Meu Merlin, olha lá! Aquela é Phoebe Gawthorne, aquela menina doSétimo Ano da Sonserina. Ouvi dizer que seu patrono ainda não é corpóreo.
Phoebe Gawthorne nasceu em um dia muito frio de inverno, filha de dois bandidos procurados por formação de quadrilha e roubo à banco em Londres. Sua mãe era uma bruxa, mas perdeu os poderes ao se apaixonar tão cegamente por um trouxa. Ela foi criada em meio de um mar de mentiras e falsidades, em um povoado escondido nas proximidades da França. Aprendeu a falar inglês com os pais, e francês na pequena escola da região, que ela mesma se matriculara. Seus pais não davam a mínima para sua filha, e os onze anos que ela passara com eles foram um verdadeiro inferno. Se ela quisesse estudar, ela tinha que ir se matricular na escola, providenciar o material e transporte; se ela quisesse comer, tinha de arranjar o dinheiro, comprar a comida e a fazer. Tudo o que ofereciam para ela era a moradia e o mínimo de higiene que ela precisava para sobreviver.
Ela sempre fora muitíssimo independente, e ela basicamente se sustentava desde que ela aprendera a andar e falar, que foi quando seus pais pararam de se importar com o que lhe acontecia. Nunca perdia sua esperança, e havia feito amizade com muitas senhoras e senhores do povoado que lhe ajudavam a conseguir dinheiro; ora ela limpava a casa de um, ora ela aparava a grama de outro. Foi em um desses serviços que ela conheceu Bentha Johnson, uma viúva de uns sessenta anos que era sua vizinha. A Sra. Johnson era a pessoa que Phoebe mais gostava no mundo. Tratava a garota como uma neta perdida, e ela a chamava de vovó; a garota passava dias lá, algumas vezes.
Vovó contava coisas extraodinárias para Ebie, e algumas vezes, na companhia dela, Phoebe consseguia fazer coisas se mecherem sem tocar nelas, e outras coisas esquisitas. No aniversário de dez anos dela, que vovó preparara uma festa surpresa, ela conseguiu “voar” para o colo da vovó para lhe dar um abraço. Porém, explicou aos vizinhos que estavam presentes que fora apenas um salto muito bom.
Porém, houve um dia, depois da festa surpresa, que Phoebe foi visitar vovó e percebeu que a cas estava vazia, sem nenhum móvel dentro. Ela perguntou para o vizinho dela o que acontecera. “Ela mudou-se para Paris. Sua filha teve um filho ou algo do gênero, e ela irá morar lá.” Vovó prometera que nunca me abandonaria era tudo que a garota podia pensar. Ela havia prometido. Ebie sabia que a Sra. Johnson tinha uma filha, mas não que ela estava grávida. Muito menos que ela iria abandoná-la por causa disso.
Sem acreditar, voltou para a casa de sua “vovó” e percebeu que havia um homem lá dentro. Ele apresentou-se como Alvo Dumbledore. Explicou à Phoebe que ela era uma bruxa, como a mãe um dia fora também, e que iria ir para a Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts. Entregou-lhe uma carta e um saco de dinheiro para que ela comprasse seu material.
Ela o fez, sozinha como sempre, indo até Londres de carona com Sra. Madson, uma mulher que trabalhava lá. Porém, em todo o tempo até sua partida para Hogwarts, Phoebe só guardara rancor e formara em seu coração um ódio maior do que tudo que ela já havia sentido. Seu único objetivo, a partir do dia em que vovó havia partido, era vingar-se dela.
Ao chegar em Hogwarts e ser selecionada para a Sonserina, ela resolveu esconder o fato de que era filha de dois trouxas, e inventou que era filha de um casal de bruxos da França que não eram muito conhecidos, e fora criada na Inglaterra. A única pessoa que sabia a verdade sobre ela era Amycus Carrow, seu melhor amigo. Ela contava tudo para ele, e ele tudo para ela. Após algum tempo, Phoebe percebeu que gostava muito mais ele do que seria sensato, e tentou se afastar dele, em vão. Os dois eram muito ligados para simplesmente não se falarem mais. Por causa desta ligação, Alecto, irmã de Amycus, a odiava. Ele, apesar de ter raiva de sua irmã por ela ser perfeita, a amava muito, e Phoebe sentia muito ciúmes da garota. As duas eram tão rivais - se não mais - quanto James Potter e Severus Snape.
Além de Amycus, ela tinha outros amigos, claro. Mas todos eram falsos. Ela era falsa com todos eles. Só era amiga deles para manter sua personalidade de francesa educada e perfeitinha. Ela era muito inteligente e uma das melhores alunas de sua Casa, mas odiava tudo aquilo. Aquela vida falsa que tinha criado. Tudo por culpa da vovó. A Sra. Johnson iria pagar, nem que fosse a última coisa que Phoebe faria na vida.
Qualidades: Muito independente, esperta e sempre consegue se virar sozinha, Phoebe nunca se deixa enganar por ninguém. Ela consegue fingir muito bem, mostrando quase 24 horas por dia sua personalidade falsa e inventada.
Defeitos: Extremamente vingativa, a vida da garota gira em torno de se vingar se sua “vovó”. Por ter crescido com dois bandidos, aprendeu a mentir muito bem, e desenvolveu sozinha uma ambição tão grande que era capaz de fazer qualquer coisa para alcançar seus objetivos.
Apaixonada por Amycus Carrow que é seu melhor - e único - amigo.
FC: Michelle Trachtenberg