E aquela metralhadora de beijos que ela do nada dispara em vocĂŞ? Ah, pois Ă©... Ă© a tal loucura que vocĂŞ desperta. Algumas mulheres apenas sorriem, outras ficam extremamente carinhosas... mas ela, ela enlouquece e vira esse amontoado de sentimentos que explodem.
Pode ser que ela fique chata ou comece a tentar cavocar seu peito com a cabeça procurando um luga para deitar. Pode ser que ela comece a lhe cutucar com os pĂ©s ou no meio de uma festa comece a lhe dar aqueles beijos tarados os quais vocĂŞ sabe exatamente o que significam: TesĂŁo! Pois Ă©, a loucura tambĂ©m tem dessas, faz surgir um tesĂŁo inexplicável... vocĂŞs estĂŁo aĂ, ela usando aquele pijaminha, toda meiga e entĂŁo o fogo acende como mágica: E que fogo ela tem escondido.
NĂŁo, ela nĂŁo Ă© louca a qualquer hora e com qualquer um... a loucura dela tem nome, sobrenome, rosto e cheiro: É vocĂŞ. VocĂŞ conseguiu resgatar esse lado dela, o lado de menina loba, de mulher que queima em desejo. Porra, vocĂŞ devia ter tanto orgulho dessa loucura que desperta nela, se vocĂŞ soubesse o quanto Ă© difĂcil ela se abrir assim para alguĂ©m.
Ela Ă© louca assim, louca por vocĂŞ.
( Felipe Sandrin )
















