Sabe aquela histĂłria de que a gente sĂł gosta do que nĂŁo presta? NĂŁo existe nada melhor para descrever a complexa equação que viramos. Tu nĂŁo presta. E sabe disso. E sabe que eu gosto daquele tipo de cara marrento, que entra na sua vida pra bagunçar, deixar um gostinho de quero mais e ir embora. Eu gosto de desafio de achar alguĂ©m que nunca fica e fazer ficar, fazer amar, fazer se entregar. E vocĂȘ ficou. E amou. E eu te amei. Mas eu sabia lĂĄ no fundo, ah como sabia, que a gente nĂŁo ia dar certo. Sabia que vocĂȘ nĂŁo prestava e que eu tambĂ©m nĂŁo prestava e que no final das contas, a gente nĂŁo prestava. E lĂĄ no mais fundo da minha alma, eu implorei para que um dia de tanto nĂŁo prestar a gente descobrisse que juntos dois errados podem virar um certo e a nossa histĂłria de erros encontrasse um final feliz. Apenas implorei...















