Open
O celular começou a tocar na mesinha de cabeceira, mas Jorge preferiu ignorar. Se fosse do trabalho, eles iam se tocar que provavelmente ele não ia atender e que era melhor deixar recado.
Trabalhara direto nas olimpíadas e nas paras, quase não tivera tempo de respirar; E estava super disposto a curtir o dia de folga da maneira mais confortável possível, em sua cama e agarrado aos seus três mascotes olímpicos de pelúcia - Tom, Vinicius e Ginga. Finalmente o telefone parou de tocar e Jorge achou que ia poder finalmente ir para os braços de Morfeu...
... Mas o celular voltou a tocar.
Grunhindo, se virou na cama e pegou o aparelho, trazendo para perto do rosto para descobrir quem era o desgraçado que estava ligando.
Não reconheceu o numero e muito menos o código de área e interpretou aquilo como um mal sinal. Lembrou que tecnicamente estava hospedando varias cidades e estados na sua capital e que tinha mesmo dito que era para eles ligarem para o seu número se precisassem de alguma coisa. Ai, por que ele tinha que dar uma de bom anfitrião, mesmo?
Atendeu a ligação, sem ligar pra como sua voz soaria.
- Alô, que que tu quer? - Perguntou sem rodeios.















