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PPRA - Programa de Prevenção de Riscos Ambientais. O PPRA foi criado com base na norma regulamentadora NR 9 - Programa de Prevenção de Riscos Ambientais. . . Leia mais: https://bit.ly/2VHgdjb . . #nr #nr9 #norma #normaregulamentadora #nr12 #ppra #pcmso #ltcat #nr18 #nr10 #nr18 #segurança #seguranca #saudeeseguranca #saúdeesegurança #segurançadotrabalho #segurancadotrabalho #saude #saúde #medicinadotrabalho #riscosambientais #risco #acidentedetrabalho #i9consultoria #i9treinamentos #i9ce https://www.instagram.com/p/BxhtDbhAHdQ/?igshid=uxdmbhwiew7g
Cansaço mental: por que precisamos respeitar os sinais de estresse da nossa mente
Cansaço mental: por que precisamos respeitar os sinais de estresse da nossa mente
Um dos grandes mistĂŠrios da psicologia â e da vida adulta moderna â ĂŠ entender como um trabalho que se restringe a passar horas sentado na frente de uma tela pode ser tĂŁo cansativo. E sim, grande parte das pessoas que passam o dia mexendo pequenos mĂşsculos dos dedos e digitando em frente ao computador chegam em casa exaustas, simplesmente desejando ser engolidas pelo sofĂĄ. Mas o que causa a fadiga mental? Apesar de nĂŁo ter uma resposta exata para essa pergunta, o nosso corpo ĂŠ capaz de mandar alguns sinais â e ĂŠ importante que saibamos captĂĄ-los. A fadiga mental ĂŠ um processo de desgaste. Esse processo ocorre em função do estresse e do excesso de informaçþes que o nosso cĂŠrebro recebe, principalmente. Em tempos de redes sociais, notificaçþes e multi-telas, o ser humano vive soterrado de informaçþes que invadem os sentidos diariamente, e nem sempre sĂŁo informaçþes imprescindĂveis. âMesmo que nĂŁo sejam importantes, essas informaçþes desgastam a nossa atenção porque temos que lidar com vĂĄrios estĂmulos diĂĄrios. EntĂŁo, ĂŠ notĂłrio o aumento de casos de estresse e transtornos de ansiedade em função do modo de vida que o ser humano estĂĄ tendo, sempre sobrecarregadoâ, explica a Luciana Tisser, psicĂłloga e especialista em neurociĂŞncia, em entrevista ao HuffPost Brasil. Uma hipĂłtese ĂŠ a de que esse processo de desgaste estĂĄ ligado, sobretudo, ao nosso estoque de energia mental. Ao longo do dia, nos baseamos em um limite de recursos que nos fazem ter o que chamamos de âforça de vontadeâ e âautocontroleâ. Ou seja, disponibilizamos determinada energia para realizar nossas tarefas e metas. Quando esgotamos esse recurso, nos sentimos cansados. Mas, de acordo com pesquisas, os psicĂłlogo nĂŁo estĂŁo tĂŁo seguros de que esse esgotamento de energia mental estĂĄ somente ligado ao nosso autocontrole. Por exemplo, o resultado de um estudo revelou que um cĂŠrebro focado e trabalhando para resolver um problema de matemĂĄtica gasta praticamente o mesmo nĂvel de energia que o cĂŠrebro em repouso. Ă um contingente muito menor do que o que gastamos para manter o nosso coração e outros ĂłrgĂŁos em funcionamento. Se temos energia disponĂvel para realizarmos as tarefas, porque nos sentimos tĂŁo exaustos no fim do dia? A resposta pode estar na tensĂŁo que ĂŠ criada quando perdemos interesse ou nĂŁo estamos motivados o suficiente para realizar as atividades. Em agosto, pesquisadores ingleses publicaram o artigo Por que o trabalho causa fadiga? Uma investigação em tempo real da fadiga e determinantes da fadiga em enfermeiros que trabalham em turnos de 12 horas (em tradução livre) em que analisaram a rotina de mais de 100 enfermeiras. O principal ponto do estudo foi: o cansaço fĂsico nem sempre era visto como um problema para as profissionais, mas, as enfermeiras que estavam menos propensas a se sentirem cansada tambĂŠm eram aquelas que se sentiam mais sob controle e recompensadas pelas tarefas. Ou seja, o fator motivação impactou nas percepção delas sobre o cansaço.
Cansaço mental: por que precisamos respeitar os sinais de estresse da nossa mente  O que sentimos quando estamos mentalmente exaustos? âĂ como se o nosso cĂŠrebro tivesse um limite e esse limite nĂŁo estivesse sendo respeitadoâ, explica Luciana Tisser. E aqui entra outro fator importante: a regulação do nosso sistema nervoso central ĂŠ feita atravĂŠs do nosso sono. Nossos hormĂ´nios, inclusive o cortisol, que ĂŠ o hormĂ´nio do estresse, sĂŁo controlados enquanto nĂłs dormimos. Mas o ser humano estĂĄ cada vez com menos horas de sono e mais tarefas, e parece que nĂŁo respeitamos nem mesmo o relĂłgio biolĂłgico. âA gente tem o ritmo circadiano, que ĂŠ a prĂŠ-orientação do nosso corpo para cumprir os horĂĄrios, como o adormecer. Quando começa a escurecer, o nosso corpo produz melatonina e vamos entrando em um processo de relaxamento para dormir. Mas o que a gente faz? Trabalhamos atĂŠ tarde, no computador e no celular, e a luminosidade dessas telas ĂŠ extremamente nociva, porque vai de encontro com o que o corpo estĂĄ pedindoâ, argumenta a psicĂłloga. A especialista explica que ĂŠ extremamente importante respeitar a fadiga mental e os sinais de estresse que o corpo oferece. Esses sinais podem ser percebidos em 3 etapas: o nĂvel de alerta, o de manutenção/resistĂŞncia e o de exaustĂŁo. No nĂvel de alerta ĂŠ como se o corpo dissesse: âopa, alguma coisa nĂŁo estĂĄ bemâ. O estado de resistĂŞncia ĂŠ exatamente quando a gente ignora esses sinais e diz que precisamos continuar em alerta a qualquer custo. A exaustĂŁo ĂŠ quando a gente simplesmente entrega os pontos porque realmente a gente nĂŁo dĂĄ mais conta. âO corpo mostrou os sinais, mas o indivĂduo nĂŁo deu atenção. Inclusive, nesses processos a depressĂŁo pode ser desencadeada. E ĂŠ uma depressĂŁo leve e silenciosa, mas que ĂŠ tĂŁo nociva quanto outras depressĂľes. Ă um processo em que a gente sĂł se cobra e acha que nĂŁo estĂĄ rendendo tanto, que nĂŁo vamos conseguir e que a gente percebe que existe um custo alto em conseguir dar conta de nossa rotina diĂĄria. As pessoas costumam negligenciar isso e ĂŠ nesse sentido que os processos psicopatolĂłgicos vĂŁo aparecendo, quase sempre em decorrĂŞncia desses primeiros sinaisâ, explica Tisser. Entender sobre o que acaba com a nossa energia mental importa, pois quando estamos mentalmente exaustos, tendemos a estar mais dispersos e descuidados. Ainda, quanto mais aprendermos sobre a fadiga, mais chances temos de construir uma rotina equilibrada e prazerosa â inclusive no trabalho. (Fonte: www.anamt.org.br)  ClĂnica Medicina do Trabalho: Grupo MEDNET â PPRA â PCMSO NR 7 â Programa de Controle MĂŠdico de SaĂşde Ocupacional â CIPA â ComissĂŁo Interna de Prevenção de Acidentes â NR 9 â NR 7 â Exame Admissional    Read the full article
VocĂŞ conhece o PentĂĄgono de ExplosĂŁo de PĂł?Â
 Conheça mais sobre ele, veja sua relevância, e um estudo de caso completo no post abaixo.
 https://www.medzin.com.br/single-post/o-que-e-o-pentagono-de-explosao-de-po
Los gehtâs! #altherren #fuĂball TSV Staffelbach VS Post DV Kickers #Nr9 (hier: TSV Staffelbach)

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Beatriz Ferreyra
In the first place Beatriz Ferreyra is a true hearted and curious researcher in sound. In the 60ties she started working at the GRM, working together with Pierre Schaeffer, Henri Chiarucci and Guy Reibel. By the 70ties she built her own studio, starting with tape machines and ending with the computer. In 2017 her works are lively, spiritual and beautiful pieces that exemplify how composing should be all about imagining new forms of music. Highly recommended: the reissue of old and new work on Editions Megoâs Recollection GRM series.
â by Inge van den Kroonenberg
Henry Andersen
Henry Andersen is a Brussels-based visual artist and composer. Trained as a minimal and reductionist composer under the wings of Peter Ablinger, he moved from music into visual art, writing and sound performances.
His debut vinyl is a recording of the piece âStanzasâ or âthe Law of the Good Neighbour' (K095). On each side, a pair of his friends reads simultaneously from a list of words. The list is an unfinished result of a word game Andersen has been playing for several years. Stanzas⌠seems to be a precise text-sound composition, a liquid and elegant piece of concrete poetry that reveals the individual qualities of the voices and their interpersonal relation.
â Niels Latomme
Johns Lunds
Danish saxophone player Johns Lunds pushes circular breathing and minimalism towards new terrorities. He reinterprets minimalist masterpieces in a dadaesk way, for instance by cutting out notes out of Henning Christiansen pieces and using them as source for visual and literally spiraling scores. The highly recommended LP Johns Lunds plays baritone saxophone is in an immersive take on the 2nd generation of minimalist music, played with the intensity of Joe McPhee, and one of our highlights of 2016.Â
Some facts: Lunds is part of the yoyo oyoy collective and worked together with a.o. Mats Gustafson. We had a conversation with the brutalist saxophone player over Skype, about craftsmanship, history and physicality.
â by Niels Latomme