CapĂtulo 16.
Micael: Desculpa. - suspirou. - Onde estava o dia inteiro? Sophia: SaĂ com a minha mĂŁe. - olhou para os lados, serĂĄ que ela contava pra ele? Micael: Para onde foram? - a abraçou. - A gente nem se viu hoje minha princesa. - ela sorriu e ele lhe roubou um beijo carinhoso e apaixonado. Tinha passado o dia inteiro agoniado sem ouvir a voz dela, sem sentir seu cheiro. Foram parando o beijo com selinhos a ouviram alguĂ©m se aproximar. Era Roberta. Micael suspirou. Roberta: OlĂĄ! - se aproximou sorridente, Sophia sorriu sem graça. Sophia: Oi. - simpĂĄtica. - Desculpa, mas a gente se conhece? - arqueou a sobrancelha. Roberta: Oh nĂŁo. - negou com a cabeça. - Eu conheço vocĂȘ, mas vocĂȘ nĂŁo me conhece. Prazer, Roberta! - estendeu a mĂŁo e Sophia apertou alegre. Sophia: Prazer. - olhou Micael que sorria falso para a loira. - Esse Ă© meu namorado, Micael. Roberta: JĂĄ tive o prazer de conhecĂȘ-lo. - mordeu o lĂĄbio safadamente. Sophia percebeu os olhares da garota para cima de SEU namorado. E o abraçou de lado possessivamente. Sophia: Foi um prazer, mas agora precisamos ir. - enlaçou a mĂŁo de Micael na sua. - Nos vemos! - saiu arrastando o namorado. Roberta negou com a cabeça, Sophia era realmente linda como todos falaram. Iria dar duro para conseguir roubar o namorado da ruiva. Bufou e saiu. Micael: Que Ă© isso benzinho. - enquanto pararam no estacionamento. - O que foi? - sorriu. Sophia: Eu fiquei com ciĂșmes daquela garota. - colou a cabeça no peito dele que sorriu nervoso. - Ela olhou pra vocĂȘ como se quisesse te comer. - suspirou olhando as unhas. Micael: Que bobagem lindinha. - subiu a cabeça dela. - Vai ver Ă© coisa da sua cabeça. - deu de ombros e suspirou pesado. Sophia: Eu nĂŁo gostei dela, me pareceu vulgar. - mordeu o lĂĄbio inferior. Micael: Ouvi falar que ela Ă© bolsista, vai ver veio lĂĄ das quebradas da vida. - rolou os olhos... Sophia: Que bobagem amor, ser pobre nĂŁo tem nada a ver. - deu de ombros. - Mas ela ficou te olhando muito safada, eu nĂŁo gostei. - cruzou os braços emburrada. Micael: Onw minha ruivinha. - deu um beijinho nela. - O que posso fazer para me redimir, pela minha beleza ser ofuscante a ponto de chamar a atenção de qualquer mulher? - se achou. Sophia: VocĂȘ se acha sabia? - deu um selinho nela. - Me leva pra sorveteria, eu preciso contar uma coisa que vocĂȘ vai gostar. - sorriu. Micael: EstĂĄ me deixando curioso. - a abraçou e ela subiu em seu colo, enquanto iam atĂ© o carro dele. - Minha mochilinha. - a carregou atĂ© o carro. Ele destravou e abriu a porta de passageiros, sentou ela lĂĄ que ria. - VocĂȘ ri nĂŁo Ă©? - negou com a cabeça sorrindo enquanto entrava no banco de motorista. - Para que sorveteria quer ir? Sophia: Pinguim. - deu lĂngua e ele negou com a cabeça, as vezes ela parecia uma menininha.
Logo os dois chegaram a sorveteria, Sophia pediu um colegial com nozes e Micael ficou com um Sundae. Micael: E entĂŁo meu amor? - sorriu enquanto comia o canudo. - O que vocĂȘ queria me falar? Sophia: Er... Na prĂłxima sexta vai ter o meu recital... - com os olhinhos brilhando. - VocĂȘ vai nĂŁo Ă©? Micael suspirou... Odiava ballet, sĂł ia Ă s apresentaçÔes para agradar Sophia. Micael: Ă claro que eu vou princesa. - com um sorrisinho frustrado. - Mas... - se aproximando do ouvido dela. - O que eu vou ganhar com isso? - ela se arrepiou por inteiro. Sophia: Er... Essa Ă© a segunda parte. - sorrindo sem graça. - Depois disso nos vamos ter a nossa primeira noite de amor. - mordendo o lĂĄbio. Micael arregalou os olhos depois deu um sorrisinho safado. Mal podia acreditar... Enfim seu dia chegaria. Micael: Isso Ă© serio? - sorrindo e apertando a mĂŁo dela. Sophia: Sim. - sorriu envergonhada. - Eu sei que vocĂȘ jĂĄ... - suspirou. - JĂĄ transou com outras mulheres, quando a gente separou daquela vez. Mas eu queria que fosse tĂŁo especial pra vocĂȘ como vai ser pra mim. - tocou o resto dele. Micael: Fica calma princesa. - pegou a mĂŁo dela e depositou um beijo. - Eu vou fazer da sua primeira vez a melhor, da melhor forma possĂvel. - a beijou com carinho e delicadeza. - Eu te amo muito gatinha. - disse enquanto depositava selinhos nos lĂĄbios dela, que sorria. Sophia: NĂŁo mais que eu. - nervosa. Estava nervosa em saber que perderia a virgindade dentro de quatro dias. Mas estava decidida e faze-la.
Alexandre: Como Ă© que Ă©? - levantou abismado. Micael: Isso mesmo. - deitando na cama com um sorriso cafajeste nos lĂĄbios. - Sophia e eu vamos transar na sexta. Rodrigo: CARALHO! - berrou do banheiro. - VocĂȘ tem uma puta sorte! - saiu com uma toalha enrolada na cintura. Micael: Eu sei disso. - passou as mĂŁos pelos cabelos. - Vai ser o melhor dia da minha vida meu chapa, esperei a vida inteira para enfim... - suspirou e negou com os olhos fechados. - Vai ser incrĂvel! - pegou a toalha de Rodrigo e jogou longe deixando o amigo pelado. Rodrigo: Ei seu filho da puta! - cobrindo as partes com as mĂŁos. - Eu vou te matar Micael! Micael: Pega essa porcaria, tĂĄ fedendo a sovaco! - rolou os olhos e jogou a toalha para o amigo que se cobriu. Rodrigo: Vai me pagar! - emburrado enquanto entrava para o closet. Micael: Ui amore... - imitando gay. - Pago com juros! - piscou e Rodrigo deu o dedo do meio a ele. Micael deu de ombros e pegou sua toalha para tomar um banho. Entrou no banheiro e seus pensamentos se voltaram para Sophia, saber que iria toca-la como sempre quis o instigava, sĂł em imaginar sentia o seu membro endurecer. Suspirou com aquilo e foi tomar um banho frio.








