@winterscnâ !! sobre a ordem da maestria
Hillary sabia que era madrugada quando deixou seu apartamento, agora destruĂdo, em Nova York. A loira sabia que havia sido seu poder o responsĂĄvel por quase destruir todo o cĂŽmodo em que estava com Rey, porĂ©m ela nĂŁo podia ter evitado, tinha saĂdo do controle. A briga havia sido tĂŁo feia que agora ela podia sentir o corte enorme e profundo que ia de seu cotovelo atĂ© metade do braço, podia sentir o sangue quente que escorria contra a pele. No meio da confusĂŁo ela havia se cortado com alguma coisa, se cortado profundamente. O importante era que ela havia deixado Rey para trĂĄs e toda aquela vida de mentiras, mas nĂŁo podia ficar por ali por perto jĂĄ que agora sabia sobre a tal Ordem da Maestria.
Encontrar Sam era a primeira coisa que martelava em seu cérebro, ela sabia que provavelmente o garoto estava na cidade e que a ajudaria pelo menos por aquela noite. Hillary retirou o casaco que usava, enrolando o antebraço direito que sangrava para que pudesse ir até a casa do outro. Cerca de vinte minutos depois ela estava na frente da porta do outro, suando frio e sentindo-se um pouco mal por causa da perca de sangue. Hillary usou a mão esquerda e bateu na porta do outro diversas vezes com o punho fechado, era madrugada e talvez ele estivesse dormindo. E se o pai dele também estivesse em casa? Teria que pensar nisso depois.
Bateu por cerca de dois minutos antes de sentir a porta abrindo e ver Sam parado na soleira. â Sam. â Hillary disse com certa dificuldade, mostrando o braço enrolado no pano agora encharcado de sangue. A loira adiantou-se, encostando a testa no ombro do mais alto para apoiar-se nele.