Com 15 anos minha vida foi um roteiro de cinema, um filme independente, com baixo orçamento, mas ainda com uma história bonitinha com aventuras.
Com 16 anos eu estava apaixonada e passei o ano inteiro acreditando que finalmente tinha chego minha vez de estrelar um romance, uma alta produção clichê.
Com 17 descobri que meu papel não foi de mocinha em comédia romântica, foi de mocinha em drama, em meu próprio gênero: iludida.
Então, depois da descoberta, houve a revolta ou a evolução. Decide sair do casulo de moça de famÃlia crente, me tornei o que quis. Foram altos e baixos, em que os altos eram de filme adolescente americano. Como gostei de viver sem script.
Agora com 18 decide reviver minha origem, meu eu centrado e fiel aos princÃpios ensinados.
O problema é que aprender o novo é muito mais fácil que voltar ao passado, aos métodos antigos.