When will you leave poor Webber alone, Wendy?
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When will you leave poor Webber alone, Wendy?

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Leia com carinho.
Oi gente!Â
Antes de tudo queria me desculpar por nĂŁo ter finalizado a fanfic BFF, aconteceu muita coisa desde que parei de postar e nĂŁo continuei por N motivos, inclusive o mesmo pelo qual estou desativando o tumblr. Eu mudei muito, a minha cabeça e ideias mudaram muito tambĂ©m. E tem muita coisa aqui que eu escrevi, hĂĄ alguns muitos ou poucos anos, com as quais eu nĂŁo concordo mais e estava me incomodando vĂȘ-las ligadas a mim aqui no tumblr. Sei que isso parece um pouco de exagero com o "meu passado me condena", mas pra mim nĂŁo Ă©.Â
Aqui tem romantização de relacionamento abusivo, desrespeito Ă algumas causas que eu agora conheço, defendo ou faço parte, entre outras questĂ”es que nĂŁo faziam parte da consciĂȘncia de uma garota de 13-14 anos quando ela começou a escrever essas fanfics. Eu queria muito nĂŁo ter que fazer isso e sei que algumas de vocĂȘs nĂŁo estĂŁo concordando com metade ou nada do que eu disse aqui, mas nĂŁo estou aqui pra julgar ninguĂ©m, entĂŁo espero o mesmo de vocĂȘs. Tenho orgulho de ter feito parte do fandom LuAr e ainda guardo um carinho por tudo o que Rebelde me proporcionou desde 2011 ate agora, incluindo esse mundo de fanfics que eu acabei entrando. E Ă© Ăłbvio que agradeço muito por vocĂȘs terem me acompanhado na Ă©poca e atĂ© agora, ou Ă frente da data de hoje. Eu ainda vou estar ativa no twitter @lightweigths e no tumblr pessoal myosottis, para onde estĂĄ redirecionado o item "Deixe recado", (no celular Ă© sĂł clicar aqui) caso vocĂȘs queiram falar comigo.
 Se vocĂȘ estĂĄ lendo isso, muito obrigada por estar comigo atĂ© agora. Desejo o mundo pra vocĂȘ! Mil e um beijos, Kell 29/06/2017
ps. Se estĂĄ procurando reler uma fic finalizada, manda uma mensagem com algum tipo de identificação (aka twitter ou email ou tumblr, sei lĂĄ), e dependendo de qual histĂłria seja, irei revisar e converso a possibilidade de enviar o arquivo. NĂŁo sĂŁo todas as disponĂveis para isso pelos motivos que citei acima, mas com a revisĂŁo eu consigo fazer algo.
It's so good đ I'm waiting for weekly idol đ p.s. I miss park jwoy đ p.p.s CONGRATULATIONS MY BABIES FOR ROOKIE FIRST WIN â€
As webs estĂŁo sendo postadas em luavatofanfics.tumblr.com
"I will not be more that little girl who lost her parents. Iâll be someone new. It is the only way to overcomeâŠ"

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Destiny - CapĂtulo 18 - Enquanto VocĂȘ Descansa - Parte TrĂȘs
- Eu posso abraçar vocĂȘ? - Chay perguntou, claramente desajeitado. Eu dei um meio sorriso e assenti. Ele comprimiu os lĂĄbios numa linha fina e me olhou por alguns segundos, vindo atĂ© mim logo depois, me abraçando apertado. Eu fechei os olhos, retribuindo. Que saudade. - O que vocĂȘ estĂĄ fazendo contigo, menina? - Chay usou um tom doce para dizer isso enquanto me abraçava. Eu nĂŁo respondi. Fiquei agarrada a ele por mais alguns segundos, ate ele mesmo cortar o abraço. - EstĂĄ indo para onde? Vou com vocĂȘ. - me deu a mĂŁo. Eu dei de ombros. - NĂŁo faço ideia de onde vou. - Vamos apenas passear, entĂŁo. - ele sorriu pra mim e eu assenti. AndĂĄvamos pelas ruas quase desertas num silencio estranho. Eu queria perguntar a ele o que ele havia ido fazer na minha casa. - Falei com a Mel. - ele sussurrou, eu o olhei enquanto andava. - Eu nĂŁo sei se vocĂȘ leu o que a gente escreveu pra vocĂȘ. - pausou, esperando a minha resposta. Eu neguei com a cabeça. - Eu jĂĄ imaginava. - riu levemente. - Mas eu falei com ela. Ela aceitou minha proposta. - Legal. - me limitei a dizer. - E os outros? - A Sophia estĂĄ legal. - ele disse, dando um meio sorriso quando eu o olhei mordendo o lĂĄbio inferior. Odeio isso. Odeio quando ele me conhece mais do que eu mesma. Argh. Amigo Ă© foda. - Ela finge que nĂŁo se importa com vocĂȘ, mas fica toda atenta quando eu digo que tentei te achar ou qualquer coisa que te envolva. - Vai ver ela estĂĄ me procurando pra terminar o que ela ameaçou fazer. - dei de ombros. Chay me olhou feio. - Ela sente a sua falta. - defendeu-a. Eu dei de ombros novamente, fingindo nĂŁo ligar, mas no fundo eu sabia que ligava, e ele tambĂ©m. - Todos sentimos a sua falta. Eu tambĂ©m. - ele deixou no ar e eu suspirei pesadamente, parando de caminhar. Sentei do meio-fio e passei a mĂŁo do rosto. Chay sentou ao meu lado e me olhou. - Quando vocĂȘ vai parar com isso? Eu sei que as coisas pra vocĂȘ nĂŁo estĂŁo legais, Lu. Eu sei de tudo isso, mas ficar assim sĂł vai ser pior. VocĂȘ estĂĄ cheirando a whisky e nicotina, meu bem. - Chay adoçou a voz, como se falasse com uma criança. Tanto faz, era assim que eu me sentia. - Eu sei. Mas eu nĂŁo quero ir. - birrei. - Eu queria ir embora daqui. - EntĂŁo por que nĂŁo vai? - desafiou-me. - Eu nĂŁo consigo. Eu nĂŁo consigo ir embora sabendo que uma das minhas melhores amiga estĂĄ afim de me quebrar a cara, a porra do meu namorado estĂĄ em coma por minha culpa e tem uma criatura sem juĂzo que estĂĄ grĂĄvida no meio dessa confusĂŁo. Eu nĂŁo consigo me afastar mais de vocĂȘs. Merda. - reclamei. Chay sorriu. - Eu sabia que vocĂȘ se importava, mas foi legal escutar. - TĂĄ. De qualquer forma, eu nĂŁo sei se tenho condiçÔes de voltar. - Isso vocĂȘ nĂŁo tem mesmo. Eu sabia que vocĂȘ era louca, mas nĂŁo tanto. Mas eu posso te ajudar. Eu quero que vocĂȘ volte, poxa. - Eu estou acabada, Chay. Tudo que eu queria agora era a minha mĂŁe. SerĂĄ que vocĂȘ nĂŁo entende que pra mim jĂĄ deu? - Meus olhos arderam e Chay me abraçou de lado. Minha cabeça pousou em seu ombro e eu me controlei profundamente para nĂŁo chorar. - Eu sei que vocĂȘ nĂŁo vai ser derrotada por isso. Um dia tudo vai ficar melhor. - Ela nunca vai me perdoar. - Isso Ă© o que dĂłi mais em vocĂȘ, nĂŁo Ă©? - Eu sei que o Arthur vai acordar. - admiti e Chay deu um meio sorriso. - E eu sei que vocĂȘ e Mel vĂŁo dar um jeito com o bebĂȘ. Mas ela nunca vai me perdoar. Eu sou um pedaço de merda, Chay. - NĂŁo se crucifique, porra! - Chay reclamou. - VocĂȘ tem defeitos e acabou. Um dia a Sophia vai entender que a merda da culpa nĂŁo foi inteiramente sua. - Eu nĂŁo tenho tanta certeza. Ela me odeia. - Lua, eu tenho certeza que nesse momento ela estĂĄ junto com a Mel e a Carla, calada, as ouvindo especular se eu encontrei vocĂȘ. E aposto que ela estĂĄ com uma preocupação fodida mesmo que ela saiba que vocĂȘ sabe se virar sozinha. Eu ponho a minha mĂŁo no fogo. Ă sĂ©rio, pode acreditar. - Mas ela nunca vai admitir isso. Ela vai tentar me odiar quando me ver. AtĂ© eu me odeio, cacete. Eu me odeio pra caralho. - Se vocĂȘ nĂŁo parar de falar merda de vocĂȘ mesma, eu vou dar na sua cara, entendeu? - ameaçou e eu revirei os olhos. - VocĂȘ vai vir comigo? Para o hospital. - Eu ainda nĂŁo estou pronta. Eu nĂŁo sei se consigo olhar pra todo mundo como se nada tivesse acontecido. Eu nĂŁo sou assim. - fechei os olhos por alguns segundos. Ouvi Chay suspirar pesadamente. - Olha pra mim, Luinha. - pediu. Eu tirei a cabeça de seu ombro e mirei seu rosto. Chay sorriu e passou o polegar debaixo do meu olho, limpando a lĂĄgrima segundos depois que ela caiu. - Ele acordou. E estĂĄ esperando vocĂȘ. SerĂĄ que vocĂȘ pode ir comigo agora?
Destiny - CapĂtulo 18 - Enquanto VocĂȘ Descansa - Parte Dois
Eu nem sabia porque tinha vindo pra casa hoje. Eu ficava dias fora, porque Chay e Micael vinham aqui Ă noite algumas vezes. Eu consegui fugir quando eles vieram, mas preferi evitar estar aqui. Quando eu nĂŁoia ao hospital, costumava ficar atĂ© tarde num pub e depois ia para o parque reservado da cidade vizinha atĂ© amanhecer de vez, mas hoje eu voltei. E o que fazer? Mesmo que minha consciencia e minha maldita mania de deixar tudo no lugar gritassem para que eu arrumasse minha bagunça, eu nĂŁo tinha a mĂnima vontade de fazer isso. Levantar era um grande sacrifĂcio. Enrolei mais alguns minutos na cama olhando para o nada quando o cheiro de ĂĄlcool me venceu. Eu precisava de um banho. Precisava mesmo. Me forcei a levantar e segui atĂ© o banheiro. NĂŁo me dei ao trabalho de tirar as roupas, elas estavam em mau estado tanto quanto eu, precisavam ser limpas tambĂ©m. Entrei debaixo do chuveiro e deixei os fios grossos de ĂĄgua gelada chocarem-se contra minha cabeça. NĂŁo demorou muito para que eu ficasse encharcada. Meu cabelo pesou e começou a grudar na roupa, em incomodando. Me despi, deixando as peças molhadas no chĂŁo.Terminei meu banho depois me muito tempo porque lavei os cabelos com muito cuidado, porque minha cabeça parecia que iria explodir. Enrolei o cabelo numa toalha e me sequei com outra, indo atĂ© o quarto. A atmosfera ruim me incomodou profundamente assim que pisei no chĂŁo frio do cĂŽmodo. Me troquei rapidamente e dei um jeito em cada caco de vidro jogado por ali. Eu nĂŁo precisava refletir meu estado emocional na minha casa, precisava? Acompanhada de alguns copos de whisky, arrumei toda a bagunça. O Ășnico traço de destruição era a porta do guarda-roupa quebrada. Eu realmente nĂŁo iria consertar isso agora. Joguei-me na cama e fechei os olhos. Tudo estava pesado demais. Meus mĂșsculos estavam cansados e os meus olhos ardiam. Dormir seria muito legal. Mas jĂĄ sĂŁo quatro e meia da tarde e eu nĂŁo posso ficar aqui. Brigando comigo mesma mais uma vez, eu me levantei. Tomei um banho de gato para tirar o cheiro de desinfetante de mim e voltei para o quarto, me vestindo. Sequei o cabelo e o deixei solto. Ele estava grande, passava o meio das costas. NĂŁo estava me preocupando em cortĂĄ-lo. Delineei os olhos e marquei os lĂĄbios com batom vermelho. Eu estava usando muito ele ultimamente. Tirava totalmente a minha cara de doente mental e coisas parecidas. Desci as escadas e me recusei a ir atĂ© a cozinha. Comer iria demorar. Peguei algumas balas e coloquei na boca, enganando a fome que eu sentia. Iria servir atĂ© mais tarde. O cheiro do tal desinfetante começou a se misturar com outro. Era conhecido. Forcei a memĂłria, fechando os olhos. Ah, nĂŁo. Ele estĂĄ aqui. Abri a porta, me amaldiçoando por isso. Mas eu queria abrir. Eu queria vĂȘ-lo. Eu precisava muito. Ele estava sentado no degrau. Levantou-se e virou-se para mim assim que eu abri a porta. - Lua! - quase berrou. Ele estava sorrindo. Tipo... Sorrindo pra caralho. - Oi, Chay.
Destiny - CapĂtulo 18 - Enquanto VocĂȘ Descansa - Parte Um
Tic-tac. Olhos abertos. Tive o vislumbre do meu quarto revirado. Lençóis fora da cama, livros espalhados no chĂŁo misturados a pedaços de vidro do espelho quebrado. A porta do meu guarda-roupa poderia cair a qualquer minuto. Tic-tac. Tic-tac. O maço de cigarros parcialmente vazio estava ao meu lado. Parcialmente Ă© um eufemismo. SĂł restava um, e esse Ășltimo pendia em meus lĂĄbios esperando para ser acendido. Tic-tac. Tic-tac. Tic-tac. Dez da manhĂŁ e eu jĂĄ estava completamente chapada, mesmo sem ter tocado na maconha. Ainda nĂŁo. Mas a presença de ĂĄlcool no meu corpo era grande demais para que minha metade humana aguente. Bom⊠Foda-se. Sinto colisĂ”es na minha cabeça. Ela estĂĄ preste a explodir. Minha vontade de dormir Ă© enorme, mas eu nĂŁo quero mais nenhum pesadelo, porque sĂł isso que eu ganhei quando preguei o olho algumas vezes. Eu jĂĄ estava irritada com o barulho do relĂłgio, entĂŁo o joguei no chĂŁo. Mais uma coisa dividida em pedacinhos no meu chĂŁo bagunçado. TrĂȘs semanas. TrĂȘs semanas que nĂŁo falo com ninguĂ©m alĂ©m de alguns bĂȘbados que encontro na rua e puxam conversa comigo. Ă legal porque parecem tĂŁo fodidos quanto eu. Chay me ligava praticamente a cada hora atĂ© eu me livrar do meu celular. JĂĄ vieram aqui e deixaram recados por debaixo da porta. Eu ficava o dia inteiro fora, ia para a cidade vizinha e me perdia por lĂĄ atĂ© achar o caminho de volta no meio das minhas alucinaçÔes. E sobre os recados, nĂŁo li nenhum. Eu nĂŁo quero voltar. Arthur nĂŁo acorda, ninguĂ©m sabe quando ele vai acordar, Ă© horrĂvel. Eu ainda me submeto a ser um pedaço de merda indo visitĂĄ-lo Ă s quatro da manhĂŁ em pelo menos um dia da semana. NinguĂ©m me vĂȘ. NinguĂ©m sabe. SĂł ele. Ele sabe que eu estou lĂĄ. Ele me escuta. Ele me sente. Ă o Ășnico momento em que eu fico em paz, mas depois me afogo em lĂĄgrimas na poltrona, porque ele nĂŁo estĂĄ ali de verdade e sempre penso que ele talvez nunca mais esteja. Eu sĂł preciso olhar em seus olhos. Ele vai me ler. Me analisar, fazer uma pesquisa sobre o que estou sentindo. Ele vai me entender. E Ă© por isso que ele precisa estar aqui. E eu preciso de uma bebida. Ă horrĂvel nĂŁo aguentar mais. Me sinto uma vagabunda, tropeçando pelas ruas na calada da noite com saltos altos e cigarro entre os dedos. Sempre assim. Sempre eu. Sempre uma vagabunda. Eu sou digna de pena. Ou nem isso. Eu sou digna de nada. Nem de mim mesma. Nem eu mesma me mereço. EgoĂsmo me pertence. Provoquei a dor de cada pessoa que deixei ao meu lado sĂł pro meu prazer. O grande dilema eu mesma lidero. Eu âversusâ eu. Desejo, controle. Vontade, controle. Ăs vezes um vinho tinto me deixa mais tranquila, mas eu nĂŁo acho isso em qualquer lugar. Assassina uma, duas, trĂȘs vezes⊠Eu nĂŁo consigo pensar nessas horas. Sinto um borrĂŁo na minha mente e depois nos meus olhos e aĂ eu nĂŁo sinto mais nada alĂ©m de prazer. Sangue. Sempre uma delĂcia. Sempre tĂŁo bom e tĂŁo ruim. TĂŁo pĂ©ssimo. TĂŁo assustador. Matar parece doer mais do que morrer. Minha vida estĂĄ cada dia mais amarga. Sempre termino a noite com manchas no travesseiro. Sempre chorando depois de ter feito o que faço todo dia. Eu nĂŁo sei se vou me acostumar com isso de novo. Ser uma vagabunda nĂŁo Ă© fĂĄcil. Eu nĂŁo me lembro mais dos meus antigos costumes. Eu nem lembro quem eu sou direito. O cigarro pedia para ser deixado de lado, entĂŁo o apaguei e larguei no chĂŁo. Meu quarto cheirava a nicotina. Tudo estava impregnado e eu nĂŁo ligo. Regressando. Sendo puxada para o passado sombrio cada vez com uma força maior. Eu sou podre. Eu sou lixo. Eu sou angĂșstia. Eu sou dor. Eu sou amor. Eu sou Arthur. E como vocĂȘ pode viver sem vocĂȘ mesmo? Eu posso estar aqui, mas a parte pura da minha alma estĂĄ nele. EstĂĄ o chamando e implorando pela sua volta. Se ele nĂŁo voltar, eu nĂŁo volto mais. Sophia, Abby, Mel, Chay, bebĂȘ. Eu colidi. Eu desmoronei e nĂŁo estou preocupada em me remontar atĂ© alguĂ©m me dar um bom motivo. Chapada.vivendo completamente fora de mim. Eu nĂŁo faço ideia de como arrumar essa pĂĄgina da minha histĂłria de merda. Estou perdida em mim mesma. Afogada e sufocada. Eu nem entendo mais o que eu estou pensando. EstĂĄ tudo embaralhado. Tudo misturado e banhado pelo ĂĄlcool. BĂȘbados. Sempre uns otĂĄrios com problemas de quem foi burro demais. Sempre eu. De novo.