Apesar de já ter tomado algumas cervejas, não foi o suficiente para deixá-lo descontraído; Enzo raramente ficava bêbado apenas com aquilo, então caminhava por entre as pessoas com seu copo sendo bem segurado para achar alguma barraquinha que vendesse algo mais forte. Uma missão que mostrava-se realmente impossível, para a sua surpresa. O moreno distraiu-se por avistar um local que parecia ser confiável, saindo de lá satisfeito por ter comprado uma garrafa de tequila; tudo o que bem precisava agora era achar sua melhor amiga. No entanto, a sua felicidade esvaiu-se ao sentir o corpo colidir com algo endurecido que o fez tombar para trás, deixando sem querer cair a garrafa no chão. “Mas foda-se! Olha só para isso, seu imbecil!” o moreno ralhou. “Noventa pratas é o que você me deve e…” Enzo ergueu a vista e então finalmente percebeu quem era, um dos rapazes que trabalhava consigo no escritório. “Cento e vinte, na verdade. Você me deve cento e vinte.”
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