T nhớ là t đâu có cho đồ gì vào túi m đâu tại sao m vẫn trốn đi được vậy con ml này =)))))))) #旅かえる #ceml

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Con mất dậy đi biệt tăm cả ngày rồi. Thấy bức ảnh của con tưởng vào nhà sẽ thấy nó, nhưng mà căn nhà vẫn trống hoang 😭 con ơii~ #旅かえる #ceml
Com esse calor, Vamos trabalhar piscina e praia e para quem tem bastante. #stickers #versaworks #versacamm #adesivo #grupofera #ceml #monotrilho #lovejob (em Grupo Fera Brasil)
As coisas mudam, os sentimentos mudam, as intenções mudam, os pensamentos mudam... Caio e Malu são fofos e românticos demais pra fase que eu tô passando na vida, que por sinal, não é nada romântico e nada fofo!
(#4) Voltarei ou não um dia a viver num conto de fadas, que por acaso não existe.
HOJE TEM FESTA *-* Animação lá em cima, todo mundo feliz, eu feliz, o Caio feliz... ele e a namorada fizeram as pazes. Eu não sei muito bem como estou me sentindo em relação a isso, mas ver ele feliz acho que já é bom né... enfim, tem festinha hoje na casa da Jú, ela estuda com o Caio e gosto muito dela. Prefiro os amigos do Caio, do que as pessoas que estudam comigo. Enfim, tudo que vem dele é melhor. Termino de me arrumar, e vejo a felicidade da minha mãe de me ver sair de casa. Ela ama o Caio, e tá aqui na sala esperando ele chegar com a Bianca pra me buscar. Bianca é a namorada dele! A campainha toca, e minha mãe corre pra abrir. Ela tá mais ansiosa que eu. - Oi Caio, tudo bem? - ela diz com um sorriso no rosto radiante. - Tudo bem sim Dona Helena, e com a senhora? - ele tá liiiiindo . - Tudo bem sim, mas lembre-se, nada de dona e muito menos senhora - estou boba, que nem percebo que a Bianca tá com ele. Eu o encaro, porque ele tá lindo demais, demais, demais... Por esse momento, nem percebo que minha mãe eufórica está com eles lá, e eu deixei. - Tá bom né mãe, já matou sua saudade, então vamos - olho pro Caio com uma cara de 'vamos logo, senão não saímos daqui essa noite'. - Beijo mãe, fui, relaxa que venho pra casa com eles viu? - dou um beijo na bochecha dela, e já saio puxando o Caio e a Bianca, pra não dar oportunidade da minha mãe conversar mais. O Caio sai tropeçando e acenando pra ela, e a Bianca diz um 'tchau' de alguém que tá louca pra rir da situação. Chegamos na casa da Jú, e a festa já tá bombando. Tava todo mundo bonito, arrumado, dançando, SORRINDO, o que eu já não via muito por aqui. Fiquei conversando com a Jú e as outras meninas, vendo o Caio no canto da sala beijando a Bianca. Senti náuseas. A Jú me da uma bebida, que mais parece uma vitamina, um suco. Nunca fui de beber muito, mas estava disposta a aproveitar a noite, compensar o tempo que perdi trancada. Agora já conheço mais pessoas, tô me adaptando legal com a galera e a cidade, e quero aproveitar. Bebo, bebo, bebo. O Caio chega perto de mim, pra dizer que vai levar a Bianca em casa, mas que volta logo. Eu confirmo com a cabeça, e continuo dançando. Me sinto leve, corajosa, sem timidez... danço como se o mundo fosse acabar. Entra música, sai música. Viro copos e mais copos, e o Caio aparece. Ele me olha como se não me reconhecesse, e eu o olho demonstrando como eu o quero, como ele causa dúvidas em mim. O chamo pra dançar, e o carrego até o meio da sala. Danço, olhando fixamente nos seus olhos, como se o tentasse seduzir. Ele me olha e sorrindo diz no meu ouvido: - Malu, vamos embora? Acho que já tá na hora hein. - Não Caio, tá cedo - digo pisando no seu pé, e pedindo desculpas com a mão na boca. - Vamos sim mocinha - ele me pega pelo braço, toma o copo da minha mão, e saímos. Ele me leva pra casa quase me carregando no colo. Eu fico dizendo como o amo, que ele era a melhor pessoa do mundo. Começo a rir, fico rindo e rindo. Ele rir sem graça... - Chegamos Dona Malu, cadê a chave? - Ops Caiete, acho que tá na bolsa - digo isso, e depois caio na gargalhada. - Maluzete, fala baixo, acho que não seria uma boa ideia sua mãe te ver nesse estado né? - ele diz isso, abrindo minha bolsa, e pegando a chave dentro dela. Ele abre a porta, e com cuidado me abraça, fazendo sinal de silêncio. Fico me segurando pra rir, e subimos as escadas com cuidado. - Se quiser, pode dormir aqui - dou uma piscada seduzente pro Caio. - Você não tá nenhum pouco bem, deita logo Malu. - Você que manda - pulo na cama com tudo, e começo a rir sem saber o porque dá risada - ele voa em cima de mim, tampa minha boca e diz: - Calada mocinha - eu o olho nos olhos e consigo ficar séria. Com o corpo dele em cima do meu, sinto sua respiração, sua pulsação. Estou eufórica, e garanto que ele sentiu como fiquei. Ele destampa a minha boca, e sorri de lado. Eu aproximo a minha boca da dele, com a respiração ofegante. - Caio, eu tô bêbada, mas não tô morta - e o beijo logo em seguida. E o melhor, ele não para o beijo, ele continua, e consigo perceber como ele beija bem. Ele para o beijo, e fala: - Malu, isso não era pra ter acontecido. Eu namoro, você é minha melhor amiga. - Caio, eu te amo. Mais que amigo, eu te amo, mais que a Bianca - na mesma hora, coloco minhas mãos no rosto, não acreditando no que acabo de dizer. - Você tá bêbada Malu, amanha você vai se arrepender disso tudo - ele tira os meus sapatos, as minhas pulseiras e meus brincos. Dá um beijo no meu rosto, dizendo: - Boa noite Malu, fica quieta aqui, vai dormir. Eu o vejo saindo pela porta, e minha única reação é chorar. Eu beijei meu melhor amigo, eu amo meu melhor amigo. Agora já é certeza. Ele me enxerga somente como amiga. Viro na cama e choro, e choro sem pensar no amanha....
(#3) Menino do sorriso bonito, eu tô bêbada, mas não tô morta. (mmps, Thaís M.)

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O Caio desde quando eu cheguei nessa cidade é tudo pra mim. Ele que me apresentou uns lugares até legais, ele que me dá atenção, ele que nunca me deixa sozinha pelos cantos. Na verdade é legal, só que é mil vezes melhor quando ele não está acompanhado da namorada. Ela até que é bonitinha, gente boa e tudo, mas prefiro ele mil vezes quando está sozinho. Já está tarde, e vou deitar. Quando estou quase dormindo escuto meu celular a tocar, e é o Caio. - Oi Caio. - Malu, desculpa te ligar uma hora dessas, é que tô desesperado - percebo que ele está com uma voz insegura, trêmula. Logo ele, que me faz rir, que me passa proteção e segurança. - O que aconteceu? - pergunto ao mesmo tempo que me levanto ferozmente da cama. - A Duda, ela terminou comigo - eu fico paralisada. Ele era meu amigo, eu sabia de tudo que se passava na vida dele e da namoradinha, e eu nunca conseguiria imaginar eles separados. - Como assim? Porque? - Malu, eu tô na pracinha da esquina da sua casa... - ele nem termina de dizer e eu já digo: - Tô indo pra ai. Troco de roupa e desço as escadas. Minha mãe tá dormindo no sofá, ela nem vai notar minha falta. Saio e vou em direção a pracinha. A rua está fazia, algumas pessoas passam indo pra casa, e eu vejo o Caio sentando em um banco, com a cabeça baixa e os cotovelos apoiados nas pernas. Chego por trás dele e digo quase sussurrando: - Caio? - ele olha pra trás com os olhos lagrimando, e me dá um aperto no coração. Eu sento do lado dele, e ele me abraça forte. Nunca pensei eu vê-lo numa situação dessas, um cara forte, brincalhão, vive sorrindo e agora tá chorando feito criança. Eu pergunto com a voz mansa: - O que aconteceu? - A Duda terminou comigo. - Mas porque? - Ela tem ciúmes de mim, e agente brigou feio. Eu disse coisas que não queria pra ela, coisas que a magoou, e ela terminou comigo - ele diz com a voz trêmula. - Mas ciúmes de que? - Da gente Malu - eu fico pasma. Da gente? Como assim? - Mas da gente Caio, porque? O que a gente fez? - ele abaixa a cabeça, da mesma forma que eu tinha o encontrado e diz: - A gente não fez nada, é coisa da cabeça dela. Ela sente ciúmes de você porque eu falo de você o tempo todo, e apesar de pouco tempo que nos conhecemos, eu confio em você de olhos fechados. Isso a deixa insegura. - Isso não tem cabimento, você ama ela, e agente é amigo - e percebo que quando pronuncio a palavra amigo, me dá um aperto. AMIGO, será que é isso mesmo que desejo ser dele? Balanço a cabeça de leve, como se mandasse meu pensamento pra longe. Não, eu não posso pensar nessas besteiras, ele é meu AMIGO, ele ama outra, sofre por outra... continuo dizendo: - Amanha é outro dia, vocês estarão mais calmos, ai vocês conversam. Me desculpa Caio. - Te desculpar? Porque? Obrigado Malu, por tudo. Sim, amanha eu vou atrás dela, e a gente vai se resolver né? - É - respondo como se forçasse a voz e o pensamento. Ele me dá um abraço e me diz forçando um sorriso: - Obrigado Malu, você é a melhor amiga do mundo.
(#2) Melhor amiga do mundo? Se você diz... (mmps Thaís M.)
- Maria, você tá me ouvindo? Maria! - olho pro lado, e percebo que já deveria ter um bom tempo que minha mãe estava me chamando. - Oi, mãe? - Filha, boa aula pra você, boa sorte na nova escola hein. Faça amigos novos. - Tá - respondo monossilábica como tenho dito ultimamente e bato a porta do carro. A gente se mudou, eu e minha mãe. Ela disse que não queria mais ficar na nossa velha cidade, que aqui ela iria ter um emprego melhor, e que tem mais lugares pra eu sair. Disse aquela frase clichê, 'ano novo, vida nova'. Mas ela não pensou nas pessoas que vou deixar. São meus amigos, vou sentir muita falta deles. E o pior, é que odeio me sentir sozinha, pior ainda é que ESTOU sozinha... novo ano, nova cidade, nova escola, novos vizinhos, novas pessoas. RAWN . Vou em direção a mais uma sala, e vejo meu nome na lista. Entro e sento no canto, no fundo. Espero que ninguém me veja, que ninguém venha falar comigo. E a aula começa, e graças a Deus, ninguém nem reparou na minha existência. Todos são amigos, todos se conhecem, e ninguém reparou em mim. E só de imaginar que terá intervalo... Toca o sino do intervalo, e penso em não levantar, mas é melhor sair, conhecer os lugares onde são, pra depois não passar vergonha de nada. Saio sozinha da sala, e é um movimento sem fim. Na minha antiga escola, as coisas eram mais calmas, e ninguém ficava me olhando com cara de 'o que isso tá fazendo aqui?'. Ninguém parece legal por aqui, ninguém sorrindo por aqui, ninguém bonito por aqui... - AI - alguma coisa me joga a uns dois metros de distância. Alguém se esbarra em mim, será que essas pessoas não ver que sou normal? Todos são exageradamente grandes, e eu sou normal. Vem alguém em minha direção dizendo: - Desculpa - ele diz sorrindo, e estendendo sua mão para me ajudar a levantar. Eu o dou a mão, e levanto. Sorrindo ele completa: - Prazer, Caio - ele é lindo. - Maria Luíza - eu vermelha.
(#1) Ai meu Deus, alguém normal e lindo por aqui! (mmps, Thaís M. (continua...)