"Vocês querem a verdade sobre a minha vida? Okay.
Eu tive 38 encontros,14 encontros as escuras e 7 namorados e nenhum “eu te amo!”.
Com apenas 26 anos mais longos que alguem poderia ter, tive o maior azar no amor. Sempre procurei o meu “felizes para sempre” mas nunca adiantava, a vida é dura, quanto mais você tenta rasga-lá e criar uma nova história, mais ela ficava pior. Quanto mais eu me debatia sobre mim mesma, eu havia descoberto que, não é as rosas que eles me darão nos dias dos namorados, ou um café na cama que aquecerá o meu coração, mas sim, alguns momentos de tranquilidade e conforto no seu coração que eu poderei chamar de casa.
A maior sorte que eu tive em todos esses anos era ficar sozinha (se isso pode se considerar uma sorte). Meus pais sempre tentaram me mimar o quanto podiam, e mesmo que eles me descem as coisas que eu queria eles pareciam se recusar a dar apenas uma: amor.
Para falar a verdade eu nunca experimentei esse sentimento que todo mundo fala. Se apaixonar párese não se encaixar de forma alguma no meu dicionario.
Com apenas indiferença em alguns sentimentos, algumas pessoas me acham cruéis e sem coração, mas a única coisa que posso dizer a elas é: desculpa.
Me desculpe por nunca ter conhecido, nem prova-lo o que vocês chamam de amor.
Afinal, acho que não deveria me sentir tão triste. aliás, sentimentos são feitos de que? amor a primeira vista? um “bom dia”? ou talvez um “até breve”? pessoas sofrem todos os dias, amam todos os dias. Acho que isso é uma sina que só eu vou ter que carregar. Amar nunca foi e nunca será o meu forte…"
- Mary Lenaghen, Um Café e um amor... Quentes por favor!










