Quiéreme mientras se pueda...no vaya a ser, que un día, te quedes sin mí.
— el mundo nos quita hasta el aliento.
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Quiéreme mientras se pueda...no vaya a ser, que un día, te quedes sin mí.
— el mundo nos quita hasta el aliento.

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Bueno, ¿alguna vez pensaste que era difícil para mí caminar despreocupadamente como si nada hubiera pasado ?
"No pienso estarme matando por una persona que no le interesa vivir..."
@hola-insomnio
Tus redes sociales mienten, dicen que eres alguien despreocupado. Pero debajo de eso pareces ser alguien auténtico.
- Moon ♡
Estética da vida e outros dilemas
(não revisado)
Ouvi dizer que ao nascer o ser humano tem dois caminhos a seguir: o caminho da graça e o caminho da natureza. Suas diferenças vão com o tempo se tornando mais latentes até o momento onde o próprio tecido da realidade da vida força o ser humano a uma escolha. Uma escolha comum para qualquer uma escolha que mudará completamente a forma como se encara os dilemas da vida, seus problemas, o horror e a beleza que no mundo ganha seu pano de fundo. Afinal não importe o quanto da natureza se descubra, desfrute e se viva sempre estará o ser humano no seu dilema moral inacabado: “Qual me proposito aqui? ” toda via a graça reserva outro dilema aos seus peregrinos: “O que fazer diante disso?”
A vida se desvela através desses caminhos distintos com o mesmo cenário, um cenário que se apresenta em uma moldura vertiginosa do horizonte. Ambos os homens estão olhando para dentro de si como olham o horizonte. Olha com a descrença ou espanto a manifestação imponente da “natura” mas com lentes diferentes, eles se propõe a esquadrinhar suas almas perguntando a mesma coisa, da mesma moeda faces semelhantes o que fazer para que tudo isso aqui tenha sentido? O que tenho nas mãos é suficiente? O que faço com o conhecimento revelado? O que faço com as sensações me ofertadas? No fim estamos aqui diante dessa mesma tela naturalizando a vida, ou divinizando-a para encontra a definitiva razão de estar lutando por tudo isso. Tendo em mente uma única sentença: “A vida deve ser afirmada! ”
Essa afirmação a vida deve passar primeiro por um crivo, um peso maior! Que vida deve ser afirmada? A vida em sua pluralidade ou a vida em sua unicidade? Por que sabemos que por ordem de exclusão não poderíamos ter a pluralidade de em uma mão e unidade na outra. afinal seria uma contradição moral a toda uma tradição que a muito tempo vem se afirmado sobre a vida e sobre seus expoentes, como um pendulo que se move inquieto pelos extremos. Indicando seu movimento: Não a pluralismo na graça, a um único caminho, uma única verdade que sobre todas, está sendo o próprio modelo que move a realidade, uma estabilidade, uma certeza, uma mão que se estende e diz o caminho que deve ser seguido, observado e desejado.
A natureza por sua vez é seu oposto caótico, e seu dínamo mais imprevisível e também seu maior crítico. Não a fulga na natureza as coisas são cruas e por mais que tentamos ela também se mostra insuperável. Se demonstra esteticamente imponente. E se na graça temos uma certeza que deve ser suficiente, na natureza temos olhares, formas e sensações em conflito um emaranhado de desejos e paixões que por muito séculos foram abafados e negados mas que agora deveriam ser graças ao movimento constante do pendulo da vontade humana experimentados, não por simples masoquismo da incerteza que a natura reserva a seus apreciadores mas pela simples maravilhosa possibilidade de transformar todo esse caos em arte.
A estética da graça já é dada. O seu caminho já ornamentado por pedras, que dês da fundação do mundo (mesmo que ainda não conhecidas pela limitação da ótica do observador) já apontavam um único espectro do caminho. Esta não cabe na tela, a alma do poeta é insuficiente para reunir no papel sua divindade. Poderíamos capturar a suma verdade em um retrato? tal tentativa não seria por ela encarada como pura vaidade e recatada ela não guardaria ligeira para seu reino além dos esforços do mundo conhecido? Mas creio que não poderíamos dizer o mesmo da natura, ela eleva em si mesma preenchida por nós em arte, seu caos e incerteza dedilhados em notas, sua pluralidade convertida em combustível para os amantes, a natureza plural jaz na tinta de quem a descreve, a preenche a desvela.
Diante disso, por essa perspectiva a arte deveria ser o caminho que dá a vida sua afirmação. Pois da arte não deveríamos cobrar nada do que o prazer em si que ela pode oferecer, da nativis nenhuma obrigação moral e dela só o horizonte que expressa a pluralidade de cores, formas e desejos. Então com essa ferramenta livre da imoralidade de moralizar estaríamos abrindo o caminho mais elevado para assim fundirmos as inquietações da alma com a pluralidade da vida. ao invés de tomar um caminho nas mãos e estender a ele toda nossa inquietação lançaríamos nossas busca de proposito pelos vários caminhos que nos é apresentada a natureza. O caminho natural plural de prazeres e experiências e quando nos fadigasse os inúmeros caminhos possíveis nos abrigaríamos a beira da estrada da vida contemplando o sol a queimar no horizonte de nossa alma. Observando assim como Fausto os trabalhadores a retornar de seu labor e na tela ali de nossa mente descansaríamos do nosso labor.

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hay una diferencia entre descuidado y despreocupado
No me subestimes, que rencorosa, libre, extraña y cómica, voy paseándome como el viento por el mundo.
M. Calle.
Te ví cuando estabas distraída y no sabes lo hermosa que te veías despreocupada de la vida, que irónico que dentro de tí hubiera tanta algarabía y emociones sin ser descubiertas, creía que lo correcto era verte desde lejos y no arruinarte la vida con mis pésimas emociones.