Sexo Selvagem (literalmente) - Frazel
HazelPovOn'
Eram 23:00 em ponto, eu já tinha tirado os sapatos e estava pronta pra levantar e por a camisola, Frank ainda não havia chegado. Frank e eu estávamos morando juntos a 4 meses, ele passava o dia todo na coorte cuidando dos soldados, e das 15:00 as 19:00 hrs trabalhava na padaria de Nova Roma, ele trabalhava lá porque gostava, dizia que gostava de fazer outra coisa sem ser comandar a legião junto a Reyna. Todos os dias ele chegava exatamente as 20:00 horas, ele tomava banho, nos jantávamos, assistíamos tv, íamos pra cama e conversávamos até pegar no sono, saíamos nos fins de semana mas isso parou de acontecer a um tempo. Resolvi fazer uma surpresa pra Frank, coloquei em vestido legal e fiz um jantar especial, esperando que ele chegasse as 20:00 como todos os dias, mas não foi bem assim, deu 20:30 (tudo bem ele pode ter se atrasado um pouco), 21:00 (pode ter tido um imprevisto), 21:30 (ele pode ter precisado revolver algo), 22;00 (Ok, com certeza aconteceu alguma coisa), 23:00 (JÁ CHEGA !) tirei os sapatos e me joguei no sofá, apaguei as velas que já estavam todas queimadas e acendi a luz, coloquei a comida na geladeira e fui pro quarto trocar de roupa, coloquei um vestidinho branco simples que eu uso pra dormir, quando escutei um barulho na porta.
- Hazel ? - A voz de Frank chamou da porta.
- Pensei que não voltaria mais hoje. - Saí do quarto, ele estava parado em frente a porta, com uma blusa branca e uma calça jeans, a roupa que ele usa pra trabalhar.
- Oque aconteceu aqui ? - Ele perguntou.
- Oque aconteceu LÁ Frank, porque você demorou tanto ?
-Desculpe, entrou um funcionário novo e ele quebrou a máquina, levamos um tempão pra concertar e limpar tudo.
- Eu fiz um jantar especial, coloquei uma roupa legal, mas você não veio. - Falei o encarando, ele abriu a boca e fez uma cara de "AI MEU DEUS, OQUE FOI QUE EU FIZ ?"
- Ai meus deuses, Hazel me desculpa, juro que não foi culpa minha, eu não tinha como adivinhar que... logo hoje...
- Tudo bem Frank, realmente, não foi sua culpa. - Virei as costas para voltar pro quarto, quando senti ele pegar no meu pulso, aquela mão enorme e macia.
- Hazel, me desculpa, de verdade, eu estou tão cansado, e esgotado... Acumulado - ele falou como se tentasse segurar alguma coisa - Estou no meu limite.
- Frank... - Me virei e senti meu olhar suavizar... aquele olhar doce de Frank, ele parecia a ponto de chorar, ele era muito dedicado a Coorte, fazia tudo com o maior prazer depois que se tornou pretor, mas cansava, eu sei, toda aquela gente, todos os dias... cansava. Então ele me beijou, forte e desesperado, segurando minha cintura contra o corpo dele como se quisesse que eu entrasse dentro dele ou sei lá. Mas foi bom, o abracei e continuei beijando, doce, molhado... Amor.
- Frank - Falei separando o beijo, ofegante - Você está... forte.
- Desculpe, eu te machuquei ? - Ele falou com aquela cara de desajeitado.
- Não, continue, faça... faça de novo ok, até se sentir melhor. - Eu o beijei, ele movimentou o beijo, apertou minha cintura outra vez, e me prensou na parede, coloquei a mão nos seus ombros e me suspendi pra cima, colocando as pernas em volta de sua cintura, ele passava a mão nas minhas coxas e apertava com muita força, sentia minha perna ficar dormente, ele me tirou da parede e deu um passo para o corredor, o quarto ficava bem no início, ele empurrou a porta e empurrou pra cama, montou em cima e mim e tirou a blusa. Depois da benção de Marte, Frank havia mudado fisicamente, estava mais alto, sarado, os ombros delineados, as costas perfeitas, tanquinho sarado, aqueles ombros... Já falei das costas ? Ele colocou uma mão de cada lado, do lado dos meus ombros e como se fosse fazer um marinheiro ele se abaixou pra me beijar, passei a mão sobre as linhas que se formaram em suas costas, me empurrei um pouco pra baixo pra tirar o sinto da sua calça, voltei e ele ficou de pé na cama pra tirar a calça, MEUS DEUSES AQUELE CORPO, SANTA VÊNUS... Ele voltou a me beijar, troquei de lugar e subi em cima dele, na maioria das vezes eu era tímida pra beijar em público, mas Frank e eu estávamos juntos a muito tempo, e dentro de quatro paredes... Não de responsabilizo pelos meus atos. Sentei e tirei o vestido por cima, comecei a rebolar em cima de seu sexo, sentido subir como uma cobra tentasse sair dali de dentro, puxei sua cueca e comecei a masturbar, Frank agarrou o travesseiro e eu escutei um barulho estranho, como de sibilos, como cobras, olhei para Frank e entre os dentes trincado uma vez ou uma dava pra ver uma língua de cobra sibilar, "Estou no meu limite", ai deuses, a quanto tempo Frank não se transformava de animais ? Quando foi a última vez que precisou ? A quanto tempo todo aquele poder tava guardado ? Senti um calafrio, e se justo agora ele... Bem, tentei pensar pelo lado positivo, aquilo estava ótimo, seria interessante. Coloquei a boca e comecei a chupar, Frank colocava as duas mãos na minha cabeça para comandar os movimentos, olhei para cima e deu pra ver brânquias de ambos os lados do seu pescoço, e seus dentes trincados pareciam de tubarão... Ok, ainda está sobre controle. Desvencilhei do boquete e subi até sua boca, beijei Frank do modo mais quente possível, e foi realmente quente, quando desvencilhei o beijo Frank soltou meio que uma rajada e fogo, então engoliu se contorcendo e gemendo, sua mão passava sobre minhas pernas e eu sentia um prazer enorme, até sentir o chão estremecer também... Opa, minha culpa, acho que tinha muito ouro embaixo daquela casa ou algo assim, logo os potes de jóias pelo quarto estouraram e foram sugados para o teto com tanta força e fez buraco como de tiros, Frank subiu as mãos sobre minha cintura até meus peitos fazendo movimentos e acariciando. Então encaixei e senti seu sexo me penetrar, comecei a cavalgar em cima dele e a cama estalava, e o chão tremia, as pedras que já estavam grudadas no teto agora passavam com todas força como fogos de artificio do tamanho de pedrinhas. Frank passava as mão nas minha coxas e subia até a cintura e os peitos, então o cabelo dele começou a crescer de um jeito estranho, como uma juba, ele de contorceu e gemeu, então voltou ao normal, logo suas mãos foram para as minhas costas, eu cavalgava com tanto força agora que não podia mais parar, suas unhas cravaram nas minhas costas, arranhando e puxando para baixo, listras se formavam no rosto de Frank como se um tigre tentasse domina-lo de dentro pra fora, ele arranhava minhas pernas com as mãos que agora já eram patas enormes de tigres, mas quando me dei conta já tínhamos chegado lá, nosso auge foi ao mesmo tempo, demorado e prazeroso. Eu desabei em cima dele quase morrendo para respirar, no mesmo momento as pedras caíram do teto algumas (que tinha ido bem alto) caíram no telhado, o chão parou de tremer como se tivesse desabado e Frank ofegava suado com umas listras de sangue na mão.
- Minhas costas doem. - Falei deitada em cima dele, tentou respirar, rolei para o lado dele.
- Desculpe, eu não...
- Foi incrível.
- Sério ?
- Sério ? Eu que pergunto, um Tigre ? Foi demais.
- E um leão, e uma cobra e um dragão...
- Você é o melhor namorado do mundo. - Falei olhando em seus olhos.
- Noivo - Ele respondeu.
- Futuro marido. - Me aconcheguei sobre seu braço e dormir. Aqueles arranhões e toda dor corporal do dia seguinte tinha valido muito a pena.














