Drew: Name a way to be nice to others.
Djogo: Don't kill them.
Drew:
Drew: Setting the bar a little low, but I'll allow it.
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Drew: Name a way to be nice to others.
Djogo: Don't kill them.
Drew:
Drew: Setting the bar a little low, but I'll allow it.

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FR : Avant la grande bataille qui opposa les monstres et les humains, certain monstre, certain noble sont partie loin, pour fuir les humains qui était mauvais envers eux, dans le but de trouver des territoire paisible où habiter. Mais la guerre à vite fait une croix sur ce beaux rêves, et tout ces groupe de monstre ce sont caché des humains pour leur propre survie
La guilde de "Sir Kirst Centipus", et un parfait exemple. Un comte Monstre, forcé de vivre caché avec ces sujet. Mais au fil des années il les considère plus comme ces enfants
ENG : Before the great battle between monsters and humans, some monsters, some nobles went far away, to flee the humans who were bad towards them, in order to find peaceful territory to live in. But the war quickly put an end to these beautiful dreams, and all these groups of monsters hid from humans for their own survival.
The guild of "Sir Kirst Centipus", and a perfect example. A Monster Count, forced to live hidden with these subjects. But over the years he considers them more like those children
Temporada I, Capítulo III, Cena II:
O Nome dela era Grace. Grace Vollter. Mas para Djogo ela era a Brook.
Tava no segundo ano, na Drumouand, uma escola clichê, numa cidade pequena clichê. 1 metro e 65 cm. 50kg mais ou menos, só se pesa na farmácia, e isso faz um mês mais ou menos. Era filha de pais separados clichês, tinha dois irmãos clichês. E era uma moldura.
Sim, você leu certo: uma MOL-DU-RA. Serve para enfeitar a vida das pessoas que a cercam. Na família, por exemplo, era a moldura de Josh. O filho querido, o irmão adorado, o amigo popular, o cara que conquista as garotas. Sua vida fica ainda mais glamorosa quando comparada com a irmã: a menina quieta e isolada que só sabe escrever. PÉSSIMA em matemática e que não tem uma amiga de verdade. Ou talvez... Quem? A Carol? Caroline Ferreira?
Não. A Carol não é uma pessoa pela qual se põem a mão no fogo. É seu quadro quando esta no colégio. E Grace era sua simples moldura. Coisa de um e noventa e nove. Aquilo que ninguém percebe.
Digo que a Carol é parecida com a lua: cheia de fases. Tem as fases da melhor amiga. Onde tudo é Grace. É quando ela revela seus profundos segredos e seus maiores desejos. É quando ela é verdadeira. Ela tem também a fase da interesseira, é quando a moldura só serve para ser desculpa para chamar a atenção do Josh – sim, ela também tem uma queda por ele. Tem a fase da amiga inimiga, que é mais ou menos o contrário da primeira, o que ela poder fazer para a evitar ou colocar a Grace para baixo ela vai fazer, e tem a fase da falsidade, onde sorrisos falsos é o mais colorido de seu rosto.
Já pensou em acabar a tempo com essa nossa amizade, mas entenda, não é fácil dizer “eu não quero mais ser a sua amiga”. Querendo ou não ela dependo da Carol, afinal, o que é uma moldura sem o quadro?
Bom, mesmo vivendo trancada dentro do quarto ainda assim tem um ‘amor secreto’, quem não tem? Odeia isso! Esse sentimento que trava. Não é amor, amor... É um tipo de gostar mais forte, quem sabe uma simples vergonha. É irritante, quando a olha, quando sorri.
E ele ainda é vizinho. Sabe, uma casa quase grudada na outra.
Ele não é muito lindo...
É gordinho... Mas mesmo assim, quando olha ela queimo por dentro. Mas ela não fala com ele. Brincavam junto, às vezes, na infância. Mas agora mal consegue olhar para ele. Não que isso tenha começado do nada. Acho que foi uma vez quando quase encostaram os lábios. Um selinho, nada demais! Era uma aposta, eu acho. Coisa de criança, ele perdeu. Sussurrou no seu ouvido que foi de propósito. Deviam ter uns nove, dez anos. E deu um rolo e acabou em nada: ou bem, o coração dela começou a acelerar desde aquele dia quando ele a via na rua. Quando ele sorria. Quando ele vinha me dizer oi, tentar conversar.
Mas desde aquele dia nunca mais conversaram.
Às vezes ele puxa assunto. Às vezes ela sorri de leve, sacode a cabeça. Fala alguma coisa curta. Mas conversa, não... Nunca mais.
Ele deve a achar uma Tonga. E, sabe, ela não perdeu nada, sinceramente, quando ele desistiu de falar com ela, afinal, seria apenas mais um quadro em sua vida. E ela... Bom, ela seria apenas mais uma moldura.
Foi mais ou menos a época que conheceu o Djyoli.
Ta, o nome mesmo dele é Djogo, mas ela o conheceu por Djyoli, e ele a conheceu como a Brook. Há quatro anos atrás mais ou menos. Ele é uma espécie de diário que te responde. É seu melhor amigo, e é o único que a conhece por quem realmente é, por trás da simples moldura. Ele até faz se sentir como um lindo quadro, as vezes.
Ele é estilista.
Sim!
Mas ele não é Gay, ta! Haha.
Ele fez faculdade de moda, não por ser uma espécie de sonho, isso nunca nem entrou em sua cabeça. Ele falou que sempre desenhou bem, e quando ele, um primo e o amigo se juntaram pra fazer uma revenda de roupas ele falou que as chances abriram as portas. E porque não fazer uma faculdade? Ele tinha tempo, ele tinha dinheiro, e de quebra ia ser o único homem numa turma de 35 alunas.
Grace era criança quando conheceu ele, e ele devia ter seus 18 anos.
Pena que ele não é real.
Bom, real ele até é, mas pra ela, ele não passa por ser mais que uma simples conversa no computador. Virtual. Simples assim.
É cômico, porque a única pessoa que a entende não ultrapassa a uma tela de computador.
Brook: Falei com o Bernardo hoje!
Djyoli: Fala serio, princesa! E ae?
Princesa era o apelido mais carinhoso na opinião do Djogo. E ele só chamava Grace assim. Desde quando se conheceram.
Brook: Bom...
Djyoli: Espera, deixa eu adivinhar. Ele passou, te deu oi, e entrou para dentro da casa dele.
Aquilo irritou um pouco a Grace, mas no fim Djogo tinha razão né.
Brook: Não foi bem assim! Eu dei oi primeiro dessa vez!
Djogo riu. Orgulhoso, sim. A menininha dele tava crescendo.
Djyoli: Já é um progresso princesa!
Brook: eu sei u-u e você oh, Don Juan?
Djyoli: Deixei a Helena plantada hoje no Metropolitano :(
Brook: Como vc é mau (6’
Djyoli: Não zoa Grace, de boa... Vacilei de vez agora.
Brook: Ué... Qual foi a diferença dessa e das outras zilões de vezes que você esqueceu dela no Metropolitano?
Djyoli: Justo porque foi a zilhonéssima vez que esqueci dela...
Brook: O que você tava fazendo afinal?
Djyoli: Trabalhei de madrugada, depois tinha reunião no Joey e quando vi já era 16h
Brook: Sem estresse Djogo. Helena devia saber que ela namora um mala empresário mesmo, que se atrasar faz parte disso.
Djyoli: Muito engraçado, Grace ¬¬
Leia o Capítulo Inteiro
Temporada I, Capítulo II, Cena III:
Ele encarou o relógio. Nossa. Já ta de manhã? Quer dizer que ele virou a noite trabalhando de novo? Só agora que ele percebeu o quão cansado que tava. Ele, o Djogo, se espreguiçou na cadeira e sorriu para os desenhos sobre a mesa: coleção verão 2013.
Essa era a maior paixão da vida dele. Desenhou desde criança e quando o amigo dele surgiu com a ideia de criarem uma marca ele teve coragem e entrou para a faculdade. E foi assim que surgiu o Cia. Roupas.
Ele preparou o café e olhou pela janela, aquelas pessoas que a recém tinham começado o dia, tomou um gole e foi para o banho. Ele tinha um longo dia pela frente: Joey queria fazer uma reunião na casa dele as 10h e depois ele ia se encontrar com a Helena, quando ela saia do Metropolitano. E depois ele ia dormir. É. Esses eram os planos pelo menos.
Recolheu os desenhos.
Ia aproveitar e mostrar para o Joey e o Matt né.
Djogo até que se orgulhava dos desenhos das roupas que as mulheres já deliravam para ter. Eram muitas rendas e setin esse verão. Roupas leves e discretas combinadas com assesórios grandes e coloridos.
Desceu até a garagem e antes de chegar no apartamento do Joey parou num café e comeu um pão de queijo.
- Você ta atrasado. – Joey percebeu pela cara do Djogo que tinha ficado acordado a noite toda quando abriu a porta do apartamento – Já to conversando com o teu primo.
Eles mantinham as reuniões online enquanto que o Matt tivesse estudando fora. Os planos eram expandir drasticamente quando ele voltasse e por isso essas regulares e constantes reuniões. Eram quase sete por semana. As vezes se encontravam duas vezes por dia.
Djogo logo mostrou a coleção.
As mulheres iam pirar por aqueles vestidos.
E as saias de cintura alta estavam demais.
E ainda tinha um fator novo na coleção de verão: as camisetas listradas para os rapazes.
Eles não queriam expandir?
Que tal começar com uma coleção masculina?
Joey e Matt acharam incrível.
Como não tinham pensado nisso antes?
Joey mostrou as novas empresas que queriam trabalhar com eles e o Matt mostrou o orçamento para um escritório daqueles...
Conversa vai e conversa vem e... Droga. Quase quatro horas. Ele ia chegar atrasado de novo pra pegar a Helena... Shit.
#djogo aka #parbo #bier het dopje smaakt ook lekker😎

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Comment: distelzola said "@zazatoure & me #Djogo #Rdc #Senegal #Hac"
Temporada I, Capítulo II, Cena III:
Ele encarou o relógio. Nossa. Já ta de manhã? Quer dizer que ele virou a noite trabalhando de novo? Só agora que ele percebeu o quão cansado que tava. Ele, o Djogo, se espreguiçou na cadeira e sorriu para os desenhos sobre a mesa: coleção verão 2013.
Essa era a maior paixão da vida dele. Desenhou desde criança e quando o amigo dele surgiu com a ideia de criarem uma marca ele teve coragem e entrou para a faculdade. E foi assim que surgiu o Cia. Roupas.
Ele preparou o café e olhou pela janela, aquelas pessoas que a recém tinham começado o dia, tomou um gole e foi para o banho. Ele tinha um longo dia pela frente: Joey queria fazer uma reunião na casa dele as 10h e depois ele ia se encontrar com a Helena, quando ela saia do Metropolitano. E depois ele ia dormir. É. Esses eram os planos pelo menos.
Recolheu os desenhos.
Ia aproveitar e mostrar para o Joey e o Matt né.
Djogo até que se orgulhava dos desenhos das roupas que as mulheres já deliravam para ter. Eram muitas rendas e setin esse verão. Roupas leves e discretas combinadas com assesórios grandes e coloridos.
Desceu até a garagem e antes de chegar no apartamento do Joey parou num café e comeu um pão de queijo.
- Você ta atrasado. – Joey percebeu pela cara do Djogo que tinha ficado acordado a noite toda quando abriu a porta do apartamento – Já to conversando com o teu primo.
Eles mantinham as reuniões online enquanto que o Matt tivesse estudando fora. Os planos eram expandir drasticamente quando ele voltasse e por isso essas regulares e constantes reuniões. Eram quase sete por semana. As vezes se encontravam duas vezes por dia.
Djogo logo mostrou a coleção.
As mulheres iam pirar por aqueles vestidos.
E as saias de cintura alta estavam demais.
E ainda tinha um fator novo na coleção de verão: as camisetas listradas para os rapazes.
Eles não queriam expandir?
Que tal começar com uma coleção masculina?
Joey e Matt acharam incrível.
Como não tinham pensado nisso antes?
Joey mostrou as novas empresas que queriam trabalhar com eles e o Matt mostrou o orçamento para um escritório daqueles...
Conversa vai e conversa vem e... Droga. Quase quatro horas. Ele ia chegar atrasado de novo pra pegar a Helena... Shit.