Hoje em um ato não tão bem pensado, abri as conversas que, por teimosia, ainda deixo arquivadas. Reli algumas das tantas coisas que falei com o coração aberto, com toda a sinceridade do meu ser, e que hoje me deixam atordoada. Penso em como tudo aquilo parece mentira. Como parece que nunca existiu. Que nunca foi sentido, tocado. Sabe o que agora estou me sentindo? Uma tola! Com toda a certeza: TOLA! Se estou sentindo uma frieza no estômago? Óbvio!
Um conselho: Se por curiosidade, alguma vez, você sentir vontade de colocar o dedo na ferida que está cicatrizando, relembre com toda a força a dor que sentiu, as lágrimas que derramou, o tanto que pareceu não importar ser magoada novamente. Espero que isso te ajude a não fazer tamanha bobagem.
Nunca queira relembrar o que te feriu. Nunca queira se lembrar do que existiu e passou. O que não deveria ter existido, talvez.
Se preserve. Se cuide. Se ame.
Se ame muito, ao ponto de nunca mais aceitar migalhas de amor.
Amor não pode ser migalha.