Abandono
Por Gustavo Costella
Amor insolente
Estrada áspera
Labirinto sem saÃda
Coração ferido
Como pode o amor machucar
E nos fazer ter ódio?
Sinta esse pleonasmo
Sem explicação
Pois toda vez que eu fico sem chão
Eu ponho a culpa no coração
Dias trancados, com meus
Pensamentos à solta
Divagando sobre o quão inóspito
É o seu peito, e o amor
Que eu te dei foi pisoteado
E humilhado sem qualquer respeito
Hoje, porém, o amor é pra mim
Assim como Pasárgada é
Para Bandeira: algo perfeito e maravilhoso
Porém inacessÃvel ao homem.













