Capítulo XIII

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Capítulo XIII

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P R É V I A
jajajajaja cielos se que deberia estar triste , y si lo es poquito, pero no pude dejar de pensar en esto cuando vi el beso con Ezarel :P
"don't think i haven't noticed that you sneaked more food into the squad kitchen last night!" - for kaien
And... busted! "A division can't fight on an empty stomach and I was using my own funds for it, Ukitake Taichou." He stated in his own defense. He didn't need to worry about it dipping into the division's private funds.
It would also help to make sure everyone was well fed. They would be able to preform their duties better with more food in their stomach. At least that was what Kaien believed. Still he had hoped that he'd be able to continue sneaking more food in the fridge for the others unnoticed for at least a little longer.
El tiempo puede liberar así como aprisionar, dependiendo de quién es la interpretación de éste que eliges usar. El pasado, el presente y el futuro no son estados continuos, a no ser que impongas continuidad en ellos. Puedes percibirlos como que son continuos, y hacer que lo sean para ti. Pero no te engañes y luego creas que realmente lo son. Pues creer que la realidad es lo que a ti te gustaría que fuese, de acuerdo con el uso que haces de ella, es ilusorio. Quieres destruir la continuidad del tiempo dividiéndolo en pasado, presente y futuro para tus propios fines. Quieres prever el futuro basándote en tus experiencias pasadas, y hacer planes de acuerdo con esas experiencias. Sin embargo, el al hacer eso estás alineando el pasado con el futuro, y no estás permitiendo que el milagro, que podría intervenir entre ellos, te libére para que pueda renacer. Libro de texto #UCDM💜#cap13#entrenamientomental🧠#tiempo#aprisionar#interpretación#elegir#liberar#pasado#ilusorio#futuro#presente#milagro#liberación#renacer#vivir#instante#🙏🏼💜♾📖🧠💬💞🙋🏻♀️ (en Barcelona, Catalunya, España) https://www.instagram.com/p/Cby3umiN9vf/?utm_medium=tumblr

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Solo puedes experimentar dos emociones, pero en tu mundo privado reaccionas ante cada una de ellas como si se tratase de la otra. El amor no puede residir en un mundo aparte, donde no se le reconoce cuando hace acto de presencia. Si lo que ves en tu hermano es tu propio odio, no estás viendolo a él. Todo el mundo se acerca a lo que ama, y se aleja de lo que teme . Y tu reaccionas con miedo ante el amor y te alejas de él. Sin embargo, el miedo te atrae, y tomándolo por amor, lo invitas a que venga a ti. Tu mundo privado está lleno de figuras tetricas que tú mismo has invitado, y, por lo tanto, no puedes ver todo el amor que tus hermanos te ofrecen. Libro de texto #UCDM💜#cap13#entrenamientomental🧠#amor#temor#emociones#vida#aquíahora#gratitud#reconocer#aceptar#corregir#🙏🏼💜♾🧠💬📖💞💝🌟🙋🏻♀️💛🤎🧡🤍🖤❣💟💗💓💌 (en Barcelona España) https://www.instagram.com/p/CZ8wdnDAHF0/?utm_medium=tumblr
13 - Não gosto de surpresas.
Acordar no dia seguinte não foi uma tarefa fácil. A cama parecia ser feita das melhores coisas do mundo e Angelina ainda estava abraçada ao meu pescoço, fazia frio lá fora, deixando ainda mais impossível conseguir levantar. Tirei os bracinhos dela de mim com delicadeza e desci pra cozinha, eu só acordava de verdade depois de uma xícara de café.
O único problema foi que eu esqueci que estava na casa do Brian e de camisola. E não, não era aquelas camisolas de vó, eu sempre gostei de dormir com camisola de seda que chegava parecer babydoll.
E sim, ele estava na cozinha e não, não estava sozinho. O pior de tudo foi eu ter travado na porta da cozinha quando vi que Brian estava acompanhado de dois outros rapazes da mesma idade e todos muito bem vestidos com roupa social.
— Ai meu Deus!
Prendi a respiração e consegui sair de lá no momento que meu chefe se levantou pra vir até mim, mas me tranquei no quarto antes que ele me alcançasse.
— Pietra? Desculpa não avisar que teria visita, sou acostumado a estar sozinho aqui.
Encostei na porta e sorri fraco sabendo que ele estava pedindo desculpa por algo que ele nem teve culpa, eu que tinha que ter tido senso de ter colocado uma roupa decente antes de sair do quarto.
— Não tem o por quê de se desculpar, Brian, eu que deveria ter colocado uma roupa decente antes de descer.
— Se vale de alguma coisa, eu achei sua camisola extremamente decente, mas prefiro que use quando estiver somente a gente – disse e riu.
Eu só neguei com a cabeça. Aonde eu tinha me metido?
(…)
Depois de ter me trocado e acordado Angel, nós duas descemos pra tomar café, mas dessa vez a cozinha estava vazia. A mesa estava posta com uma variedade grande de coisas e, obviamente, que atacamos o máximo possível.
Quando Brian desceu, encontrou mãe e filha quase abrindo a calça de tanto que havíamos comido e ele riu da cena.
Eu podia ficar o dia todo observando ele rir daquela forma.
— Você vai trabalhar? – ele perguntou quando viu como eu estava vestida.
— Vou, não tenho motivo pra não ir, estou bem.
— Mas se você se sentir mal, não hesite em pedir pra vir embora.
— Tudo bem.
— Então, vamos?
O caminho até a empresa foi em silêncio, até mesmo Angel resolveu ficar quieta, mas não estávamos desconfortáveis, só apreciando a quietude do momento. Ninguém viu que chegamos juntos, já que Brian tem vaga especial no estacionamento sem ninguém por perto, então descemos tranquilos quanto a isso, mas subimos em elevadores separados, enquanto eu fui deixar minha filha na creche, meu chefe subiu pra sala dele.
Por mais que agora eu estivesse morando junto com ele, queria que na empresa tivéssemos somente a relação chefe-funcionaria, mas claro que isso dependia dele também, teria que ser de ambas as partes, se bem que Brian já tinha deixado claro que não se importava com o que pensariam de nós dois. Mesmo não existindo um “nós”.
Joanna sorriu abertamente aonde ver sair do elevador, veio correndo me abraçar e eu estaquei onde estava. Sem toques, Joanna, sem toques. Senti o tremor começar a se fazer presente e a afastei educadamente, coisa que ela nem percebeu, pois já logo começou a tagarelar sobre as coisas da empresa, as fofocas e tudo mais.
— E o Luca? – perguntei sorrindo de canto.
— O que que tem ele? – se fez de desentendida.
— Resolveu dar uma chance?
— Você viu que a Tânia veio com uma bota amarela?
— Não tente mudar de assunto, dona Joanna!
— Ah amiga, não sei se vale a pena arriscar.
— Arrisque-se. Você só vai saber se tentar.
Ela sorriu tímida e piscou um olho. Aproveitei pra ir até minha sala e por lá fiquei por horas. Estava recheada de trabalho.
(…)
Na hora de ir embora, juntei minhas coisas e sai da sala, recebendo de surpresa a visão de Brian com Angelina no colo, ela sorria pra ele que fazia caretas. Quem visse de longe podia até dizer que eram pai e filha, mas por sorte naquele andar tinha poucas pessoas e naquele horário, já tinham ido embora, por isso só quem via aquela cena era Joanna, Luca e Maria.
Mas nada que não possa piorar, Laiz surgiu pelo elevador e se assustou ao ver meu chefe com uma criança no colo.
— Awn Brian, quem é essa princesa? Já imaginei você com nossa filha no colo!
Ela foi andando até os dois, já tocando minha filha e fazendo menção de pega-lá no colo.
— Antes de pegar uma criança no colo, peça permissão para a mãe da mesma – disse com a voz séria.
Não gosto da Laiz, nem um pouco, sua energia é extremamente pesada para uma criança e não queria, de jeito nenhum, que minha filha sentisse aquilo. Com seu recuo ao me ouvir dizer aqui, tomei a frente e peguei Angel no colo, mas sem antes olhar feio para o Brian.
— Quem deixou você tirá-la da creche? Até onde eu sei, só eu tenho permissão.
— Eu disse que queria fazer uma surpresa.
— Não gosto de surpresas. Com licença.
Acenei rápido pra Jô e o Luca e desci para o estacionamento. Teria que esperar Brian pra irmos juntos, já que estou sem meu carro e também não saberia ir dirigindo até sua casa de qualquer maneira.
— Filha, você só pode sair da creche com a mamãe. Só comigo! Você entendeu?
— Entendi mamãe.
— Como foi hoje? Brincou bastante.
— Binquei! – ela sorriu grande – E apendi a contar até cinco.
— Aé? Conta pra mamãe ver.
— Um, dois, tes, cato, cinco.
— É três, filha. E não é cato, é quatro.
— Cato, mamãe, é cato.
— Tá bom, meu anjo, é cato.
Brian nos assustou ao destravar o alarme do carro de longe, coloquei Angel na cadeirinha do banco de trás e sentei no da frente, ele entrou no lado do motorista em silêncio e permaneceu assim até chegar em sua casa.
Não faço ideia do que ele pensava, mas tinha certeza que não era coisa boa.
“Se va lo bueno, pero viene lo mejor“...
Cresta, seguridad ciudadana en el balneario más cuico de Chile, pensé que nos iban a hacer bajar del auto, pero lo miraron y comenzaron a sacarse fotos con el piwke. Dentro, nosotros mirábamos la escena con nuestra cara de “What a fuck?”, hasta que dieron la vuelta (el Piwke sólo tenía pintura por un lado) y nos vieron a todos adentro, cagadero de risa total jajajaaja.
Después de eso nos dormimos, seguridad ciudadana no nos dijo nada por estar allí, después de que los vimos posar frente a nuestro auto, habían perdido toda autoridad para decirnos algo jajajaja; lo único que nos despertó fueron los “zorrones” y las “hijitas de papi” que tipo 7 am se fueron a terminar la fiesta a la playa. También fotos con el auto, el piwke causaba sensación. Al otro día tuvimos día de playa, el sol en todo su esplendor, comimos el mejor menú playero: pancito con tomate, jamón y mayo. Pasamos el día en Zapallar, entre toda su gente bonita, los perritos chiquititos y los autos grandes, y ya pasadas las 4 de la tarde decidimos seguir la ruta hacia La Serena.
Seguimos hacia La Serena por la costa hasta encontrarnos con la 5 norte. Los paisajes de a poco comenzaban a cambiar, cambiamos el verde de los bosques de pino a nuestro alrededor por los cerros amarillentos y el cielo azulado. La ruta fue tranquila, el atardecer nos encontró junto al gran parque eólico, por un minuto pensé que éramos como Don Quijote persiguiendo a nuestros molinos de viento, dejando en la carretera nuestros monstruos, nuestros miedos.
Sólo nos detuvimos en un pronto copec antes del cruce que lleva a Ovalle para recargar al Piwke, ir al baño y a estirar las piernas, ya la noche caía tenue sobre nosotros. Vimos Coquimbo a eso de las 11 de la noche y fue inevitable recordar aquella cumbia que amenizó tantos años nuevos: “de Coquimbo soy y vengo cantando…”, la alegría se disipó cuando vimos el tremendo tráfico que habían para entrar a la ciudad: una fila de autos, buses, camiones y hasta carretones. Para variar veníamos todos sin batería en los celulares y mi papá intentaba comunicarse conmigo para darme indicaciones de cómo llegar donde estaba él (mi papá andaba de vacaciones y demoró menos que nosotros en llegar de Temuco a La Serena jaja). Con un 2% de batería llegamos donde estaba él, allí también nos despedimos de Cristián y Belú que continuarían su ruta sin nosotros, y nos quedamos con mi papá. Comimos algo y entre conversación y detalles de la aventura llegó la madrugada. Estacionamos al Piwke cerca del hostal donde se quedaba mi papá y caímos rendidos ante el cansancio. Al día siguiente nos propusimos recorrer un poco y conocer la ciudad.
Quisimos ir al jardín japonés y nos dijeron que estaba cerrado, así que modificamos la ruta hacia la costanera de La Serena, pasamos por el faro y avanzamos por la inmensa playa, decidimos ir hacia Coquimbo y conocer la tan renombrada cruz del tercer milenio. El tráfico era horroroso, debe ser la temporada de verano que atrae tanto vehículo con turistas al sector. Llegamos a la cruz, por caminos angostos y poblaciones de colores, allá arriba entre los cerros se ve toda la bahía de Coquimbo y La Serena. Subimos un poco, pero no quisimos pagar para subir hasta arriba (la entrada general cuesta 2.000 pesos chilenos, sí somos tacaños). Así que subimos hasta el lugar que puedes visitar sin cancelar la entrada, en eso estábamos cuando el gordo me dice: “no puedo estar acá, me siento mal”. Yo seguí recorriendo con Sophia, pensé que al gordo le dolía la guata o algo así, pero después me preocupé. Dimos un par de vueltas, foto y adiós. Bajamos y encontramos al gordo sentado y pálido, me agarró fuerte de la mano y nos fuimos, caminamos rápido y en silencio; ahí me empecé a urgir porque algo le pasaba y era en serio. Cuando llegamos al auto lo detuve y le pregunté qué pasaba, ahí mi gordo me abrazó fuerte y se puso a llorar. No sabía qué pasaba, me preocupé un montón y me pasé todas las películas del mundo. Cuando logré calmarlo, nos sentamos en el auto y me explicó que pasó: Al subir al primer mirador de la cruz, lo primero que tu vez es la bahía de Coquimbo, pero si eres un buen observador te das cuenta que desde ahí mismo se aprecia toda la humildad del lugar, las casas a medio construir, las tomas de terreno, la vulnerabilidad de las poblaciones; cuando el gordo miró a su alrededor la contradicción de la enorme cruz y las modestas casas le dio angustia. Y le doy toda la razón, porque con los miles de millones de pesos que costó construir esa imponente cruz, se podría haber dado una solución habitacional a aquellas familias que residen allí. Allí es cuando como seres humanos nos sentimos un asco.
Después de aquel episodio decidimos irnos y para pasar el trago amargo nada mejor que comer. Fuimos al Puerto de Coquimbo, allí puedes comer ceviche, empanadas de marisco, pescados y mariscos varios a muy bajo costo. Nosotras con Sophy comimos empanadas de camarón/queso y el gordo se chupetió los bigotes (y la barba) con un ceviche. Después partimos a la playa, allí nos sentamos a matutear un rato: yo hice un par de trenzas playeras (con piedras y semillas) y los gordos se comieron un choclito con mantequilla a 500 pesitos (sí, en la playa venden la mazorca de maíz con matequilla). Luego nos sentamos en la costanera y matuteamos hasta que se oscureció.
Tomamos once con mi papá y luego nos fuimos a la playa nuevamente, habíamos encontrado “la media promo” de cerveza en el supermercado y decidimos comprarla para salir a vender a la playa por la noche, no nos resultó: la playa estaba desierta. Como cuando estas viajando pierdes la noción de los días, nunca cachamos que era lunes, por eso no había nadie en la playa. Así que guardamos las chelas y nos dormimos en la costanera. Al día siguiente sí pudimos ir al jardín japonés (que se llama jardín del corazón y cuesta 1.000 pesos la entrada general). Es muy bonito, pero yo no sé si nosotros seremos seres especiales, pero nos dieron penita los peces y las avecitas. Había tremendo cartel que decía que no se podía tocar ni alimentar a los peces y aves del jardín, pero todo mundo estaba ahí tocándolos. Que rabia. Nos fuimos con esa decepción de ver un lugar muy bonito, pero rodeado de personas inconscientes. Fuimos al supermercado a comprar algo de comer y luego a matutear un rato a la playa. Hablé con mi papá y nos juntamos cerca de las 8 para despedirnos, otra vez lloré. Ese afán de la gente de alargar las despedidas, sí nos habíamos despedido en Temuco!! En fin, él hombre que más me ama en el mundo mundial me encargó al segundo hombre que más me ama, me dio su bendición y partimos. Nos vamos.
Tomamos la carretera nuevamente sin destino, hasta donde el gordo se cansara de conducir, hasta donde yo me cansara de conversarle, donde nos encontrara la noche. Íbamos saliendo de La Serena cuando dos mochileros nos hacen dedo, con el gordo nos miramos y paramos. Me bajé y abrí la puerta, a lo lejos venían corriendo dos cabros con sus mochilas al hombro. Un ciclista paró y nos dijo que el auto era hermoso y se puso a conversar, llegaron los cabros: “Dónde van?” “A Calama” “Vamos!”. Se subieron, intentamos acomodar todo dentro del auto (sí, llevo mil quinientas cosas, ya lo saben). Los cabros en cuestión se llaman Jano y Pancho y venían desde Valpo, habían hecho dedo todo el día y nosotros les paramos después de las 8 de la tarde, les salvamos el día.
Conversando y conociéndonos llegamos hasta Vallenar. Era tarde y se comenzaba a notar el cansancio, en la entrada del pueblo dejamos al Jano y al Pancho, a sus rollers y a la olla que colgaba de su mochila. Nosotros recorrimos un poco el pueblo, descubrimos que en “Vallenar no hay ballenas” jajajaja y estacionamos en una bomba de bencina (sí, en un pronto copec, la verdad es que los amo). Nada hacía presagiar que con esos dos mochileros tendríamos muchas anécdotas que contar, la primera: La sra. Que atendía en el pronto copec.