A gramática do acaso - Parte III
Respirei fundo e toquei a campainha. Não demorou muito para que ele me atendesse; parecia que estava de plantão na porta. Ele me cumprimentou com um aperto de mão e me indicou a mesa próxima ao sofá; ela era quadrada e tinha quatro cadeiras em sua volta. Passei por ele e pude sentir o seu perfume; era delicioso e, ao mesmo tempo, me fazia querer sentir os outros cheiros de seu corpo, principalmente de sua pele.
Sentamos então na mesa, ele perguntou como eu estava e fez algumas perguntas sobre o trabalho. Então, enquanto eu continuava digitando os pontos que discutimos, ele ia corrigindo o que eu já tinha de pronto. Acredito que haviam se passado uns quarenta minutos desde que nos concentramos. O silêncio foi quebrado pelo barulho do seu copo de café caindo no chão.
— Me desculpa, Ana, sou muito desastrado. Ainda bem que é um copo de café de papel. — Ele riu sem graça.
— Não se preocupe, vou fingir que nada aconteceu, afinal estou muito empolgada com as ideias, vou continuar digitando. Precisa de ajuda, talvez?
— Não, vou buscar um pano e limpo essa bagunça.
E assim ele fez, dirigiu-se para os fundos, provavelmente sua lavanderia, e eu decidi voltar para meu mundo de escrita. Sim, as ideias dele foram tão incríveis que eu estava devorando aquele momento de escrita; nunca digitei tão rápido quanto naquele dia. Eu estava tão concentrada que não percebi quando Arthur voltou, mas ele me fez arrepiar com um beijo na coxa. Sim, eu não ouvi nem percebi nada, só senti meu corpo reagir ao seu estímulo.
— Ana, eu posso parar por aqui. Me desculpe se fui evasivo de alguma forma. — Ele me olhou por baixo da mesa e apresentava um olhar preocupado, mas era notável que seu corpo não queria ouvir um não, assim como o meu.
Eu não respondi nada, apenas afastei minhas pernas. Eu vestia uma saia e, claro, como eu o queria, minha lingerie de renda daria esta resposta. Ele sorriu, mas era um sorriso de tesão. E de onde ele me beijou, próximo ao joelho até minha virilha, ele lambeu a minha perna sem tirar o olho de mim. Em resposta, desci o meu quadril até próximo à ponta da cadeira para facilitar seu trabalho. Ele afastou minha calcinha delicadamente e, sim, me chupou com toda a vontade que ele tinha. Eu já estava molhada antes, mas só de sentir aquele homem entre minhas pernas, me fez ficar mais ainda.
Ele parou por um instante, passou dois dedos perto de onde ele estava chupando e pude ver seus dedos super molhados; ele nem precisou molhá-los com a boca. E então os colocou dentro de mim e voltou a me chupar. Eu estava delirando de prazer, agarrei seus cabelos e soltei um gemido alto, falando seu nome.
Chegou o dia do “encontro” com Ana, que na verdade era apenas uma reunião do TCC. Comecei a me arrumar, peguei a roupa mais confortável e passei um perfume qualquer. Não demorou muito até que a companhia tocasse; por sorte, eu estava bem próximo e rapidamente a abri, pegando-a de surpresa. Estendi minha mão para cumprimentá-la; não pude deixar de notar o quão linda ela estava e o quão curta sua saia era. A convidei para entrar e indiquei a mesa onde iríamos trabalhar. Ela passou por mim e pude notar que reagiu ao meu perfume; aproveitei para olhá-la de costas.
Sentamos e começamos a conversar. Ela estava sentada na cadeira de frente para mim. Comecei a fazer algumas perguntas a respeito de seu tema, enquanto ela digitava atenciosamente os pontos discutidos. Aos poucos fui corrigindo o que ela havia trazido para mim. Passaram-se quarenta minutos desde que começamos; estávamos em silêncio até que, acidentalmente, eu derrubei o meu copo de café no chão.
— Me desculpa, Ana, sou muito desastrado. Ainda bem que é um copo de café de papel — Disse, rindo sem graça da situação.
— Não se preocupe, vou fingir que nada aconteceu, afinal estou muito empolgada com as ideias, vou continuar digitando. Precisa de ajuda, talvez? — Disse ela, oferecendo-me ajuda.
— Não, vou buscar um pano e limpo essa bagunça — Respondi a ela.
Fui até a lavanderia buscar algo para limpar a sujeira e lhe disse para continuar escrevendo para não perder o foco. No caminho de volta, fiquei pensando nela, que sua beleza estava me distraindo, meus pensamentos estavam enlouquecidos com o cheiro dela, minha imaginação estava fervendo, imaginando como ela estaria por baixo das roupas. Ao chegar novamente na sala, vi-a tão concentrada que não quis interromper; abaixei-me para limpar e, ao olhar para a frente, pude ver suas pernas um pouco abertas e sua calcinha preta de renda.
Ana parecia não perceber que eu estava ali, a observando por baixo da mesa. Uma de suas pernas estava bem próxima de mim, aquele aroma de seu corpo, o desejo subindo, o volume na minha calça aumentando. Sem pensar duas vezes, tomei a iniciativa, me aproximei mais e lhe dei um beijo na coxa, sentindo seu corpo reagir.
— Ana, eu posso parar por aqui. Me desculpe se fui evasivo de alguma forma. — Estava olhando para ela por baixo da mesa, estava preocupado com a sua reação, mas era notável que meu corpo queria ouvi-la pedindo mais.
Ana não respondeu nada; fiquei decepcionado por um momento, mas, antes que eu pudesse reagir, ela afastou um pouco mais as pernas e pude ver toda a sua lingerie. Dei um sorriso largo, cheio de tesão, voltei a beijar sua perna, estava entre o joelho e sua virilha, dei uma longa lambida por toda a perna sem tirar os olhos dela, era notável que eu queria devorá-la ali mesmo.
Ela respondeu a mim, chegando mais próxima da ponta da cadeira. Puxei sua calcinha para o lado e comecei a chupar sua buceta com vontade; ela já estava bastante molhada e pude notar o quanto estava apreciando aquilo. Parei por um instante, afastei meus lábios e passei dois dedos perto de onde estava mais molhado. Meus dedos ficaram encharcados, nem precisava de saliva. Introduzi os dois dentro dela e voltei a chupá-la Ela rapidamente agarrou meus cabelos e começou a gemer o meu nome, com um “professor” na frente.
Alguns minutos se passaram, ela estava prestes a gozar para mim, pude sentir um toque de seu pé na minha virilha, mas não poderia parar ali, mas ela parecia não querer se entregar fácil e foi me empurrando com o outro pé.
— Professor — Disse ela enquanto gemia. — Troque de lugar comigo, é a minha vez de te enlouquecer — Afirmou ela com cara de safada.