27 years ago today, Street Fighter Alpha was released on the Sega Saturn at JP. It was developed and published by Capcom.

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Capcom learned a lot from Darkstalkers. They had gotten used to the CPS-II hardware and how to make a solid, snazzy game on it. So, taking what they learned from the first Darkstalkers game, and inspired by the Street Fighter II anime, Capcom (finally) made a brand new SF game.
This one would be an interquel, between Street Fighter I and II.
~R
@bishop954 Pop Up Shoot!!! #Rockdaworldent #AntiSocialSocialClub #SFA1 #Nikefocus #StreetWear #Nike #SlayedbyCarlyle #kicksonfire #nicekicks
ShortFic Finnick & Annie:
Hoje é o dia em que o famoso Jogos Vorazes começa. O jogo onde você mata ou você morre. O jogo onde você assiste as crianças inocentes serem assassinadas, só para mostrar que quem manda no país chamado Panem, é a Capital. A cidade onde várias pessoas gostariam de morar e a cidade que todos os distritos odeiam. Vamos voltar no tempo...
Um dia de céu azul, sem uma nuvem sequer. Um calor forte, porém a brisa o amenizava. E o cheiro do mar, as ondas se mexendo em uma incrível sincronia e quebrando nas margens da areia. Algumas se chocavam contra as pedras que ali havia. Eu estava deitada na areia, admirando esse belo dia de primavera. E acho que não teria coisa melhor que ter o meu Finnick ao meu lado. Me abraçando e dizendo o quão grande é o amor que ele sente por mim.
- Annie - ele me chamou, e eu olhei em seus olhos. Aqueles olhos verdes que sempre me acalmavam quando eu mais precisava.
- Hm - respondei, e ele sorriu.
- Vem cá. Estou precisando de um beijo seu. - ele pediu, e pegou nas minhas mãos. E foi beijando-as, percorrendo meu braço até chegar em minha boca. Nós nos beijamos. Um beijo calmo e tranquilo, sem nenhuma interrupção. Nós escutamos os pássaros voando, e a água do mar quebrando como o normal. Depois que a vontade e a necessidade de respirar apresentou-se, nós nos separamos e nos abraçamos, até esse momento acabar.
- Hoje tem o anúncio do que vai ser o Terceiro Massacre Quartenário - falou ele entristecido. E então todas as lembranças vieram a minha mente. Do jeito que eu matei aquele garotinho do Distrito 6. Da maneira que eu fui atingida por uma flecha na minha coxa, que até hoje tem aquela cicatriz que não me faz esquecer de nada desse dia. Marcas, marcas externas e internas. É isso que eu tenho. E vai ser isso que eu vou carregar pelo resto da minha vida, o peso de matar pessoas, o peso de assassinar gente inocente, gente que não merecia morrer. Tudo isso é culpa da Capital, culpa dessa gente que se faz de bonzinho, dessa gente que todos nos tememos, e que não temos a capacidade de enfrentar cara-a-cara. Eu, como de costume, tampei meus ouvidos e fechei meus olhos com força, querendo arrancar todos esses pensamentos indevidos, todos esses pensamentos que me faziam querer me matar. Todos os pensamentos, as imaginações, os pesadelos, que me fazem perceber que eu sou culpada de tudo também, que eu não sou nada, que eu sou uma completa idiota, que eu, realmente, deveria ter morrido ao invés de matar todos lá, ou uma grande parte, mesmo sendo a menos corajosa e forte.
Finnick percebendo o que estava acontecendo comigo, não por ver que eu estava tentando me matar, mas sim porque ele sabia como era passar por isso. Ele me acalmou, sussurrou alguma coisa em meu ouvido. Mal pude entender, mas sua voz me fez sentir em paz, me fez notar que se eu tentar me matar, não vou ter ele ao meu lado para fazer isso de novo, de novo e de novo. Eu mais lentamente possível, foi soltando as minhas mãos ao redor da minha cabeça e então abri os olhos e lá estava ele, sorrindo para mim. Um sorriso sincero e tranquilo.
- Obrigada - sussurrei.
- Estou sempre aqui Annie, sempre que você precisar. - ele me respondeu, e foi nessa hora que nos escutamos o hino. Era hora de saber qual era a surpresa do Terceiro Massacre Quartenário, qual era a surpresa que aguardava e torturava as pessoas que iriam participar desses jogos. Que faziam as futuros tributos, temerem a morte, mais do que já temem hoje em dia.
Nós fomos para lá, então, seguimos até a praça onde tem os dois telões pretos, que em questão de minutos estarão ligados e ao vivo para toda a Panem. E o presidente Snow anunciando como seria os futuros Jogos. E assim, exatamente como eu previa, isso aconteceu. Todos nós se reunimos e esperamos ele dizer algumas palavras, e o que ele fala surpreende todos nós.
Sim claro. Tinha que ser algo desse tipo. Eu começo a chorar e me enterro em Finnick. E ele tão assustado quanto eu, me abraça como se nunca quisesse me deixar partir. Essa é a hora em que todas as câmeras estão focadas em nós, e todos as pessoas ali presentes nos olhando. Algumas com olhar de pena, outra com olhar de vingança. Outras sem expressar nenhum tipo de emoção.
- Finnick... - é a unica coisa que eu consigo pronunciar. Até uma mulher, que eu não tenho a mínima vontade de aprender o nome, começa a falar.
- E os vitoriosos, que já foram tributos, escolhidos para essa edição dos jogos vorazes são...
A mulher começa a mexer em uma bola de vidro, com apenas alguns papéis. É a bola das mulheres, das damas. E obviamente, a Capital não deixaria fácil para mim, sequer para Finnick. A mulher chama meu nome, Annie Cresta. Eu fico petrificada. Sem saber o que fazer. Finnick me agarra, mandando os Pacificadores saírem de perto de mim, xingando todos. Até que eles o pegam e eu grito seu nome. Eu esperneio, eu chuto todos pela frente, sendo inocente ou não. A unica coisa que eu não quero é voltar para a arena de novo. Tudo o que ela fez comigo, me deixar nesse estado. Eu só iria piorar, eu iria simplesmente morrer lá, pois não teria condições suficientes de matar mais pessoas, sem contar, que são pessoas experientes, pessoas que já lidaram com isso tão bem, e adotaram a fama como uma velha amiga.
Finnick grita meu nome, assim como eu. Ele está chorando, é a primeira vez que eu o vejo desse jeito, tão vulnerável. Eu dou um belo soco em um dos Pacificadores, e esse puxa meus cabelos, fazendo sair sangue dos mesmos, Finnick grita ainda mais.
- DEIXE-A EM PAZ! NÃO! - Aposto que se ele fosse uma mulher, iria se indicar como voluntário para ir em meu lugar. Assim como uma menina do 12 fez com sua irmã. Katniss. Imagino o que ela está sentindo agora, sabendo que é a unica vitoriosa, e que deverá voltar para a arena. Assim como eu, mas eu não sou a única.
- EU SOU VOLUNTÁRIA! - grita uma mulher no meio da plateia. Os Pacificadores param em seguida. Aposto que a mulher que chamou meu nome iria dizer que não era para ela se voluntariar, que apenas uma vitoriosa poderia ir em meu lugar. E adivinha só...?
Mags apareceu. Ela estava com uma cara realmente muito mal. Mas podia ver em seus olhos que o que ela mais queria era morrer, assim como eu. E o que não é melhor que morrer nos Jogos? Afinal, eles servem para isso, não? Matar ou morrer, você é quem escolhe, ou não.
- Mags! - Finnick exclamou, pude ver tanto dor, quanto felicidade em seus olhos.
Ela assentiu com a cabeça, e seguiu até o palco com os Pacificadores. Eu agarrei Finnick e ele beijou minha testa. Nós sorrimos e nos abraçamos, mas algo estava martelando em minha cabeça, e foi ai que eu percebi que ele estava sento afastado de mim enquanto Mags olhava para nós com tanta pena, tanta dor. Olhei para Finnick sem saber, pois minhas mãos tampavam meu ouvido, sem fazer pressão, apenas por coincidência, e ele murmurou as palavras:
- Eu vou voltar para a arena.
E foi nessa hora em que eu desmaiei e não me lembro mais de nada, até me ver sentada em uma cadeira desconfortável e com meus braços e pernas presos em algemas de ferro.
- Que? - perguntei tentando desesperadamente me soltar daquele lugar, até que o grito que estava preso em minha garganta desda hora em que Finnick disse que iria voltar para arena, saiu. Um Pacificador apareceu com uma corda, eu sabia muito bem o que iria acontecer no seguinte minuto.
- Grite mais uma vez. - ameaçou ele. Na realidade, não entendi muito bem se era mesmo para eu gritar, ou para eu ficar quieta. Na duvida fiquei quieta. - GRITE!
E então ele me deu uma chibatada, exatamente em minha coxa. Aquilo doía mais do que a flechada que eu levei a alguns anos atrás. Sangue, quente e vermelho, começou a escorrer da minha perna, comecei a ver vários pontos pretos me cegando. Mas continuei de olhos abertos, tentando ser forte, sem gritar.
- GRITE SUA IMPRESTÁVEL! - ele falou novamente, mais irritado. E me deu uma outra chibatada no peito. E dele escorreu mais sangue. Se Finnick ao menos estivesse aqui para me proteger, mas ele não estava. Ele iria ir para a arena no dia seguinte, porque não sei como, fiquei desacordada tempo demais. Ele iria matar, assassinar pessoas, ou simplesmente ter uma morte lenta e dolorosa.
Então eu gritei, porque era a última opção que me restava. O Pacificador abriu um sorriso amarelo, e continuou me batendo, e outro apareceu com um gravador na mão. Ele foi me dar um soco em meu rosto, mas, incrivelmente, meus reflexos resolveram me dar uma pequena ajuda. Eu mordi sua mão, o máximo que eu pude. E logo senti seu sangue saindo e o gosto metálico vindo para minha boca, ele gritava um pouco e o outro Pacificador pegou o chicote e bateu em meu braço e depois no outro, mas eu não soltei. Sabia que aquilo significaria mais milhares de punições horrendas e que nunca iriam cicatrizar, mas eu iria morrer mesmo, mais cedo ou mais tarde. Ia perder sangue demais. Eu parei de mordê-lo, e então o outro Pacificador, me deu um choque e eu desmaiei, com sangue formando poças em baixo de mim.
Acordei um tempo depois, sem saber que dia era, muito menos que horas. Um cheiro de sangue velho pairava no ar, intoxicando meu organismo. Havia um menino de cabelos loiros na cela o meu lado, e uma menina de cabelos escuros do meu outro lado. Reconheceria os dois em qualquer lugar que fosse.
- Peeta? - perguntei. Minha voz falhava um pouco, mas ele me escutou e se levantou. Suas mãos não estavam presas nem nada. Mas um campo de força nos separava, quando ele se aproximou demais, ele foi jogado longe, em direção da parede e bateu com a cabeça. Mas, para quem foi para a arena duas vezes, aquilo não era muito. Ele se levantou ainda com perda de equilibrio.
- É, ali tem um campo de força, cuidado. - por incrível que pareca eu consegui sorrir. Mas o sorriso se desfez logo que eu vi meus machucados. Eles estavam todos pretos e verdes, sem contar que haviam novos ali. Que estavam sangrando, eu não senti, obviamente. Não sei porque ainda fazem isso.
Aquilo ardia, e eu estava solta. Me levantei e me aproximei o máximo que podia.
- Peeta, e a arena?
- Finnick está bem, ele sobreviveu. Eu acho. Katniss destruiu todo o campo de força que nos rodeava. Tique Taque.
- Como?
- Você não viu? Tique Taque. - ele não parava de pronunciar as mesmas palavras, foi ai que eu me lembrei que fiz uma coisa parecida quando voltei dos Jogos.
- Como você ta?
- Louco. - ele respondeu e então pegou uma faca e começou a cortar os pulsos de leve.
- Peeta! - exclamei. Eu queria ir lá e impedi-lo de fazer isso, até que um Pacificador chegou.
- Ahá! - disse ele, era o mesmo que tinha me mutilado alguns dias atrás - Descobriu que isso é bom? Então vamos fazer mais para ver se a dor alivia.
Ele começou cortando o rosto de Peeta, contornando suas sobrancelhas, fazendo o sangue cair em seus olhos, e escorrer em seu rosto como se fossem lágrimas. E então ele foi fazendo isso, tirou a blusa dele, e cortou em uma linha reta, abriu mais os cortes de Peeta em seus pulsos, e ele nem se quer gritava.
- Homem de mais não é? Certo, mais tarde nós voltaremos.
E assim o Pacificador veio em minha direção. Quando a dor de um termina, a dor de outro começa. É assim aqui na Capital, obviamente que é escondido. Nenhum dos moradores tem consciência do que o presidente Snow faz com os vitoriosos depois de ganhar. Uns tomam choques, outros perdem toda a família, e outros são mutilados até perder quase todo o sangue. Outros as vezes, talvez um pouco mais sortudos, provavelmente os que fazem parte dos Carreiristas, mas essa não era a minha opção, ganham morfinaceos demais e ficam dependente disso até não conseguir mais sobreviver. Há tantas maneiras de torturar uma pessoa, mas acho que a que eles mais gostam é a de esfaquear. Não sei, é como se fosse legal uma coisa dessas, emocionante.
- Annie - disse o Pacificador com uma vos esganiçada - Agora é a sua vez.
Ele pegou a faca com o sangue de Peeta e foi cortando minha coxa. É impressionante, ele sempre começa por ali. Peeta percebeu algo que ninguém iria perceber.
- Annie! Não deixa ele fazer isso.
Nisso a mulher da cela ao meu lado apareceu e gritou:
- Você não vai fazer o que fizeram com Finnick! Ela não merece. - Johanna. Era ela, eu virei minha cara para ela, e sorri. Nunca fomos realmente amigas, mas ela era amiga de Finnick.
- Finnick?! - eu perguntei esperançosa, ninguém respondeu. O Pacificador apenas rasgou mais minha coxa. Eu gritei e tremi. E logo ele pegou outra faca mais grossa e contornou meus lábios sentando em cima de mim. Me senti completamente desconfortável, me mexi para que ele saísse, mas aquilo fazia o sangue sair com mais rapidez, e doía mais.
- Sai de cima de mim - rosnei, e ele riu e lambeu meus lábios.
- Adoro sangue. - disse ele com aquele seu sorriso irritante, eu cuspi em sua cara.
- Se é de sangue que você gosta, toma.
Ele trocou de faca novamente. É impressionante a quantidade de utensílios que eles tem para tortura, fico imaginando como seria ele no meu lugar. Acho que isso não passa pela cabeça dele. Então ele abriu minha blusa, e no meio do peito, fez um buraco grande, pegou um objeto que eu não conhecida, e introduziu ali naquele lugar. Só consegui ouvir a Johanna gritando "NÃO". E então um choque de não sei quantos Watts invadiu meu corpo, me fazendo tremer, mas não perder a consciência. Isso não acabava só aqui.
O Pacificador foi abrindo pequenos buracos e dando choques menores, até eu cair dura no chão, feito uma pedra, como sempre acabava as minhas torturas.
Dias se passaram e rotina continuava. Eu via Peeta vendo uma tela de TV, e mudando a cada hora. Sua pupila diversas vezes se dilatava por completo, deixando seus olhos pretos, e então voltava ao normal. Ele murmurava coisas consigo mesmo, e eu não queria entender. Estava preocupada demais pensando em Finnick, na minha família, preocupada demais comigo mesma, o que era loucura.
E, de uma maneira estranha, que um resgate do 13, sim do Distrito 13 veio nos salvar. Salvar Johanna e Peeta. Eu fui para lá, sem saber exatamente o que estava acontecendo, e quando dei por mim, estava em um hospital no 13. Passei dias lá, sem ver meu Finnick, imaginando como iriam me dar a noticia de que ele estava morto, pensando também em diversas maneiras de me matar com uma agulha, assim como Katniss quis matar Peeta com uma também. Não me culpe, estou louca.
Algumas semanas depois, me deram alta do hospital, e quando eu estava indo para meu compartimento novo, Finnick vinha com Katniss. Eu apenas gritei seu nome desesperadamente, lembrando da nossa ultima cena juntos, de como ele fora levado, das ultimas palavras que ele me disse. Finnick atendeu meus chamados, e se virou por completo. Pude ver a beleza e a felicidade em seus olhos, os mesmos, sempre os mesmos. Um sorriso se formou em seus lábios delicados, e ele correu para mim.
- Annie! Annie! Eu não acredito. Annie. Eu ouvi você gritar, o que fizeram com você? - ele perguntou me alisando, passando as mãos em meus cabelos e me abraçando até nos perdemos o equilíbrio e ele me prensar na parede.
- Isso não é o que nós devemos falar agora. Estava na Capital, você bem sabe o que eles fazem. Finn, senti tanto sua falta, preciso desses seus braços para me deixar tranquila, e... - eu hesitei, ele me olhava daquele jeito que só ele sabe olhar, e então eu falei - e daquele seu beijo - eu corei violentamente, Finnick me beijou como nunca. Para falar a verdade, nós só nos beijamos uma vez desde então. Eu o abracei, e tentei fazer com que ele ficasse mais perto de mim. Tentando formar um corpo só.
Eu não estava em casa, definitivamente esse não era o Distrito 4, mas eu me sentia em casa quando estava com Finnick.