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What the world needs right now to come together is a celebrity chorus-sung remake of Cyndi Lauper's 'She Bop' #ibop #youbop #webop #peace
Opostos
Capítulo 76:
No outro dia, depois de um longo descanso Lua e Diego receberam alta e foram direto para o cartório junto de Arthur e Sol, registrar o pequeno novo membro da família.
Lua: Eu gosto de Diego Victor ! – exclamou emburrada sentada no banco de trás do carro com o filho menor em seu colo e a outra ao seu lado que lhe olhava achando graça.
Arthur: Lu, não ! – negou achando o nome esquisito.
Lua: Vamos Thur, por favor, fica fofo *-* - insistiu e ele apenas negou com a cabeça suspirando – Papai é um abusado.
– Resmungou olhando o filho que estava com os olhos presos a ela.
Sol: Não fale assim dele mamãe ! – repreendeu negando com a cabeça, Lua revirou os olhos quando ouviu o marido rir.
Lua: Está do lado dele agora ? – perguntou indignada.
Sol: iih, - suspirou quietinha – não estou do lado de ninguém.
– Negou cruzando os pequenos braços e encostando-se no banco olhando pela janela que ficava exatamente na altura de seus olhos.
Lua: Viu só ? – perguntou encarando Diego que continuava atento a ela – É um complô contra mim.
– Reclamou dos dois fazendo beicinho, Arthur olhava a mulher fascinado pelo retrovisor.
E logo o caminho acabou, chegando ao cartório, o homem perguntou qual seria o nome da criança.
Lua: Diego. – começou pra ser interrompida jogando um olhar mortífero pro marido.
Arthur: Diego Victor Blanco Aguiar. – suspirou largando um sorriso no rosto e viu quando Lua o agarrou com um braço enchendo seu rosto de beijos.
Sol: Pais. – suspirou pequenininha segurando a mão de Arthur – Quem entende eles ? – deu de ombros falando sozinha.
Tão pequena e já era igualzinha a mãe.
Com certeza, aquele era o exemplo de família perfeita, que também tinha defeitos.
O dia se foi junto com o sol que passou seu posto a lua cheia, linda como nunca esteve, e Lua a admirava da grande sacada que havia em seu quarto, o vento frio brincando com algumas mechas loiras dos seus cabelos, mas o que fez todos os pelos do corpo dela se arrepiarem foram as mãos em contato com seu ventre por cima do tecido fino de seda do babydoll que ela usava, mãos másculas, fortes, aquelas que queimavam sobre a sua pele no momento de prazer, então ela se virou com um sorriso no rosto.
Lua: Dormindo, todos dois. – informou respondendo ao olhar do marido que sorriu pra ela.
Arthur: É lindo como você os ama, como olha pra eles, suspirou fascinado, um sorriso brincando em seus lábios, ela o olhou confusa – incondicional, essa é a palavra, a sensação é que você simplesmente poderia morrer de bom grado por um dos dois. – sorriu acariciando o rosto dela que enfim, havia entendido.
Lua: São parte de mim Arthur, e parte de você também . – lembrou com os olhos presos aos dele.
Arthur: Tenho certeza que não hesitaria em dar a minha vida, ou até matar por eles, - assentiu – mas é diferente, o modo como você se põe diante deles quando alguém se aproxima, o jeito que conversa com os dois, - ele riu – é simplesmente incrível, chega a causar uma certa inveja . – confessou.
Lua: Nunca pensei, - dessa vez foi a vez dela rir – mas é que eu sinto como se eles pudessem voltar pro meu ventre cada vez que alguma coisa os ameaça, - começou se perdendo em pensamentos - carreguei os dois por nove meses e eles ainda são um pedaço de mim mesmo assim. – fez uma pausa sorrindo perdida, lembrando-se dos dois.
Arthur: Parece que a cada dia você me surpreende mais, - falou fascinado escondendo uma mecha do cabelo dela atrás da orelha da mesma – e Deus, se é que é possível, eu a amo mais a cada minuto que passa. – sorriu antes de puxá-la para ter acesso aos seus lábios, devorando-os.
Lua arfou sorrindo antes de retribuir o beijo, as mãos subindo pro rosto dele carinhosamente enquanto ela sentia as de Arthur lhe apertarem a cintura. Antes que pudessem se dar conta os dois já estavam caminhando em direção da porta da sacada pra dentro do quarto, o beijo antes calmo agora era ritmado, cheio de volúpia, desejo, as respirações eram o único a serem escutados dentro do quarto.
Arthur tratou de se desfazer do babydoll de Lua antes de chegarem à cama, e ela ouviu quando o fecho de seu sutiã se estourou nas mãos dele que o removeu, a calcinha teve o mesmo destino e ela não teve muito que tirar, logo a calça abrigo branca que antes ele usava, junto com a sua cueca boxer preta se foram e os dois tombaram na cama assim que as pernas da loira se esbarraram nela.
Lua: Já esta planejando outro amor ? – perguntou rouquinha, o tom brincalhão na voz e o encarou, encontrando o castanho de seus olhos inebriados de desejo, não muito diferente dos da própria.
Arthur: Um time de futebol inteiro se você quiser . – respondeu baixo, um sorriso no rosto, e Lua poderia rir dele se não fosse a seriedade daquilo escrita em seus olhos, então ela o beijou outra vez.
E seu gemido morreu na boca do marido quando esse se arremeteu a ela depois de se acomodar entre suas pernas, sabia que ela estava frágil, mas foi mais forte que ele, então recobrando a consciência, ele esperou que Lua se acostumasse.
O aviso veio quando ela se moveu debaixo dele que sorriu selando seus lábios aos dela antes de enterrar o rosto em seu pescoço se arremetendo a ela outra vez . A cama agora oscilava com a intensidade dos movimentos dos dois, Arthur olhava as feições da mulher fascinado enquanto a possuía, ela tinha os olhos fechados e as sobrancelhas delicadamente franzidas, uma pontinha do lábio inferior entre os dentes, além das bochechas levemente coradas, Deus, era perfeita . E foi com um grito abafado pelo beijo que ela desfaleceu debaixo de si, antes dele que precisou buscar ele três vezes antes de conseguir o orgasmo com um gemido rouco, baixo.
Arthur: Eu amo você. - sussurrou ainda sem deixá-la, o corpo pesando sobre o dela, que não reclamou nenhum momento.
Lua: Que bom, - assentiu ouvindo o riso rouco do marido – porque eu também amo você . – assentiu estalando um beijinho em seu ombro.
Os dois ficaram assim por quase meia hora, Lua passava as unhas distraidamente pelas costas dele enquanto sorria, ouvindo a respiração do mesmo se normalizando, logo ele se levantou.
Lua: Aonde vai ? – perguntou manhosa vendo-o por a cueca de volta no corpo.
Arthur: Buscar alguma coisa pra você comer. – sorriu atencioso e ela não pode deixar de retribuir.
Lua: Vidente. – sussurrou olhando-o.
Arthur: Cigana. – acusou engatinhando pra cima dela, logo lhe tomando a boca . Era mesmo uma cigana, o provocava, o seduzia, e ele seria dela cada vez que essa o quisesse. Citar
As escadas carregavam os pensamentos de Arthur enquanto ele as descia, não podia pedir mais nada na vida, tinha tudo e Deus, como era feliz. Sorriu consigo mesmo se sentindo idiota por fazê-lo e chegou a cozinha preparando um dos sanduíches naturais que só ele podia fazer, e Lua amava.
Lua: Demorou. – resmungou com um biquinho quando ele voltou com um pratinho e um copo nas mãos, ele sorriu.
Arthur: Senti sua falta durante cada minuto. – confessou como quem confessa um crime e ela riu.
Lua: Também não exagere. – acariciou o rosto dele quando esse se sentou ao seu lado lhe beijando a testa.
Arthur: Não estou exagerando, - negou convicto - eu sentiria sua falta mesmo que nunca a tivesse conhecido . – suspirou e Lua poderia acusá-lo por mentir pra ela, se ela não estivesse enxergando a verdade daquelas palavras dentro dos olhos dele.
É como eu costumo dizer, mesmo que felizes, nenhuma história chega ao fim quando dizem que chega, sempre vai ter um mas amanhã, ou um porém depois, vão haver discussões, e essas terminaram na cama, vão haver brigas e essas vão acabar no castigo dos filhos que não duraram nenhum dia se quer . Vai sempre haver um depois . Se vai ser pra sempre ? Disso já não me encarrego mais, deixo a mercê da imaginação de vocês . Mas uma coisa eu posso lhes confessar, não existia em metade do mundo, um terço do amor que habitava dentro daquela casa, entre aquela família, e mesmo com as brigas, as discussões, o amor seria sempre maior que tudo que pudesse chegar a existir. E assim foi apenas o Começo.
Fim !
Aaaaaaah :’( Pois é amores… A web chegou ao fim. Dedico esse Capítulo final as minhas leitoras lindas…
Opostos
Capítulo 75:
Ele correu escada a cima carregando a filha consigo, quando chegou e abriu o guarda-roupas, pegou a bolsa do bebê já pronta pra quando ele quisesse vir e entregou a pequena, assustando a mulher ao pega-la no colo quando já havia voltado, ele carregou-a com cuidado até o carro, Sol em seu encalço com a bolsinha.
Logo estavam em direção ao hospital, o fone dele no ouvido enquanto falava com Sophia e Mel em uma conferencia, chegando lá.
Arthur: Aqui ! – exclamou olhando uma enfermeira enquanto entrava com Lua nos braços e a filha ao seu lado.
Quando Arthur viu a mulher ser levada em uma cadeira de rodas se pôs a preencher os documentos que eram necessários na recepção, não demorou muito para que os amigos e os pais de Lua chegassem lá e Sol tivesse com quem ficar para que o pai fosse até a sala de parto ficar com a esposa.
Lua: Thur. – sussurrou quando o médico já lhe mandava fazer força, ela não queria começar sem ele ali, então a porta da sala de parto se abriu.
Era ele, ela sorriu aliviada lhe estendendo a mão que esse agarrou assim parando ao lado dela.
Arthur: Como estamos aqui um ? – perguntou em um sussurro, a boca contra a testa dela que sorriu de olhos fechados.
Lua e: Agora estamos bem. – assentiu em um suspiro.
Não demorou para as contrações pararem com os intervalos longos, logo era uma atrás da e Lua fazia força cada vez que uma vinha, as forças não lhe esvaíram ao ponto de ela pensar que não ia conseguir como foi com a sua menina, mas ela ficou fraca o suficiente, ele era grande apesar de ter nascido de oito meses, era o maior bebê prematuro que tinha nascido naquele hospital declarou o médico, e o mais importante de tudo, era lindo, saudável.
O choro ecoou no grande quarto branco e Lua sorriu senti do as lágrimas escorrerem pelos seus olhos mais uma vez se misturando com as outras
Arthur: Ah Cristo. – murmurou fascinado olhando o filho em seus braços, já limpinho dentro de uma mantinha verde clara que o pai escolhera em seus primeiros meses de vida, ainda sem saber que seria menino.
Ele tinha os olhinhos ainda fechados.
Médico: Vai abrir os olhos logo, - informou sorrindo enquanto tirava as luvas de borracha que usava.
– Agora existe um produto, antialérgico, - tranquilizou – que colocam para ele se acostumar com a claridade. E já foi posto.
– Terminou explicando e saiu dando um minuto de privacidade aos três.
Lua: Fraca demais. – declarou suspirando com um sorriso cansado assim que Arthur lhe ofereceu o filho, queria pega-lo, mas parecia não ter força nenhuma nos braços agora.
Arthur: Tudo bem Diego, - assentiu olhando o filho, usando o nome que a irmã dera a ele, Lua não pode deixar de rir – essa é a sua mamãe. – mostrou o menino a mãe com um sorriso bobo nos lábios, pois ele abrira os olhos aos pouquinhos, quando conseguiu ver alguma coisa a foi a mais bela de todo mundo, os olhos da loira mareados por vê-lo ali, e ele ali, mesmo pequenininho, tinha certeza que essa seria uma coisa que ele nunca esqueceria.
Antes de qualquer coisa uma enfermeira veio e sobre os olhares irritados de Lua e Arthur levou o pequeno Aguiar embora, procedimentos do hospital.
Logo a loira estava dentro do quarto reservado pra ela, já tomada banho e com uma camisola de seda branca que veio de casa dentro da bolsa do bebê, era o melhor quarto do melhor hospital, afinal, eram os Aguiar.
Enfermeira: alguém precisa se alimentar. – declarou baixinho entrando no quarto com o bolinho verde nas mãos, Lua lhe sorriu.
Lua: Oi meu amor. – murmurou quando a enfermeira lhe entregou o filho e saiu, os grandes olhos de Arthur lhe olharam fazendo ela se surpreender com tamanha intensidade, e é porque era apenas um bebê – Eu sei que esta com fome príncipe. – assentiu vendo a mãozinha do menino pousar em seu seio que ela logo expôs, sentindo o hálito quente cobrindo-o em seguida, ela considerava essa um das melhores sensações que já havia experimentado.
M Cláudia: nem acredito. . – falou baixinho após entrar no quarto e encontrar a filha amamentando.
Lua: É lindo não é ?! – perguntou fascinada levantando o olhar pra mãe, estava escrito ali o orgulho.
Sol: Diego, Diego, Diego . – entrou cantarolando no quarto da mãe que riu junto de Cláudia.
Ela correu até a cama ficando na ponta dos pezinhos pra olhar o irmão – Porque você dorme ? – perguntou fazendo bico, as outras riram.
Lua: Ele esta cansado Sol. – se explicou pelo filho e Sol levantou os olhos pra mãe arqueando as sobrancelhas.
Sol: Cansado de que mamãe ? – perguntou sem crer – Ele passou um tempão dormindo na sua barriga, pelo amor de Deus.
– Reclamou de sobrancelhas franzidas, então virou as costas pra sair resmungando.
M Cláudia: olha, ele está dormindo ! – lembrou antes que Lua gargalhasse, ela já ficava vermelhinha da vontade de rir, a sua filha era perfeita.
– Por falar nele, já escolheram um nome ? – tentou mudar o assunto pra que ela não risse.
Lua: Então, - respirou fundo se forçando a esquecer a vontade de rir – vai chamar Diego. – concluiu sorrindo satisfeita olhando o filho – Diego Blanco Aguiar. – soava perfeitamente bem pra ela .
As horas seguintes não demoraram a se passar dentro do hospital, Lua e Diego dormiram quase o dia inteiro, a loira acordava apenas para amamentar o filho, estava cansada, recebeu as visitas dos amigos e dos pais juntos depois, logo estava descansando, a cabeça recostada no peito de Arthur que depois de muita insistência dela acabou deitando-se ao seu lado e ao lado do berço do filho, passando a noite ali, apenas cochilava enquanto velava o sono dos dois.
Sol fora pra casa com Mel assim que Leandro a convenceu, crianças. E no fim, tudo estava bem então.
Opostos
Capítulo 74:
Foi assim até chegarem com sucesso ao andar debaixo, com um sorriso no rosto e envolvidos em uma conversa baixinha os dois foram para cozinha, dentro da geladeira tinha chocolate de todos os jeitos, derretido, em pedaços, raspado, ordens de Arthur para que suprissem todas as vontades da esposa.
Os dois sentaram-se cada qual em uma cadeira da mesa, conversaram, riram, Lua comeu seu chocolate deliciada e sentiu o seu pequeno chutar.
Lua: Ele esta feliz. – constatou satisfeita e Arthur encarava-a com total fascínio vendo ela olhar a barriga sorrindo.
– Também estou feliz por você estar aqui. – sussurrou como quem conta um segredo e acariciou a barriga com a mão livre do chocolate.
E a noite se foi, tornando o sol astro mais uma vez, as horas passavam mais rápido agora, como os dias também, os meses se dissiparam e logo Lua não conseguia mais descer as escadas, então ficava lá em cima, fazia as refeições lá e recebia suas visitas muito bem deitada, só descia quando se sentia bem disposta.
Pois já estava com um barrigão de oito meses, se sentia plena, feliz, sabia que não demoraria agora, era apenas mais um mês.
Sol: Mamãe, não consigo dormir. – resmungou na porta do quarto coçando o olhinho, em uma madrugada que Arthur tinha saído atrás de uma canistel . (gente isso é uma fruta que quando abre tem formato de coração, é uma fruta bem difícil de encontrar ).
Lua: Vem cá meu bebê. – chamou batendo na cama ao seu lado, ela estava sentada com seu desejo pela garganta esperando que o marido voltasse com a bendita fruta.
A pequena caminhou lentamente agarrada a um pequeno lençol que tem desde que nasceu, ela se deitou coma cabeça no colo da mãe que estava meio sentada, o ouvido na enorme barriga que ela carregava e a olhou curiosa, então sorriu.
Sol: Canta pra mim ? – pediu se espreguiçando gostosamente.
– Uma que você cantava quando eu era bebê . – sugeriu vendo o sorriso da mãe.
Lua: Tudo bem . – assentiu se ajeitando enquanto acariciava -lhe os cabelos.
– Silêncio, ela esta dormindo, como é bonitinha, sua majestade a neném, - começou cantando baixinho, os olhos castanhos encontrando com os da filha.
– Parece com o papai, e com a mamãe também, - continuou vendo os olhinhos pesados da menina começarem a se fechar.
– Parece com vovó, não parece com ninguém, - fez uma pausa suspirando – ela, só ela só, sua majestade, a neném .
– Terminou quando ela já ressonava, então continuou cantarolando, evitando que essa acordasse outra vez .
Lua já estava ficando impaciente, Arthur nunca voltava, mas podia entender, tinha certeza de que ele iria até o inferno para atender um desejo seu, olhou Sol tão tranquila em seu sono e sorriu, as cenas de toda sua vida começaram a passar por sua mente, se lhe dissessem anos atrás que um dia estaria casada com Arthur Aguiar e teria filhos com ele, com certeza ela mandaria internar a pessoa que falou tal besteira.
Mas antes que pudesse continuar perdida em seus pensamentos algo a incomodou e ela franziu as sobrancelhas sentindo uma pontada fininha, conhecia bem aquela dor, mas logo passou e ela respirou fundo quando essa voltou, olhou a barriga.
Lua: Ainda falta um mês. – lembrou e o filho como se pudesse lhe ouvir parou, ela checou as pernas, estavam secas, suspirou sorrindo.
Só que o colchão começou a ficar úmido antes que ela pudesse pensar e seus olhos voltaram a barriga – Mas parece que você não quer mais esperar não é meu amor ? – sussurrou com um sorriso no rosto.
– Sol, chamou acarinhando os cabelos da filha, como se tivesse tempo pra ter calma, e a contração que veio lhe lembrou que não tinha – filha, acorda ! – pediu respirando fundo e viu a menina abrir os olhos devagar.
Sol: O que mamãe ? – perguntou rouquinha, a mão coçando o olhinho.
Lua: pega o celular pra mamãe, rápido. – pediu ofegando, tentando controlar a respiração e Sol levantou confusa pegando o celular em cima da cômoda entregando pra mãe.
Sol: Esta tudo bem ? – indagou preocupada, parada na frente da cama.
Lua: Não se preocupa meu anjinho, esta tudo bem. –garantiu discando os números e pondo o celular no ouvido – Amor . - começou quando Arthur atendeu.
Arthur: Estou tentando amor, mas não sei onde diabos vou achar essa fruta. – confessou atordoado com uma mão no volante e a outra passando a macha antes que ela dissesse qualquer coisa, ele falava pelo fone de ouvido.
Lua: Não importa, Arthur pare o carro,- pediu e ouviu o freio e um “o que” confuso – volte pra casa, o seu filho esta esperando apenas por você pra nascer, e ele quer vir agora.
– Avisou já sentindo as contrações com menos espaço de tempo entre uma e outra.
Arthur: Dois minutos. – avisou desligando o celular e dando meia volta, os pneus agora gritando em protesto por serem obrigados a correr enquanto estavam frios, e ele chegaria para o seu filho se esse estava precisando dele.
Sol: Mamãe o Diego vai nascer ? *-* - perguntou excitada e Lua não pode evitar um sorriso.
Lua: Vai sim meu amor, - assentiu – e você precisa me ajudar, venha.
– Pediu se arrastando pela cama para levantar, então segurando a mãozinha da filha ela conseguiu, levantou e caminhou a passadas largas pra fora do quarto, devagar, entre um arfar e outro dava mais um passo. E assim chegaram os degraus.
Sol: Papai disse que não pode descer as escadas. – lembrou pequenininha ao lado da loira.
Lua: Mas precisamos, por ele. – informou passando a mão livre pela barriga enquanto a outra ainda segurava a dela.
– Vamos. – incentivou e Sol segurou ela lá, antes que ela protestasse.
Arthur: Você não se atreva. – repreendeu já prevendo a intenção da mulher.

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Opostos
Capítulo 73:
Quando os dois terminaram as escadas rumaram para a cozinha e o cheiro do strogonoff invadiu as narinas dela que sentiu uma golfada vir, depois outra, então ela apertou o braço de Arthur que a olhou confuso antes vê-la correndo em direção ao banheiro que tinha ali perto, quando ele foi atrás dela pode ouvir o barulho de algo caindo dentro d’água.
Arthur: Amor, você esta vomitando . *-* - concluiu sorrindo, os olhos brilhando quando viu ela sentada no chão, o rosto quase dentro do sanitário, na gravidez de Sol ele não pudera presenciar nem isso, apesar de que era algo bem estranho para se querer ver.
Lua: não, estou tomando água da privada. – ironizou rolando os olhos quando o encarou e antes que dissesse mais alguma coisa ela convulsionou outra vez se curvando, voltando por o que tinha e o que não tinha pra fora.
Arthur: Não seja tão chatinha. – sorriu se aproximando e se agachou ao lado dela, prendendo seus cabelos entre as mãos para que não caíssem no rosto.
Lua: Pelo amor de Deus Arthur, saia daqui. – mandou quando deu uma pausa virando o rosto pro outro lado.
Arthur apenas negou com a cabeça, a excitação evidente em seus olhos enquanto ele ainda segurava os cabelos dela quando essa sentia as convulsões virem outra vez e voltava a se curvar.E seria assim pelos próximos meses.
Família Aguiar, é, soava muito bem para os integrantes dela, e estavam felizes, mesmo com uma Sol muito impaciente.
Não demorou e Lua estava com um barrigão de seis meses, era grande, bem maior que o da sua menina, e nada mais justo, afinal, agora era um garotão como costumava dizer o seu pai.
Sol: Mas papai, eu já esperei muito. – reclamou fazendo um beicinho enquanto entrava com o pai em casa.
Arthur: Tenha paciência meu amor, - sugeriu achando graça do jeito dela – não vai demorar . – prometeu.
Sol: Você disse isso a um tempão, - lembrou – ele não nasce nunca ! – exclamou exasperada, dessa vez Arthur riu.
Arthur: Mas agora falta pouco, de verdade. – assentiu pegando-a no colo quando os dois iam entrando no quarto do casal.
Pararam na porta vendo Lua mover a boca delicadamente, os olhos fechados e suspiros satisfeitos surgiam ecoando pelo quarto, pai e filha então ficaram ali, esperando, curiosos e ela continuava a mastigar.
Arthur: comendo o que não deve Lua ? – perguntou finalmente se dando conta, ela pulou se assustando e quase engasgou, quase.
Lua: Un, um. – negou segurando o riso, a boca ainda cheia e a mão agora fechada atrás das costas, escondendo alguma coisa.
Arthur: Me dá. – pediu chegando perto dela que negou outra vez ainda com a mão escondida.
Sol: Não seja teimosa mamãe. – disse autoritária e Lua engoliu o que tinha na boca para rir dessa vez .
Lua: Não é nada. – negou ainda achando graça da filha.
Arthur: Eu acho que a mamãe esta mentindo. – alertou tranquilo se sentando de frente pra ela, a mão estendida e Sol já estava ao seu lado.
Sol: Esta sim não esta Diego ? – perguntou pondo a pequena orelhinha na barriga da mãe para então sentir o chute – Nós achamos que você esta mentindo mamãe. – assentiu cruzando os pequenos bracinhos, então o casal lhe olhou.
Arthur & Lua: Diego ? – perguntaram juntos sem se conter.
Sol: É o nome do meu irmão, - explicou obvia – ele vai chamar Diego. – garantiu convicta e os dois caíram na gargalhada, Arthur puxou a filha pro seu colo orgulhoso.
Arthur: Não esqueci de você. – lembrou olhando Lua de repente quando parou de encher a filha de beijos.
Lua: Abusado. – murmurou tirando a mão das costas e abrindo-a, revelando um pacote de batata-frita.
Arthur: Sabe que não é pra comer porcarias, pode fazer mal pro bebê. – repreendeu vendo um biquinho se formar nos lábios dela, ele riu.
Lua: Mas eu estava com desejo. – explicou cruzando os dedos das mãos enquanto armava um beicinho, era como uma criança.
Arthur: Tudo bem. – assentiu vencido e puxou o rosto dela lhe selando os lábios demoradamente.
Sol: É Diego, eu sei, já passei por isso. – assentiu ao lado da barriga da mãe, a mãozinha em cima da mesma e só ao ouvir a voz da menina os pais perceberam que ela estava conversando com o irmão, e Lua por já estar acostumada não prestou muita atenção que ele chutava em resposta.
Lua: Deus, eles vão dar um trabalho. – suspirou sorrindo cansada e Arthur riu puxando-a pro seu abraço, sentando do lado da mesma enquanto via a filha continuar o dialogo com o pequeno ser dentro de si, quer dizer, não tão pequeno assim.
Como diz o velho ditado, quando tudo não esta bem, é porque ainda não chegou ao fim.
Mas e quando as coisas estão tão bem que já não podem melhorar ?
Lua: Amor. – murmurou manhosa deitada de lado, pois era a única posição que ela conseguia dormir agora. Era madrugada.
Arthur: O que ? esta sentindo alguma coisa ? - perguntou preocupado acordando, a voz ainda rouca.
Lua: Fome. – declarou com um suspiro fazendo-o sorrir, vinha sendo assim nos últimos três meses, ela sentia fome o tempo inteiro, o pior era quando estava com desejo – Chocolate.
– Constatou finalmente abrindo os olhos para encarar o marido a sua frente.
Arthur: Eu já volto. – murmurou beijando a testa dela antes de levantar.
Lua: Quero ir também. – fez beicinho, ultimamente ela ficava dentro do quarto, pois pra seis meses sua barriga já estava grande e pesada, os pés doíam se ela andasse muito.
Arthur: Vamos. – chamou oferecendo a mão que ela aceitou de bom grado após sentar, então levantou, caminhando devagar com ele até a escada, e essa era a parte mais difícil.
– Com calma sim ? – ela assentiu segurando as mãos dele que descia de costas para poder ampará-la.
Opostos
Capítulo 72:
E assim, a noite se foi Lua julgou esse um dos melhores dias da sua vida .
A madrugada havia chegado quando os Aguiar entraram em casa depois do aniversário de Lua na casa de Mel, Arthur com uma Sol adormecida nos braços ouvindo a mulher fechar a porta atrás de si assim que já estava dentro também.
Foram em direção ao quarto da filha e essa ao se sentir ser colocada em sua cama se esticou preguiçosamente puxando o lençol com as duas mãozinhas pra cima de si manhosa, os dois de pé olhando-a sorriram bobos, beijaram a testa da menina e logo se dirigiram pro próprio quarto.
Arthur: Um. – ele suspirou sentindo os beijos da mulher em sua nuca enquanto as mãos dela passeavam por sua barriga, debaixo da camisa.
Arthur levantou os braços permitindo a remoção da camisa quando sentiu Lua lhe sondando as abas da mesma e logo encontrou os olhos dela sedutores o encarando, ela o empurrou pelo peito lentamente até a cama que estava em suas costas, engatinhando por cima dele enquanto beijava seu tórax carinhosa ouvindo ele suspirar apenas sentindo os carinhos, os beijos subiram para o pescoço, depois o queixo e finalmente chegaram a boca, os dois suspiraram quando as línguas se encontraram, era tudo muito calmo, devagar, não tinham pressa como na maioria das vezes.
Arthur abaixou o zíper do vestido dela retirando-o quando essa deu permissão levantando os braços, ele arfou surpreso ao perceber que as pernas da mulher tinham caído uma de cada lado de seu quadril e agora ela rebolava pressionando a sua intimidade coberta apenas pela calcinha já que o vestido que ela usava não os impedia de nada.
Lua sorriu gostando e se separou da boca dele tratando de descer as pequenas e cobiçosas mãos até o botão da calça dele, em seguida o zíper e logo ela removeu a peça junto da cueca boxer antes que ele percebesse, então as mãos se fecharam no membro de Arthur e o corpo dele se contraiu quando os olhos se abriram encontrando os castanhos da loira lhe olhando, dilatados, ela sorriu menina movimentando as mãos sobre o membro dele e esse agarrou o lençol com uma das mãos sentindo-se ficar mais rígido, a cabeça caiu no travesseiro que estava próximo dele, ele chamou por ela, ofegando e essa só fez pior.
Arthur: Lua ! – exclamou sentindo a boca dela acolhe -lho sem que ele esperasse, seu membro pulsou e ele podia sentir os espasmos de prazer começarem a lhe invadir todo o corpo enquanto a língua de Lua passeava distraidamente pelo seu ponto mais sensível, deliciada ela aumentou a velocidade dos movimentos e ele gemeu se sentindo perto demais, as mãos então buscaram os cabelos dela que soltou-se do seu ponto de distração para voltar a boca de encontro ao dele.
A calcinha de Lua se estourou nas mãos de Arthur que a deixou apenas com frangalhos, os seios já livres foram parar nas mãos dele que os apertou, apalpou, ouvindo a mulher gemer e essa o surpreendendo se movimentou sobre ele fazendo com que o mesmo escorregasse para dentro dela, os movimentos começaram já rápidos, Lua rebolava sobre ele, até que se sentou apoiando-se em seu tórax quando começou a ir e vir sobre ele rapidamente, a cabeça caída pra trás, os gemidos vindo, até que ela sentiu o marido se contrair embaixo dela, as mãos em seu quadril apertando-a, ele já estava próximo antes e agora havia explodido dentro dela.
Mas Arthur não era do tipo que deixa uma mulher insatisfeita, ainda mais quando essa mulher era Lua Blanco . Quando sentiu-se descansar ouviu um arfar surpreso da mulher por sentir ele tão rígido quanto antes ainda dentro de si, Lua soltou um gritinho abafado quando ele trocou de posição com ela rapidamente fazendo-a se agarrar em seus braços assim que começou a se mover.
Arthur podia sentir o corpo ela pedindo por mais e aumentou a velocidade, cada vez parecia ir mais fundo e as vezes chegava até pensar que estava machucando-a, mas as mãos dela lhe puxando, pedindo que fosse ainda mais garantiam que não estava . Ele sentiu quando sua amada desfaleceu em seus braços, ofegando, mas ele ainda não tinha alcançado o orgasmo, apenas a esperou e quando essa se recuperou enfim voltou a se mover.
E bem, eu cheguei à conclusão de que não vou mais descrever essas cenas até o final da web, ou vai isso aqui vai virar uma web pornô.
Então, os dois se vieram juntos com o gemido de Lua ecoando pelo quarto, e se acomodaram na cama abraçados, cansados, porém, satisfeitos.
Arthur ouviu a barriga de Lua roncar e riu com isso, nunca tinha ouvido isso acontecer, repito, nunca, pois só acontecera isso em uma época da vida dela, e nessa, ele não havia estado junto da mesma.
Arthur: Com fome ? – perguntou rouquinho, as mãos grandes lhe acariciando as costas, enquanto ela com uma das suas acariciava distraidamente o peito dele que estava de papo pra cima com ela deitada metade por cima de si .
Lua: Estamos. – assentiu baixinho, a respiração regular agora.
Arthur: Estamos ? Mas eu só. – então ele parou, havia entendido.
Lua sentiu o corpo do marido ficar teso embaixo de si, as mãos dele que antes lhe acariciavam as costas haviam parado, e a respiração começou a se alterar.
Ela levantou o rosto preocupada por um momento, Arthur podia não gostar da notícia, podia não ser uma boa hora, mas antes que ela pensasse qualquer outra besteira ele rolou pra cima dela enchendo-a de beijos, fazendo com que a mesma gargalhasse gostosamente, as mãos agora nos cabelos dele.
É, a felicidade reinava ali.
Arthur: Quando você soube ? – perguntou quando os dois estavam na cozinha e ele obrigou ela a sentar pra esperar que ele lhe preparasse alguma coisa.
Lua: Ontem. – explicou dando de ombros, um sorriso bobo no rosto e o olhar transbordando felicidade, mas não tanto quanto Arthur.
Arthur: Quanto tempo já tem ? – continuou ao terminar um sanduíche natural, um grande copo de suco de laranja e uma tigela com algumas frutinhas.
Lua: Dois meses. – respondeu satisfeita com a curiosidade dele e mordeu um pedaço do sanduíche deliciada, estava mesmo com fome.
Lua franziu as sobrancelhas confusa e abaixou o sanduíche no prato pra só então perceber que Arthur havia se agachado ao lado da cadeira que ela estava sentada e tinha o ouvido em sua barriga, um fascínio que ela nunca vira estampado no seu rosto.
Lua: Thur, ele ainda é quase um nadinha. – explicou rindo dele – Você não vai ouvir nada . – garantiu passando uma das mãos nos cabelos dele.
Arthur: Mas ele ronca. – lembrou maneando um sorriso torto pra ela que gargalhou gostosamente.
Lua: Você não existe ! – assentiu voltando a comer quando ele saiu dali e se sentou na sua frente olhando-a terminar.
Ela ficou encarando-o com uma cara de pidona e ele riu.
Arthur: Mostrinha. – acusou vendo-a fazer um bico que ele selou antes de ir preparar outra coisa pra ela comer.
Os dois ficaram ali na cozinha até que ela matasse sua fome, conversaram sobre nomes mesmo ela insistindo que ainda não sabiam nem o sexo do bebê, não tinha porque discutir nomes agora . Logo foram dormir.
Alguns dias haviam se passado e aquela família era só felicidade, depois que a notícia da gravidez se espalhou, os pais de Lua viviam na casa dela, não muito diferente dos amigos que estavam sempre visitando-a.
Arthur: Amor, pedi pra Jô preparar o seu prato preferido.
– Comentou sorrindo enquanto os dois desciam as escadas lentamente em meio a uma conversa.
Opostos
Capítulo 71:
tarde chegava e o sol estava se pondo no canto onde Lua previra, era simplesmente incrível o modo como ele refletia delicado por entre as árvores se encontrando com a água do lago, ela estava deitada sobre o peito de Arthur sentindo os raios fraquinhos baterem em seu rosto, o corpo agora coberto por um lençol que eles dois trouxeram dentro da mochila além de algumas poucas roupas.
Lua: Esse foi o melhor aniversário de todos. – murmurou rouquinha, os olhos fechados e uma das mãos fazendo carinho com as unhas no peito do marido distraidamente.
Arthur: Você não pode dizer isso, - garantiu com um sorriso no canto do rosto e ela levantou o dela para olha-lo, encostando o queixo em cima do peito dele – o dia ainda não acabou . – lembrou divertido fazendo-a sorrir.
Lua: Tudo bem, - assentiu deitando a cabeça outra vez, o sorriso ainda brincando nos lábios – quando formos dormir eu vou te mostrar como foi o melhor. – garantiu sentindo ele rir embaixo de si, imaginando o sorriso que ele estava no rosto agora.
Na casa de Mel as coisas já estava perfeitas, apenas esperando por Lua, as comidas quentes abafadas para não esfriarem, o bolo dentro da cozinha escondido, e as pessoas agora conversavam na sala, Leandro dormia e Sol “cuidava” de Alice no tapete enquanto brincavam.
Voltando ao casal, Arthur tinha uma briga corporal com Lua tentando fazê-la entrar no lago que ela não queria de jeito nenhum, então ele a beijou surpreendendo-a, essa arfou antes de retribuir o beijo, adentrando os cabelos dele com os dedos para puxa-los em seguida.
Ele caminhou falsamente distraído sem descolar a boca da dela que se permitiu ser guiada, sem saber que era apenas uma armadilha tudo aqui, quando deu por si viu Arthur parar de beija-la para lhe encarar e sorrir se jogando dentro do lago agarrado a ela que gritou antes de ser engolida pela água.
O lago era fundo e só, não havia bordinha, ou raso, era quase como uma piscina.
Lua: Eu vou matar você ! – exclamou quando os dois submergiram e esse ria da cara que ela fazia.
Arthur: Você não vai, porque você me ama. – lembrou divertido se aproximando dela que recuou e virou as costas pra ir em direção da saída do lago.
Lus: Pedi pra não fazer. – disse emburrada e quando percebeu estava sendo puxada de volta, Arthur encaixou o corpo atrás do dela que suspirou, estavam completamente despidos ainda.
Arthur: Não faça assim meu amor. – negou em um murmúrio beijando a pele descoberta do ombro dela.
Lua: Arthur não . – sussurrou sentindo pressionar o corpo no seu enquanto agora já lhe mordia o pescoço depois de livrar ele dos cabelos loiros molhados.
Arthur: Porque não ? – perguntou virando-a de frente pra si e ela o encarou.
Lua: Porque estou com raiva de você. – disse formando um biquinho, ele sorriu.
Arthur: Não, não esta. – negou antes de puxar com uma das mãos o rosto dela para beijá-la, ela apenas suspirou vencida retribuindo de bom grado, sentindo ele já pronto pra ela lhe puxar as pernas envolvendo-as em sua própria cintura enquanto caminhavam pra “parede” do lago.
E ali eles se amaram mais uma vez, os gemidos sendo engolidos pela noite que caia, a lua presenciando aquela prova de amor que não podia ser maior . Então, tudo estava bem.
Lua: Eu não sei, porque ainda vamos na Mel buscar a Sol não é ?! Será que ela não vai estar cansada ? – perguntou penteando os cabelos, já dentro de um vestido branco soltinho da cintura pra baixo e colado em cima, com um decote em V, Arthur insistiu que ela trouxesse pra vesti-lo quando fossem embora, ele disse que era apenas porque amava vê-la dentro dele.
Arthur: Não tem problema então, - negou dando de ombros ao terminar de arrumar as coisas dentro da cesta e da mochila.
– jantamos amanhã. – assentiu sorrindo e segurou a mão dela quando essa largou a escova de cabelo dentro da bolsa.
Lua: Então esta combinado. – selou os lábios dele numa promessa antes de sorrir e seguir o caminho até o carro, era escuro ali, então não ficariam mais tempo.
A única coisa que Lua não sabia, era que o jantar e muito mais que isso já a esperavam na casa de Mel.
Logo eles estavam a caminho de lá, sem demora pra chegar dessa vez .
Quando chegaram a casa de Mel não havia nada de anormal, escutaram as gargalhadas da filha e a voz de Leandro chamando por ela, era como sempre quando os dois estavam juntos.
Lua e Arthur conversavam, ela tinha um sorriso no rosto enquanto olhava o marido acionar o alarme do carro para logo abraça-la pelos ombros guiando-a em direção da porta da casa, a única coisa que tinha de errado ali eram as cortinas fechadas, que nunca estavam.
Lua: Será que . . ? – não deu tempo dela terminar, quando já tinha tocado a campainha e Mel aberto a porta.
Mel: Surpresa. – sussurrou divertida, um sorriso enorme do rosto a denunciava e Lua arregalou os olhos antes de retribuir o sorriso.
Lua: Vocês são impossíveis ! – exclamou abraçando-a.
Sophia: Não somos não. – negou saltitando até a porta para abraçar a amiga assim que essa se soltou da morena – Feliz aniversário . – desejou feliz.
Lua: Obrigada amiguinha. – sorriu agradecendo mais feliz do que nunca, era bom ter todos ali, mas faltavam duas pessoas – Mamãe ! – exclamou entrando na casa pra perceber que não faltava ninguém.
M Cláudia: Feliz aniversário meu amor. – abriu os braços sentindo a filha se aconchegar neles manhosa.
Billy: Não ganho um também ? – perguntou fingindo indignação e ela riu antes de correr até ele.
Lua depois de matar muitas saudades dos pais se jogou nos braços dos dois amigos que chegaram de lua-de-mel pouco tempo depois de ela ter saído com Arthur, encheu os pequenos de beijos e se agarrou aos outros amigos em seguida agradecendo a surpresa, estava tudo perfeito.