( ... ) a destra jĂĄ tinha se enfiado pelas roupas do outro para que pudesse lhe masturbar diretamente, o meio abraço permanecia pelos ombros alheios com o braço livre, por trĂĄs, desde que haviam entrado naquele elevador que agora estava em um breu extremo devido a falta de energia causada provavelmente pela chuva fora do prĂ©dio. tinha perdido a conta de quantos minutos estavam esperando, arthur sĂł sabia o quĂŁo tedioso estava sendo permanecer naquele cubĂculo em silĂȘncio torturante; precisava se distrair, se divertir com o que fosse, e por isso junho era a vĂtima de suas provocaçÔes - mesmo que soubesse o quĂŁo perigoso era tocĂĄ-lo em um elevador onde nĂŁo estavam sozinhos, mas nĂŁo poderia se importar menos. nĂŁo que fosse novidade. a mĂŁo subia e descia em um vai e vem lento pelo pau teso, o polegar fazia movimentos circulares pela glande ao pressionĂĄ-la, os lĂĄbios eram roçados pelo pescoço tĂŁo prĂłximo e logo os dentes aprisionavam o lĂłbulo da orelha.â âââ diz pra mim o que vocĂȘ quer que eu faça. â sussurrou, quase inaudĂvel, e quando ouviu a resposta tĂŁo baixa quanto, o franco-coreano sequer precisou esperar para fincar os dentes afiados na pele macia do pescoço antes acariciado.