Meu nome é Helena e tenho 60 anos. Tenho uma grande paixão por vinhos, tanto que tenho uma mini adega em meu apartamento, onde moro sozinha, com toda a liberdade que eu preciso, sem dever nada a ninguém. O tempo foi generoso comigo e com o meu corpo. Desde jovem eu já mantinha uma alimentação e rotina de exercício regrada. Os benefícios se somaram à genética e, hoje, eu posso me orgulhar de chegar bem a seis décadas de vida. A história que vou narrar é sobre o controle absoluto. Eu sempre tive interesse em homens mais novos. O vigor e a juventude deles me atrai e me excita. Me sinto remoçada com eles. Dentro de mim habita uma mulher sedenta por momentos de prazer, sempre regados à uma boa taça de vinho. O que eu vou dividir com vocês é uma de minhas aventuras mais deliciosas. Só de me lembrar eu consigo sentir a umidade escorrer entre as minhas pernas. Eu passei um dia maravilhoso na vinícola que eu montei aqui, no Sul do país, um lugar abençoado com algumas das melhores safras de uvas do mundo. Eu consegui criar uma das melhores empresas no cultivo de vinhos: Esperanza.
Ao chegar no meu apartamento, tirei as roupas pesadas que me prendiam, coloquei uma playslist especial para relaxar e fui para um de meus momentos favoritos, que é aquele em que eu entro na minha banheira quente e deixo meu corpo sentir aquela água quente tirar de mim todo o peso do dia, aliviando dores, tensões e quaisquer outras sensações que me incomodem. Fiquei ali por alguns instantes, imaginando quem estaria comigo ali. Talvez um homem, talvez uma mulher, talvez os dois. Eu apenas queria alguém para dividir aquele momento comigo. Não, eu não me sinto solitária a ponto de viver me lamentando por não estar em um relacionamento, sou uma mulher com necessidades, como qualquer outra, que se sente desejos e precisa ser saciada.
Depois eu fui para à minha adega, peguei uma taça e uma garrafa de vindo e me sentei para apreciar, tomando goles lentos, sentindo o sabor e o frescor inundarem minha boca completamente. Meu corpo entrou em um transe delicioso e eu me senti renovada. Ali eu encontrei a minha medida de paz. Mas o que eu mais queria era a luxúria de uma noite de prazer indecente, repleta de carícias, toques, posições. Meu corpo pedia para se entregar a esses momentos. Entrei em um aplicativo de acompanhantes e encontrei o candidato ideal para isso. O nome logo me chamou a atenção: Domênico. Uma carinha de anjo e um corpo sedutor, forte e com o vigor que eu buscava naquele momento. Eu o escolhi e entrei em contato para que ele viesse até aqui. Enquanto ele vinha, eu fui me preparar para o encontro. Coloquei minha melhor lingerie e uma camisola de seda com sobretudo. Queria estar provocante e sedutora para ele. Usei meu perfume preferido e deixei um balde com gelo e a garrafa de vinho que eu peguei na adega dentro dele. Quando a campainha tocou, eu abri a porta lentamente, convidando-o a entrar. Quando ele entrou, tivemos uma troca íntima de olhares, totalmente concentrados um no outro. Quando eu fechei a porta, ele logo tratou de ficar à vontade e me perguntar o que eu preferia que ele fizesse. Prontamente me aproximei dele e coloquei meu dedo em naqueles lábios carnudos, mandando-o ficar bem quieto. Era eu quem deveria falar naquele instante.
Me sentei no sofá e expus as minhas pernas, dizendo a ele para pegar a garrafa de vinho de e derramar um pouco nelas para que ele bebesse. Ele nem pestanejou, fazendo exatamente tudo o que eu mandei desde o primeiro instante. Aquela boca não apenas sugou todo aquele vinho, como ele também passou lentamente a língua dele, me deixando arrepiada.
Ele também derramou vinho em meus pés, bebendo entre os dedos. As mãos dele passearam penas minhas pernas nesse momento, acarinhando-as. Foi realmente excitante. Mas ele ainda fez mais, ao subir as mãos para dentro de minha camisola, tirando a minha calcinha. Mordi meus lábios para que ele visse como eu estava. Ele derramou vinho em minha vulva e senti aquela bebida gelada tocar a pele dela e a boca dele vir com tudo, enquanto ele segurou as minhas mãos. Coloquei as minhas pernas nos ombros dele e mandei ele me devorar completamente. Foi uma delícia sentir aquela boca quente aplacar a sensação gélida que o vinho deixou em mim. Eu me contorcia, me deixando levar por aquela provocação. Não acreditei quando ele colocou a língua dele dentro da minha vulva. Que força ele usou para me invadir com ela. Êxtase puro e incontrolável. Eu libertei os meus mais libertinos instintos e me rendi ao meu lado mais sensual, controlando cada movimento que aquele rapaz estava fazendo, mas deixando-o se deliciar comigo. Logo ele abriu meu sobretudo e levantou a minha camisola e derramou vinho pelo meu corpo, bebendo em minha pele. Que coisa deliciosa foi sentir a bebida escorrer por ela e aquela boca sugar cada gota. Foram sensações despertas, que levaram ao devaneio e à insensatez. Nem parecia que ele estava ali pelo dinheiro que ele ganharia, mas porque ele estava me querendo ardentemente, me cobiçando para ele.
Quando ele me desnudou totalmente, ele me derramou o vinho em meus seios e a sensação daquela boca devorando-os, sugando mais gotas da minha pele, agora envolta de querer por aquele prazer todo. Ele me pegou e me sentou no tapete, ficando atrás de mim, agora me abraçando fortemente, tocando meu corpo e minha vulva, colocando os dedos dentro dela, me torturando com movimentos viciantes e perturbadores.
A boca dele se encaixou no meu pescoço e me levou à loucura, pois dele deu aqueles chupões que deixam qualquer mulher extremamente refém da excitação. Minha mente estava alienada, mas eu ainda mantinha as minhas faculdades, não me permitindo perder o controle. Ele estava ali para me satisfazer plenamente e não ao contrário. Eu o deitei e me sentei no sofá, passando os meus pés pelo torso dele e por aquele membro rígido e volumoso. Eu havia mesmo escolhido bem quem me serviria naquela noite. Me inclinei sobre ele e segurei aquele membro, massageando-o antes de o colocar entre meus lábios. Não iria deixar que ele ficasse menos provocado, o que faria com que o desempenho dele pudesse não ser tão satisfatório. Eu queria dele nada menos que o máximo que ele tivesse a me oferecer. Fiquei intrigada em saber o que ele faria comigo se eu me sentasse no rosto dele. Não poderia ser mais perfeito. Com gosto e muita habilidade, ele usou aqueles lábios e me enlouqueceu com o ímpeto dos carinhos que ele estava me fazendo. Ele pressionou a minha vulva contra a boca dele, em uma bem sucedida tentativa de provocar toda a tentação que estava me consumindo. Eu não poderia jamais demonstrar qualquer sinal de que eu não estava no controle de tudo aquilo. A sensação de que o meu poder sobre ele não perderia em momento algum me sustentava e me guiava o tempo todo. Ele me transportou para o paraíso dos prazeres, cheio de delícias irresistíveis e viciantes, mas eu não permiti que ele sequer pensasse que o jogo poderia se inverter e ele assumir o controle. Me desprendi dele e me encaixei naquele me membro, dando ordens a ele para apenas um fim: Me satisfazer e me penetrar com toda a força que ele pudesse usar contra mim. Fiz com que ele sentisse cada movimento do meu quadril forçar o membro dele mais e mais para dentro de mim. Estava simplesmente delicioso.
Ele me pegou com força e me colocou em quatro apoios, com as mãos apoiadas no sofá. Senti aquelas estocadas firmes e poderosas, prova de que ele entendeu perfeitamente o papel dele ali comigo. Suas mãos fortes impediram qualquer tentativa minha de ter mais liberdade de movimentos. Ele me domou naquela posição. Eu adorei completamente aquela loucura toda. Eu senti ele me envolver naqueles braços gigantes, me impregnando com o perfume do corpo dele, me beijando de maneira inquietante. Enquanto eu senti aqueles movimentos dentro de mim, os dedos dele provocaram a minha vulva. Meu corpo respondeu sem resistência a tudo o que eu ele estava fazendo comigo. Me perdi dentro do meu próprio prazer, quase perdendo o controle daquela transa. Comecei a proferir absurdos e pedi para ele me tomar sem paciência. Era como se ele conhecesse os detalhes do meu corpo, me fazendo vítima das próprias tentações.
Ele me levou para uma das paredes e me ergueu com toda a força, me encaixando novamente nele, me permitindo abraça-lo com braços e pernas. Em um ritmo alucinante e ininterrupto, as investidas dele continuaram a me enlouquecer. Eu senti mesmo que iria perder as forças, mas minha vontade ainda não havia sido saciada completamente. Foi maravilhoso sentir aquele homem violando todas as fronteiras do meu ser e me invadindo como se meu corpo fosse um campo vasto e pronto a ser explorado por quem soubesse quais caminhos deveria percorrer para alcançar o seu objetivo: Me possuir e me deixar plenamente satisfeita. Eu demonstrei estar amando cada estocada e aquela pegada sedenta que ele estava usando em meu corpo. Ele me levou para a adega, a meu pedido, me sentou em uma mesa de madeira que lá fica, pegou outra garrafa de vinho e derramou em nós. Eu amei.
Era o doce do vinho se misturando com a pele salgada dele. Quando ele me beijou mais uma vez, o beijo também foi regado ao sabor do vinho, sendo ainda mais tentador. A boca dele veio ao meu pescoço, enquanto minhas mãos pressionavam o corpo dele contra o meu, não o deixando escapar do meu abraço. Deixei-o todo assanhado, com ganas de querer ir além e não parar. Comecei a chama-lo por alguns nomes mais atrevidos, não resistindo a tanto prazer, dando ordens de ele me pegar, de ele me fazer chegar ao meu ápice com força. Ele obedeceu tão prontamente quanto possível, fazendo tudo o que eu o ordenei. Também o mandei me chamar de vários nomes salientes, todos soprados deliciosamente ao pé do meu ouvido. Eu desvarei em excitação e lascívia, me deliciando com meu objeto de prazer, todo obediente e realizando tudo ao meu bel prazer. Mandei que voltássemos para a sala e lá o empurrei para o sofá, me sentando sobre ele, maneando meu quadril espontaneamente, enquanto as mãos dele pegaram forte o meu bumbum e o apertaram fortemente, com uma pegada arrasadora. Ele começou a gemer e dar sinais de que não resistiria. Mas eu mandei que ele se contivesse. Eu não queria que ele chegasse lá antes do momento certo. Continuei a cavalga-lo com maestria. Ele logicamente se surpreendeu com a minha desenvoltura, mas não disse nada. A expressão dele falou por si e eu senti que o tinha totalmente dominado. Quanto mais fazíamos, mas ele sentia e eu também. Não parecia haver um delimitador para as sensações que estávamos despertando um no outro. Quando eu vi que ele estava pronto para o apogeu, me desprendi novamente e parei em frente dele, mandando-se conter. Ele me olhou assustado, mas antes que pudesse dizer alguma coisa, me sentei de costas e coloquei as mãos dele em meu corpo, fazendo-o sentir todo o meu calor.
Apoiei uma das pernas no sofá e fiz com que ele sentisse mais deleite comigo. Eu dava pequenas, mas intensas quicadas, alternando com o remelexo dos meus quadris, deixando aquele pobre rapaz abismado com as minhas habilidades. Ele chegou a dizer que não conseguia imaginar que tudo aquilo, que ele disse que eu sou, estivesse esperando por ele quando eu fiz o contato. Eu apenas sorri ardilosamente e continuei a fazer meus movimentos o enlouquecerem, assim como eu já estava fora de mim com a rigidez daquele membro. Ele não iria mais resistir e eu não pude evitar. Como estávamos usando proteção, senti apenas ele chegar ao ápice dele, mas ele não perdeu totalmente as forças, segurando para que eu não parasse. Afinal, o papel dele era, principalmente, me levar lindamente ao meu ápice. Ele me levantou e me apoiou na mesa da sala, me invadindo por trás, usando todas as energias que ele ainda tinha para me conseguir me satisfazer. E assim ele conseguiu, usando toda a força e voracidade, em movimentos acelerados, me fazer ficar extremamente ofegante e louca, sendo incapaz de me conter. Meu ápice veio com uma intensidade nunca antes sentida por mim, me fazendo desfalecer sobre aquela mesa. Caímos no tapete e ele, como um verdadeiro gentleman, me afagou nos braços, me confortando após um momento de prazer do qual valeu apena o alto investimento e cada segundo que passamos juntos. Domênico foi simplesmente perfeito. Um puro sangue italiano ao qual eu adorei cavalgar. Eu estava plenamente feliz com o que ele havia feito comigo, deixando a ele claro que não seria apenas uma cliente esporádica, mas sim, que manteria a constância de nossos encontros. Paguei a ele uma quantia considerável e ainda mais, por tanta gentileza e cavalheirismo.
E assim, minha noite estava completa, não só pelo excelente dia de trabalho, mas por ter todas as minhas vontades mais intrínsecas satisfatoriamente saciadas por aquele garanhão divino e saboroso. Dormi como uma diva naquela noite, sentindo meu corpo leve e completa em todos os sentidos, me entregando a um sono profundo e acolhedor, realizada e feliz.
Ismael Faria DIREITOS AUTORAIS RESERVADOS LEI Nº 9.610, DE 19 DE FEVEREIRO DE 1998.








