“quiet. they can hear us.”
HEADCANON ;status: aceitando.
caso lhe fosse perguntado em algum instante - sim, simon tinha sim Ă sua timidez mas nĂŁo, ela nem parecia perto de lhe dominar naqueles instantes; era muito diferente por sinal. estava atento e muito bem interessado pela figura que se movia Ă sua frente, animada sua suficiente com a mĂşsica e com toda atenção que conseguia. mas apĂłs sua investida nada discreta, as coisas passaram a ter um rumo bem diferente de todo o flerte simbĂłlico que trocavam. sunhwa tinha pela consciĂŞncia de como suas provocações poderiam deixar o mestiço e era como se ela tivesse mesmo esse interesse; ela era mais interessante do que imaginava - pensou conforme a acomodava sobre seu colo, em suas coxas roliças. o primeiro toque contra o corpo em movimento sobre o seu fora quando suas mĂŁos pesadas envolveram a cintura fina, puxando-a para si antes aquele breve roçar acabasse por se transformar em um beijo cheio de vontade; simon nĂŁo era apressado em seus movimentos mas tĂŁo pouco era lerdo, Ă sua lĂngua - junto a semelhante - criava uma espĂ©cia de fricção gostosa de ser sentida e, com o tempo, viciante.Â
a maneira como se encaixavam era perfeita mesmo tendo em vista o quĂŁo o lugar poderia ser pouco para ambos; o mestiço deixava, por diversas vezes, mordidas contra o lábio inferior de sunhwa, o puxando sem qualquer intenção de machucá-la mas sim, provocá-la; queria retribuir as sensações que pouco a pouco eram sentidas por seu corpo e por esse motivo, quando o beijo requisitou uma pausa para que recuperassem o ar perdido, simon nĂŁo perdeu tempo em descer seus beijos pelo pescoço marcado da jovem, atĂ© seu busto, conforme seus dedos invadiam o tecido fino de sua camiseta e brevemente expunha sua pele leitosa. poderia facilmente estar avançando rápido demais mas apenas acompanhava as reações que recebia, quanto melhores, mais sentia vontade de tocá-la mais, beijá-la mais. atĂ© mesmo permitindo que sua canhota realizasse um aperto possessivo contra uma das nádegas cobertas pela roupa.— vocĂŞ que deveria ficar quieta aqui...— brincou, assim que selou demoradamente aqueles lábios vermelhos tĂŁo doces.— a mĂşsica está alta demais para que alguĂ©m nos ouça...— falou bem prĂłximo Ă audição da jovem, antes que pudesse mordiscar seu pescoço, sem qualquer intenção de marcá-la. ao menos, nĂŁo de maneira tĂŁo visĂvel.Â











