Siblings and Alcohol || Chris Evans
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N.Âș de palavras: 3339 palavras
Imagine gingantesco espero que gostem. A ideia para este imagine veio depois de escrever outro sobre o Chris!
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Atendo o interfone da minha casa revelando que a minha irmĂŁ Sasha estava no portĂŁo. Abro-o deixando ela entrar com o seu carro e vou ter com ela.
â NĂŁo sabia que me visitavas hoje. â Brinco apoiada na porta do seu carro.
â Desculpa maninha, mas nĂŁo sei se te lembras, mas hoje Ă© a festa que te falei. â Ela sai do carro com um lindo vestido cinza que lhe dava um pouco acima dos joelhos e de saltos altos.
â Sim, nĂŁo me esqueci. Queres que te leve atĂ© lĂĄ? â Pergunto.
â NĂŁo, eu apanho um tĂĄxi como combinado. Depois venho buscar o carro mais tarde. â Sasha tranca o carro e entrega-me as chaves. â Para evitar problemas.
â Sim, nĂŁo queremos que certas coisas voltem a acontecer. â Ela interrompe-me.
â Isso foi sĂł uma vez... â Ela tenta argumentar.
â Claro, de qualquer das maneiras, amanhĂŁ nĂŁo trabalho se precisares de alguma coisa liga-me e tem cuidado.
â Amy, eu Ă© que sou a irmĂŁ mais velha, eu Ă© que te tenho que dizer essas coisas. â Ela ri fazendo-me juntar a ela.
Falamos mais um pouco enquanto ela espera o tåxi e assim que ele chega, ela entra e vai para a festa que não ficava muito longe daqui. Volto para dentro e tomo um banho relaxante, vestindo em seguida um pijama que consistia em uma camisola de alças rosa-claro e um short bem curtinho cinzento. Distraio-me, depois com uma serie o resto da noite.
Acabo adormecendo no sofå e olho as horas. Eram 3 da manhã, vejo se tenho alguma chamada ou mensagem de Sasha. Até agora ela não me disse mais nada. Apago a TV e vou para o meu quarto.
Quando estou prestes a adormecer ouço uns gritos vindo da rua e a minha campainha começa a tocar freneticamente segundos depois. Como não respondo a pessoa começa a gritar o meu nome e logo apercebo-me que era Sasha.
â Meu deus Sasha. â Levanto-me rapidamente da cama e abro o portĂŁo da rua abrindo a porta de minha casa logo em seguida.
Ă quando vejo Sasha e mais um homem cambaleando completamente bĂȘbedos. O homem era alto de cabelo loiro bem aparado juntamente com a sua barba. Ele vestia um fato cinza que combinava com o vestido de minha irmĂŁ.
â Maninha, este Ă© o Scott, Scott Ă© a minha maninha Amy, falei-te dela. â Sasha fala abraçando-me.
â OlĂĄ maninha da Sasha e meu deus Ă©s tĂŁo bonitinha. â Ele agarra nas minhas bochechas.
â OlĂĄ. Sasha quem Ă© ele? â Pergunto visivelmente preocupada em deixar um homem totalmente estranho na minha casa.
â JĂĄ te disse, Ă© o Scott, ele Ă© amigo de um amigo que trabalha comigo. â Ela fala apoiando-se na parede da entrada.
â Amigo? Que modesta. Peguei um deles uma vez. Eu estava na cidade e acabei sendo convidado para esta festa. â Ele fala fazendo-me largar um pequeno riso e logo me apercebendo que isto vai ser uma longa noite.
Levo-os para dentro de casa, Scott deita-se no meu sofå e Sasha começa a vasculhar os meus armårios.
â O que procuras Sasha? â Falo virando a minha atenção para ela.
â Ă procura de bebida. â Ela diz descaradamente.
â Tens ĂĄgua no frigorifico e sumo, fora isso nĂŁo bebes mais nada. â Falo impondo-me para que ela nĂŁo me desobedeça.
Cuidar de adulto bĂȘbedo Ă© igual a cuidar de criança pequena, mal sabem andar, podem vomitar a qualquer momento e os seu humor pode ir do 8 ao 80 em questĂŁo de segundos.
â Amyyyyy. â Ouço Scott chamar e vou atĂ© ele tirando a minha atenção de Sasha.
â Sim Scott. â Falo preocupada.
â Toma. â Ele entrega-me o seu telemĂłvel. â Podes ligar ao meu irmĂŁo para me vir buscar, ele nĂŁo estĂĄ a fazer nada e sei que ainda deve estar acordado. â Ele fala sĂ©rio e se eu nĂŁo o visse antes juraria que estava sĂłbrio.
â EstĂĄ bem, como Ă© que ele se chama? â Pergunto um pouco nervosa.
Sasha pĂ”e mĂșsica nas colunas de som com o meu computador que estava perto. Procuro rapidamente o nĂșmero e logo encontro, ligo-lhe e ele atende logo em seguida.
â OlĂĄ, por chance este Ă© o Chris, o irmĂŁo do Scott? â Pergunto porque ele tinha muitos contactos com o mesmo nome.
â Sim sou. Aconteceu alguma coisa? â Ele fala e sinto um tom de preocupação da sua voz.
â EstĂĄ tudo bem, mas resumindo o que aconteceu, a minha irmĂŁ conheceu o teu irmĂŁo numa festa e eles acabaram os dois bĂȘbedos Ă minha porta. â Afasto-me um pouco de Scott que cantava Taylor Swift com a minha irmĂŁ aos berros. â Vou te ser sincera eu mal consigo tomar conta da minha irmĂŁ quando ela estĂĄ bĂȘbeda imagina tomar conta dela e de mais um homem que Ă© literalmente quase o dobro de mim. Podias vir-me ajudar? â Quase que imploro.
â CHRIS. â Scott grita no fundo. â VEM LOGO DESGRAĂA.
â Claro, manda-me a morada.
â Sim, mando por mensagem. Obrigada.
Desligo a chamada e envio a morada ao qual ele me responde que chegava em 5 minutos.
â ELE VEM A CAMINHO. â Grito por cima do som da mĂșsica, baixando-a em seguida
Respiro fundo e vou rapidamente passar um pouco de ĂĄgua pela cara para acordar pois a noite ia ser longa. Enquanto isso Sasha tinha voltado a meter a mĂșsica alta.
â SASHA EU TENHO VIZINHOS BAIXA ESSA MERDA! â Grito e ela parece obedecer.
Como prometido Chris chega pouco tempo depois. Abro o portĂŁo e deixo a porta de minha casa aberta para ele entrar enquanto vigiava Sasha na sua procura de mais ĂĄlcool depois de deixar a mĂșsica de parte.
â Posso entrar? â Ouço a voz parecida com a da chamada.
â SIM! â Grito. â O MEU DEUS SASHA, LARGA ISSO. â Grito novamente quando vejo que Sasha com uma taça de cristal prenda dos meus pais quando me mudei para esta casa.
Nem eu nem Sasha goståvamos daquela taça, mas para não dececionar os meus pais, metia-a em exposição quando eles aqui apareciam.
â NĂO. â Sasha grita de volta rindo-se enquanto corria com a taça na cabeça como se fosse um chapĂ©u.
â SASHA. â Chamo por seu nome e sigo-a atĂ© Ă sala onde ela para de repente.
à quando vejo um homem alto, bem estruturado de cabelo loiro e barba bem aparada a tirar a taça da cabeça da minha irmã e pouså-la em cima de uma comoda perto.
â Presumo que sejas o Chris. â Falo aproximando-me dele.
â Sim, nĂŁo apanhei o seu nome. â Ele estende a sua mĂŁo para me cumprimentar.
â Sem formalidade, o meu nome Ă© Amy e obrigada por vires. â Correspondo ao seu aperto de mĂŁo perdendo-me por breves segundos nos seus olhos azuis.
â Ora essa. Scott vamos. â Chris fala e Scott apenas lhe responde com um enorme ressono.
â Ele adormeceu? Como eu queria que a minha tambĂ©m fosse assim. â Suspiro.
â Por vezes nĂŁo sei se Ă© bĂȘnção ou maldição ele fazer isto. â Ele fala passando a mĂŁo pela cabeça e eu dou uma leve risada.
â Sasha, linda, meu amor. â Falo quando vejo que Sasha continuava perdida de seus pensamentos focada em Chris e ela parece acordar quando falo com ela.
â Quem Ă© o deus grego? â Ela fala finalmente fazendo-me ficar extremamente envergonhada.
â Ă o Chris, irmĂŁo do Scott. â Falo aproximando-me dela que senta-se nas costas do sofĂĄ.
â Scott! Porque nĂŁo me disseste que o teu irmĂŁo era tĂŁo gato? â Ela fala e eu apenas suspiro.
Bem depois disto nĂŁo hĂĄ como piorar.
â Sasha limites. Desculpa Chris. â Tento tirar a sua atenção dele.
â Chris? Espera eu conheço-te. â Ela levanta-se e aponta-lhe o dedo.
â Sasha tu conheces toda a gente. â Tento amenizar.
â O meu deus, tu Ă©s o Chris Evans. Amy, Ă© o Chris Evans. â Ela tenta-se aproximar dele mais eu impeço-a.
â Sasha quieta. â Falo como se ela fosse um cachorrinho.
â NĂŁo Amy, Ă© mesmo ele. â Ela continua.
â Sim e eu sou Amy Adams. Sasha, amor Ă© a bebida. Vamos. â Encaminho ela para a casa de banho do meu quarto e volto para Chris.
â Peço imensa desculpa. â Falo num suspiro.
â Ela nĂŁo estĂĄ errada, eu sou... â Ele começa, mas logo interrompo.
â Eu sei, eu reconheci o teu irmĂŁo. E o teu contacto no telemĂłvel dele Ă© Chris Evans, uma pessoa apenas junta os pontinhos. â Dou um leve sorriso. â Podemos dizer que a minha irmĂŁ gosta do teu trabalho.
â E tu? â Ele pergunta deixando-me confusa. Pergunta bĂĄsica, mas jĂĄ era bem tarde.
â E eu o quĂȘ? â Devo parecer uma idiota.
â TambĂ©m gostas do meu trabalho? â Ele pergunta descarado.
â Podemos dizer que sim. â Deixo um pequeno sorriso forma-se no meu rosto novamente.
â Muito bem. â Chris responde devolvendo-me um sorriso.
â Como queres fazer com Scott? Se quiserem ficar no quarto de hĂłspedes...
â Pois, nĂłs estamos num hotel aqui perto. â Ele faz uma pequena pausa, penso que pensando no que faria a seguir. â Duvido conseguir levĂĄ-lo assim. Ele agora nĂŁo acorda mais. â Chris suspira.
â O quarto Ă© a primeira porta Ă direita e a porta a seguir a essa Ă© uma casa de banho. Se quiseres roupa para dormir, pode ser que tenha ai algo para os dois.
â Obrigada Amy. Vamos lĂĄ Scott. â Ele aproxima-se de Scott que continuava a dormir.
â Eu vou sĂł ver se a Sasha, entretanto, nĂŁo me destruiu o quarto.
Deixo Chris para trås e abro a porta do quarto de hospedes para ser mais fåcil ele entrar e vou para o meu ver o ponto de situação com Sasha.
Depois de alguma luta, consigo que ela se banhe e vista um pijama. Sasha deita-se na cama capotando em seguida. Aproveito e vou dar a roupa prometida a Chris e Scott. Bato Ă porta.
â Posso entrar? â Pergunto abrindo a porta.
â Sim. â Chris responde.
Entro e vejo que Scott jå estava deitado na cama só de t-shirt, boxers e meias. Vou até a uma comoda onde tiro dois duas t-shirts brancas cada uma estampada com um coisa diferente e dois calçÔes pelo joelho de pijama.
â Aqui estĂĄ. â Entrego a roupa e olho o corpo de Chris, tirando-lhe as medidas. â Tenho quase certeza que cabe.
â Obrigada. â Ele ri e pega na roupa.
â AtĂ© amanhĂŁ. â Falo e saio do quarto juntando-me a Sasha.
Deitei-me eram 4 da manhĂŁ, mas o meu sossego nĂŁo durou muito, pois Sasha nĂŁo parava de se mexer. Era completamente impossĂvel dormir na mesma cama que ela. Um movimento sĂșbito de Sasha faz-me cair no chĂŁo.
â Chega. â Falo frustrada.
Olho as horas, eram 4:45 da manhĂŁ, pego na minha almofada e num cobertor dirigindo-me ao meu querido sofĂĄ da sala. Caminho no escuro e jogo a minha almofada e cobertor para cima do sofĂĄ.
â Tu tambĂ©m? â Ouço uma voz assuntando-me e ligo a luz no mesmo segundo.
â QUE SUSTO. Queres-me matar do coração? â Falo acalmando a minha respiração.
â Desculpa nĂŁo era a minha intenção. â Ele senta-se no sofĂĄ dando espaço para eu me sentar do seu lado.
â NĂŁo consegues dormir? â Chris olha-me e eu deito o meu corpo para trĂĄs passando as mĂŁos nos olhos tentando permanecer desperta.
â A Sasha nĂŁo para de se mexer. â Falo agora enterrando a cabeça na minha almofada para conter a raiva. â Eu sĂł quero dormir. â Choramingo um pouco e sinto a mĂŁo de Chris a fazer-me carinhos nas minhas costas, consolando-me â E tu? Qual Ă© a tua desculpa? â Olho-o.
â Por alguma razĂŁo, o Scott quando adormece bĂȘbedo ressona imenso. Eu nĂŁo durei 10 minutos. â Ele ri fazendo-me ri por reflexo.
â Eles estĂŁo bem um para o outro. â Falo e respiro fundo.
â Eu posso dormir no chĂŁo se... â Chris oferece-se, mas nĂŁo o deixo terminar.
â NĂŁo Ă© preciso, o sofĂĄ abre. HĂĄ espaço suficiente para os dois. â Falo levantando-me e Chris segue-me.
Abrimos o sofĂĄ que se forma numa confortĂĄvel cama de casal, grande o suficiente para caber 3 pessoas.
â Vejo que a roupa ficou bem. â Falo sem pensar.
â Sim, perfeita. Como...
â A roupa Ă© do meu ex, e em termos de corpo vocĂȘs sĂŁo parecidos. Calculei que fosse ficar bem. â Explico e vejo a sua expressĂŁo mudar.
â Oh. â Chris fala surpreendido.
â Sim, a diferença tu tens mais bunda. Afinal de contas essa Ă© a bunda da AmĂ©rica. â Brinco lembrando-me de um dos seus papeis.
Chris corresponde com um riso tosco que me faz rir junto. Vou buscar uma colcha que desse para tapar os dois. Apago a luz da sala e ajeito-me no meu canto, enquanto Chris faz o mesmo do seu lado. Adormeço rapidamente devido ao meu nĂvel de cansaço.
Acordo com a claridade do sol, pois as janelas da minha sala eram enormes e eu ainda não tinha arranjado maneira de tapar o sol. Num momento de lucidez apercebo-me que jå não estou mais no meu canto e sinto uma respiração de quente no meu pescoço, assim como uma mão na minha cintura. Tento me mexer e é quando me lembro que ontem acabei partilhando o sofå com Chris. O meu deus, eu estou de conchinha com o Chris Evans.
Tiro a sua mĂŁo da minha cintura e chego-me para o meu canto sem fazer movimentos bruscos. NĂŁo o quero acordar. Levanto-me lentamente e vou fazer as minhas higienes. Quando volto Chris jĂĄ estava acordado.
â Bom dia, raio de sol! â Brinco voltando a deitar-me
â Bom dia. â Ele fala ainda roco esboçando um pequeno sorriso de lado enquanto me cobria com a colcha.
â Dormiste bem? â Aconchego-me na colcha e viro a minha atenção para Chris que continuava deitado.
â Que nem um anjinho, apesar de ainda estar extremamente cansada. EntĂŁo o que fazes por cĂĄ? â Pergunto curiosa.
â Vim fazer uma leitura de roteiro, amanhĂŁ Ă© o meu Ășltimo dia cĂĄ, depois volto para Boston. â Ele eleva a sua cabeça com a sua mĂŁo apoiada no sofĂĄ.
â Espero que tenhas gostado de aqui estar, na nossa humilde cidade. â Brinco.
â Adorei. â Chris sorri. â EntĂŁo a noite passado foi para minha lista das noites mais estranhas e sem sentido da minha vida.
â NĂŁo me digas... â Elevo a minha cabeça igual a Chris. â ...que Ă© a primeira vez que a teu irmĂŁo sai para uma festa conhece uma mulher lĂĄ, ambos decidem vamos chatear a irmĂŁ da mulher caindo bĂȘbedos na sua porta de entrada e depois receberes uma chamada, um bocado em pĂąnico da irmĂŁ da mulher a implorar que a venhas acudir, porque ela nĂŁo consegue tomar conta do recado.
â Pois a mim tambĂ©m. â Dou um pequeno riso. â Ela normalmente quando vem para minha casa, depois de uma festa destas, chega sozinha, nĂŁo acompanhada.
Rimos e por alguma razão o momento fica sério onde eu fiquei perdida nos seus profundos olhos azuis.
Sem dar conta estĂĄvamos perigosamente perto, o espaço entre os nossos corpos tinha diminuĂdo e os seus lĂĄbios estavam no meu alcance. NĂŁo eu nĂŁo podia, pensava. Eu nĂŁo me lembro como cheguei lĂĄ, mas em questĂŁo de segundos os nossos lĂĄbios estavam iniciando um beijo lento fazendo o meu corpo arrepiar-se todo.
Chris endireita-se fazendo o meu corpo acompanhar o seu movimento. Ele apoia as suas costas no sofĂĄ ficando sentado e ajuda o meu corpo a ficar no seu colo. Tudo isto sem nunca largarmos os lĂĄbios um do outro.
As minhas mãos estavam no seu rosto acompanhando os nossos movimentos enquanto as dele envolviam o meu corpo ficando depois no meu quadril. Paramos o beijo e apercebo-me que as nossas respiraçÔes estavam ambas ofegantes. Um momento de silencio prevalece e o meu olhar saltava constantemente entre os seus lindos olhos azuis e os seus doces låbios.
Era como se o meu corpo não corresponde-se aos comandos dados pelo meu cérebro e inclino-me para mais um beijo que me é correspondido com um sorriso ladino. Mais uma vez as mãos de Chris viajavam pelas minhas costas aumentando a necessidade do nosso beijo. Mas lembro-me que Sasha e Scott podiam aparecer a qualquer momento.
â NĂŁo... â Falo ofegante.
â Desculpa fiz alguma coisa mal?
â NĂŁo, estava tudo perfeito, mas eles podem aparecer a qualquer momento.
Dou um Ășltimo selinho nos seus lĂĄbios fazendo-o esboçar um pequeno sorriso e saio do seu colo sentando-me do seu lado. Colocamos o sofĂĄ normal e ligo a televisĂŁo, deitando a minha cabeça sobre o ombro de Chris. Ficamos ali cerca de 5 minutos atĂ© Sasha aparecer.
â Amyyy, onde estĂĄs? â Ouço a porta do meu quarto fechar e crio um pouco de distĂąncia entre mim e Chris.
â Preciso de um comprimido para as dores... â Ela fala e o seu olhar cai em Chris. â Eu sabia que nĂŁo era da bebida Amy. OlĂĄ.
â OlĂĄ. â Chris devolve.
â Primeira gaveta a contar do frigorifico. â Falo levantando-me.
â Se o Chris ainda aqui estĂĄ presumo que o Scott tambĂ©m. â Fala num tom baixo.
â Preciso de algo para as dores. â Scott fala baixinho passando casualmente por nĂłs.
â A Sasha estĂĄ ao pĂ© deles. â Digo.
â NĂŁo tens nada a me dizer Sasha? â Olho-a Ă espera de pelo menos um pedido de desculpas.
â Maninha do meu coração, se Ă© um pedido de desculpas que estĂĄs Ă procura, estĂĄs enganada. â Ela fala bebendo ĂĄgua com o comprimido.
â Sasha. â Repreendo-a.
â Amy, o Chris Evans estĂĄ aqui, do que Ă© que tenho que me desculpar? â Sasha fala descarada fazendo-me corar.
â Bom ponto. â Scott fala e Chris olha-o sĂ©rio. â Qual Ă© Chris? NĂŁo ias fazer nada de qualquer das maneiras. E ela faz o teu tipo e tudo, bonita, inteligente e sensual para um diabo.
â Scott! â Chris repreende-o.
â O que foi? Sou gay, nĂŁo cego.
â NĂłs temos que ir embora. â Chris fala e Scott apenas assente.
â JĂĄ tens o nĂșmero dela? â Ele fala ao longe com Chris.
Eles desaparecem ficando apenas eu e Sasha na cozinha.
â Sasha Ă© a Ășltima vez que isto acontece. â Falo sĂ©ria.
â Verdade, para a prĂłxima vens comigo. â Ela fala sem um Ășnico pingo de vergonha na cara.
â SĂł agora que descobriste? â Ela deixa-me sozinha e vai para o meu quarto.
Fico na sala a ver TV e Chris junta-se a mim, jĂĄ completamente vestido com Scott atrĂĄs. Sasha aparece momentos depois.
â VocĂȘs vĂŁo para onde? â Sasha pergunta colocando uns Ăłculos escuros.
â O hotel. â Scott responde.
â Posso vos dar boleia atĂ© ao hotel, fica no caminho. â Sasha fala e ambos concordam.
Despeço-me de Sasha e Scott que vão andando na direção do carro deixando Chris e eu sozinhos. Eu jå não sabia o que dizer e ele também parecia não saber por onde começar.
â Gostei muito de te conhecer. â Falo finalmente e ele solta um leve sorriso.
â Igual e obrigada por tudo. â Chris diz e eu apenas me perco nos seus olhos.
Em outro momento de loucura, partilhado por ambos iniciamos um beijo com vontade. Cada aperto que ele dava na minha cintura fazia o meu corpo arrepiar-se.
â Quando estiveres por perto nĂŁo te esqueças de ligar. â Falo nos seus braços.
â Boston fica apenas a 45 minutos daqui, se quiseres posso visitar-te qualquer dia. â Ele passa com a sua mĂŁo no meu rosto fazendo um carinho.
â Fico Ă espera entĂŁo. â Falo perdendo-me novamente nos seus olhos imensos.
Chris rouba-me um Ășltimo beijo e afasta-se com um sorriso bobo nos lĂĄbios. Vejo eles darem partida e desaparecendo ao longe. Fecho a porta e vou para o meu quarto onde penso na loucura que foi a noite passada e tudo porque Sasha foi a uma festa. Deito-me na minha cama e acabo pegando o sono pensado como seria o meu reencontro com Chris.