Map of Hell
Sandro Botticelli, 1480
Pencil, tempera, and ink, 45 x 65 cm, Vatican Museum, Rome (Italy)

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Sandro Botticelli, 1480
Pencil, tempera, and ink, 45 x 65 cm, Vatican Museum, Rome (Italy)

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Gustave Doré - The Circle of Angels, Dante's Paradiso
Bro thinks he's an anime girl/j
I need to know if someone has the original text how he actually acts because I'm afraid that the translation I have of the book is a bit inaccurate or smth, I need someone to answer me if he actually speaks to the reader going like "Oh and you won't believe this, dear viewer" because every time it happens during Inferno and Purgatory made me laugh so hard. Dante you would have loved being a Vloger.
🌙✨ ↓Inspirations bellow↓ ✨🌙
The Green Valley, Purgatorio Cantos Vii-viii
Artist: Henry Arthur Payne (British, 1868-1940)
Date: 1800's
Medium: Watercolour and body color
Collection: Private Collection
The Green Valley, Purgatorio Cantos VII-VIII
Canto VII
Virgil identifies himself to Sordello, explaining that he has been barred from Heaven for his lack of Christian faith. Sordello humbly embraces Virgil around the knees, praising him as the pioneer of Latin literature. Sordello wants to know more about Virgil’s eternal fate, so Virgil explains that Limbo, though “melancholy,” is not as grievous and painful as the rest of Hell. Then Virgil asks Sordello how to reach Purgatory proper. Sordello explains that there’s no fixed path and adds that no one is permitted to climb overnight—it’s a law of Mount Purgatory.
Canto VIII
Night is falling. A single soul rises from the group of penitents and reverently leads the rest in an evening hymn. The group gazes expectantly skyward. Soon, two sword-bearing angels descend; the points of their swords are broken, and they wear bright green garments. Sordello explains that these guardian angels descend nightly to protect the penitents from a snake that always passes through the valley.
Dante y Beatriz contemplando el cielo más alto.
Divina Comedia, canto 28, el Paraíso.
🎨Gustavo Dore

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I can’t stop thinking about Dante’s relationship with Guido Cavalcanti bc this is the timeline of known events:
1.) Dante refers to Guido as his best friend in Vita Nuova
2.) In Inferno (a later work), Dante reads Guido to filth and insinuates he is a heretic, as is his father, who he places in hell and describes in a cowardly way and puts him into further emotional distress while he’s there
3.) After the events of Inferno, real life Dante takes part in a political decision to banish the leaders of the two prominent political parties from Florence for fighting, Guido being one of them. In the city they sent him to, he contracted what is thought to be malaria and died, so Dante inadvertently led to his death
So we go from bestie, to ripping him to shreds/accusing him of heresy, to KILLING HIM?????????? Absolutely fucking wild.
La Divine Comedie, de Dante Alighieri, par Gustave Dore. 1# Le bateau des ames ; 2# Le Cocyte ; 3# Beatrice apparait a Dante.
O BEIJO αNTES Dα ESPαDα
A obra “Gianciotto Descobre Paolo e Francesca”, pintada em 1819 por Jean-Auguste-Dominique Ingres, é mais que uma cena de adultério. É um instante congelado entre o êxtase e a condenação. Ingres, mestre neoclássico que bebeu nas fontes do Renascimento e soube, como poucos, fundir rigor formal com emoção contida, escolhe o momento anterior à tragédia: o instante do toque, do beijo, da entrega. Um momento onde a espada ainda não caiu, mas o destino já está selado. No fundo do quadro, meio nas sombras, Gianciotto observa. É o marido traído, o algoz inevitável. No primeiro plano, ajoelhado, Paolo, o amante, se inclina para Francesca, que recebe o gesto com uma placidez trágica. Ela segura nas mãos um livro: “Lancelot e Guinevere”, história de outro amor proibido que os inspirou à ruína.
A pintura não grita. Ela sussurra. Sussurra que o amor, mesmo em seu formato mais pecaminoso, contém uma beleza que desafia as normas. Sussurra que existem beijos que valem o castigo. A obra é inspirada na literatura de Dante, especificamente no Canto V do Inferno de A Divina Comédia, quando Dante encontra Francesca da Rimini e Paolo Malatesta no segundo círculo, onde são punidos os que pecaram por luxúria. Ali, os amantes são arrastados por um vendaval eterno, símbolo da força descontrolada do desejo. Com uma voz suave Francesca narra:
"Um dia, por passatempo, lemos sobre Lancelot; sós estávamos, sem desconfiança… muitas vezes os olhos se cruzaram, e o rosto empalideceu. Mas foi um só ponto que nos venceu: quando lemos que o desejado riu ao ser beijado por ela, aquele que nunca mais será separado de mim, a boca me beijou, tremendo. Foi o livro, foi quem o escreveu, que nos condenou.
O relato termina em silêncio. Paolo chora. E Dante, tomado de compaixão, desmaia. A primeira vez em que o poeta sucumbe diante da dor alheia.
O mais marcante, porém, é que mesmo nas trevas, Francesca não renega seu amor. Ela não pede perdão. Ela não mostra arrependimento. Ela glorifica o que viveu, mesmo que tenha sido um amor que desafiou leis, alianças e a moral divina.
É um amor que nasceu no texto e se consumou no gesto. Foi literário, carnal, mortal: e ainda assim, foi digno. Francesca e Paolo são os únicos personagens no Inferno que Dante trata com ternura. Não os interroga, não os condena. Apenas escuta. E talvez compreenda.
Talvez seja isso o que ecoa na pintura de Ingres. Talvez seja isso que pulsa no peito de quem a contempla: um chamado à inteireza dos sentimentos, mesmo que trágicos. Uma recusa em viver de meias medidas.
E se o preço for o inferno: que seja.
Que me castiguem os céus ou os homens, mas que ao menos eu tenha amado, tenha sido desejado e tocado por aquilo que realmente queria.