Hell Yeah 😩
seen from India
seen from United States
seen from United Kingdom
seen from China
seen from Taiwan

seen from Italy
seen from China
seen from South Korea
seen from United States
seen from South Korea
seen from Japan
seen from China

seen from China
seen from United States
seen from Singapore
seen from China
seen from China
seen from Japan

seen from Saudi Arabia

seen from United States
Hell Yeah 😩

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
Free to watch • No registration required • HD streaming
Unused #2
It was a normal day, normal check up with western resistance and how the relationship with Aranahe is holding. Like always, not very good. At least Aranahe doesn't demand Resistance to move out. It seems there is just no progress in anyway. Norm was getting tired of getting “no-reports” about relationships. The only good thing from these reports is information about flora and fauna there.
With the heavy sigh he was ready to disconnect the call, but a tug over his coat stopped him. He looked down to see Spider. The youngest human here, still a child. Barely seven years old. He pointed at the person behind the screen.
— Who is this? — He asked, tilting his head, as his curious eyes were trying to memorize someone on the other side of the device. The person smiled as warmly as possible. Norm looked between two.
— This is Alma. Leader of Western Resistance. — He introduced the kid to the woman, who was in her avatar at the moment. At this point Norm isn’t sure if he remembers how Alma looked as a human. He put arms under Spider arms and brought him onto his lap. — This is Spider. Please say hi. — He said as he lightly ruffled the kid’s hair, making him giggle at this.
— Hi miss Alma! — Spider said with the brightest smile waving his hand at the woman, then he stopped for a second, before he moved his hand from his forehead to Alma. — Oel ngati kameie.
Alma on the other side smiled at the kid greeting. She returned the gesture, making Spider smile. — Hello to you too Spider. — She replied as politely as she could. Alma knew about Spider, everyone in Resistance knew about this little rascal, but it was the first time seeing him.
If she didn’t know, she would never assume that this kid belonged to Quaritch. Perhaps she spent too little time there to feel dread while looking at the kid. She knew he wouldn’t grow up to be like his father.
It takes more than just genes to be a bad person.
Spider looked at Norm's face, his own didn’t smile as bright as earlier. Norm, already used to this, knew that Spider would ask about something. Probably to take him to Omaticaya village so he could play with other kids, especially Sully kids. Norm open his mouth to promise him that in the moment they can go-
But Spider pointed at Alma and with the most serious expression ever. — Can I go to Western Resistance?
Norm felt his heart drop for reasons that he couldn’t understand.
———————
Honestly? It took at least a few weeks to convince Norm for this flight. As well as other scientists. Even Spider foster parents. Nobody really wanted to let go of the kid, yet the kid himself was stubborn with his decision of visiting western frontier. Too much, almost making Norm suspicious about the reasons. It can’t be just curiosity, right?
But Spider won’t tell him anything, even if he asked. Neither Jake knows anything.
At least other children come to say goodbyes and farewell to their friend. Alma agreed to let Spider stay there for two weeks with them. Only two weeks… Two weeks without Spider around.
It’s alright. He will be fine. Spider will be fine. Norm isn’t too worried. Nonono. Kid will be fine.
…
Tonight he spent time in Spider room.
———————
Spider on the other side of the globe was… More than just fine. This jungle was so different, yet not that much. So many new colors, flowers, places-. He even found some pretty purple moss that he was able to gather! And it was pretty close to the base, so he deemed this place pretty safe.
At least for now.
— <Etuwa!> — A scream from above made him raise his head, only to see a blue body fallen into the water with a big splash. Big enough to make Spider completely wet. — <Itu!> — Another scream, and the same situation again.
Spider was sitting on the rock, in hands Bruised Moss and in front of him, two Na’vi children laughing loudly in the water. Above them was an adult, probably responsible for taking eye on these two probably.
His first day here is… Something.
------------------
I lost motivation at the end
Dennis Whitaker x Avocado is giving Drapple. Take me back to my roots
i wonder what happened to drapple
Nosso Tempo (A Dramione Fanfic) - Capítulo 3: Maçã verde
Quando Hermione acordou, o dia havia se transformado em noite, e até mesmo as luzes da biblioteca já estavam apagadas. Levantou seu rosto da capa do livro, sentindo a bochecha marcada pelos vincos do couro envelhecido, enquanto um bocejo teimava em se forçar para fora de sua boca.
Não recordava-se de ter adormecido, mas não se surpreendeu que tivesse acontecido. Havia passado a tarde inteira na biblioteca, com a cara enfiada em livros de Poções, determinada a não deixar os mesmos erros de mais cedo se repetirem. Não sabia nem mesmo dizer o que lhe incomodava mais: ter estragado três receitas antes de finalmente acertar o preparo, ou o fato de ter sido Draco Malfoy o primeiro a concluir a poção com sucesso.
Como ele tinha conseguido terminar tão rápido? O pensamento martelava em sua mente. Sua inteligência era a única coisa incontestável sobre ela. Sem isso, sobrava-lhe apenas o terrível emaranhado de cachos, a personalidade difícil e… o sangue-ruim.
Hermione bufou, frustrada.
Ainda perdida em pensamentos, contemplando a lua através das janelas altas da biblioteca, começou a recolher seus pertences, pronta correr de volta para o dormitório. Contudo, seu movimento foi interrompido quando sua mão chocou-se em algo que não era um livro. Seus olhos desceram até o objeto estranho e encontraram uma maçã, exageradamente verde, abandonada sobre um dos volumes que lia anteriormente. Não lembrava-se de tê-la trazido consigo e, menos ainda, de já ter visto qualquer maçã com tal cor na mesa de almoço da Grifinória.
Curiosa, apanhou a fruta, que era grande o suficiente para encher sua mão, e apontou sua varinha para ela.
— Finite Incantatem. - Entoou, desconfiada que se tratasse de alguma azaração estranha de alguém que estivesse tentando pregar uma peça nela. Mas a maçã continuou, completa e inegavelmente, inalterada, intacta, real e bem verde.
Ponderou por alguns instantes se poderia ter sido Harry ou Rony quem tinham lhe trazido aquela maçã, mas rapidamente os descartou. Eles com certeza a teriam acordado caso soubessem que estava dormindo sobre seus livros na biblioteca. Se não a tempo do jantar, ao menos para que ela pudesse voltar para a sala comunal antes do toque de recolher. O que, julgando pela altura da lua no céu, já devia ter ocorrido há horas.
Com os livros e a maçã agora guardados, Hermione atravessou a biblioteca, desceu as escadas até o primeiro andar e deslizou apressada, porem silenciosamente, pelos corredores, com a cautela de quem temia ser flagrada pelo senhor Filch ou Madame Nora. Como suspeitava, o toque de recolher já havia sido dado e não havia sinal de qualquer aluno ou professor nos corredores. Até mesmo os quadros adormeciam, seus habitantes mergulhados em sonhos profundo e silenciosos. Mas, para sua sorte, este não era o caso para a Mulher Gorda, que estava desperta o suficiente para permitir sua entrada, não sem antes lançar lhe uma breve bronca pelo atraso.
Claro. Poderia ter usado o Vira-Tempo para voltar algumas horas. Teria chegado ao dormitório antes do toque de recolher, poderia ter jantado e, quem sabe, até espiado para descobrir quem havia deixado aquela maçã sobre seus livros. Mas, naquele momento, o cansaço lhe gritava mais alto do que qualquer curiosidade. O dia havia sido esgotante e, além do fato de ter passado a tarde toda estudando, ela ainda vinha de dias exaustivos de uso do Vira-Tempo, algo que um mero cochilo na biblioteca não poderiam resolver. Precisava mais do que tudo de sua cama e uma boa e longa noite de sono.
De manhã, Hermione despertou ao som das vozes animadas de suas colegas de quarto. O assunto parecia girar em torno de um lufano chamado Cedrico e o quão lindo ele era em seu uniforme de Quadribol. Em algum outro momento, ela talvez se deixasse ser arrebatada pela curiosidade e entrado na conversa, mas, após as poucas horas de sono que conseguira, o burburinho apenas lhe causava dor de cabeça. Por fim, levantou-se resignada, certa de que não conseguiria voltar a dormir.
Ao retornar do banheiro, já limpa e de roupas trocadas, encontrou o quarto vazio. Sendo o único ser vivo presente, o seu meio-amasso largado sobre a cama. Bichento, definitivamente, não era muito matinal.
Seu olhar vagou pelo cômodo em busca de suas coisas, mas fora, inevitavelmente, atraído para aquela estranha maçã da noite anterior, largada sobre a mesa de cabeceira junto aos livros, e parecendo ainda mais verde à luz do dia.
Hermione estreitou os olhos, pensativa, mas qualquer linha de raciocínio foi bruscamente interrompida pelo ronco agonizante de seu estomago. Não havia comido nada desde o almoço do dia anterior, mas não era uma surpresa. Tinha o péssimo hábito de esquecer de comer quando estava com o rosto enfiado nas páginas de algum livro. Seus olhos recaíram novamente sobre a maçã, que agora parecia bastante apetitosa, mas, por fim, apenas girou sobre os calcanhares e saiu. O café da manhã no grande salão parecia uma alternativa mais segura.
Harry e Rony estavam na sala comunal quando Hermione desceu as escadas, e, no caminho para o salão principal, não tardaram a questioná-la sobre seu sumiço no jantar da noite anterior. Ela limitou-se a dizer que perdera a noção do tempo enquanto estudava na biblioteca, e o fato deles parecerem não saber sobre isso apenas lhe confirmou algo ela já sabia: não havia sido nenhum dos dois que lhe levara aquela maçã.
Durante a refeição, Rony e Harry ocuparam-se em um conversa com Simas e Dino a respeito de Quadribol, enquanto Hermione apenas escutava, entediada diante daquele assunto.
Ela não dava a mínima para Quadribol e, na verdade, poderia dizer até que desgostava. Desde o primeiro ano, eles não haviam passado um ano sequer sem que algum incidente envolvendo Harry acontecesse. Primeiro foi o professor Quirrell enfeitiçando a vassoura de Harry, no segundo Dobby com os balaços e, no terceiro ano, os Dementadores. Então, sempre que ouvia conversas sobre os jogos, ela imediatamente começava a pensar quando aconteceria o próximo acidente.
— Bom dia, crianças. - A voz de Nick Quase Sem Cabeça tirou Hermione de seus pensamentos.
Ela levantou a cabeça de seu prato e o fitou flutuando diante deles, do outro lado da mesa.
— Bom dia, senhor Nicolas. - Ela respondeu junto de mais alguns outros alunos da Grifinória.
— Espero que estejam tendo um ótimo café da manhã. - Sorriu e, ao receber acenos de concordância, seguiu seu caminho.
Quando ele flutuou para longe, no lugar vago deixado pelo fantasma, os olhos de Hermione acabaram recaindo sobre a mesa da Sonserina, mais especificamente sobre uma grande cesta de frutas que havia sobre ela. Maçãs verdes lhe saltaram aos olhos e, quase que em um lampejo, os olhos castanhos de Hermione se iluminaram.
Como não havia pensado nisso antes? Se alguém iria querer pregar uma peça nela, essa pessoa era claramente Draco Malfoy.
Seus olhos deslizaram pela mesa da Sonserina até encontrá-lo, envolto em uma conversa com seus colegas, com o sorriso venenoso sempre estampado em seus lábios. Ela apertou seus olhos na direção dele, pensando o que fazer a respeito, quando, de repente, parecendo sentir o olhar dela sobre ele, Draco virou seu rosto e encontrou os olhos dela por cima dos espaços vazios da mesa da Corvinal. Uma sobrancelha saltou presunçosamente na testa dele e Hermione imediatamente desviou o olhar de volta para seu prato. Suas expressões agora fechadas em uma clara irritação, enquanto Draco apenas sorria satisfeito.
Depois de terminada a refeição, ambos seguiram para suas aulas. Grifinória e Sonserina não teriam aulas conjuntas naquela manhã, o que deu tempo de Hermione fermentar sua irritação e decidir que não deixaria aquilo passar quieto.
Assim, quando as três primeiras aulas do dia se encerraram, ela percorreu o castelo a procura de Draco, até finalmente encontrá-lo na ala biblioteca do terceiro andar. Ele estava sentado em uma mesa próxima à seção de Defesa Contra a Arte das Trevas, folheando, com aparente tédio, um livro pequeno de capa de couro marrom-acinzentado. O cenho franzido denunciando que a leitura não estava lhe despertando o menor interesse.
Hermione inspirou profundamente e, sem hesitação, avançou até ele à passos largos e pesados. Draco sequer notou sua aproximação até que uma maçã verde fosse depositada abruptamente sobre a mesa, cobrindo parte de seu livro. O olhar dele subiu confuso através da mão de Hermione apenas para encontrar o rosto dela enfurecido direcionado a ele.
— Achou mesmo que eu cairia nessa? - Disparou ela, os olhos faiscando de indignação. — Qual poção colocou? Algo para fazer minha pele ficar roxa? Ou talvez a poção de fazer vomitar?
Os olhos de Draco oscilaram entre ela e a maçã. A confusão inicial em seu semblante dissipando-se rapidamente, mas, para surpresa de Hermione, nenhum sorriso sarcástico surgiu em seus lábios. Pelo contrário, o rosto dele parecia amargamente fechado.
Sem dizer nada, Draco levantou da cadeira, apanhou a maçã e a levou até sua boca, abocanhando um grande pedaço daquela fruta extremamente verde. O estalo seco do fruto se partindo ecoou até o fundo da alma de Hermione enquanto ela o assistia fincar os dentes na maçã, com os olhos desconfortavelmente fixos nos dela.
Ainda sem menção a qualquer palavra, ele largou a maçã de volta sobre a mesa, apanhou seu livro e saiu. A deixando ali, em frente a mesa, encarando a maçã com uma mistura de confusão e arrependimento.
Se não estava enfeitiçado ou envenenado, por que ele lhe daria uma maçã? A dúvida enredou-se em sua mente, formando um nó que a acompanharia pelo resto do dia.
Naquela tarde, nenhum dos dois trocou uma única palavra um com o outro. Bilhetes não foram enviados e ninguém viajou através do tempo. Draco estava certo de que aquele era o fim do acordo. Hermione era teimosa demais para admitir quando errava e, de certo, iria aproveitar aquele desentendimento para livrar-se dele. No entanto, para a sua surpresa, ele não poderia estar mais errado. Tá, não a respeito da teimosia dela, isso era inegável, mas sim quanto à intenção dela de romper o acordo. Hermione não estava pensando em usar aquilo como desculpa para isso, e a única razão para seu afastamento era a vergonha de ter imediatamente pensado o pior dele.
O que, afinal, eu devia ter pensado quando Draco Malfoy me deu uma maçã? Decerto boa coisa não seria. Era o que ela continuava repetindo em sua mente, como uma falha tentativa de se justificar.
Três dias depois, ela o viu na biblioteca, sentado em uma mesa da seção de Poções e, apesar da grande vontade de dar meia volta e procurar outro lugar para estudar, ela apenas soltou o ar dos pulmões em um suspiro de rendição, e avançou até ele decidida a por um ponto final naquilo de uma vez.
O som da cadeira a sua frente sendo arrastada fez os olhos de Draco erguerem-se, apenas para encontrar Hermione acomodando-se ali. Uma montanha de livros foi despejada sobre a mesa e seu rosto parecia tão irritado quanto no dia que ela viera confrontá-lo. Ele arqueou ligeiramente as sobrancelhas, estudando-a com um olhar sério e cauteloso, sem saber o que esperar daquela aproximação.
Hermione bufou e olhou para qualquer direção que não fosse a dele, até que finalmente abriu a boca e disse:
— Tudo bem pra você usarmos o Vira-Tempo às três horas? - Perguntou simplesmente, agora finalmente encarando-o diretamente.
Um sorriso delicioso brincou nos lábios de Draco. Hermione Granger estava na frente dele com um olhar completamente culpado escapando por suas feições? Isso só poderia ser alguma piada. Mesmo assim, não perderia nunca a aquela oportunidade de ouro. Ele jogou as costas contra o encosto da cadeira, cruzou os braços, e lançou para ela o olhar mais presunçoso que Hermione já viu alguém ser capaz de fazer.
— Ainda tenho o direito de usar o Vira-Tempo? Mesmo depois de tentar te envenenar? - Indagou ele, com o tom mais ardiloso e cínico possível.
A mandíbula de Hermione se contraiu, já arrependendo-se de ter ido falar com ele, mas engoliu o orgulho e continuou:
— Pode não ter sido certo presumir isso, mas, convenhamos, o que você esperava que eu fizesse? - Ergueu o queixo teimosamente. — Você vive tentando nos sabotar.
— Justo. - Draco concordou, ao passo que balançava a cabeça levemente e erguia as sobrancelhas.
Hermione ficou surpresa por ele ter concordando tão facilmente, mas não demonstrou. Apenas firmou ainda mais sua expressão impassível no rosto e abriu um dos muitos livros que trouxera consigo.
— E então, pode ser hoje às três? Tenho duas aulas nesse horário. - Insistiu na pergunta, como se aquilo fosse a única coisa relevante para ela.
Um sorriso satisfeito se alastrou pelo rosto de Draco e Hermione lutou fortemente para não levantar os olhos das páginas do livro para olha-lo enquanto aguardava pela resposta.
— Sim. Esse horário está bom. - Aprovou em um tom que beirava o desinteresse, e então voltou sua própria atenção para o volume aberto a sua frente.
Quando o relógio da biblioteca marcou dez para às duas, Hermione levantou-se e começou a juntar seus livros em uma pilha para que pudesse carregá-los. Draco a observou de canto de olho, fingindo ainda estar lendo, até ela fazer menção a sair.
— Deixe os que não for precisar aqui. - Disse indiferente enquanto já voltava seus olhos cinzentos para as páginas de seu livro.
— Eu ainda não terminei de ler eles. - Argumentou.
— Ainda estarei aqui às três horas. Então, a não ser que vá lê-los todos durante a aula, deixe aqui e os pegue na volta. - Draco rebateu.
Hermione o encarou por longos segundos, desconfiada, antes de finalmente aceitar. Ela devolveu a pilha de livros para a mesa e puxou apenas dois livros de Aritmancia que estavam no topo. Apertou-os contra o peito e virou-se pronta para sair. No entanto, antes de dar sequer um passo, ela girou de volta na direção de Draco e abriu e fechou a boca umas quatro vezes antes de finalmente conseguir dizer:
— Obrigada. - Agradeceu o mais breve que conseguiu e avançou para longe.
Com um sorriso no rosto ele a observou atravessar a porta da biblioteca, e demorou algum tempo para que ele deixasse lado a memória recente de Hermione Granger toda atrapalhada para agradecê-lo para, enfim, retornar a sua leitura.
Depois desse dia, a rivalidade deles ganhou alguns tons a mais. Ainda se odiavam e competiam nas aulas de Poções, mas, agora, havia uma tênue e silenciosa cooperação entre eles.
< Cap anterior | Menu dos capítulos | Próximo cap >
Disponível também no AO3 e no Wattpad

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
Free to watch • No registration required • HD streaming
i miss u draco malfoy
Drapple? No 🙅 this Helmetrix
Asterix + helmet ❤️
Cargo shipping.
It is strange that there is no Asterix at all on the website of the ao3 fandom of shipping. It's a pity, but then how can people ship them? Considering that there really is nothing there.
It would be cool if at least one such shipping became popular.
YALL Rewatching all the Harry Potters (thanks to my sister finally finishing the books) I forgot how fine that draco is like wym he's not hot?
Also just remembered this song 🌚🌚
........ I need mental help anyway love ya to my three followers!