[ shower ] auseon
nsfw starters; fifty reasons to have sex.
Diferentemente dos outros momentos, quando Austin tinha sua menina enrolada em seu mindinho, totalmente submissa aos seus comandos, agora pareciam equiparados. Os corpos expostos, a pele macia de Suyeon resvalando sobre a própria, mostrava que até nisso não tinham diferenças: embaixo da água abundante, do chuveiro não pertencente, não se atracavam de forma animalesca. E se fosse para ser sincero, nem sequer seus sorrisos pingavam malícia — não, era carinho, pertencimento e até sorte.
Era muita, muita sorte.
“You know what I love about this?” Sequer teve chance de responder, ou vontade, realmente, porque sua boca se ocupava de roubar selares, uma série deles, calando os possíveis barulhinhos que pudessem ressoar de sua Suyeon. Corpo com corpo, pele tocando pele, resvalares incrivelmente dóceis e até castos. Austin sequer tinha palavras para descrever a forma adolescente que seu coração pulava no peito.
A água quente acelerava e acalmava seus fazeres. Tensionava seu corpo, e relaxava, porque tinha as mãos pequeninas correndo-lhe o corpo fazendo esquecer do local. A cada deslizar das unhas finas, cada vez que a tez alva resvalava na sua, Austin se via perdido. Entregue. “I love…” Uma de suas mãos foi para os cabelos escuros, a outra na cintura fina. Logo a fez andar até as lajotas frias, encostando as costas pequeninas contra a parede. De pé, o sorriso que tinha no rosto era para a Song. Tudo era.
Uma vez de joelhos, com os pingos de água agora correndo-lhe as costas e os cabelos enegrecidos, suas palmas corriam a cintura e as pernas bonitas, deixando seu olhar preso nela. Na proximidade, na atenção que tinha ao guiar a perna feminina para seu ombro. “I love those little noises you make.” E não era mentira. Estava embalado pelos pequenos arfares, pelo jeito adorável que Suyeon reagia aos fazeres amorosos. Para findar suas palavras, mordeu de levinho o interior da coxa branquinha, raspando os dentes na região. “And the little smile you have on your face.” Essas palavras vieram ao encontro da pele dela, ao passo que Austin deixava uma trilha de beijos úmidos na pele já molhada. O primeiro encostar de seus lábios na lascividade cálida veio com um selar quase casto.
“I also love how mine you are.” Continuou ao passo que sua língua deslizava ali, segurando com força o quadril torneado. Não a deixaria se afastar por nada. “And how lucky I am. Lucky, lucky me.” Tudo era reverberado contra ela, aqueles sussurros. Austin tomava seu tempo, sem pressa. Hoje, especialmente hoje, não tinha sequer um pedacinho dele que se apressava.













