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Postaaaaaa
Suddenly Love
Capítulo 12 | Lua's PVO
Esse último mês não foi como os outros, aconteceram várias coisas diferentes, uma delas foi a chegada da vovó Aguiar. E eu descobri que ela me odeia no segundo em que ela me viu. Ela me olhou como se eu fosse uma qualquer e sussurrou para a mãe de Arthur algo como 'Ela não é digna do sobrenome Aguiar.', e a partir desse momento eu senti vontade de matar aquela mulher, não sei qual o motivo, a cara dela de vadia pós aposentadoria, ou o jeito como ela me tratava. Para Arthur ela era um anjo, era o ser mas puro que existe na terra nos dias de hoje, e eu me perguntava até onde iria a inocência dele.
-- O que você tem contra a Silvia?
-- Ela me odeia Arthur.
-- Não é bem assim, ela só...
-- Ela só me trata como uma qualquer, só isso.
-- Você exagera.
-- E você acha que ela é o ser vivo mas puro do universo.
-- Lua, ela tem 68 anos!
-- O que não faz dela um anjo.
-- Ela é de tempos diferentes Lua, e ela era louca pela Lauren...
-- E acha que você só será feliz na vida com ela! -- Falei com voz teatral.
-- O que deu em você?
-- Tensão acumulada meu amor.
-- Você que resolveu ter uma greve de sexo.
-- Porque você resolveu que eu não poderia transar como antes por estar grávida de gêmeos.
-- Lu, essa discussão de novo?
-- Você quem começou.
-- Você tá parecendo uma criança de 4 anos sabia? Nem Sophia quando tinha quatro anos era assim.
-- Você me estressa Arthur.
-- Você que brigar 24 horas!
-- Ah, quem está arrumando pre-texto pra brigar agora?
-- Okay, okay! Vamos dormir?
-- Você vai dormir, eu não.
-- Por que não?
-- Preciso de um orgasmo.
-- E o que você vai fazer?
-- Já ouviu fala numa coisa chamada masturbação? Pois bem, mulheres também praticam isso. Não muitas, mas praticamos.
-------------
Amanhã tem mais amores :*
Suddenly Love
Suddenly Love | Capítulo 11 Narrador POV'S
"A vida de casados não é sempre flores, existem alguns espinhos e as vezes a chegada do verão quando, geralmente, a flor acaba 'morrendo' sem forças para sobreviver."
Era uma noite tipica do inverno da grande cidade de Londres, Sophie estava dormindo, Lua estava lendo um livro qualquer e Arthur estava a horas em seu not-book. A exatamente uma semana e dois dias Lua e Arthur mal se falavam, motivo? Bem, poderia ter uma lista deles. Desde o ciumes até a falta de atenção. Brigas por motivos idiotas eram constantes ultimamente, Lua estava estressada e Arthur nem se fala...
Antes de morrer, Letycia, mãe de Lua a dizia sempre "Querida nunca em sua vida pense que ao se casar com algum homem será apenas flores, isso nunca acontecerá. Sempre terá problemas, intrigas, mas apenas passando por tudo isso você saberá se realmente existe amor entre vocês.". Ultimamente aquela frase não sairá de sua cabeça por nada. Toda a "perfeição" de seu casamento estava sumindo, o verão havia chegado e seu jardim estava morrendo por conta da falta de água, o verão era a indiferença, a água era o carinho, seus pesadelos haviam voltado, noite mal dormidas, falta de carinho, falta dele.
Ela sentia falta de sua voz mansa, de seus braços em volta de seu corpo, do cheiro viciante de sabonete junto com loção pós barba e seu perfume, saudade de seus beijos, seus carinhos... Ela estava a ponto de implorar por ele por inteiro apenas por uma noite.
Porém o orgulho era bem maior que qualquer outra coisa, mas alguma hora alguém teria que descer do pedestal e falar tudo o que sentia.
Arthur... bem, Arthur tentava ao máximo resistir as tentações, principalmente resistir aquele maldito cheiro do hidratante de Lua. Em noites frias como aquela Lua o abraça durante o sono, fazendo com que o cheiro dela ficasse mais forte e então ele se sentia entregue por um momento, mas depois seu lado machista gritava pra ele "parar de ser bixa", afinal a briga entre eles não foi nada bonito duas noites atrás.
Em alguma hora um dos dois iria falar, e essa hora estava cada vez mais perto, o livro que Lua lia chegaria ao fim, e Arthur não teria mais e-mails de trabalho para ler.
E assim aconteceu, o belo livro de título 'O Apocalipse' havia chegado ao fim, e finalmente os e-mails haviam acabado. O silêncio nada agradável reinava ali, apenas uma luz clareava o quarto, Arthur olhava pro teto quase negro do quarto e Lua o olhava de lado.
-- Você não vai falar nada? -- Arthur perguntou sem olhar nos olhos de sua mulher. -- Vai ficar só olhando?
-- O que você quer que eu fale?
-- Que me ama talvez? -- Ele perguntou a olhando.
-- Você sabe que eu te amo, não preciso ficar repetindo.
-- Por que a gente tá brigando tanto?
-- Minha mãe costumava dizer que nem sempre são flores..
-- Eu sei disso.
E o silêncio aterrorizador voltou a reinar, era frustante a forma como ele voltava do nada.
-- Eu amo você. -- Arthur disse aproximando-se de Lua.
-- Eu também te amo.
Logo seus lábios estavam selados, e um beijo calmo foi iniciado, céus era tão grande o desejo de ambos que nem sabiam como demonstra-lo. A vontade, a necessidade, a saudade... A forma como eles se beijavam fazia com que Lua e Arthur esquecessem o mundo em que viviam cheio de problemas e alguns "pecados" que se fossem revelados seria drástico! Eram naquelas horas, nas horas que ambos se entregavam, deixavam o orgulho de lado que Lua mandava um foda-se enorme pro mundo, esquecia de tudo e se entregava a Arthur como deveria fazer sempre.
Talvez as brigas servissem para isso, pra fazer com que o calor que estava se apagando voltasse a ficar em chamas novamente, fazia o desejo queimar por toda a extensão de seus corpos.
"Eu te amei por mil anos, e vou te amar nos próximos mil."
_____________________________
[N/A] :: Foi pequeno né? Eu sei -v- vou tentar postar um maior tá? Talvez amanha, mais tarde, a noite, daqui uma semana... não sei, só sei que vou postar outro. Deem like porque esse capítulo saiu sofrido =(
amr esse cap q vc postou é novo?
Não amor, é um capítulo da primeira temporada que euu esqueci de postar e-e

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Suddenly Love, 1• temporada, Capítulo 06.
Eu ainda estava na cama, exatamente do jeito que Arthur havia me deixado para ir tomar seu banho. O rosto ainda estava enfiado nos lençóis, as mãos ainda agarradas ao colchão. Eu ainda estava de bruços, imóvel.
Por quê? Por que eu havia permitido aquilo? Por que havia deixado com que ele tomasse posse do meu corpo tão completamente? Meu corpo!
Pela primeira vez na vida, eu sabia o que era um orgasmo. Não sei se foi forte ou fraco, mas sei que foi um. Mesmo sem nunca ter sentido antes. Porque, naquele momento, minha cabeça ficou estranhamente vazia, e eu experimentei um prazer fora dos limites da consciência. Sim, foi definitivamente um orgasmo.
O que ainda demorava a entender foi como eu havia sentido prazer. E por que, meu Deus, por que diabos eu havia deixado com que ele terminasse, com que ele me mostrasse de quais sensações meu corpo ainda carecia.
— Merda! Merda, merda, merda!
Eu me xingava mentalmente, na mesma posição na cama. Me xingava porque agora sabia que nem eu mesma me conhecia completamente. Me xingava por permitir que um cliente, um estranho, tivesse me mostrado isso.
E me xingava principalmente porque, eu sabia, seria impossível colocar Arthur no nível de importância dos outros clientes agora. A porta do banheiro abriu lentamente e eu me endireitei o mais rápido que pude. Fui deitar nos travesseiros, de costas na cama, coberta pelo lençol.
Ele saiu enxugando os cabelos com a minha toalha.
- Desculpa, tive que usá-la. Você deveria colocar mais toalhas no banheiro para seus clientes.
- Ok, avise a Jhulia para me comprar quinze toalhas por dia.
Ele parou, me olhando, processando a informação que eu acabara de lhe dar.
- É verdade… – Concluiu.
Esperei em silêncio.
- Você atende quinze clientes por noite?
- Não. Uns dez. – Por que estávamos conversando sobre isso?
- Entendo… – Disse, pensando um pouco e fazendo uma careta para si mesmo. – Tenho que ir. Amanhã nos falamos.
E assim, sem dizer mais nada, saiu.
…
Acordei na manhã seguinte com o sonho fresco em minha memória: Arthur. Lençóis. Sexo e orgasmo. Dinheiro.
- Ótimo. Minha própria consciência contra mim.
Levantei de mau humor. Tomei um banho, passei meu creme para machucados e fui tomar café. Conversei por algum tempo com algumas meninas, mas já estava novamente no meu quarto, trancada, lendo.
Sentia-me protegida ali. Era meu castelo particular, meu esconderijo. Embora gostasse da companhia e da conversa das meninas e de Jhulia, passava a maior parte de meu tempo sozinha em meu quarto. Algumas garotas me achavam anti-social. Eu não ligava.
Hoje, mais do que nunca, precisava ler. Eu gostava de livros, sempre me levavam para uma realidade alternativa. Uma ficção onde eu poderia vagar com meus pensamentos até o limite da imaginação. Muitas vezes, me peguei imaginando meu próprio rosto em certos personagens. E sim, eu sempre me achava patética por isso.
Mas hoje, eu não conseguia me concentrar nas histórias.
Será que ele viria essa noite? “Amanhã nos falamos”, ele disse. Será que foi só por falar? Será que me escolheria outra vez? Talvez escolhesse a garota nova. Talvez nem viesse.
Merda. Ele me fez gozar. Como ele fez isso? Merda!
E dessa forma, o dia passou. Metade do tempo eu me concentrava na história em minhas mãos, mas a outra metade era sempre ocupada pelas lembranças de Arthur, da noite anterior e da dúvida sobre o que seria de hoje a noite.
Às 21h, eu desci para o salão, o que seria mais uma noite de trabalho desagradável.
Mas aquela noite não seria como as outras.
Seria pior. Muito pior.
…
- Olá, querida.
Virei-me e vi um rapaz bonito, próximo aos 25 anos, falando em uma voz gentil comigo.
— Olá.
— Como é o seu nome?
— Lua Blanco. Muito prazer. – Era mentira. Eu não sentia prazer algum em conhecê-lo, porque sabia o que ele queria comigo.
— Lindo nome. Chame-me de Pedro.
— Olá, Pedro.
- Tenho que te dizer que você é mesmo linda. Fico até espantado que ninguém nessa espelunca ainda tenha te escolhido.
Sorri, um sorriso desanimado e falso.
- Então, já que está livre, poderíamos nos divertir um pouco. O que acha? – Disse, colocando uma mecha do meu cabelo atrás da minha orelha.
Sorri o mesmo sorriso outra vez.
- Claro, Pedro. Eu vou subir pro meu quarto, é o terceiro do corredor. Me dê cinco minutos e suba, estarei esperando.
- Mal posso esperar, Lua. – E sorriu, seus olhos com malícia.
Cinco minutos depois, vi a porta se abrindo. Pedro entrou no quarto e trancou a porta.
- Estou com muita, muita fome, Lua. Você vai ter algum trabalho essa noite. Já falei com Jhulia, pagarei o necessário.
Dizendo isso, tirou um cheque da carteira, preenchendo-o.
- Você é minha essa noite.
Isso significava que eu teria que transar somente com ele? De certa forma, fiquei aliviada. Aquilo, como sempre, era melhor do que me deitar com vários homens.
Por alguma razão, no entanto, eu me sentia desanimada em saber que não poderia voltar ao salão, para um novo cliente.
Ele depositou o cheque na escrivaninha e veio em minha direção, tirando a blusa e, do bolso, várias cartelas unidas de preservativo.
A noite estava só começando.
…
Eram um pouco mais de 23h, já estávamos no nosso 5º round. Pedro parecia nunca se cansar. Eu, por outro lado, já não aguentava mais aquele homem.
Ele não era delicado. Dava ordens como quem fala com criados, esperando ser atendido imediatamente. Quando eu hesitava, ele prontamente me segurava com força e, sem pedir permissão, fazia o que tinha em mente.
Mas ele não era o único cliente assim. A maioria agia desse jeito. O problema é que eu tinha outra pessoa em mente. Uma pessoa mais delicada, mais preocupada. Alguém que tinha me proporcionado, de alguma forma, prazer…
- Eu quero você por trás.
Isso me fez acordar de meu piloto automático.
- Eu não faço anal.
- Como é? Claro que faz anal! Você é uma puta!
- Uma puta que não faz anal. Essa é minha condição!
- Condição? Eu estou pagando, e eu quero te comer por trás!
Com violência, me virou na cama, afastando minhas pernas com o joelho e segurando minhas mãos em minhas costas.
- Pára com isso! Eu não quero!
- Foda-se o que você quer! Eu quero! E eu vou te comer do jeito que eu quiser!
- SOCORRO!
- Cala a boca, sua vadia! – Ele agarrou meus cabelos com força, me causando uma dor aguda.
- Me larga! SOCORRO!
Pedro então pegou sua camisa amassada de cima da cama com uma das mãos, enquanto a outra ainda prendia meus pulsos às minhas costas. Me largou por um momento, mas logo me imobilizou, sentando-se em cima de mim.
Puxou meus cabelos para trás, levantando minha cabeça, e a próxima coisa que eu sabia era que estava amordaçada com um pedaço de pano, que ia da minha boca até um nó atrás da cabeça.
Eu tentava gritar, mas meus gritos eram abafados pelo tecido. Pedro, novamente, agarrou meus pulsos e separou minhas pernas.
Eu me debatia em desespero. Não era possível, ele não ia me obrigar a fazer aquilo!
- Hhhmpppfff!!
Ele então me virou de barriga para cima.
- Se você não colaborar, sua puta, eu juro por Deus que vai se arrepender.
Tentei falar, mas o pano me impedia.
- Vire-se de costas e fique de quatro. Agora.
Não. Eu não ia ficar de quatro. Eu não ia deixar que ele fizesse aquilo comigo. Tentei me desvencilhar dele, socando-lhe e chutando o máximo que conseguia. Estava preparada para sair correndo por aquela porta, completamente nua e amordaçada, se preciso fosse.
Finalmente, ele perdeu a paciência. Me bateu com força, no rosto.
Eu senti dor, mas mesmo assim continuei lutando com ele. Ele segurou minhas mãos em cima da cabeça, no travesseiro, e me bateu novamente.
- Vou te ensinar a ser uma puta obediente!
E então, me bateu de novo. E de novo. E de novo.
Meu rosto já estava em chamas, e eu não tinha força para competir com Pedro. Ele era extremamente forte.
E me bateu de novo. E outra vez. O próximo golpe mais forte do que o anterior.
Por fim, desisti de lutar. Ele continuava me batendo, cada tapa virava minha cabeça e eu não tinha forças para voltar a olhá-lo. Minhas lágrimas escorriam pelo rosto. Eu queria gritar, queria chorar e socá-lo até que o matasse. Mas não podia. Eu estava presa. Indefesa.
Quando cansou de me bater no rosto, me virou de costas, me forçando a ficar de quadro. Segurando meu quadril, guiou-se para minha entrada de trás e meteu com força.
Eu senti uma dor intensa, e mais lágrimas brotaram de meus olhos. Aquele lugar não estava nem um pouco lubrificado, mas Pedro não parecia se importar.
Meteu de novo, com mais força. E outra vez. E repetidas vezes.
E a cada vez, eu sentia a mesma coisa.
Dor. Dor. Muita dor. Mais dor.
Eu chorava silenciosamente, as lágrimas surgiam em meus olhos a cada estocada. Não acreditava que aquilo estava acontecendo.Por favor, alguém arrombe essa porta! Por favor, por favor! Pare de me machucar, por favor!
Mas ele não parava. E continuava me batendo em todos os lugares do meu corpo. Puxava meus cabelos, me batia e metia em mim. Entre uma surra e outra, aproximava-se do meu ouvido e gemia com vontade, lambendo-me e mordendo com força meu pescoço.
E eu só podia chorar, compulsivamente.
Não há mais nada para ser narrado daquela noite.
Ao final de uma hora e meia, ele tirou sua camisa de minha boca. Se vestiu, deu um beijo e uma lambida em minhas costas e falou em meu ouvido.
- Que puta gostosa você é, amor. Seu cuzinho é uma delícia. Espero não tê-la machucado muito.
E dizendo isso, saiu do quarto, me deixando sozinha.
Eu permaneci na mesma posição por diversos minutos. De bruços, largada na cama. Meu corpo todo ardia pelos tapas e socos. Meu rosto ardia, e eu o sentia inchado pelo choro e pela violência. Eu ardia por dentro e por fora. Tudo doía. Eu estava destroçada.
Finalmente, consegui juntar forças para me levantar da cama e ir tomar um banho, que melhorou minhas dores.
Cheguei à conclusão de que aquilo havia demorado muito para acontecer. Como um certo cliente me dissera uma vez, “qualquer puta faz anal”. Eu não fazia, e o fato de que, até hoje, nenhum homem havia decidido me pegar a força, era realmente inacreditável.
Até hoje.
Voltei ao quarto, passei meu creme para hematomas, apaguei a luz e fui me deitar na cama, para finalmente poder dormir.
E chorei o resto da noite.
Uai mais vc tinha 5 capítulos prontos já
apaguei tava uma merda. lê lá : http://wiakz.tumblr.com/s
Estamos a sua espera
http://wiakz.tumblr.com/s
Posta web hj em to esperando baby
3
Não vai posta web hj não ?
eu ia postar, se tivesse saído um coisa boa :/ saiu um taquinho de cocô! tá na metade de um novo, ou seja, eu posto a qualquer momento <3

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Posta web, comecei a ler a segunda temporada de SDL agora e já estou amando, posta, por favor <3
awnt <3 brigada amor, amanhã eu posto
Posta web, faz tempo que você não posta, por favor.
amanhã mi amore!
posta web ????
quem sabe amanhã talvez, quem sabe...
Oie, como vc está?
Oii! Tô bem amor, e vc?
Posta web ????
Amanhã depois das sete amor

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Oie, Volta a Posta web
amanhã :*
Vai posta que horas?
Depois do jogo do Corinthians, ou seja, lá pras sete da noite.