A exposição QUADRINHOS no Museu da Imagem e do Som - MIS SP está aberta nesta semana entre Natal e Ano Novo! Aproveite para visitar! #QuadrinhosNoMIS https://www.instagram.com/p/Br-YW7-F3S6/?utm_source=ig_tumblr_share&igshid=1ryyijshfy58k
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A exposição QUADRINHOS no Museu da Imagem e do Som - MIS SP está aberta nesta semana entre Natal e Ano Novo! Aproveite para visitar! #QuadrinhosNoMIS https://www.instagram.com/p/Br-YW7-F3S6/?utm_source=ig_tumblr_share&igshid=1ryyijshfy58k

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Aproveitei que estava perto e resolvi passar novamente na exposição Quadrinhos que acaba amanhã. Vale a pena conferir e parabéns novamente @ivan_costa! #quadrinhosnomis (em Museu da Imagem e do Som - MIS SP) https://www.instagram.com/p/Bx5zlKKBe84/?igshid=ccxopyajo2al
" O #tbt de hoje vai para..." #QuadrinhosNoMIS março na história dos quadrinhos no país. Página de Ingá, obra de @chicoshiko para o selo #GraphicMSP (em Museu da Imagem e do Som - MIS SP) https://www.instagram.com/p/Bv2FSs2nlST/?utm_source=ig_tumblr_share&igshid=1172kpm4uaraj
Debate aborda Jornalismo em Quadrinhos
“Jornalismo em Quadrinhos na Era da Pós-Verdade”. Eis o tema da conversa ocorrida no Museu da Imagem e do Som, em São Paulo, na tarde de 27 de janeiro, com a presença dos quadrinistas Carol Ito, Helô D’Angelo, Alexandre De Maio e Andrício de Souza.
O assunto não é de hoje. De Joe Sacco até o próprio De Maio, que em sua trajetória está o premiado “Meninas em Jogo” (2014), reportagem em quadrinhos realizada com a jornalista Andrea Dip, da Agência Pública, sobre exploração sexual infantil em Fortaleza, a produção de reportagens do gênero está em pauta e tem seu público, porém ainda levanta questionamentos. “O jornalismo literário também não foi considerado jornalismo e com o decorrer do tempo, consolidou-se. O mesmo acontece com o jornalismo em quadrinhos. Ambos são meios de comunicar. E, como mais uma forma de jornalismo, deve priorizar a apuração e a melhor maneira de repassar as informações aos leitores”, explicou De Maio.
Objetividade e ‘bolhas’
Como, então, fazer jornalismo em quadrinhos hoje? Carol Ito também destacou a apuração: “Discutimos muito sobre objetividade nos dias atuais, sobre a ética e a estética, as ideologias, o próprio conceito de pós-verdade. Isso mudou no decorrer dos anos, porque nosso mundo também mudou e nós mesmos. Quando falamos de desenho, vai muito da subjetividade do artista. Não acredito que deva ser cobrada uma objetividade, mas a busca pela checagem e como o leitor, ao bater os olhos no quadrinho, entenderá a notícia”, completou a repórter, que atua na revista TRIP, e faz algumas de suas matérias nesse formato.
Já Helô D’ Angelo contou que ainda existe uma resistência em dar credibilidade a reportagem em quadrinhos: “Em Jornalismo, usamos o termo double check para checarmos mais de uma vez a informação. No jornalismo em quadrinhos, vai além, porque antes é feito o story board, disposição dos quadros, balões, falas e tudo é chegado várias vezes. Mesmo durante do Trabalho de Conclusão de Curso que fiz sobre aborto, tive muita resistência por parte dos professores. É uma batalha constante, em especial, quando se é freelancer e precisamos vender que essa é também comunicação e disseminação de conteúdo”, ressaltou.
Com o boom das mídias sociais, esse território tornou-se fértil para a exposição de trabalhos, amadores e profissionais. No afã do imediatismo, não raro se deparar com um sem-fim de charges, memes e quadrinhos, muitas vezes fruto das famosas fake news. Como, então, fugir das chamadas ‘bolhas’?
Andrício de Souza levantou o tema aos presentes: “Acho que tudo é ainda muito novo em relação às redes sociais e ficamos presos nessas ‘bolhas’, procurando o que mais nos agradam, e, enquanto isso, trabalhamos para essas empresas de tecnologia de graça. Não sei se temos como sair desse ciclo, mas podemos recorrer a outros meios, como o impresso e os próprios sites. Sim, também caímos em outras bolhas, mas não ficamos presos a somente um tipo”, frisou Andrício, que realizou trabalhos para a revista piauí.
O bate-papo fez parte da série de debates, cursos e atividades pertencentes à megaexposição “Quadrinhos”, que fica no MIS até o final de março de 2019.
* Keli Vasconcelos (SP) é jornalista freelancer, fotógrafa amadora, arrisca-se no desenho e na poesia. Mais pelo Twitter, LinkedIn, YouTube e Tumblr
Confira mais fotos da exposição e do bate-papo

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Essa ficou legal. #quadrinhosnomis #mis_sp (em Museu da Imagem e do Som - MIS SP) https://www.instagram.com/p/BsgbVZHggfL/?utm_source=ig_tumblr_share&igshid=q92pfyvuufz8
Akira. #mis_sp #quadrinhosnomis (em Museu da Imagem e do Som - MIS SP) https://www.instagram.com/p/BsgYTsUAXXI/?utm_source=ig_tumblr_share&igshid=gleghl4asrw
Quadrinhos no #museuimagemesom. Adorei. #quadrinhos #quadrinhosnomis (em Museu da Imagem e do Som - MIS SP) https://www.instagram.com/p/BsbiXF5AwsK/?utm_source=ig_tumblr_share&igshid=nrsbqovz40je