Assinaturas da Netflix podem encarecer no Brasil
O governo está estudando uma maneira de taxar os serviços de streamings que atuam no paÃs. Até agora há uma indecisão se a cobrança acontecerá por meio da Condecine (Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional) ou com base nos lucros dessas empresas.
Na prática, atualmente, a medida é empregada à s produtoras de conteúdo audiovisual, que precisam arcar com taxas especÃficas a cada cinco anos.
Usando a Netflix como exemplo, o valor de R$ 7.291 seria cobrado de cada produção estrangeira com duração superior a 50 minutos disponibilizada pela gigante dos streamings.
No caso dos episódios de séries co duração menor que essa seria cobrado o valor de R$1.822,81 por episódio de seriado internacional. Quanto à s produções brasileiras, seriam taxados R$ 1.458,25 por filme e R$ 364,56 por episódio/capÃtulo.
A notÃcia vem acompanhada de um incômodo por parte das empresas de streamings, cujo conjunto atuante no paÃs é composto por nomes como YouTube e Spotify.
A Condecine é responsabilidade da Ancine (Agência Nacional do Cinema) e a previsão, se for levada em consideração apenas a Netflix, é de que sejam arrecadadas por volta de R$ 300 milhões. Se a proposta passar pelas votações da burocracia legislativa do Brasil, a probabilidade de que o consumidor arque com essa taxação é muito grande.