+1 da serie; Tomara que meu marido nunca descubra. By; Noêmia
By; Noêmia
Te Contos, me chamo Noêmia, tenho 40 anos, sou casada, sou de Campina-SP. Aconteceu no mês de Março desse ano, e ainda esta bem fresco na minha memoria.
Desde o ano passado que tem um “garoto” trabalhando conosco, trabalho em um escritório já a uns 5 anos, e ele começou a trabalhar lá. Ele é lindo, ainda, forte (sem ser exagerado) tem 22 anos, Sandro é seu nome.
Esse rapaz me enchia os olhos e com certeza eu também fazia o seu tipo, pois o rapaz me olhava com olhos brilhantes e gulosos, fazia sempre questão de sempre vir quando eu solicitava alguém para me ajudar. Sempre que chegava perto de mim, exilando seu cheiro de macho em jovem. Era um cheiro de perfume misturado com loção de barbear. Eu me lembro bem. Aquilo me fazia sair do sério. Aquele rapaz ali bem pertinho de mim, sua pele bronzeada quase junto a minha. Eu sentia as vezes os pelos do seu braço roçando ao meu braço. Pronto! Me derretia toda, sentindo meus líquidos escorrerem soltos, chegando a ultrapassar o tecido da calcinha e molhar as minha coxas. Mas eu sempre procurava manter as aparências, permanecia séria e rígida.
Mas quando via as meninas colegas se aproximando, conversando com ele eu me queimava de ciúmes. Sabia que ele era muito novo para mim. O que todos iriam dizer? Tentava convencer a mim mesma de que eu não podia estar me interessando por aquele rapaz, pois além de tudo eu sou uma mulher casada. E bem casada! Meu marido é bonito, rico, tudo o que uma mulher poderia querer. Menos em um ponto. Sexo. Não conseguia viver com o pouco sexo que o meu marido me oferecia devido ao tempo que ele gasta com o seu trabalho, eu vivia quase subindo pelas paredes. Qualquer coisa me lembrava sexo. E eu passava a maior parte do tempo me masturbando. Uma, duas, até três vezes ao dia.
Depois de me abrir com uma amiga proxima acabei ganhando dela um vibrador de presente de aniversário. Ah, como este presente me ajudou, carregava o meu caralho de borracha em minha bolsa, para todos os lugares em que eu ia. Quantas não foram as vezes que eu dava uma pausa no trabalho e corria para o banheiro feminino e me divertia com o meu vibrador, imaginando o Sandro, me fodendo loucamente.
Eu já não era dona dos meus atos.
Um dia quando estava saindo do trabalho, com uma chuva forte vi o Sandro se preparando para sair, ele pos algumas coisas em uma sacola plastica para não olhar e iria pegar um onibus, quando eu parei o carro perto e o chamei e disse para entrar, quando ele entrou disse que daria carona ele, e nossas casas nem perto era. Saimos conversando, ele é lindo, eu tava doida de tesão com ele ao meu lado e eu quase que inconscientemente, ao passar uma marcha, deslizei a mão para a sua coxa. Ele me olhou meio assustado. Tentei puxar a minha mão, mas ele foi mais rápido que eu e segurando a minha mão, me fez alisar o seu pau já duro. E então falou olhando diretamente para minha boca:
- Sabe, que não consigo pensar em outra coisa, senão em você.
Aquelas palavras, ouvidas ali, aquela hora, naquele lugar, daquele jeito, tiveram efeitos devastadores sobre o meu corpo. Sentia-me tremer por todas as partes. O tecido da minha calcinha já não era o mesmo. Eu já ensopava o banco do carro. Então, falei decidida:
- Quer conhecer a minha casa?
Aí vieram outras palavras maravilhosas que quase me fizeram ter um orgasmo ali mesmo no carro:
- Adoraria! Com você vou a qualquer lugar que você me chamar.
Eu, maravilhada com a situação, cheguei em casa em poucos minutos. Entramos correndo, e fomos direto para o meu quarto, eu puxando o Sandro pela mão, lá tiramos nossas roupas bem rapidos, praticamente o empurrei para dentro do banheiro em meu quarto entrando logo em seguida, beijando sua boxa, roçava meu corpo em seu pênis duro, sentia o toque sensual das suas mãos fortes em mim, acariciando cada milímetro do meu ser. Que Homem! Pela primeira vez eu tinha escolhido bem!
Eu viajava sob o contato dos seus lábios sedosos em meus biquinhos durinhos. Suas mãos deslizavam por entre as minhas coxas, me fazendo ansiar por uma carícia mais íntima. Até não suportar mais e agarrando sua mão, levei-a até a minha xoxotinha que se derramava em águas.
Depois de poucos segundos de uma gostosa siririca, ele parou me fazendo protestar e pedir mais. Então, Sandro, sem dizer uma palavra, me tomou em seus braços fortes e me levou para a cama. Deitei em minha confortável cama e fechei os olhos. Então fui agraciada com o mais delicioso banho de língua ao qual já fui submetida. Ele ia e vinha da minha boca até os meus as meus pés, me fazendo arrepiar até o ultimo fio de cabelo. Chupava e mordia a minha língua, depois descia pelo meu pescoço, se demorava nos meus biquinhos, descia pela barriga, em meus púbis com pouquíssimos pêlos, minha coxa, minha virilha até bem pertinho da minha xoxota, chegando a lamber o líquido expelido por ela que molhava minhas coxas, e voltava por todo o caminho para recomeçar tudo de novo, deixando meu grelo duro e pulsando, querendo experimentar a seda da sua língua.
Com a voz rouca de tesão, supliquei para que chupasse minha buceta. Ele sorriu gostoso e com os seus braços fortes me virou. Senti suas mão abrindo minha bunda e senti sua língua explorando o meu cuzinho. Levei a mão por baixo do corpo, acariciei meu grelo, curtindo as lambidas no cuzinho, fechei os olhos e gozei, gozei divinamente, como nunca pensei ser possível.
Aquele rapaz definitivamente sabia dar prazer a uma mulher. Ele me virou de novo e atacou a minha xaninha, encharcada pelo meu gozo. Tratou meu grelinho com uma maestria maravilhosa, mostrando uma experiência incrível na arte de chupar xoxotas, tanto que em menos de um minuto já estava gozando de novo, agradecendo aos deuses por aquele momento.
Com a visão turva pelo gozo, vi quando ele se afastou de mim, me deixando deitada com as pernas arreganhadas e ainda arfando de prazer. Ele se posicionou e vi aparecer em minha frente um verdadeiro monumento se preparando para me invadir.
Não deixei! Queria vislumbrar aquela maravilha de perto. Empurrei Sandro na cama e segurei o seu lindo pau com as duas mãos. Nunca tinha visto um tão lindo, tão grande, aquilo era um verdadeiro presente para mim. O admirei por incontáveis segundos. Até que resolvi enfia-lo em minha garganta. E foi o que eu fiz! Chupava, mordia, lambia aquela tora, engolia até onde era possível, fazendo ele me olhar surpreso. Sandro gemia e me elogiava, dizendo ser a chupada mais gostosa que ele já havia recebido.
Resolvia ir até o fim, e com a cabeçorra dentro da boca, comecei a masturbar o caralho do meu gato gostoso. Sem ser avisada recebi uma golfada farta de leite quente em minha boca que me fez engasgar. Que delícia!! O gozo dele era tão gostoso quanto eu imaginava em minhas fantasias solitárias. Lambi todo aquele líquido branco que saía em abundância daquele pau, e escorria por meus dedos, enquanto ouvia Sandro gemer alto.
Peguei-o pela mão e fomos novamente para o banheiro para uma ducha fria, sob a água forte em nossas cabeças, ajoelhei no chão do banheiro e coloquei aquele caralho novamente na boca, chupei até ele atingir a sua envergadura máxima. Sem nos enxugar, voltamos ao quarto e eu fui novamente maravilhosamente chupada. Antes de chegar ao orgasmo, deitei Sandro na cama e disse:
- Quero gozar no seu pau, gostoso!
Ao dizer isso, fui para cima dele e esfreguei a cabecinha daquele cacete na entradinha da xoxota, ela se abriu toda para recebê-lo e quando o senti totalmente molhado pelo meu suco fui deixando ele entrar lentamente. Antes do pau entrar completamente eu já gozava alucinadamente. Aquele pequeno orgasmo fez a minha xoxota se banhar em águas ainda mais e o pau entrou por completo.
Cavalguei aquela maravilha ferozmente e estava quase gozando de novo, quando senti o dedo médio de Sandro, mais grosso que o pau do meu marido, invadir meu cuzinho. Aí foi fui tomada por um orgasmo avassalador, meu corpo estremecia, era o gozo mais forte daquela tarde. Eu sentia o meu buraquinho piscar no dedo grosso do meu gatinho.
Após o gozo eu caí exausta sob o corpo de Sandro. Ainda sentindo o seu pau duro feito pedra dentro de mim. Saí de cima dele feito uma cobrinha e voltei a chupar aquele caralhão melado com o líquido dos meus orgasmos. Sandro, se aproveitando da posição em que fiquei voltou a bolinar o meu cuzinho. Aquele dedo atrevido explorando meu anelzinho rosado fez a minha mente se encher de idéias. E perguntei:
- Não quer tirar o dedinho e colocar outra coisa aí??
Nem esperei ele responder, também não precisava, só o seu olhar de felicidade, respondia a minha pergunta. Corri até o meu guarda-roupa e voltei com creme hidratante. Sob o olhar curioso do meu gato, eu untei bem o meu buraquinho por fora e por dentro, colocando dois dedos em seu interior. Depois virei o meu cuzinho melado de creme para Sandro e falei:
- Vem, mas coloca devagar, viu? Seu pau é grasso!!
Realmente, meu cuzinho só conhecia bem o meu dedinho fino, que vivia enfiado ali nas minhas constantes siriricas solitárias. Meu marido pouco nesse anos brincou com ele tornando nossas transas monótonas.
Sandro começou esfregando a cabeça do seu pau na entradinha do meu ânus, aquilo estava ficando bem gostoso, até ele começar a forçar a entrada. A glande começou a entrar e eu comecei a gritar de dor. Não ia aguentar aquilo tudo dentro de mim. Não daquele jeito. Pedi para ele parar um pouco, voltei ao meu guarda-roupa e peguei um óleo de amêndoas. Passei no meu cúzinho, untei bem e senti o seu efeito em meus músculos anais. Pedi para Sandro deitar na cama com o pau para cima. Agora eu tomaria conta da situação. Encostei o meu buraquinho guloso na cabeçorra do caralho do meu gato e forcei a passagem, senti a glande me penetrar firme. Parei um pouco, e com decisão, soltei o peso do corpo, senti aquele pau monstruoso me rasgar todinha. Quando senti suas bolas encostarem em minha bunda, dei um grito e fiquei estática.
Aos poucos fui levantando o corpo fazendo o pau de Sandro sair de dentro do meu cuzinho apertado, ao chegar na metade dele, sentei de novo e ele agora escorregou fácil. Com o pau de novo todo dentro de mim, comecei a sentir o meu corpo estremecer e senti que estava sendo tomada por um orgasmo. Aquilo era demais, nunca pensei que fosse possível um orgasmo pelo cu. Era um prazer diferente, mais gostoso do que o vaginal, só que também mais rápido. Assim que o êxtase passou, eu comecei a cavalgar aquele pau alucinadamente, querendo sentir aquele prazer novamente. E ele veio mais uma vez, mais forte, mais gostoso e mais demorado. Eu gritava e gemia, Sandro também gemia sentindo seu pau ser mastigado pelas contrações do meu ânus num gozo descomunal. Minha xoxota banhava a barriga e os pelos pubianos de Sandro com o seu líquido espirrante. Sandro, meio a gemidos, me avisou da chegada do seu orgasmo.
Acelerei os movimentos dos meus quadris e senti uma carga violenta de esperma quentinho inundar meu cuzinho, tanto que chegou a transbordar e molhar toda a minha bunda. Saí de cima de Sandro a tempo de provar aquele leite delicioso com lambidas na cabeça do seu pau, que já começava a amolecer.
Aquela foi definitivamente, a maior e melhor foda da minha vida.
Quando a minha sanidade voltou nos apressamos para nos arrumar e sair dali, meu marido poderia chegar, tomamos banho aos beijos, vestimos as roupas e eu fui deixa-lo em casa, com direito a muita safadeza no carro no caminho.
Eu me apaixonei por aquele rapaz com pouco mais da metade da minha idade. Ele esta noivo, mas ainda somos amantes e ainda transamos muito. Eu não consigo ficar longe do meu gatinho lindo e gostoso. Meu marido nunca desconfiou de nada.
Enviado ao Te Contos por Noêmia











