Nesta aula, conversamos um pouco sobre o Pacto do Ensino Médio, com a professora convidada, Danusa Mansur, que é a coordenadora do Pacto EM/UFRGS.
Eu, leiga no assunto, acabei encontrando mais informações pela internet mesmo, pois devido a correria do trabalho, não consegui acessar o que teríamos para a aula de hoje, e acabei por ficar perdida no assunto. Sei que é dever do estudante, ficar por dentro desses assuntos sobre a escola e professores que nos interessam, porém, como não tenho experiência em sala de aula, por enquanto apenas estudando mesmo, acabei me sentindo um E.T. e um pouco culpada por não saber e procurar mais sobre o tal Pacto do Ensino Médio antes. Abaixo, o que encontrei pela internet (no site Portal Brasil do Governo Federal), junto do que anotei em sala de aula:
O Pacto para o Ensino Médio é um proposta do MEC para a construção de uma política nacional para o ensino médio. Através dele, o Ministério da Educação e as secretarias estaduais e distrital de educação assumem o compromisso pela valorização da formação continuada dos professores e coordenadores pedagógicos que atuam no ensino médio público, nas áreas rurais e urbanas. Para que se concretize, o pacto depende da adesão das secretarias estaduais, de universidades públicas e dos professores do ensino médio.
O número de matriculados para o Ensino Médio é bem inferior certamente, ao ensino fundamental, pois atinge principalmente a camada mais pobre da sociedade, onde muitos deixam de estudar para trabalhar, ou então ter filhos, ou outros fatores. Mas apesar disso, segundo a convidada, houve um crescimento significativo nos últimos tempos do número de matrículas. Conforme dados do censo escolar, o Brasil tem 495,6 mil docentes do Ensino Médio, que lecionam em 20 mil escolas públicas. Os 26 estados e o Distrito Federal aderiram ao pacto e agora é a vez da adesão dos professores.
Todos os educadores – das instituições de ensino superior, das secretarias de educação e os professores cursistas – que fazem parte do pacto receberão bolsas mensais durante todo o período de formação. As bolsas, que serão pagas pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), se dividem em sete tipos, conforme as atribuições dos educadores: R$ 2 mil para o coordenador-geral da instituição de ensino superior; R$ 1,4 mil para o coordenador-adjunto da instituição de ensino superior; R$ 1,2 mil para o supervisor; R$ 1,1 mil para o formador da instituição de ensino superior; R$ 1,1 mil para o professor formador regional do pacto nos estados e Distrito Federal; R$ 765 para o orientador de estudo; R$ 200 para o professor cursista e para o coordenador pedagógico.
Aqui no RS, a UFRGS, a UNIPAMPA e a Universidade da Fronteira do Sul são as universidades que foram escolhidas pelo Ministério da Educação para ministrarem os cursos de qualificação que serão oferecidos para os professores de escolas públicas.
Pude acessar através do Moodle, o curso em que Danusa coordena pela UFRGS e fiquei bastante interessada no material e gostaria de saber como está sendo, como está funcionando (quando ocorrem as aulas e onde), e se está tendo uma boa adesão/aceitação/rendimento por parte dos professores. Uma pena que não visualizei o material antes, pois realmente fiquei bem por fora do assunto e assim poderia fazer estas perguntas pessoalmente. Vi que dentro do curso tem filmes interessantes como "A educação proibida" e até mesmo a música clássica do Pink Floyd, "The Wall", que me deixaram curiosas a respeito de qual tipo de proposta irão usá-los.
Se algum colega puder me ajudar nas questões acima, ficarei imensamente grata, pois acabei "dormindo no ponto".