu te amo pra cacete... — Sussurro entre gemidos, a mão delu dentro de minha calcinha me penetrando com dois dedos enquanto estimula meu clitoris com o polegar.
Ouço quando ela deixa escapar uma risadinha, tão baixa que eu não ouviria se elu não estivesse tão próximo do meu rosto. Seus lábios pressionando um beijo atrás de minha orelha.
Deslizo uma de minhas mãos por entre nossos corpos, enfiando-a dentro de sua cueca. Ouço-o gemendo, novamente quase não é possível ouvi-lo.
Adorno seu pau com minha mão e começo a fazer movimentos de vai-e-vem, ele geme escondendo o rosto em meu ombro. Acaricio seus cabelos com minha mão livre, colocando-os atrás de sua orelha.
Em nenhum momento Alê cessa os movimentos de seus dedos dentro de mim, o som de seus dedos entrando e saindo de dentro de mim é molhado e ecoa pelo quarto.
Sinto o nó se formando em meu estômago, elu percebe e me atinge mais profundamente com seus dedos até que eles acertem aquele ponto que ele conhecia muito bem.
Elu não para, ele acerta aquele ponto diversas vezes, uma vez atrás da outra me fazendo querer gritar, ao invés disso mordo seu ombro por cima da camiseta que ele ainda veste.
Os movimentos de minha mão ao redor de seu pau vacilam, até que enfim desisto e uso minha mão para agarrar os lençóis da cama, minha outra mão agora agarra seus cabelos loiros.
Até que, com um gemido relativamente alto, eu me desfaço em seus dedos. Ele continua a me estocar por alguns segundos e então tira seus dedos de dentro de mim enquanto afasta o rosto de meu ombro apenas para lamber os dedos.
Em seguida ela me beija fazendo com que eu sentisse meu próprio gosto em sua língua.
Mesmo meio zonza do orgasmo recente empurro elu para que fique deitado de costas contra a cama e termino de tirar sua cueca, tirando em seguida sua camiseta.
Me ajoelho no chão frio na ponta da cama e lambo uma faixa ao longo de seu pau duro, ele geme mais alto dessa vez, mas seus sons ainda são baixos.
O levo por completo em minha boca, sentindo meu nariz contra sua virilha, em seguida o tiro até que fique apenas a ponta em minha boca e repito tudo novamente.
Em algum momento sinto sua mãos em meus cabelos, mas ele não guia meus movimentos apenas tem suas mãos ali, mais parecido com um carinho.
Quando seus gemidos voltam a se tornar mais altos eu sei que ele está perto do orgasmo. — Estou quase... — Ele sussurra, foram questão de segundos desde seu aviso até que eu sinto seu esperma em minha língua.
Tiro-o de minha boca engolido sua porra. Alê se senta na ponta da cama, sua mão em meu queixo me fazendo olhar para ele, seus olhos azuis em mim.
Sorrio e o beijo, durante o beijo ouço quando ele abre a gaveta da mesa de cabeceira e pega um pacote.
Nos afastamos do beijo apenas para que eu pegue a camisinha de sua mão e a abra com os dentes. Coloco-a no pau de Alê que cora, não importa quantas vezes eu fizesse isso, ele sempre coraria.
Voltamos a unir nossas bocas em um beijo lento, subo nele me sentando em seu colo, sinto-o duro contra a minha barriga.
As mãos dela vão para os meus quadris guiando-os, posiciono seu pau em minha entrada e, então, me sento sobre ele.
Seu pau me preenche como se fosse feito para mim. — Eu também te amo pra cacete... — Elu sussurra próximo a minha orelha, deixo escapar uma risadinha.
Enquanto ainda estou parada com seu pau dentro de mim Alê espalha beijos pela minha garganta, passa por minha clavícula e ombros, e então chega aos meus peitos.
Ao invés de deixá-lo fazer o que tanto desejava eu o empurrei para que ficasse deitado de costas contra a cama.
Começo a cavalgar em seu pau, minhas mãos em seu peito enquanto pulo sobre ele. Sinto seu pau me atingir profundamente. As mãos delu em meus quadris me ajudam a me movimentar.
Me inclino sobre seu corpo, meus peitos apertados contra seu peitoral. Meus movimentos se tornam mais lentos e suaves, as mãos dele escorregam para minha bunda. Agora movo meus quadris para frente e para trás.
Meus cabelos caem ao redor de nossos rostos como uma cortina, eu o beijo. Sinto uma de suas mãos deslizarem por meu corpo até chegarem em meus cabelos os puxando levemente.
De repente eu gozo, gemendo contra os lábios de Alê. Continuo o movimento dos quadris até ouvir o gemido delu.
Me arrumo para ficar deitada mais confortavelmente ainda em cima de Alê, ele acaricia minhas costas enquanto eu fecho os olhos para dormir.
( alê x f!reader )
gênero ; hot - fluff
avisos ; alê tem genitais femininas
notas ; não revisado
— Eu te amo. — Sussurro assim que o som dos fogos chega aos meus ouvidos. Escondo meu rosto contra seu pescoço e ainda sinto o perfume que Alê usou quando nos arrumamos para sair, no fim decidimos ficar em casa.
— Eu te amo também. — Sussurra contra minha orelha enquanto me abraça deixando um selinho sobre meus lábios, elu morde meus lábios ao se afastar.
Ela volta a me beijar enquanto muda nossas posições na cama me colocando abaixo dele, suas mãos vão para os meus cabelos penteando-os para trás.
Nossas roupas já não estavam em nossos corpos há algumas horas então nem precisamos nos preocupar com isso.
Sinto-o brincando com meu clítoris com seus dedos, ela o esfrega em círculos e outras vezes o puxa levemente. Isso faz com que gemidos escapem por entre meus lábios durante o beijo.
Ela se posiciona sobre mim com minha coxa entre suas pernas, elu rebola sobre minha coxa esfregando sua buceta ali. Enquanto isso sinto dois de seus dedos me abrindo.
— Alê... — O gemido ecoa pelo quarto assim que seus lábios se afastam dos meus.
Ele desliza dois de seus dedos dentro de mim lentamente, permitindo com que eu me acostumasse com o sentimento deles dentro de mim.
— Tudo bem? — Elu pergunta me olhando nos olhos esperando que eu o respondesse, eu apenas aceno com a cabeça. Vejo um sorrisinho se formar no canto dos seus lábios.
Alê começa a mover seus dedos dentro de mim, saindo e entrando, isso enquanto se esfrega contra minha coxa. Eu movo minha perna para cima para que minha coxa tivesse ainda mais contato com a sua buceta.
Seu sorriso se alarga enquanto ela se inclina para mim e me beija mais uma vez, sinto seus dedos se movendo dentro de mim cada vez mais rápido, minhas coxas se fecham ao redor de sua mão involuntariamente, me sinto próxima do orgasmo.
Alê não diminui a velocidade de seus dedos em momento algum, nem sua boca se separa da minha.
Sinto-o esfregar meu clítoris mais uma vez, agarro seus cabelos com uma de minhas mãos fazendo o beijo se aprofundar ainda mais, então me desfaço em seus dedos, meu gemido sendo abafado pelo beijo.
Elu então finalmente foca apenas no próprio prazer, com as mãos agarrando os lençóis de ambos os lados do meu rosto ele continua a se esfregar na minha coxa.
Com um último movimento de seus quadris ela goza, sua porra encharca minha coxa mas não me importo.
— Ótima forma de começar o ano. — Sussurra em meu ouvido rindo baixinho, em seguida me dá mais um selinho.
( cindy x f!reader )
gênero ; hot - fluff
avisos ; nenhum
notas ; não revisado
Sinto a cama se mover um pouco, o peso do corpo ao meu lado fazendo o colchão afundar um pouco. Sinto as mãos geladas tocando minha cintura, mesmo que não esteja frio.
Abro os olhos, a luz do Sol que atravessa as cortinas brancas me cega por alguns segundos, até que minha visão se acostume e minha visão foque em Cindy que está inclinada sobre mim.
Ela está vestida apenas em uma camiseta do Psikolera e uma calcinha, não estou muito diferente. É uma ótima visão para se ter quando acorda.
Cindy se inclina mais para frente sobre mim, seus lábios pressionam contra os meus em um beijo lento, sua mão desce pelo meu corpo até chegar a minha coxa, ela agarra a pele macia levemente.
Dou espaço para que sua língua entrasse no beijo, o piercing dela é gelado contra minha língua quente. Em nenhum momento o beijo se torna apressado, já as mãos de Cindy sim.
Suas mãos sobem até minha calcinha, suas mãos brincam com o tecido fino até que ela decide tirá-lo de meu corpo. Cindy separa o beijo e desce a calcinha de renda por minhas pernas, quando ela finalmente tira a peça de meu corpo a joga em qualquer canto do quarto.
Eu me sento sobre o colchão, ela tira a blusa de mim. Assim que a blusa passa por minha cabeça ela está me beijando novamente. Dessa vez o beijo é mais necessitado, mais faminto.
Cindy começa a descer o beijo pelo meu pescoço, passa por minha clavícula e ombros e então chega ao mais esperado: meus peitos. Ela toma um em sua boca chupando-o, ela massageia o outro com sua mão.
Minha mão vai até seus cabelos loiros, os dedos entrelaçando entre os fios enquanto deixo gemidos baixinhos escaparem por entre meus lábios.
Ela solta meu peito tendo deixado sua marca ali, um chupão que somente ela poderia ver.
Minha mão desce seu corpo até seus peitos, toco-os por cima da blusa. Primeiro o toque é suave e, em seguida, brinco com o metal do piercing de seus mamilos.
Cindy agarra meu corpo, sua mão deslize entre nossos corpos até chegar entre as minhas coxas, então sinto dois de seus dedos me penetrando, ela começa com movimentos lentos.
Os gemidos escampam dos meus lábios, agora mais altos do que os anteriores. Minha mão escorrega para dentro da calcinha de Cindy e esfrego seu clítoris, ela geme abafado contra meu cabelo.
— Eu quero que você goze pra mim. — Ela sussurra entre gemidos de prazer. — Faz isso por mim, amor.
Suas palavras soam como ordem para mim, quase que no mesmo momento sinto que estou perto do orgasmo. Ela acelera seus dedos dentro de mim e então gozo.
Cindy tira minha mão de dentro de sua calcinha e então tira a própria roupa no que pareceram ser segundos, depois ela me puxou para que eu ficasse deitada de costas contra o colchão.
— Minha vez, ok? — Ela fala, apenas aceno com a cabeça, minha mente ainda perdida pelo orgasmo recente.
Então Cindy se senta sobre meu rosto, não realmente, seus joelhos contra o colchão em ambos os lados do meu rosto.
Deslizo minha língua por seus lábios sentindo o sabor dela, em seguida uso minha língua para estimular seu clitóris, ambas minhas mãos agarram sua bunda aproximando-a ainda mais de mim.
Ouço-a gemer meu nome e sinto quando ela agarra meu cabelo enquanto cavalga sobre meu rosto.
— Porra... quase lá... — Ouço-a sussurrar entre gemidos, como resposta penetro-a com um dedo, foi o suficiente para agradá-la ainda mais.
Os movimentos dela se tornam erráticos, ela estava perto. Em questão de segundos sinto o sabor de Cindy contra minha língua.
Cindy sai de cima do meu rosto se sentando ao meu lado na cama, eu me sento me aproximando dela. A loira então me puxa para um beijo, demorado, ela com certeza sentiu o próprio gosto, que ainda estava em minha boca.
when reading smut and y/n says “daddy”

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transtornados — cristino
. . . smut
1
( sabara x fem!reader )
gênero ; smut
avisos ; sangue e sadomasoquismo
notas ; não revisado
Não era o mais confortável mas era o que tínhamos longe do restante do grupo, Sabara foi quem teve a ideia, ela descobriu o lago no dia em que atacaram o acampamento dos pássaros.
— Seu cheiro é realmente algo único. — Fala enquanto tem o nariz próximo da minha garganta respirando qualquer mínimo cheiro meu.
Depois dos primeiros dois dias eu finalmente aceitei que eu vou morrer, independente do que aconteça eu vou morrer, então eu decidi ao menos aproveitar como posso meus últimos dias.
Seus dedos passam pela minha testa acariciando e afastando os cabelos molhados da minha testa. Sabara está há dias resistindo a beber meu sangue, por algum motivo ela se interessa muito em mim.
Seus dedos descem do meu rosto até chegarem a minha garganta, seus dedos envolvem minha garganta a apertando levemente. Em seguida ela me puxa para um beijo.
Sua mão livre desliza até meu quadril o agarrando, sua coxa ocupa o espaço entre minhas pernas e sua mão me guia, fazendo com que eu rebolasse sobre sua coxas.
Gemi de prazer no meio do beijo ao sentir meu clítoris esfregando contra a pele de sua coxa, suas unhas afundam de leve na pele dos meus quadris.
— Exatamente assim, muito bem. — Sussurra contra minha orelha ao se afastar do beijo. Em seguida ela morde meu ombro apenas para marca-lo, sinto a dor de seus dentes machucando minha pele, quando ela se afasta aprecia a obra de arte.
Sabara lambe as gotas de sangue que se formam por toda a ferida da mordida, ela aprecia o sabor como se fosse um vinho caro, até geme contra meu ombro.
— Eu esperei tanto pra sentir seu gosto. — Fala arrastado, algumas vezes sua pronúncia não soava perfeitamente.
— É tão bom assim? — Questiono curiosa, meu gemido vem em seguida, sinto-a pressionar a coxa mais para cima entre minhas pernas, fazendo com que a fricção se torne mais prazerosa.
— É delicioso. — Sussurra enquanto seus dedos se fecham ainda mais ao redor da minha garganta, luto para que um pouco de ar chegue aos meu pulmões.
Agarro seu pulso, e minhas sobrancelhas se franzem involuntariamente enquanto sinto seus dedos se fecharem a cada vez mais em minha garganta. Meus olhos ardem e lágrimas brotam em meus olhos.
— Você não confia em mim? — Sabara questiona arrancando minha mão de seu pulso. — Eu vou relevar isso.
Sabara finalmente afrouxa o aperto ao redor da minha garganta me fazendo tossir por ar, mas ela não a solta. Com toda certeza minha garganta está marcada com hematomas de seus dedos.
— Agora seja boa e goze na minha coxa. — Era uma ordem, eu apoio minhas mãos em seus ombros enquanto movimento meus quadris.
Meus gemidos soam cada vez mais alto, as ecoando pelo espaço do lago. A água ao redor dos nossos corpos se move de acordo com meus movimentos.
Sinto-me cada vez mais perto de gozar, minhas unhas afundam na pele dos ombros de Sabara enquanto continuo a me mover. Quando finalmente chego ao orgasmo deixo escapar um gemido mais alto do que os últimos.
A mão dela que estava descansando sobre meu quadril desce, seus dedos brincam com minha buceta enfiando-os lá.
— Você fez muito bem. — Fala próxima ao meu rosto enquanto estou ofegante e gemendo sentindo seus dedos dentro de mim.
— Agora você vai gozar nos meus dedos. — Anuncia sorrindo me puxando para mais um beijo.
( zéfero x fem!reader )
gênero ; smut
avisos ; sangue e sadomasoquismo
notas ; não revisado
Deixo escapar um gemido alto enquanto sinto Zefero me penetrar, seu pau quente e grosso dentro de mim, me preenchendo por completo.
Ele move os quadris de forma apressada enquanto crava seus dentes em meu braço tomando do meu sangue, ele praticamente implorou para tomar do meu sangue mais cedo, só faltou Zéfero se ajoelhar.
— Você já teve o suficiente. — Anúncio puxando-o pela coleira para que ele se afastasse. Seus dentes saem da minha carne e um pouco de sangue escorre da ferida recém-aberta.
Apenas estico o pulso para Zéfero e ele lambe o sangue que sai da ferida quase que no mesmo segundo, como se estivesse faminto e precisasse de cada gota do meu sangue.
Quando ele termina volta a se concentrar no que estava fazendo anteriormente, a cama sob nossos corpos range, a madeira é velha então era algo esperado.
Seu pau me atinge no ponto perfeito uma e outra vez, eu praticamente grito de prazer, ele não para, nem por um segundo. Agarra minhas coxas mantendo-as abertas, as unhas cravando na carne macia das minhas coxas.
Puxo a corrente que fica presa a sua coleira fazendo com que o rosto de Zéfero ficasse a poucos centímetros do meu, acabo com o pouco espaço que existia entre nós com um beijo.
Seu lábios são grosseiros contra os meus, os lábios de Zéfero são mal-cuidados, o oposto dos meus. O gosto do meu próprio sangue toma conta do beijo enquanto nossas língua deslizam uma sobre a outra.
Quando menos espero sinto me sinto ser preenchida por um líquido quente e grosso, Zéfero acabou de gozar.
— Porra! Limpa essa merda! — Meu rosto se contorce em uma careta descontente.
— D-desculpe! — Zéfero gagueja, sua voz quase nunca usada, usada apenas em momentos como esse em que ele se desculpa ou responde quando solicitado.
Seu pau deixa meu calor e Zéfero se ajoelha em frente a mim, minhas pernas descansam sobre seus ombros quando ele começa a me chupar.
Zéfero lambe cada centímetro da minha buceta, muito concentrado em sua tarefa. Seu nariz roça contra meu clítoris me fazendo gemer.
Me sinto cada vez mais próxima e o rosto de Zéfero se torna cada vez mais fundo entre minhas pernas. Não demora muito para que eu atinja o orgasmo, ele toma tudo, engolindo com prazer.
( escarlata x fem!reader )
gênero ; smut
avisos ; nada realmente muito importante, só que aqui eles podem tirar as armaduras
notas ; não revisado
Sinto uma das lâminas das "garras" de Escarlata cortando minha pele enquanto ela me faz erguer o rosto em sua direção, sinto sua respiração contra meu rosto e nossos lábios estão próximos, muito próximos.
Ana e Chispa saíram para procurar suprimentos, aliados, qualquer coisa que nos ajudasse no Hexatombe. Argano está cuidando do portão com Torvo e Miasma o acompanhando já que eles não faziam muita coisa útil.
Eu estou sentada sobre a cama, a mais confortável da base inteira, minha armadura jogada de lado enquanto Escarlata fica entre minhas pernas. Ela nunca tira a armadura.
— Você é tão doce o tempo todo... sempre tão obediente. — Ela se aproxima mais fazendo com que nossos narizes se toquem, seus lábios agora tocando os meus. — Eu amo isso em você.
Ela acaba com o pouco espaço que restava entre nossas bocas, sua língua explora minha boca devagar, como se memorizasse cada pedaço em sua memória mais uma vez.
Ouço quando Escarlata tira as garras das mãos deixando-as na cama ao lado, nunca as arremessa, ela ama cada pedaço de sua armadura.
Assim que suas mãos estão livres ela usa uma para agarrar a carne macia do meu peito, sinto suas unhas cortarem minha carne superficialmente.
A outra mão encontra minha buceta já molhada, seus dedos deslizam por minha entrada como se brincasse com minha vontade.
— Você vai me deixar sentar no seu rosto, não é? — Não poderia negar, como eu poderia? Eu a amo, Escarlata é o amor da minha vida.
— Sim. — Respondo quase que de imediato, soava um pouco desesperada, como se eu fosse obrigada a responder sua pergunta, como se fosse uma necessidade, uma obrigação.
Observo-a sorrir satisfeita me empurrando com cuidado para me deitar de costas contra o colchão macio.
Quando Escarlata se senta sobre meu rosto espero por sua autorização para fazer algo, assim que ela permite, deslizo minha língua por sua entrada saboreando seu sabor,
Sua armadura se abre apenas o suficiente para que meu corpo coubesse entre suas coxas, a armadura cobre tudo ao redor da minha cabeça.
Escarlata começa a rebolar sobre meu rosto depois de algum tempo, ela usa meu nariz para estimular seu clítoris. Sua mão agarra os fios do meu cabelo e ela se senta mais sobre meu rosto.
Seus gemidos são como música para meus ouvidos, eles com toda certeza podem ser escurados ao lado de fora. Ele estava perto, eu sei disso.
Com um último movimento sobre meu rosto ela goza em minha língua, eu engulo saboreando seu sabor perfeito. Não resisto e deixo escapar um gemido enquanto tomo tudo dela.
Ela desliza os quadris saindo de cima do meu rosto e então pega algo de outra cama, não vejo o que é, apenas percebo seus movimentos e, então, sinto quando sou penetrada.
Escarlata movimenta o dildo com velocidade, parecia se divertir enquanto apreciava cada mudança de expressão em meu rosto.
Minhas sobrancelhas estão franzidas, olhos apertados e mãos agarrando os lençóis da cama.
Escarlata usa a mão livre para agarrar minhas coxas as mantendo bem abertas para ela, ela sempre gostou de ver tudo. Minhas coxas são cobertas de marcas deixadas pelas últimas vezes em que ela fez exatamente isso.
Com mais algumas estocadas me sinto derramar sobre o pau de silicone. Escarlata nunca faz uma pausa ou desacelera, a não ser que eu tenha gozado.
— Você foi muito bem, mi amor. — Sussurra contra minha orelha.
( raziel x fem!sacrifício!reader )
gênero ; smut
avisos ; sadomasoquismo e relacionamento tóxico
notas ; não revisado
Me entreguei completamente a você, lhe dei meu coração da forma mais pura possível, você o tomou em suas mãos, as vezes podia jurar que sentia suas garras flertando com a ideia de rasga-lo em pedacinhos. Que tolice minha!
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Desde minhas primeiras memórias ele sempre esteve presente, já desde jovens éramos grudados, sempre estávamos juntos aonde quer que fôssemos, atualmente não mudou muita coisa.
— Vou garantir que você esteja protegida até que tenhamos alguma ideia de como tirá-la segura desse lugar. — Raziel fala arrastado, está aprendendo o idioma novo mais depressa do que o esperado.
Eu nunca gostei de me arriscar muito em um idioma estrangeiro então apenas acenei com a cabeça. Afinal, eu sempre poderia confiar em Raziel, nós sempre confiamos um no outro.
Sinto como as pontas das duas unhas roçam levemente contra a pele da minha bochecha como se me analisasse. Queria poder ver seu rosto novamente.
Sinto quando seus dentes roçam minha pele, flertando com a ideia de morder a carne macia. Em seguida sinto seus lábios pressionados contra os meus em um beijo.
Suas unhas arranham minha pele de leve descendo por meu corpo até que ele comece a erguer a saia do meu vestido e encaixe seu corpo entre minhas pernas.
Sua ereção pressiona contra minha buceta, sinto o calor tomar meu corpo, algo que não sinto há algum tempo.
Ouço o som de tecido contra pele e, em seguida, sinto a cabeça do seu pau em minha entrada, apenas ali roçando contra meus lábios para me atiçar.
Abro minha boca para protestar mas antes que possa dizer qualquer coisa sinto-o me penetrar de uma só vez, se enterrando totalmente dentro de mim. Um gemido de surpresa escapa por entre meus lábios.
Raziel começa a se mover dentro de mim, ele se move lentamente mas sempre me preenchendo por completo.
Seus lábios se conectam aos meus em um beijo, ele não dura muito tempo, já que Raziel se afasta deixando um corte nos meus lábios que sangra.
Ele desce até minha garganta e crava seus dentes ali, a dor é quase totalmente apagada pelo prazer, seu pau sempre acertando nos lugares corretos.
Raziel se alimenta do meu sangue, hoje parece beber muito mais que costumava como se não conseguisse parar... ou não se importasse mais comigo. Que idiotice, Raziel nunca me machucaria.
Com seu pau se enterrando dentro de mim ainda mais profundamente, me desfaço sobre seu pau. Mas Raziel não para, ele continua a me penetrar, agora mais rápido, como se estivesse com pressa.
A mesa abaixo do meu corpo balança um pouco a cada movimento, ela só não quebrou pois é grande e resistente.
Finalmente sinto-o me encher, seu esperma quente sendo derramado dentro de mim e vazando um pouco assim que ele sai de mim.
— Nós vamos tirar essa marca da sua testa... — Sua voz soa mais séria do que o normal, seus dedos afastando meus cabelos do meu rosto. — ...de qualquer forma que seja.

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guia
gêneros . . .
— eu escrevo one-shots fluff, angst e smut, as vezes posto coisas mais focadas em história ;
regras . . .
não me peça para escrever :
— gore, noncon, dubcon, incesto, pedofilia, etc ;
— só vou escrever para os personagens que estão na minha masterlist ;
minhas postagens . . .
— nessa conta secundária eu posto apenas pra personagens de ordem paranormal, você pode ver outros personagens de outras mídias na minha conta principal que é em inglês ;
— como a maioria já sabe eu vim do wattpad, eu vou postar algumas coisas somente no tumblr e outras eu vou postar em ambos ;
— você pode checar na minhas masterlist os personagens que eu aceito pedidos ;
avisos . . .
— se você for desrespeitoso comigo ou com qualquer pessoa nos meus comentários, pedidos ou mensagens, eu vou bloquear você ;
— algumas temporadas como a de sinais do outro lado eu estou assistindo pela primeira vez, outras como segredo na ilha e as temporadas principais eu estou assistindo novamente pra lembrar dos acontecimentos ;
— as vezes eu posto com muitas frequência e as vezes eu simplesmente não posto, isso é normal, eu só estou sem ideias para escrever.
{ afirmo que todo conteúdo publicado aqui é completamente autoral e não deve ser plagiado. }
vampiros — velisar
. . . smut
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