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“Caí em meu patético período de desligamento. Muitas vezes, diante de seres humanos bons e maus igualmente, meus sentidos simplesmente se desligam, se cansam, eu desisto. Sou educado. Balanço a cabeça. Finjo entender, porque não quero magoar ninguém. Este é o único ponto fraco que tem me levado à maioria das encrencas. Tentando ser bom com os outros, muitas vezes tenho a alma reduzida a uma espécie de pasta espiritual. Deixa pra lá. Meu cérebro se tranca. Eu escuto. Eu respondo. E eles são broncos demais para perceber que não estou mais ali.”
— Charles Bukowski.
Cidades de Papel ( Paper Towns )

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Nadando contra a corrente… Só pra exercitar.
Cazuza. (via aquarela-nordestina)
Eu estou tentando não precisar de você, e isso está me partindo ao meio.
Nickelback. (via florestrelas)

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Katarzyna
Tu não és para mim senão uma pessoa inteiramente igual a cem mil outras pessoas. E eu não tenho necessidade de ti. E tu não tens necessidade de mim. Mas, se tu me cativas, nós teremos necessidade um do outro. Serás pra mim o único no mundo. E eu serei para ti a única no mundo.
O Pequeno Príncipe. (via manuscrite)
O bom de ter o coração partido é que você distribui os pedaços por aí.
Soulstripper. (via versificar)

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Sou da poesia o cigarro. Dei-me um trago e me largue por aí, no cinzeiro, que é minha cama, minha casa. Desalentado, permaneço esperando o próximo vício. De nicotina a gin, de conhaque adulterado estamos cheios. Eu e a poesia não aguentamos o cheiro do condomínio e as pessoas que passam com seus desígnios pouco fascinantes. É um que coleciona selos, outro que vive trancado, introvertido. É uma senhora que cria gatos, os gatos que miam e bebem leite, que andam pelos becos. Reproduzem-se. Porta frente porta, uma ninhada de crias quebra a louça enquanto alguém, pago para fazer, lava os copos e talheres gordurosos do almoço. Riem sofregamente, como se fossem chicoteados para isso. É um alarido fino, dolorido, que causa pânico, desespero. Não há mais gargalhadas. É lá que a poesia mora, reside, fixou morada e eu a acompanhei escondido na mala. Hoje estamos no muquifo. E ouso dizer, compenetradamente, que ela já esteve pior. Sou dela o cigarro e quando ela cansa de me fumar, descarta, como quem chiclete mascado. Eu sempre prego na cadeira, no sofá da sala, no cabelo. Volto. Permaneço sendo da poesia o cigarro, o copo de bebida, o vício. Acompanho seus surtos, suas internações, sua fome. Sou sua comida quando ela quer. Sou sua cama quando quer dormir. Sou a porta que parou de ranger. Sou da poesia um pouco da insônia que ela tanto quer. Sou o café preto, a água do chuveiro. Sou o frio, mas sou também calor. Deixem que eu fique um pouco mais. Quero tornar os pensamentos, os versos, mais cálidos, menos inúteis.
Theu Souza (via oxigenio-dapalavra)