Estou TRINCADA de gripe e sinto que irei morrer mas meu cérebro conseguiu funcionar um pouco e me ajudou a pensar em uma ideia p headcanon inspirada no INFERNO que estou vivendo, entao.. rsss
Pensando sobre como eles seriam quando estivessem doentes
Neto gouveia x reader
Fábio Barbosa x reader
Roberto Nascimento x reader
Neto Gouveia: ele raramente fica doente, tem um sistema imune surpreendentemente muito bom, talvez pela areia e terra que ele comia de mão cheia quando criança, ou jogando bola na rua até com chuva na época da pré adolescência — tudo graças a uma infância bem vivida nos anos 70, mas ninguém é de ferro.
Do jeito que é, se esforça e sempre quer passar uma imagem de durão, ficar em casa de atestado? "isso é coisa de moleque" — até alguém dar espaço e ele ver uma oportunidade de poder ser vulnerável e cuidado.
Agora, deitado no sofá como se fosse o leito de morte, em volta de lenços e copos de água que ele acumulava no chão com a desculpa que: "eu to sem forças pra levantar, me dá um desconto amor..", dizia estar sem apetite mas 3 potes de sopa com pão ainda não era o suficiente: "tem que ter sustância, pô!", gemia como se realmente acreditasse que fosse morrer, talvez só pra fazer graça e irritar, nesses 3 dias de atestado aproveitaria como nunca da bondade alheia pra ser cuidado sem parecer "ridículo"
Fábio Barbosa: entre "pega água pra mim", "tira meu coturno", "trás isso pra mim", "pega aquilo ali" sempre vinha a desculpa de: "Porra mulher eu to doente! Você não tem pena de mim não? Eu já faço tudo nessa casa.." Quando era questionado do porque um homem daquele tamanho tava assim por causa de um resfriado e um pé machucado
Ele no sofá vendo jogo, com os pés em cima da mesinha da sala, enquanto ja abria a terceira lata de cerveja enquanto você fazia o jantar depois dele encher o saco dizendo: "to passando fome nessa casa, se soubesse que seria assim quando eu precisasse eu ficaria na rua-" e apenas só não terminou a frase pela cara feia que tivera que dar pra ele, e cenas como aquela seria comum na semana que ele pediu de atestado pois segundo ele: "eu preciso muito, nunca estive tão mal".
Roberto Nascimento: sempre foi do tipo de não correr atrás sobre a saúde dele a menos que estivesse no limite, das últimas vezes que ele foi no médico foi apenas quando começou o estresse causado pelo trabalho começou a afetar diretamente na saúde fisica dele.
Mas uma febre? Nascimento não tinha nem percebido que estava doente antes de você tocar no braço dele sem querer:
"amor, você tá queimando!"
"eu tô?"
você colocava a mão na testa dele tentando ver a temperatura enquanto ele continuava fazendo as coisas como se nada estivesse acontecendo.
"Roberto você precisa ir no médico, vai descansar, isso não tá normal"
"Isso daqui não é nada, todo mundo tem isso aqui"
Ele só franzia as sobrancelhas sem ao menos olhar pra você, mais ocupado jogando água no rosto na pia do banheiro, não era tão sério assim, "quanto drama". E, como uma criança birrenta ele só cederia ser cuidado depois de muita insistência.
Depois de alguns chás, remédios, e um dia de folga do batalhão ele se sentia melhor, não sei se exatamente da febre que mal ele sentia, mas ele definitivamente precisava de descanso.

















