👩🏽🦱🥇🥇🥈🥈🥈🥉🤸🏾♀️
seen from Brazil
seen from United States
seen from United States

seen from Canada

seen from United States
seen from United States
seen from United States
seen from China

seen from United States
seen from United States

seen from United States

seen from United States
seen from Türkiye

seen from South Korea

seen from Australia
seen from China
seen from China

seen from United States
seen from Azerbaijan
seen from Netherlands
👩🏽🦱🥇🥇🥈🥈🥈🥉🤸🏾♀️

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
Free to watch • No registration required • HD streaming
Let the 2016 Games begin: Copacabana Beach the week before the Rio Olympics. Hang out at Copacabana Beach and catch the pre-Olympic fever. Let the countdown to the 2016 Games begin.
Let the 2016 Games begin: Copacabana Beach the week before the Rio Olympics. Ready to dive into the excitement. Join us in celebrating the 2016 Games at Copacabana Beach just days before the Rio Olympics.
Vôlei de Praia: campeão olímpico Bruno Schmidt anuncia aposentadoria
Reprodução: © Divulgação/FIVB Ouro na Rio 2016, ele foi eleito 2 vezes o melhor do circuito mundial Publicado em 22/01/2023 - 19:16 Por Agência Brasil - Rio de Janeiro ouvir: O jogador de vôlei de praia Bruno Schmidt, de 36 anos, anunciou a aposentadoria neste domingo (22), durante entrevista ao programa Globo Esporte, da TV Globo. Campeão olímpico nos Jogos Rio 2016, em dupla como Alison Mamute, o atleta capixaba revelou o motivo que o levou a decidir pelo fim da carreira esportiva profissional.
“Não me vejo mais como atleta de alto rendimento, jogando da maneira como eu jogava lá atrás. Isso machuca muito, mais do que derrotas, do que dores. Eu não me vejo mais como em 2016. Eu me comparo com isso. Chegou o momento para mim", disse Schmidt, eleito duas vezes o melhor jogador do circuito mundial (2015 e 2016). Referência do vôlei de praia do país, o jogador já traçou seu futuro pós-quadras. Graduado em Direito no ano passado, Schmidt quer aproveitar o tempo livre para estudar para o exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) em fevereiro. Somente os aprovados na avaliação podem trabalhar como advogado. "Um dos motivos de estar parando é para ter tempo e energia para encarar esse novo desafio. Eu gosto disso, é o que me faz acordar cedo no dia seguinte", disse o atleta. A Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) também prestou homenagem ao campeão olímpico em publicação no Instagram. "Bruno hoje se despede das quadras. Sentiremos falta dos seus lances mágicos, mas o orgulho e os aplausos são eternos! Seja feliz no novo caminho, campeão! Obrigado por tudo!". Edição: Cláudia Soares Rodrigues
Read the full article
Olimpíadas, Rio 2016. Para mim, não foi no Rio, foi em Itaquera mesmo!
Sim, trabalhei como voluntária na Copa, (em 2014, depois postarei aqui) e na Olimpíada. Em ambas, as experiências foram muito importantes, mas o trabalho em si não foram lá essas coisas.
As duas vivências, as relatei em crônicas para o saudoso Jornalirismo. Depois, as posto aqui também.
Bom, na Olimpíada, o trabalho era para administrar os aparelhos de telecomunicações da NeoQuímica Arena, ou Estádio do Corinthians mesmo, rs!
Mas, o que vale são as vivências recebidas.
Eis o TBT de hoje! Deixo “Lembranças”, texto que fiz para o Jornalirismo, sobre a Olimpíada:
Lembranças
Keli Vasconcelos
Sinceramente, não estava confiante que iria ser voluntária nos Jogos Olímpicos. Recusara duas propostas, ambas para o Rio de Janeiro, sede das competições, e o sonho de atuar no Itaquerão (como o pessoal da zê-ele chama a Arena Corinthians) não fora realizado na Copa do Mundo de 2014 (o local foi outro, como relatei aqui). “Em 2016, sem chances”, pensei. Engano meu. Viva o imprevisível! De última hora, fui selecionada para atuar na Arena, em uma área bem complexa, porém cercada de voluntários bem divertidos, o que amenizava a operação. Bom, poderia aqui falar da função e atividades, mas prefiro mesmo é contar que, em anos, jamais fui tão fotografada em meros quinze dias. O uniforme, cuja camisa era em tons amarelos, não passava despercebido e era praticamente impossível recusar sair em selfies com torcedores, passageiros e transeuntes. Isso mesmo, era abordada na rua e ... “Moça, posso tirar uma foto com você?”. Nem dava para ajeitar as madeixas: quando percebia, lá estava eu sorrindo para a telinha do celular. Um dia, porém, saí um pouco mais cedo. Coloquei além dos pertences e do squeeze, a camisa dentro da bolsa com a logomarca dos Jogos. A van para Itaquera estava lotada para o meio-dia de uma segunda-feira, não dava para se mexer. Passei a catraca e fiquei ao lado do assento destinado aos idosos. Lá estava um senhor de setenta anos, que pediu a bolsa tiracolo para segurar. Entreguei e ele observara atentamente o que estava escrito no bolso frontal, “Rio 2016”. “É voluntária?”, perguntou-me. “Sim, sim”, exclamei, vendo o sorriso e olhar de menino daquele homem, mesmo com o semblante enterrado nos óculos de graus fortes. “Trabalhou na Copa?”, replicou-me. “Sim, mas não no Itaquerão, fiquei em um hotel, no credenciamento”, respondi enquanto me segurava e evitava o sacolejo do veículo, esse por sua vez desvia-se do trânsito intenso. “Puxa, que interessante, filha! Eu fui ao Itaquerão na Copa em 2014 e agora consegui comprar ingressos para um dos jogos e com descontão, viu? Afinal, ‘sou estudante’!”, brincou e rimos juntos. Depois de mais algumas palavras e o senhor apresentar o filho, que tinha uma deficiência motora, mais novo de quatro, todos homens, houve um silêncio. Ao longe, avistamos o estádio e peguei a bolsa com o homem. “Ô moço, obrigada pela conversa e por segurar a bolsa. Não se molhou, né?”, questionei-o, pois não confio muito nessas garrafinhas para líquidos. Ele mostrou que não estava molhado e curioso me perguntou: “Ô minha filha, será que essa Olimpíada vai dar certo?”. Fiquei boba na hora, sem palavras mesmo. Como não gosto de deixar nenhuma questão em branco, abri um sorriso largo e, em minha firme esperança, respondi: “Já deu certo, a Olimpíada está aí, não tem como freá-la, não é mesmo?”. Demos risada novamente e ele me desejou boa-sorte e boa semana, enquanto descíamos da van. Passados os jogos, aquela pergunta pairou na minha mente. Para mim, a Olimpíada foi-se como os fogos de artifício de sua abertura e encerramento. Apresentou-se mesmo com os defeitos, mesmo com as alegrias. Afinal, é isso que fica em mais uma página de nossa vivência: experiências, pessoas, histórias, bastidores, trabalhos, erros, acertos e – com o boom tecnológico – um sem fim de imagens. Lembranças. Como a vida deve ser, enfim. 24/08/2016

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
Free to watch • No registration required • HD streaming
Olimpíadas. Não vi toda a cerimônia de abertura, comecei a assistir pouco antes da delegação brasileira entrar. As partes mais legais pra mim foram o bonequinho pictográfico fazendo os esportes ao vivo e os drones formando a Terra suspensa.E todo o simbolismo de a Naomi Osaka acender a pira olímpica. 🎊 Infelizmente não tive como conseguir os bonequinhos dos mascotes de Tokyo, fiquem com as fotos fresquinhas dos bebezinhos que consegui em 2016.🌴🌴 . Rio 2016 foram muitos contratempos porém era feliz e sabia, não tinha pandemia. (me dê o nobel da rima😆) E daqui a pouco atualizo o blog aproveitando que o Japão tá em pauta, falando de algumas das coisas que mais me impressionaram enquanto estive lá (até às 22:30 sai 😆): 🔗vivisabinoblog.wordpress.com #olympics2020 #rio2016 #mascotes #olimpiadas #kawaii #cute #timebrasilemtóquio #timebrasil #vacinese #viniciusetom #ginga #マスコット #verdeeamarelo #tokyo2020 #cheering #fiquembem https://www.instagram.com/p/CRsKqOwNwDP/?utm_medium=tumblr
5 coisas do Japão que me impressionaram
5 coisas do Japão que me impressionaram
E começaram as Olimpíadas de Tokyo. Quando estávamos em 2016, meus pensamentos (e com certeza os seus também) sobre 2020 eram totalmente outros. Mas já que o evento está acontecendo apesar de tudo, então que termine bem na medida do possível. Fora isso, lamento que eu não tenha como conseguir os bonequinhos dos mascotes. A Rio 2016 me fez querer ser colecionadora de mascotinhos, tanto que nos “45…
View On WordPress
Rio2016 – Telma Monteiro 'isolada' com bronze entre 'fartura' de diplomas
Rio2016 – Telma Monteiro ‘isolada’ com bronze entre ‘fartura’ de diplomas
O bronze da judoca Telma Monteiro ‘coloriu’ o desempenho português nos Jogos Olímpicos Rio2016, num conjunto de resultados em que ‘sobraram’ diplomas e lágrimas, faltaram medalhas e foram bem mais os que sobressaíram do que os que dececionaram. No geral, Portugal mostrou ter poucos atletas capazes de lutar por medalhas, mas muitos, em variadas modalidades, com qualidade, mesmo sem as condições…
View On WordPress