QUEM SOU?
hoje me peguei pensando e talvez até me questionando, afinal de contas, quem sou eu? quem é a thais?
diante de muitas formas de falar, sou pequena e as vezes grande, me perco e quase sempre consigo me encontrar dentro do misto de emoçÔes e sentimentos, uma pessoa calada e as vezes podendo parecer fechada, mas sempre aberta a experimentar a delicia da vida.
com amigos uma pessoa introvertida ali em seu primeiro contato, aos poucos com o conforto da presença, como uma mĂșsica o corpo vai se soltando e assim se desenhando um sentimento de amizade.
raiva, chateação e incÎmodos tendem a deixar-me desconfortåvel, nunca por ser dona da razão, como muitos dizem, ou pelo menos tento não ser, mas com o intuito de proteção.
com desconfortos não consigo fingir conforto, nunca fui uma pessoa de fazer sala, para familiares ou amigos, não faço o tipo que baba ovo, dessa forma, prefiro seguir sendo provedora das minhas conquistas.
fiel, leal e cuidadora, mas no pico consigo descartar com facilidade, nĂŁo por querer, mas por entender que existe uma imensidĂŁo e dentro dessa imersĂŁo um mundo de possibilidades, onde amores podem surgir, amores amigos, amores irmĂŁos, amores familiares, grandes amores.
alguns inexplicĂĄveisâŠ
como descartar a impulsividade que queima por onde passa e diverte alguns, ao se jogar na vida, gosta de brincar⊠sorrir e colecionar momentos.
mas o impulso nem sempre vem de forma positiva, então dessa forma, ele comanda as vezes, e dentro desse comando consigo machucar pessoas que amo, muitas vezes por tentar sustentar quem sou em momentos de raiva, por querer ser a Thais que muitas vezes se sentiu perdida e hoje ao se encontrar detesta a ideia de voltar para outra posição.
sonhadora⊠e nem falo de bens matérias, sonho com a paz de um lugar tranquilo, onde o vento e as folhas das årvores caem.
quando penso no envelhecimento e na idosa que desejo ou almejo ser, vem aquele aspecto curioso de sempre gostar de estĂĄ buscando aprender algo novo.
sempre pronta pra cair de peito em uma aventura.
no amor, dou meu mĂĄximo, mesmo que esse mĂĄximo me sugue as vezes, sempre agradando ou tentando manter o clima agradĂĄvel, sou assim com quase tudo na vida, sempre tĂŽ ali segurando a peteca pra manter equilĂbrio.
e sou calmaria, quando canso consigo me reconectar comigo mesma e tentar tirar o melhor, mesmo que a situação seja ruim.












