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Pre-dawn breakdowns

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“It’s so hard to leave, until you leave.”
The past month has been so... weird. And peaceful, if quiet means peace. Since I decided to give up Hogwarts to be homeschooled this last semester, I’ve been far from everything I knew. I wanted to get away, ended up drifting so far.
More than 6 teachers come to my house every week, trying to fit inside my head everything I’d learn at school. I’ve not talked to anyone beside them, the maids and sometimes my parents. When they were home. Mom is around more, she’s kinda worried that I don’t socialize, but I put on my best face and say I’m fine.
Even my phone ran out of battery and I didn’t bother to charge it. Half of the people I knew were in Hogwarts. The other thought I was there, because I didn’t tell them.
I’m not miserable, though. I’ve riden my horses every morning. I talk to them.
I’ve eaten everything the maids brought me. I’m like a bear getting ready for winter. Please don’t bother.
By the way, I think I’ve gained weight. That is... weird. Father’s friend pointed that. Bitch. Well, I’m not surprised. For someone who’s usually active and loves sport, I’m being VERY still. Newton’s first law, dude. I’m not moving till someone with great force makes me.
I still don’t know if I’ll get to do my finals in Hogwarts or if I’ll just be a drop out. Not that I’m worried that much. I don’t dream of becoming important anyways.
I think I’ve peaked early life and now there’s nothing left. The prizes are there on my bedroom wall, and with them, the motivation of a lifetime.
I don’t know how to describe myself, anymore. Guess I really drifted too far.
When I leave, don't save my seat
I'll be back when it's all complete
...
Fall out of formation
I plan my escape
From walls they confined

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Angry, angry. I’m so angry. Sometimes I don’t know where this is coming from. Maybe the problem isn’t him, or them, or you. Maybe the problem is me. I’m angry at myself. Because I just can’t be good.
Unable to chill
Unable to enjoy
Unable to feel the goods of simples life which are free and anyone can have
Money won’t buy me getaways from my traumas
Back to school
Violet
Mais um ano letivo! Violet animadamente amarrou o laço ao meio rabo de cavalo no topo da cabeça. Ela pulava de um lado para o outro, pegando as coisas no meio da casa, juntando tudo que tinha esquecido.
“Não corra, Violet!” Sua mãe brigava com ela.
“Desculpa!” Gritou de volta enquanto quase caia na porta do quarto, esbarrando no peito do irmão mais velho “PETER!”. O irmão a ergueu com um braço só.
“Você vai abrir um buraco no chão, pirralha.” Ele sorriu e ajeitou a camisa social quando Violet se reequilibrou. Ele tinha terminado Hogwarts há algum tempo e era o filho perfeito. Sem exceções. Até bonito ele era, o que não passava despercebido, nem mesmo para Lily. Ela iria morrer quando soubesse que ele aparou o cabelo. Violet riu baixinho, pensando.
“Foi mal, estou procurando aquela gaiola que nós tínhamos...”
“’Desculpa’” Ele a corrigiu “E para que você quer uma gaiola, Violet? Já não tem mais nenhum espaço no seu malão”.
“Ahnnn... pro meu TCC!” Ela tentou, sorrindo e forçando as covinhas, para parecer fofa, mas isso não funcionava com o irmão.
“Desça, desça, mamãe deve estar arrancando os cabelos e você não quer perder o trem.” Ele se inclinou e beijou a cabeça da irmã que murmurou um ‘tá bom...” e saiu marchando com as botas batendo no chão... logo antes de novamente correr e aprontar de novo.
Hugo
Fim de férias na toca é uma correria só.
É assim que Hugo descreve sua família a cada novo início de ano letivo. Empoleirado no topo das escadas, jogando de uma mão para outra um punhado de biscuit (por que se tivesse que usar argila iria se sujar e sua avó provavelmente o acertaria com um pano de prato). Ele via todo mundo correndo, quando Rose já tinha tudo pronto e arrumado do seu lado. O garoto também já tinha arrumado tudo, mas ficou com preguiça de tirar do quarto. E ele achava engraçado os últimos preparativos. Albus sempre brigava com alguém.
“Você precisa de algo mais? Pegou tudo?” Hermione acariciava os cabelos de Rose. Ron vinha atrás dela.
“É claro que ela pegou, olhe só, é como olhar para você!” O pai disse. Hugo achou que iria completar com ‘tão careta’, mas ficou calado sorrindo... então Hugo fez esse trabalho.
“Tão careta!” Ele disse descendo a escada, mas os pais, que só agora notaram sua presença, nem levaram a sério. Ninguém levava ele a sério.
“Tudo bem aí, também?” Ron tentou ser um pai responsável mas Hugo deu de ombros.
“Só saberei o que esqueci quando eu precisar.” Respondeu.
“Bem, você deveria ter uma lista.” Hermione arrumou um fio que saia do suéter que ele usava. “Rose tem uma.”
“Mãe!” Rose ficou envergonhada, ela sabia que nenhum dos dois filhos apreciava a comparação.
“Bem, Albus não tem nenhuma e está vivo.” Ele argumentou, logo antes de ouvir os Potters discutindo no andar de cima. “Eu acho.”
“Meus netos?!” A voz de Molly chamou de dentro da cozinha. “Os lanches estão empacotados!”
É, mais um ano letivo estava começando.
Scorpius
Scorpius não tinha realmente que empacotar nada. A roupa e os uniformes limpos e passados foram organizados no malão junto com seus livros materiais novos. Ele se perguntava se as coisas estavam agitadas com Albus. Fazia alguns dias que tinha voltado para casa. Seu pai ignorava o fato de que ele estivera com os Weasley-Potter, como se tivesse simplesmente ido a um acampamento de verão e voltado para as aulas. Mas Scorpius sabia que a sua amizade com Albus incomodava o pai... e ele não imaginava que eles não eram só amigos. E só de pensar nisso, Scorpius sentiu o sangue saindo de todas as suas extremidades e se acumulando no rosto, vermelho, junto com uma sensação familiar de peso no estômago. A sensação de pensar na desaprovação do pai pelo seu namorado.
O garoto as vezes ainda se beliscava quando lembrava do dia que o Al organizou uma surpresa e o pediu em namoro. Ele não estava esperando, mesmo que acreditasse nos sentimentos dele, mas Scorpius nunca tinha se imaginado namorando, ou tendo um futuro. Talvez estivesse ocupado pensando que o único com quem ele gostaria de ter um futuro fosse seu melhor amigo. Agora ele é ambos.
“Scorpius, nós estamos indo.” Sua mãe apareceu na porta do quarto, Scorpius automaticamente se levantou, esquecendo que estava com as cartas que trocou durando o verão no colo, as espalhando pelo chão, e fazendo a mãe suspirar. “Querido, apanhe isso, não podemos atrasar.” Ela limpou o rosto do filho com a ponta do dedão, a unha arranhou levemente, mas Scorpius mal sentiu, por estar travado, olhando para o chão, sabendo exatamente quais cartas tinham assuntos reveladores entre ele e Albus, com desenhos de corações espalhados. Tinha até mesmo uma que eles tinham descido o nível e falado ‘besteiras’... do tipo que Scorpius quase morreu de vergonha ao escrever. Jon chamaria isso de tesão.
Não, não, não, NÃO! Scorpius não podia lembrar DESSAS cartas em específico. Não agora.
Com o rosto ardendo e o corpo pinicando de hormônios, o garoto se jogou no chão, juntando todos os papéis na velocidade da luz, gaguejando para mãe que podia ir na frente que ele a alcançava.
Assim que ele ficou sozinho, conseguiu suspirar em alívio, olhou pra baixo e a única coisa que conseguiu pensar foi “eu realmente sinto tanta falta dele”. Albus mexia com todas as suas emoções e todo o seu corpo, o fazendo sentir todas as sensações possíveis.
Mas agora ele não deveria, ele não PODERIA pensar sobre isso... ou essas cartas teriam que ir a viagem inteira no colo.
Ella
O trem era um ótimo momento para descansar... a não ser que você veja sua ex segurando um presente de aniversário para você a cada vez que fechar as pálpebras. Presente o qual, apesar de contra todas as indicações, ela estava usando.
Ella encostou a testa no vidro frio do vagão. Os irmãos estavam jogando algo com os dedos e Marcus sempre ganhava. Nada novo. Ela levou a mão ao medalhão. Thalia, você poderia ser menos cliché? Um colar com foto? Sério? Ela baixou o olhar e abriu o medalhão, revelando a foto das duas lado a lado, abraçadas, sem que os irmãos pudessem espiar.
Talvez você quisesse apenas voltar nossa amizade. Eu entenderia. Eu acho. Mas eu não sei se conseguiria. Passei tanto tempo “ficando de boa”, e mesmo assim toda vez que eu esbarro em você, parece que eu te amo tudo de novo.
“4 mais 3 é 7, Steffan, você fica com dois dedos, não um.” Marcus reclamou com o irmão, o que fez Ella fechar rapidamente o colar, assustada. Felizmente eles não pareceram notar.
Eu estou tão fodida.
Ela se escorou no assento e fechou os olhos, começando a murmurar a música que escreveu nos últimos dias.
I've been watching you for some time Can't stop staring at those ocean eyes Burning cities and napalm skies Fifteen flares inside those ocean eyes Your ocean eyes
No fair You really know how to make me cry When you gimme those ocean eyes
I'm scared I've never fallen from quite this high Falling into your ocean eyes Those ocean eyes
Alina
Pela primeira vez em anos, Alina não se sentia feliz de ir a Hogwarts. Na verdade a garota achava que tinha adquirido um mecanismo de defesa. No caso, readquirido. Ela havia deixado se abrir as outras pessoas e isso a deixou com a guarda baixa. Confiar demais nas pessoas acabou por fazer com que pessoas boas se aproximassem, mas que também pessoas de alma podre soubessem sobre sua vida. Alina odiava essa exposição. Durante as férias ela não tivera as melhores experiências, mais de uma vez deu de cara com o muro do racismo e do preconceito, e mais de uma vez foi alvo de humilhação. Ela não estava animada para se ver rodeada de alunos sangue puro, tão diferentes dela.
Alina procurou chegar cedo na estação, deixar sua mala logo no início do embarque e escolher uma cabine no final do trem. Ela puxou um livro do bolso e torceu que pelo resto da viagem ninguém a incomodasse.
Ela tinha reconstruído todos os muros.
Sarah
Eles realmente tinham olhos na garota. Isso a deixava preocupada e aliviada ao mesmo tempo. Mesmo que os pais realmente não tivessem encostado fisicamente na garota, quando ela foi levada a urgência do hospital, dessa vez, vieram pessoas responsáveis por conferir seu estado de saúde e como ela era tratada em casa. Mal eles sabem que toda essa vigilância só enfurecia os pais.
Apesar do medo de Leia, Sarah só tivera uma queda de pressão devido a hipoglicemia e desidratação. Foi colocada no soro, recebeu glicose e comida. O que realmente era preciso ser avaliado na situação era o dia a dia que havia se passado.
Vieram a psiquiatra e o neurologista que a atenderam, e a assistente social responsável por transferir seu ano letivo para Hogwarts. Sarah tentou responder de forma simples, sem realmente contar o que se passava na casa dos Orlovs, mas assegurando que eles não a batiam. A única coisa que fez questão em pedir, foi que providenciassem a medicação. Ela não suportaria perder o controle de si.
No fim, Sarah passou a ultima semana de férias no hospital, mesmo estando claramente bem, provavelmente foi uma estratégia dos seus protetores a fim de impedir que ela voltasse para casa e piorasse. Ela não reclamou, os pais não agiriam em público, mas ao mesmo tempo, se sentiu culpada. Seriam mais diárias. Eles estavam sendo cobrados? Sarah se sentia um estorvo.
Quando finalmente foi mandada para casa, foi com uma carta informando que continuaria seus estudos em Hogwarts, a qual ela carregou feliz e hesitantemente entregou aos pais. Eles se recusavam a falar com ela, então ela só precisou arrumar as coisas e esperar que a assistente social viesse busca-la no dia seguinte.
É isto. Era o fim do inverno no meio do verão. Ela veria a felicidade novamente.
Cassie
Foda-se. Ela pensou, antes de ajeitar a bolsa de mão no ombro, correr pelo vagão e descer na porta mais afastada de onde os pais haviam a deixado. Ela se esgueirou pelo meio dos bruxos, e assim que a multidão cessou, tratou de correr. Usou toda a força que tinha nos músculos das pernas para isso. Cass não queria voltar a Hogwarts. Não quando todos os seus amigos tinham se formado e William não iria as aulas até que Ronan e Christoffer tivessem alta. Cassandra as vezes já se sentia um troll naquela escola, mesmo quando os amigos estavam todos lá, imagine quando quase não tinha com quem contar.
Meu pai vai comer MEU CU.
Ela parou um taxi na rua.
“Aeroporto, por favor.” Disse ao por a cabeça para dentro, sentando em seguida no banco traseiro. Tirou o celular do bolso e digitou em freseni:
Charlie
Charlie
CHARLIE
Charlie
Buzz!
Porra
Caralho
Buceta
Que linguajar.
FINALMENTE
Quem morreu? Eu estava dormindo.
Você faz algo além disso?
ENFIM! Não importa. Onde você vai estar daqui a 8 horas?
...
CHARLIE
RESPONDE
É IMPORTANTE
Acho que na aula, por que?
Merda.
Nada.
Okay, boa aula.
O que você está insinuando?
Cassandra, não faça nada que eu não faria.
Você é careta.
Ela travou o celular. Sentiu que ele estava tremendo, mas não queria nem ver a resposta. Ela levaria esporros pelo resto do ano de basicamente todas as pessoas da face da terra. Mas tudo bem.
Quando o carro parou no aeroporto, ela pagou o taxista com uma boa gorjeta por ter sido rápido, ela precisava estar longe o bastante quando seus pais notassem que ela não estava exatamente na escola. Correu pelo aeroporto, seguindo o caminho conhecido até uma área de embarques privados. Arrumou o cabelo e fingiu naturalidade. Pediu para contatar o piloto favorito da família, mas ele estava de folga. O segundo estava em viagem. Apenas o terceiro estava disponível. Bem, menos provável dele desconfiar e ligar para o meu pai.
Em menos de 40 minutos, Cassie estava a bordo do jato privativo da família, decolando para Nova York.
Cassandra fechou a janela ao seu lado, se sentindo um tanto enjoada ao pensar que realmente tinha feito isso, mas agora já foi. Se levantou e foi ao frigobar, encarou a cerveja lá dentro, mas achou que oito horas bêbada com a tripulação seriam demais para eles, então pegou apenas um energético.
Quando finalmente criou coragem de olhar o celular, tinham no mínimo 20 mensagens de Buzz, o que na escala de preocupação “Charlie” era MUITO preocupante.
Ela deu um riso de nervoso, enquanto bebia o energético. A aeromoça se aproximou.
“Tudo bem aí?” Ela perguntou gentilmente.
“É, por enquanto tudo bem, vamos ver quando pousarmos.” Cass respondeu sem mais explicações.
Matt
Mais uma vez cercado por aqueles que não entendem a grandiosidade de um guru. Ou da internet.
This bitch is grieving. The end.
Elliot
O que será que vai ter no banquete de boas-vindas?
Steffan
Eu vou ganhar, eu vou ganhar, eu vou ganhar... MERDA, perdi de novo.
Marcus
Ele ta perdendo de propósito?
Nicholas
Uau, que potência. Pensou ele sobre uma novata que passava.