Para poder pregar o Evangelho plenamente, deve haver
uma claríssima descrição da pessoa de Cristo; e nós prega-
mos a Cristo como Deus; não um homem convertido em
Deus, não um Deus rebaixado ao nível de homem, não al-
guém entre um homem e um Deus, mas “Deus verdadeiro
de Deus verdadeiro,” um com seu Pai em todos os atribu-
tos: eterno, que não tem começo de dias, nem fim de vida;
onipresente, enchendo todo o espaço; onipotente, tendo to-
do o poder no céu e na terra; onisciente, sabendo todas as
coisas desde a eternidade; o grandioso Criador, Preserva-
dor, e Juiz de tudo, em todas as coisas, a mesma e expressa
imagem do Deus invisível. Se erramos em relação à Deida-
de de Cristo, erramos em tudo. O Evangelho que não reve-
la o Salvador Divino, não é absolutamente um Evangelho. É
-ProjetoSpurgeon-pregamos a Cristo crucificado