here are some more stats sheets of some of my characters JerseySwap Sans my OC Bee and Chicagofell Sans icons i made using some that i got from @parodypunksartwork
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My Undertale AU's
Here is a list of the AU's i have both old and new. If you'd like more info about an AU let me know. For the ones that arnt known i might set up a info dump for them but not atm. Old AUs Couragetale NewYorkTale ChicagoFell JerseySwap (Collab AU) UnderLegend (Recently named LOZ x Undertale AU) CaribbeanTale (Recently named POTC x Undertale AU) Outlawtale New AUs AstronomyTale (My version of Outertale) Undertaking (The name is a pun in of itself) LegendaryTale (DBZ x Undertale AU) Ill answer any questions about these AUs that you ask. I have a lot of things in the background for each one, though anything for Couragetale is here on my blog already unless theres something youd like to ask new!
Há cheiro do seu perfume em meus lençóis. Há o mesmo cheiro impregnado profundamente em minha alma. Preciso me livrar de todos. De todos os velhos panos de linho. De todas as linhas de uma história que se finda. Preciso me livrar de mim. Ainda uso muletas para me locomover pelo apartamento vazio. Livre de móveis, povoado por ecos. Você levou quase todos os móveis, mas eu não me importo. Ainda tenho pesadelos com o acidente, e quase posso te ouvir dizer: “Eu não deveria ter entrado naquele carro”. Talvez você nunca tenha estado tão certa. Eu assumo toda culpa, que é tão inteiramente minha. Naquela noite, e em tantas outras. Às vezes me pergunto se é tarde demais para voltar atrás. Ainda sinto sua falta. Mesmo que soe absurdo. Prepotente como fui, como sou, e como sempre serei, desejei-me em meu amago, que essa briga fosse como as outras. Que, no findar da semana, você estaria novamente ao meu lado. Ah, se meu coração fosse meu para apostar sobre isso… Ah, eu já não mais o teria. De tanto amor que tinha, tão pouco lhe foi dado… Acredito que você trocou o número do celular, pois eu te ligo e vai direto para caixa postal. Isso é bem sua cara, não é? É simplesmente “você” demais, executar-me tanta tortura mental. A última noticia tua veio de Patrícia. Esta que me disse de sua viagem. Procurei por sua mãe, mas ela não me atendeu. Eu não esperava diferente. Ela nunca gostou de mim. Se eu soubesse onde te procurar, eu iria imediatamente. Por que você tem que ser tão complicada? Os pelos que lhe raspavam o rosto, e lhe eram tão incômodos, agora me povoam o rosto. Eu não tenho a confiança em mim mesmo. Não o bastante para colocar-me a lamina na mão. Não sem temer minha vida por mim. Eu já não posso lhe dizer que lembro-me de como é estar cuidado. De ter estes pelos removidos. De ter minha mente descansada. Não há nada que possa fazer comigo mesmo. Eu tentei. Eu tentei permanecer no meu emprego. Eu tentei amar esta cidade, tanto quanto eu sempre amei. Eu concentrei-me enquanto pude, mas, algumas semanas após a tua partida, havia tão pouco que minha velha São Paulo pudesse fazer por mim. Augusta não tinha vida. Liberdade me abarrotava os olhos. Paulista ainda me intriga. Mas não me instiga. Não me chama. Eu deixei o Brooklyn. Eu não frequento mais seus bares. Eu não me importo mais com o projeto que costumava me tomar a vida. Eu nem ao menos sei se vou continuar aqui. Eu perdi quem eu era.
O teu riso costumava ser minha prova do céu. Tu sorria a minha presença. Tu ria de mim. Tu ria de minha paixão. Minha maior desgraça. Minha maior fortuna. Ria de mim quando eu dizia te amar. Diabos, para o inferno com teu sorriso. Teu riso era tão gostoso. Tão cadente. Ardente. Ímpar. Eu ria, também. Eu ria, enquanto podia, sem saber que findava minha estadia ao teu lado. Você parou de rir. Cessou teu sorriso. Você parou de rir e partiu por onde costumava ser tua chegada. Nada sobrou. Tão poucas lembranças. Restou-me vazio. Restou-me apenas desespero.
“Não me ame tanto assim. Por agora, eu sou apenas inverno e tempestade. As asas que não batem. O som perdido, que jamais retorna. Não me ame tanto assim. Eu sou apenas distância profunda. Um caminho sem volta. Uma chama sem vereda. Não me ame tanto assim. Se por mérito meu te conquisto, por este ainda também ei de perder. Somos orvalhos de um mesmo amanhecer. Notas de uma mesma sinfonia triste. Não me ame tanto assim. Lograr êxito não irei, no intento de fazer-me merecer-te. Culpe minha distração, minha baixa estima, ou meus maus hábitos. Não me ame tanto assim. Eu nunca soube bem como lidar. Eu nunca fui amado tanto assim. Algumas dores me são amigas, algumas dúvidas podem até me reconhecer pelo nome. Mas, por favor, não me ame tanto assim. Eu não sei o que fazer comigo mesmo, agora que te tenho. Porque sei que tenho. Não me deixe duvidar. E eu sei que não posso apreciar tão corretamente. Eu vou culpar o mundo por tudo que der errado. Eu vou dizer-me infiel e comum. Por favor, não me ame tanto assim. Eu anseio poder estar na tua cama, algumas vezes por dia. Eu desejo ter-te ao meu lado mais vezes do que posso admitir. Eu mantenho-me distraído, e procuro não deixar-me saber o quanto efetivamente penso em você. Sou apenas uma versão desaromatizada do eu que criou pra ti. Por tudo que nos foi sagrado, não me ame tanto assim. Eu não sei merecer cada suspiro que te deixa. Eu não sei merecer as tuas preocupações sobre minhas angustias. Eu não sei cuidar, eu não sei ficar, eu não sei prender-me. Sou só o lamento do violino no fim da canção. Sou só outro clichê do que pretendiam de mim. No momento sou um fraco suspiro, abraçado por saudades que já não sei se são minhas. Sou um dia no final de dezembro. Sou a bebida que tão avidamente partilho. Por favor, não me ame tanto assim. Querida, eu só queria que soubesse, como sei que sabe, que apesar dos meus planos confusos, eu sei muito pouco de mim. Querida, eu só queria que soubesse, que o cheiro do mar que me lembra minha casa, tem sempre um som de partida ao fundo. Por favor, por todas as minhas lagrimas, não me ame tanto assim. Querida, eu só quero que me deixe partir. Eu preciso que se lembre de mim, como aquele sorriso cansado, de cabelo desgrenhado, que olhou por sobre o ombro antes de te deixar ir. Quero que se lembre de mim em todos que entrelaçarem os dedos nos teus. Quero que viva aí, tudo que vivo aqui. Quero apenas teus sorrisos. Quero apenas que me deixe partir. Querida, não me ame tanto assim. Eu não sei lidar com tanto amor. Eu não sei continuar. Eu não poderia me prender. Não me faça promessas. Eu não sei ainda se as quererei cobrar. Querida, por favor, não me ame tanto assim. Não me esqueça. Não me apague. Me ame exatamente como tanto tem feito. Eu preciso apenas de você.”

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