É uma honra apresentar o calmo Noah Francis, mas, permita-me lhe dizer que o escritor de 29 anos prefere ser tratado como Noah pelos mais Ăntimos. Muitos dizem por aĂ que ele se parece com Penn Badgley, mas, ele prefere ser conhecido como The no one child.
“Eu não preciso do meu pai para nada realmente...Então, por que procurar?”
Noah Francis nunca conheceu seu pai. Ele e sua mĂŁe foram abandonados por Edgar Smith antes mesmo que o garoto viesse ao mundo. Sua mĂŁe sempre tentara montar uma imagem boa sobre Edgar para o pequeno Noah, mas, a verdade Ă© que o garoto nascido no dia vinte e sete de outubro, sempre rejeitaria o pai em sua mente.
Durante toda a infância, enquanto as crianças brincavam pela praça e corriam de um lado a outro se metendo em confusões, Noah sempre esteve em casa, fazendo as tarefas do lar e também as da escola, enquanto sua mãe dava o máximo de si trabalhando como faxineira em uma escola secundária durante o dia e garçonete em um bar durante a noite, afinal, era só ela contra o mundo. Devido a isso, o menino passava grande parte do seu tempo em casa, cuidando para que tudo estivesse em perfeita ordem quando a mãe voltasse para casa, não porque ela ficaria zangada se não estivesse, era apenas a forma dele de tentar ajudar a mãe. Ninguém nunca se preocupou muito em saber como os Francis iam. Olivia, mãe de Noah, era uma forasteira na cidade, seus pais haviam morrido em um incêndio anos antes de ela se mudar para os Hamptons. O único apoio que a mulher encontrou em sua vida veio da tia Julia Francis, que falecera quando Noah tinha uns cinco anos. Sem ter mais familiares, Julia acabou deixando a casa para Olivia e assim, por sorte, ela e seu filho tinham um teto para morar.
Para a sorte de Noah ele sempre fora um rapaz extremamente inteligente, o que lhe possibilitou sempre ter boas notas no colĂ©gio e assim ganhar uma bolsa integral na escola da cidade. Estudava de manha, fazia as tarefas de casa pela tarde e estudava a matĂ©ria dada Ă noite. Apesar dos horários apertados e da pouca disponibilidade de tempo, Noah era uma pessoa extremamente feliz. Quando sua mĂŁe chegava cansada do trabalho, ela ainda arrumava tempo para dar um beijo de boa noite no filho e entĂŁo o pequeno garotinho sentia como se nĂŁo houvesse nada de errado no mundo. Mas, o trabalho de garçonete era difĂcil, assim como o de faxineira, Olivia nĂŁo recebia muito e o fato de Noah estar crescendo significava que ele precisava de coisas novas. Roupas, uma poupança para quando o mesmo fosse para a faculdade, coisas que ela ainda tinha duvidas se poderia pagar. Noah sabia que a mĂŁe se entristecia por ter duvidas se conseguiria dar tudo o que o filho precisava, mas, ele nĂŁo se assustara diante disso. Fora entĂŁo com quinze anos que ele decidira começar a trabalhar. Começara entregando jornais e fazendo bicos em casas, consertando coisas, o que já lhe ajudava um pouco, mas, quando o magnata Jason Cooper lhe oferecera um emprego fixo como Office boy de seu jornal que as coisas mudaram para Noah.
Foi ao ser apresentado ao fabuloso mundo da imprensa que Noah se viu definitivamente encantado. Assim, ele que já gostava de ler e escrever, acabara fascinado por todo aquele novo mundo. NĂŁo que ele tivesse perdido todas as suas responsabilidades, mas, agora Noah podia ver exatamente o que gostaria de fazer pelo resto de sua vida. Ele passou longos anos trabalhando naquele jornal, fora promovido e começara a trabalhar na área de edições, foi com esse dinheiro que o mesmo conseguiu pagar a sua faculdade de inglĂŞs em uma universidade prĂłxima aos Hamptons. Ele ia e voltava todos os dias, fazendo de Olivia a mulher mais orgulhosa do mundo. Logo, lá estava ele, com um pequeno blog que havia criado para fazer criticas sobre os pontos negativos e positivos da cidade, blog esse que ficara famoso com o passar do tempo, chamando inclusive a atenção de seu patrĂŁo. O senhor Cooper, que já possuĂa uma imensa admiração por Noah, ao ver o resultado de todos os esforços do garoto ficou completamente impressionado e assim, resolveu lhe dar uma coluna diária em seu jornal, fazendo com que Noah pudesse finalmente trabalhar naquilo que tanto desejara. Com isso, a vida do Francis melhorou. Ele conseguiu comprar uma casa um pouco maior em um bairro de classe mĂ©dia da cidade, pode fazer com que sua mĂŁe parasse de trabalhar. Agora Noah era um homem e ele cuidaria da sua mĂŁe como ela havia cuidado dele. Â
Noah Ă© o tipo de cara tranquilo, que vocĂŞ poucas vezes conhece. Calmo e educado, Ă© realmente difĂcil achar alguĂ©m que nĂŁo goste dele. Exibe sempre um tom de voz baixo e civilizado, mesmo que vocĂŞ grite demais com ele. É o tipo sempre disposto a ensinar e tambĂ©m a aprender. AlĂ©m disso, Noah possui tambĂ©m um jeito encantador e cordial, o tipo que faria qualquer mulher se derreter por ele. Tem um toque de cavalheirismo clássico, o rapaz que abre a porta para que as mulheres passem. AlĂ©m disso, Ă© bastante respeitador e civilizado, aprendera como tratar as pessoas com sua mĂŁe. Nunca faz algo que nĂŁo gostaria que fosse feito para ele e tenta manter a calma em todas as situações, ou pelo menos parecer calmo em todas elas.















