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Material Sustentavel - Jaciara from verdesign
Apresentação, material sustentavel from verdesign
Material Sustentável - Claudia
Material sustentável - Adriana

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Material Sustentável - Bruna from verdesign
Material Sustentável - Paulo from verdesign
Material Sustentável - Ana from verdesign
Centro Universitário – Católica de Santa Catarina
Curso: Design, 7ª fase
Disciplina: Ambientalismo
Professora: Estefanie Cristofolini
Acadêmica: Camila Socrepa
ALUMÍNIO
APLICAÇÕES
Considerando a quantidade e o valor do metal empregado, o uso do alumínio excede o de qualquer outro metal, exceto o aço. É um material importante em múltiplas atividades econômicas.
O alumínio puro é mais dúctil em relação ao aço , porém suas ligas com pequenas quantidades de cobre, manganês, silício, magnésio e outros elementos apresentam uma grande quantidade de características adequadas às mais diversas aplicações. Estas ligas constituem o material principal para a produção de muitos componentes dos aviões e foguetes.
Quando se evapora o alumínio no vácuo, forma-se um revestimento que reflete tanto a luz visível como a infravermelha, sendo o processo mais utilizado para a fabricação de refletores automotivos , por exemplo. Como a capa de óxido que se forma impede a deterioração do revestimento, utiliza-se o alumínio para a fabricação de espelhos de telescópios, em substituição aos de prata.
Devido à sua grande reatividade química é usado, quando finamente pulverizado, como combustível sólido para foguetes e para a produção de explosivos. Ainda usado como ânodo de sacrifício e em processos dealuminotermia para a obtenção de metais.
Outros usos do alumínio são:
Meios de Transporte: Como elementos estruturais em aviões, barcos, automóveis, bicicletas, tanques, blindagens e outros; na Europa têm sido utilizado com frequência para formar caixas de trens.
Embalagens: Papel-alumínio, latas, embalagens Tetra Pak e outras.
Construção civil: Janelas, portas, divisórias, grades e outros.
Bens de uso: Utensílios de cozinha, ferramentas e outros.
Transmissão elétrica: Ainda que a condutibilidade elétrica do alumínio seja 60% menor que a do cobre, o seu uso em redes de transmissão elétricas é compensado pelo seu menor custo e densidade, permitindo maior distância entre as torres de transmissão.
Como recipientes criogênicos até -200 °C e, no sentido oposto, para a fabricação de caldeiras.
Observação: As ligas de alumínio assumem diversas formas como a Duralumínio.
Descobriu-se recentemente que ligas de gálio-alumínio em contato com água produzem uma reação química dando como resultado hidrogênio, por impedir a formação de camada protetora (passivadora) de óxido de alumínio e fazendo o alumínio se comportar similarmente a um metal alcalino como o sódio ou o potássio.1 2 Tal propriedade é pesquisada como fonte de hidrogênio para motores, em substituição aos derivados de petróleo e outros combustíveis de motores de combustão interna.
COMPOSIÇÃO
O alumínio é encontrado na natureza como sal ou óxido e é purificado na indústria química até se obter o estado elementar (nox zero).
É um dos elementos mais abundantes na crosta terrestre na forma de óxido de alumínio (Al2O3).
SUSTENTABILIDADE E O ALUMÍNIO
O alumínio é amplamente utilizado pela industria de diversas maneiras. Tal versatilidade se deve às suas propriedades e excelente desempenho na maioria das aplicações. Suas técnicas de fabricação permitem a manufatura do produto acabado a preços competitivos. Cada segmento utiliza o metal na forma mais adequada às suas finalidades, de acordo com os diferenciais e propriedades de cada produto.
A indústria brasileira do alumínio vem crescendo com a utilização sustentável do grande potencial mineral do Brasil. Enquanto produzem um dos metais mais utilizados na vida moderna, as empresas do setor atuam de forma responsável nos aspectos econômico, social e ambiental, minimizando impactos negativos e multiplicando os benefícios gerados pela atividade.
As empresas do setor demonstram sua responsabilidade e compromisso com a sustentabilidade, por meio dos investimentos e programas de preservação ambiental, gerando benefícios sociais aos seus colaboradores, às comunidades onde atuam e à sociedade como um todo.
A associação Brasileira do Alumínio também tem como meta estimular seus associados a buscar incessantemente o desenvolvimento sustentável. Por meio de sua Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, a entidade alia-se ao programa Alumínio para Futuras Gerações, iniciativa global promovida pela entidade inglesa, International Alumínio Institute, buscando a adesão das industrias nacionais ao programa.
O alumínio é o primeiro nome lembrado quando o assunto é reciclagem. A reciclabilidade é um dos principais atributos do alumínio e reforça a vocação de sua indústria para a sustentabilidade em termos econômicos, sociais e ambientais. O alumínio pode ser reciclado infinitas vezes, sem perder suas características no processo de reaproveitamento, ao contrário de outros materiais.

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Madeira plastica ambientalismo from verdesign
CATÓLICA DE SANTA CATARINA – CAMPUS JARAGUÁ DO SUL
CURSO DE DESIGN 7ª FASE
DISCIPLINA: AMBIENTALISMO
PROFESSORA: ESTEFANIE MOREIRA SCHUSTER CRISTOFOLINI
ACADÊMICO: RICARDO BULLA PIROVANO
MATERIAL SUSTENTÁVEL: ECOVATIVE
DESCRIÇÃO: Esse material foi desenvolvido pelo pessoal da empresa Ecovative, de Nova York, que vem realizando experimentos com o micélio, um emaranhado de filamentos que serve de mecanismo de sustentação e absorção de nutrientes para os fungos. Acontece que o micélio é muito grudento, aderindo-se facilmente a qualquer superfície. Além disso, ele se desenvolve incrivelmente depressa, formando uma espécie de rede densa. Assim, a Ecovative “cria” o micélio durante alguns dias e submete o emaranhado resultante a altíssimas temperaturas, para frear sua evolução e evitar o desenvolvimento de esporos tóxicos ou alergênicos. O interessante é que em apenas cinco dias o micélio pode chegar a 13 quilômetros de comprimento, o que o torna um organismo ideal para a produção em larga escala. Além disso, ele pode adotar qualquer formato, dependendo da “forma” na qual ele é colocado para crescer. O resultado é uma espécie de espuma densa que lembra o isopor, mas que é resistente ao fogo, vapor e à umidade, funciona como isolante térmico e acústico e é 100% biodegradável. Assim, esse super-material pode servir para inúmeras finalidades. Além disso, dependendo do momento em que o processo de desenvolvimento do micélio é freado, também é possível controlar qual será a densidade de cada produto.
MICÉLIO (FUNGOS)
UTILIZAÇÃO: Substituto do plástico para fabricação de painéis de isolamento para edifícios e residências ou embalagens para produtos eletrônicos e objetos frágeis.
ALTERNATIVA SUSTENTÁVEL: O plástico, apesar de suas incontáveis utilidades, é considerado um material muito prejudicial pois está entulhando o nosso planeta e provocando a morte de inúmeras espécies animais, ele também passou a ser associado a diversos problemas de saúde, como a infertilidade e o câncer, por exemplo.Por essa razão cientistas de todo o mundo vêm buscando possíveis alternativas para substituir esse material por substâncias menos poluentes, como o Micélio (ECOVATIVE) que é feito com fungos, assim sendo um produto biodegradável e com as características semelhantes e se tratado da forma correta até melhor que o plástico.
IMPACTOS SOCIOECONÔMICOS:
Uso economicamente viável (baixos custos para se produzir e baixo custo ferramental em comparação com o poliestireno);
Ampla aplicação (forração acústica, forração térmica, embalagens, laminados para paredes e tetos, etc..);
Substituição do plástico;
Em 5 dias o Micélio (fungo usado na produção do material) pode crescer até 13km, tornando assim fácil sua reprodução em grandes escalas.
REFERÊNCIAS
Super-material feito à base de fungos pode substituir o plástico. Disponível em: < http://www.megacurioso.com.br/novos-materiais/36829-supermaterial-feito-a-base-de-fungos-pode-substituir-o-plastico.htm>. Acesso em 02 de Maio de 2014.
ECOVATIVE DESIGN. Disponível em: <http://www.ecovativedesign.com/>. Acesso em 03 de Maio de 2014.
Material Sustentável Jonathan
Material Sustentável de Daivit
Material Sustentável - Alessandra P. O. from verdesign

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Material Sustentável Elaine Ribeiro
Tijolo ecológico de solo cimento
O solo-cimento é um material obtido através da mistura homogênea de solo, cimento e água, em proporções adequadas e que, após compactação e cura úmida, resulta num produto com características de durabilidade e resistências mecânicas definidas.
Os tijolos de solo cimento são considerados um produto ecologicamente correto pelo fato de não utilizarem o processo de cozimento utilizado no processo de fabricação dos tijolos tradicionais e desta forma reduzindo em muito a emissão dos gases proveniente da queima e evitando o desmatamento.
Este material de construção vem suprir boa parte das necessidades de instalações econômicas na maioria das regiões rurais e suburbanas.
O uso do solo-cimento no Brasil vem, desde 1948, ajudando na satisfação de tais necessidades, encontrando-se hoje já bastante difundido.
Figura –Tijolos de solo cimento
CAMPO DE APLICAÇÃO
A principal aplicação do solo-cimento em habitações populares no meio urbano é a construção de paredes monolíticas.
Por afinidade, seu emprego pode ser estendido para construções de casas, depósitos, galpões, aviários, armazéns, etc.
O solo-cimento pode ainda ser empregado na construção de fundações, pisos, passeios, muros de contenções, barragens e blocos prensados.
Figura – Construção utilizando tijolos de solo cimento
VANTAGENS
O solo-cimento vem se consagrando como tecnologia alternativa por oferecer o principal componente da mistura - o solo – em abundância na natureza e geralmente disponível no local da obra ou próxima a ela.
O processo construtivo do solo-cimento é muito simples, podendo ser rapidamente assimilado por mão-de-obra não qualificada.
Apresenta boas condições de conforto, comparáveis às construções de alvenarias de tijolos cerâmicos, não oferecendo condições para instalações e proliferações de insetos nocivos à saúde pública, atendendo às condições mínimas de habitabilidade.
É um material de boa resistência e perfeita impermeabilidade, resistindo ao desgaste do tempo e à umidade, facilitando a sua conservação.
A aplicação do chapisco, emboço e reboco são dispensáveis, devido ao acabamento liso das paredes monolíticas, em virtude da perfeição das faces (paredes) prensadas e a impermeabilidade do material, necessitando aplicar uma simples pintura com tinta à base de cimento, aumentando mais a sua impermeabilidade, assim como o aspecto visual, conforto e higiene.
SOLO-CIMENTO – MATERIAIS CONSTITUINTES
Solo
Os solos adequados são os chamados solos arenosos, ou seja, aqueles que apresentam uma quantidade de areia na faixa de 60% a 80% da massa total da amostra considerada, conforme figura.
Figura - Solos adequados para a produção de solo-cimento.
Quando este tipo de solo não for encontrado, pode-se fazer uma correção granulométrica no solo encontrado (70% de areia e 30% de silte e argila), misturando uniformemente e peneirados, obtendo-se o mesmo resultado.
Nas misturas usuais, as quantidades variam na faixa de 12 a15 partes de cimento para 100 partes de solo seco, em massa, o que corresponde, em média, à proporção cimento:solo. Desta maneira, é facilmente notada a importância que a escolha de um solo adequado representa para a produção de um solo-cimento com qualidade.
Na obtenção do solo, para grande volume de obras, a dosagem do cimento deve ser determinada em laboratório, atendendo não só a qualidade final, mas também à economia, pois um traço exageradamente rico em cimento poderia comprometer a construção.
Escolhido o material e determinada a dosagem (traço), o construtor prepara a mistura de forma semelhante a que se faz para outras argamassas.
Quando o volume de obras é pequeno, existem testes para a avaliação das características granulométricas de um solo. Alguns deles são feitos, como o Teste da garrafa e o da Retração do solo
Preparo da mistura
Deverá ser feito o peneiramento do solo numa malha ABNT de 4,8mm. Esta operação tem por função promover a pulverização do material, sendo o resíduo destorroado e, então, repeneirado. Deverão ser descartados apenas aqueles pedregulhos maiores que a abertura da malha.
O solo é espalhado em uma superfície lisa (bandeja de madeira ou chão batido), devidamente peneirado. Adiciona-se o cimento e faz-se a mistura até obter uma coloração uniforme ao longo de toda a massa. Logo após, coloca-se água em pequena quantidade, de preferência com o uso de regador com pequeno chuveiro adaptado, evitando a sua concentração em determinados pontos.
Na prática, a umidade da mistura é verificada através de procedimentos simplificados, baseados na coesão apresentada pela massa fresca. Quando a amostra está seca, não existe a formação de um bolo compacto, com marca nítida dos dedos em relevo, ao apertarmos na mão a massa de forma enérgica. Outro método complementar muito utilizado consiste em deixar cair o bolo formado, de uma altura aproximadamente um metro, sobre a superfície rígida. No impacto o bolo deverá se desmanchar, não formando uma massa única e compacta. Se houver excesso de água, a massa manterá úmida e rígida após o impacto, fato não desejável.
Ferramentas necessárias
BÁSICAS: cavador, enxada, enxadete, pá, picareta, cordão de nylon, martelo, escala numérica, serrote, colher de pedreiro, balde, nível de bolha, mangueira de nível, esquadro, carro de mão, prumo, peneira, etc.
ESPECIAIS: forma para estaca de concreto, forma para compactação de parede com parafusos específicos.
Comentários finais
As possibilidades de aplicação do solo-cimento na área rural e urbana estão longe de serem esgotadas.
Por ser um processo de fácil assimilação por qualquer pessoa, utilizando somente materiais locais, não necessitando de energia de qualquer natureza para sua produção, nem mesmo animal, a tecnologia do solo-cimento certamente se constitui no processo que permitirá uma verdadeira revolução nas construções rurais e urbanas brasileiras, pois associa um baixo custo a uma elevada qualidade.
Referencia:
http://www.ceplac.gov.br/radar/Artigos/artigo7.htm
Material Sustentável - Deborah from verdesign