“ who hurt you? why is there blood all over you? ”
“eu ‘tô bem. o sangue não é meu”, explicou para o filho de afrodite, exalando o ar após o puta susto que tomou ao se esbarrar com ele ali fora. grande parte do sangue, na realidade, era seu sim. mas contava com a meia-escuridão da noite sem estrelas para cobrir aquela mentira por ela. não tinha razão alguma pra não contar a verdade, já que o próprio juniper também estava ali, despretensiosamente quebrando o toque de recolher. nenhuma, é claro, além da impiedosa humilhação: dei uma escapadinha do acampamento, me envolvi numa briga de bar e fui perseguida por algo que lembrava muito um chupacabra. mas ei! e aí, como é que tá? “eu finjo que não te vi e você faz o mesmo, porque senão vai ser o nosso sangue. derrubado pelo sr. m.”










