É uma pessoa visivelmente tranquila, mas não do tipo que prefere a paz do que a razão – porque adora sempre estar certa em tudo. Conversa com todo mundo, sobre qualquer assunto que for, mas se o santo não bater… Nem adianta tentar a aproximação. Ao mesmo tempo que é doce como mel, consegue ser mais amarga que um limão, tudo depende do ambiente em que está. Não gosta de brigas, mas não se importa de entrar em uma pra se defender, defender os seus ideias e as pessoas com que se importa, ou aquelas que não tem voz. Está sempre disposta a ajudar e a ouvir, mas também não é a rainha da paciência e nem nada do tipo. No fim, costuma dizer que é muitas coisas em uma só e não se importa de parecer confusa, afinal, ninguém tem todas as respostas sobre o mundo.
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Nascida e criada em uma família de prestígio em Seul, já tinha seu destino traçado antes mesmo de nascer e não parecia ter forma alguma de escapar dele: ou seria médica igual o irmão ou não seria nada. Pai autoritário, irmão mais velho escroto – quer dizer, exemplar – e uma mãe submissa que reprimia a raiva de não poder ser nada além disso: mãe e esposa.
Era um problema pros Jung que Minsi não era igual a mãe. Não era submissa, não aceitava tudo calada e muito menos pretendia seguir o “destino que lhe foi reservado”. Mas era um problema maior ainda que ela era encantadora, boa de lábia, e sempre recebia elogios daqueles mais poderosos nessas festas chiques de gente rica e mesquinha.
Até cursou um ano de medicina na SNU, só pra perceber que ela não precisava de nada daquilo. Não precisava fazer o que não queria, não precisava agradar ao pai – seu irmão já fazia isso muito bem – e muito menos ser uma sem voz igual a mãe, também não precisava daquele dinheiro sujo deles. Então trocou de curso, se formou em Artes Plásticas e está encerrando a pós-graduação em História da Arte, estagiou em museus importantes e criou uma rede de contatos de elite sozinha e hoje tem a sua própria galeria de arte contemporânea em Gangnam. Seus pais e irmão não falam mais consigo, exceto em algum evento em que acabam se trombando, e Minsi não se importa nadinha, muito pelo contrário.
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Karma já foi uma pessoa muito dura, que é grossa com facilidade e dá patada em qualquer um que respira. A vida dura a fez se tornar desse jeito. Mas depois que casou e passou a experimentar do bom e do melhor, sua personalidade começou a melhorar. Hoje em dia é mais comunicativa, carinhosa e divertida. Sabe ser séria quando se trata do trabalho mas também descontrair quando necessário.
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Kanya Pinthong era uma jovem tailandesa que enfrentou inúmeras adversidades desde tenra idade. Nascida em uma família pobre em Bangkok, sua infância foi marcada pela escassez, enquanto crescia em meio às ruas agitadas da cidade, buscando uma forma de se sustentar. Sua família não ligava muito se conseguia se manter viva ou não então sempre viveu em uma vibe “Kanya contra o mundo” e, apesar das dificuldades, possuía uma determinação incomparável e uma personalidade incrivelmente forte. Desde cedo, ela aprendeu a se virar sozinha e buscar seu próprio sustento, no entanto, a vida nas ruas não era fácil, ainda mais para uma garota e Kanya logo percebeu que precisava encontrar uma saída para escapar da pobreza e do perigo constante que enfrentava.
Foi dormindo na frente de um estabelecimento que viu que sua vida poderia mudar. Não da forma como ela desejava inicialmente mas, se tivesse sorte e paciência, em um futuro. Se tornar garota de programa não foi fácil de início. Ter vontade, fingir felicidade, prazer, pra quem nunca teve nada igual na vida foi complicado. Mas a determinação de Karma - seu novo nome - era inabalável e por isso se tornou uma das melhores do local. Tanto que chamou a atenção de um homem mais velho que pareceu ficar fascinado pela tailandesa… E ela por sua conta bancária.
O encontro era mensal, que se tornou semanal, depois diário até Karma ser retirada do trabalho para viver com ele. Descobriu então que ele vivia na Coreia do Sul e que estava passando uma temporada em Bangkok e simplesmente não conseguia voltar porque precisava vê-la. Levando-a para sua casa em outro país que a garota descobriu o que era ser mimada. Finalmente tinha tudo o que queria, na hora que queria e como queria. A vida de madame que sempre desejou. E por uns bons meses viveu assim, ainda mais quando trocou o seu sobrenome por Bunsi e herdando tudo o que o homem tinha a lhe oferecer. Mas ela queria mais, não conseguia ficar parada na enorme casa sem fazer nada.
E foi aí que o Softspot nasceu. Ou melhor, que foi parar nas mãos de Karma. Já era um estabelecimento que fazia parte da família Bunsi, o homem apenas colocou em seu nome e Karma fez por onde, mantendo o local mesmo com toda a crítica.
Há poucos meses, além de uma mini empresária, se tornou também viúva. Seu marido faleceu, deixando tudo para si. Uma pena, não é mesmo? Karma está tão triste com uma notícia dessas….
Ocupação: Youtuber e Streamer de Magic The Gathering
Unidade: Gangnam
Andar e Loft: 5º andar, loft 5025
Bluesky: bitbarom
PERSONALIDADE
Se perguntar para olhares distantes, irá ouvir que barom é uma pessoa leve e agradável, na frente das câmeras ele é cativante, articulado carismático, alguns diriam que até mesmo divertido com seu humor casual, bobo, as vezes até infantil ou de trocadilhos simplórios. Há algo de muito inteligente nisso, afinal, ele conhece seu público e usa disso para controlar o ambiente, deixando sempre um clima favorável, embora extremamente performático ao ponto de sempre existir uma barreira que separa seu real eu do shin barom entusiástico e insincero.
Contudo, fora das câmeras o rapaz muitas vezes coloca roupas largas e tenta se esconder e misturar na multidão; sempre introspectivo, há uma melancolia no olhar do rapaz que parece fazer os olhares desviarem. Age como sempre estivesse impaciente ou inquieto e grande parte disso se deve ao transtorno obsessivo compulsivo que lhe atormenta há anos; sua lucidez é afiada, porém ela também é o que o martiriza quando ele consegue sentir a solidão tão grande do mundo nos ponteiros do relógio. Entre o streamer das câmeras e o melancólico rapaz que está sempre só, existe shin barom, um rapaz que está perdido dentro de si próprio e às vezes não se enxerga, ignorando por muitas vezes suas qualidades como sua inteligência sutil, gentileza silenciosa e o carisma que atraiu tantas pessoas para sua vida e o seu lado, mesmo que superficialmente.
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Shin barom nasceu e cresceu na coreia do sul até os seus doze anos de idade onde vivia uma vida normal em uma família que não se destacava, sua mãe advogada e o pai cuidava dos filhos e tarefas domésticas, portanto sendo bastante apegado com ambos barom e sua irmã mais velha.
O pai de barom foi quem o introduziu aos interesses de tabletop, principalmente o xadrez, sendo algo que eles jogavam um contra o outro ao menos três vezes por dia todos os dias desde que o coreano completou seus quatro anos de idade, além disso, lhe atiçou o interesse por rpg, fantasia medieval e jogos de carta como yu-gi-oh, pokémon e magic the gathering.
Ao completar seus doze anos, sua família perfeita desabou com a notícia de que seus pais iriam se separar e seu pai não teria como manter sua guarda. Isso foi devastador para a criança que não conseguia entender o porquê de ele precisar se separar da figura paterna que o cuidou desde cedo, ainda mais quando sua irmã ficou com ele. A verdade é que por ser difícil de aceitar a separação, costumava culpar a própria mãe por “ter traído” seu pai e acabado com o relacionamento, mesmo que essa fosse a verdade de seu pai.
Sua mãe nunca conseguiu provar na corte que o motivo da separação eram os problemas do mais velho com a bebida e, por conta disso, não conseguiu a guarda dos dois filhos acabando em um acordo e, após isso, a advogada decidiu se mudar com barom para o mais longe dali indo até madrid, passando a ter residência fixa no lugar à contragosto de seu filho que apenas se tornava cada vez mais um rebelde sem causa.
Barom se manteve fiel aos hobbies e interesses que aprendeu em casa e — aos dezesseis anos — foi campeão do torneio de magic regional em barcelona alcançando top 8 no grand prix de lyon segundo lugar em londres, sendo então o receptor do título de novato do ano. Após isso, o rapaz começou a consolidar sua carreira como jogador profissional de magic the gathering e passou a receber notoriedade, patrocínios e boas colocações até enfim se tornar campeão do mundo em 2020, derrubando quase todo o bracket com 2-0, algo que chamou atenção para época e lhe rendeu seu segundo prêmio de jogador do ano nesses quatro anos de carreira.
Após isso, misteriosamente o rapaz sumiu do cenário sem dar explicações, com seus contratos expirantes ele decidiu pagar a multa dos poucos que restavam, embora a maioria apenas tenha entrado em acordo ao descobrir que ele estava indo cuidar de sua mãe que adoeceu. Já mais maduro, o rapaz não culpava mais sua mãe, entendia tudo o que aconteceu, mas ao mesmo tempo não conseguia evitar a melancolia de saber que por anos tratou mal a pessoa que mais lhe amou nessa vida e tanto lhe protegeu, tendo de viver a amargura de a ver partir enquanto tudo que ele podia fazer era segurar sua mão e pedir desculpas que ela nunca iria ouvir.
Aos vinte e dois anos, voltou para a coreia do sul para tentar se reencontrar com sua irmã, descobrindo que os anos dela morando só com o pai não foram bons, criando assim a sua segunda grande decepção por todos esses anos ter sido rico e nunca ter ido checar no outro lado de sua família, o sentimento de abandono que ela tinha era justificado e agora tudo que o mais velho podia fazer era novamente dar desculpas, mas dessa vez para alguém que não queria o ouvir.
Há 3 anos tem focado na criação de conteúdo, já não tem mais interesse no cenário competitivo e tenta reparar suas relações familiares, ao mesmo tempo em que sabe que existe ali um espaço vazio que não pode ser preenchido apenas com palavras bonitas. Ver que sua irmã hoje fala consigo, mas nunca vai o perdoar machuca, ver seu pai perdido por conta de bebidas e jogos também machuca, saber que nunca vai poder voltar no tempo e abraçar sua mãe uma última vez é a pior dor que sente sempre que acorda.
“O homem está condenado a ser livre, condenado porque ele não criou a si, e ainda assim é livre, pois tão logo é atirado ao mundo, torna-se responsável por tudo que faz”.
Ryosuke é um indivíduo complexo, cuja vida foi marcada por uma série de eventos que o tornaram alguém com uma personalidade forte, por vezes difícil de lidar. Ele opera com uma perspicácia singular, destacando-se ao prestar atenção a detalhes como poucos e utilizando essa habilidade com maestria para traçar planos e obter sucesso. A sua natureza extrovertida o torna uma verdadeira borboleta social, capaz de encantar e até manipular. No entanto, ele usa essa sociabilidade como uma fachada, mantendo uma distância perceptível e sem permitir que ninguém se aproxime demais de seu verdadeiro eu.
A sua ambição é insaciável e, por vezes, o conduz a decisões questionáveis em sua busca incessante por mais poder e influência. Ele é drástico demais para lidar com apaziguadores, revelando-se um ser naturalmente estratégico. A lealdade dele é para poucos, reservada àqueles que provam estar verdadeiramente ao seu lado e se tornam indispensáveis em seus planos. Retribui essa fidelidade na mesma moeda, mas não hesita em ser implacável com quem o trai.
O temperamento dominador e autoritário de Ryosuke é evidente em todas as suas interações. Ele não gosta de receber ordens e impõe sua vontade na maioria das vezes, o que frequentemente o coloca em rota de colisão com aqueles que desafiam sua autoridade. Possessivo por natureza, ele exerce controle sobre seus bens, as pessoas próximas e seu entorno. Essa necessidade de domínio o leva a ser implacável com quem tenta se intrometer em seus assuntos ou desafiar seu espaço. Costuma menosprezar quem considera inferior, usando comentários sarcásticos para afirmar sua superioridade e até para se divertir.
É alguém que sempre tenta manter a elegância, mas a falta de paciência nem sempre o permite. Ele prefere não se envolver com fofoqueiros, acreditando que evitar problemas é não se meter com quem está quieto. Contudo, o seu humor é imprevisível: em alguns casos, pode criar intrigas ou antipatizar com intrometidos; em outros, pode ser o companheiro ideal para uma festa até o amanhecer.
Ryosuke tem um fascínio particular por tecnologia e vive investindo em sistemas de segurança sofisticados para proteger seus negócios e propriedades. É extremamente criterioso com suas roupas, preferindo sempre marcas de luxo e jamais sendo visto em público com algo que considere "inferior". Ele nunca conseguiu se adaptar completamente à cultura asiática e ao uso da linguagem honorífica, o que pode acentuar sua postura distante e ser visto como mal educado pelos mais velhos.
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Ryosuke sentiu o peso esmagador das expectativas desde que se entende por gente. Filho único de uma família de prestígio, o afeto genuíno era um luxo que nunca teve. Essa carência o empurrou para conexões improváveis, como a que formou com o velho conterrâneo que trabalhava na mansão da família. A ausência de amor o transformou para sempre, alimentando uma rebeldia silenciosa e uma necessidade voraz de provar seu valor, mesmo que por meios controversos.
A quebra abrupta de contato com o senhor japonês – seu mentor e elo mais sincero com suas origens – devido a acusações infundadas da matriarca foi um dos maiores traumas de sua vida. Na época, Ryosuke não compreendia o motivo, mas com o tempo percebeu que a mãe apenas executava ordens do pai, que temia a influência do velho . Uma ironia amarga, já que ele próprio jamais dedicava tempo ao filho.
Essa experiência cravou nele a lição cruel de que a verdade importava menos que o poder de quem a impunha. Dali em diante, Ryosuke jurou a si mesmo que teria controle absoluto, para nunca mais ser vulnerável às decisões arbitrárias de ninguém. A mudança para os EUA apenas aprofundou sua sensação de deslocamento e solidificou o desejo de construir sua própria força, uma inabalável e só sua.
Em seu loft luxuoso em Gangnam, hoje Ryosuke vive confortavelmente e cercado de modernidade. Sempre fez questão de equipar seu apartamento com os recursos mais avançados: sistemas de automação, gadgets inovadores, tudo o que possa tornar o ambiente cada vez mais eficiente e funcional.
A sua rotina, no entanto, é marcada pela instabilidade. O estrangeiro está em um processo delicado de transição de seus negócios ilícitos. Embora ainda esteja envolvido com o narcotráfico, ele move suas peças com cuidado para migrar gradualmente para o ramo da agiotagem, sem abandonar por completo a vida à margem da lei. Essa mudança de foco exige constante movimento e adaptabilidade, ditando grande parte do seu dia a dia.
Com a destreza de quem já domina a lavagem de dinheiro, ele utiliza o estabelecimento voltado ao entretenimento adulto, a SKANDAL!. No entanto, a aquisição dessa boate LGBTQIAPN+ em Itaewon não foi uma escolha puramente estratégica. Na verdade, a compra se deu por uma circunstância atípica, onde uma pessoa muito próxima e influente em sua vida insistiu muito na aquisição. Para Ryosuke, o segmento do local ainda representa um tabu pessoal significativo, mas ele cedeu à insistência por motivos que se entrelaçam com sua própria complexidade interna.
A ambição de Ryosuke é tão grande que pode preceder sua queda. Insaciável, ela é maior que qualquer ideia de redenção, um impulso que ameaça contaminar todos os âmbitos da sua vida. Ele planeja expandir seus negócios, afastando-se gradualmente do narcotráfico para se consolidar em empreendimentos “legítimos”, como a agiotagem e o ramo do entretenimento adulto. A casa noturna seguirá sendo usada para lavar o dinheiro que ainda não consegue parar de circular do dia para a noite.
Mas não busca apenas poder financeiro: ele quer controle social absoluto. Deseja ser reconhecido, respeitado e, acima de tudo, temido, sem precisar mais se esconder nas sombras de ninguém.
Ainda assim, existe um desejo silencioso e quase contraditório em seu íntimo: largar tudo e desaparecer. Talvez abrir um pequeno bar temático de rock e entrar para um moto clube em alguma cidade costeira onde ninguém o conheça, vivendo sob um nome falso e ao lado de alguém especial.
Mas, no fundo, o ele sabe. Mesmo que fugisse para o fim do mundo, o passado viria junto. O seu maior dilema nunca foi o dinheiro, e sim o peso esmagador de ser quem ele se tornou.
Reservado, sensível e perfeccionista. Evita conflitos e tem dificuldade em se impor, principalmente por viver sob as expectativas do pai, CEO da empresa onde é gerenciado. Tem um lado artístico profundo, ama música e compõe de forma íntima. Prefere o silêncio, observa tudo à sua volta e está começando a se rebelar em silêncio para encontrar sua verdadeira voz, tanto como artista quanto como pessoa.
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“O filho do CEO”
Desde pequeno, Dae Hyun cresceu cercado de câmeras, empresários e expectativas. Ele não escolheu estar na indústria musical — não no pop ou k-pop — foi moldado para isso. Quando começou a compor suas próprias músicas em segredo, escondido nos estúdios vazios da empresa do pai, sentiu pela primeira vez que poderia existir como ele mesmo, e não como um produto. Essa foi a semente do seu estilo indie, que sempre defendeu, mesmo sem muito apoio.
“Entre a corda bamba e o salto”
Atualmente, o artista vive em conflito constante entre seguir ordens e preservar sua essência. Com a chegada do novo coreógrafo e a mudança forçada para um estilo mais comercial, ele se vê sendo pressionado a se reinventar — mas, no processo, começa a se encontrar. A relação com o coreógrafo, inicialmente tensa e cheia de embates, acende nele não só o desejo reprimido, mas também questões sobre sua sexualidade e identidade. Pela primeira vez, ele se permite pensar que talvez nunca tenha vivido de verdade — e que é hora de começar.
“A liberdade é performar como eu sou”
O sul coreano sonha em lançar um álbum autoral que conte sua história — sem filtros, sem imposições. Ele quer que as pessoas escutem sua música e se sintam vistas, especialmente outras pessoas queer que vivem em silêncio. Deseja deixar de ter medo da mídia, e transformar a dança, a imagem e até os palcos em algo seu, e não uma prisão. Seu maior desejo é poder ser livre artisticamente e emocionalmente, sem precisar se esconder, e quem sabe até virar um símbolo de resistência para artistas que não se encaixam nos moldes tradicionais da indústria.
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Extremamente barulhento, extrovertido e sem filtro quando em casa e com os amigos, mas no trabalho se porta como um sargento, disciplinado, exigente e muito muito teimoso.
Tem a dança como a sua maior paixão, e tem a arte como a sua forma de expressar seus sentimentos, já que se embola inteiro quando se trata de externar o que sente, e muitas vezes acaba sendo mal compreendido por isso.
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Foi criado numa família repleta de artistas, e sempre teve a dança como seu maior momento de prazer, por isso se dedicou a se tornar profissional, e devido ao seu talento logo foi reconhecido.
Trabalha por conta própria como coreógrafo de kpop, já teve seu nome atrelado a grandes estrelas, e por isso é famoso dentro e fora da internet.
Tem o sonho de criar sua própria cia de dança, focada em diferentes estilos musicais e para todas às idades, mas para isso precisa trabalhar muito ainda.
Hyunsik é um homem de travessias — de fronteiras tênues entre lógica e abstração, entre o mundo que observa e o que sente. Nascido na cúspide entre Capricórnio e Aquário, carrega a disciplina dos que constroem sozinhos e a inquietação dos que jamais se acomodam. Como bom INTP-T, vive num fluxo mental constante, onde cada detalhe vira hipótese e todo silêncio vira dado. — distraído para o imediato, mas hiperatento ao essencial. Nerd assumido, devora livros técnicos e ficção especulativa com a mesma fome, e se emociona com detalhes que a maioria ignora. À primeira vista, parece frio ou distante, mas isso é só o reflexo de um mundo interno ruidoso demais para se revelar em voz alta. Ambivertido, tanto precisa de noites solitárias com jazz e anotações, quanto se permite, vez ou outra, ser o centro de uma conversa apaixonada sobre química forense ou cinema noir. É, no fundo, um romântico disfarçado de cético: busca ordem no caos, mas se comove mesmo é com aquilo que escapa às fórmulas.
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Hyunsik nasceu em Seattle, numa madrugada coberta de névoa, longe das raízes coreanas que seus pais tanto tentaram preservar. Cresceu num lar onde a ciência era doutrina e a obediência, virtude. Mas foi ainda jovem — durante os anos em que cursava Ciência Forense na Brown University — que percebeu que algo dentro de seu pai começava a falhar. No início, era só um tropeço aqui, uma pausa estranha ali. Depois vieram os exames. O diagnóstico caiu como uma sentença: Paralisia Supranuclear Progressiva, uma doença cruel, que rouba os movimentos primeiro, e a lucidez depois. Hyunsik, tão familiarizado com a decomposição biológica, se viu impotente diante da desintegração do homem que o moldou com punhos firmes. Na tentativa de compreender — ou, talvez, de perdoar — mergulhou nos estudos com uma fome quase ritual. Queria encontrar, nas entrelinhas dos artigos científicos, algum vestígio do pai que conheceu. Mas não havia nada ali que o preparasse para vê-lo se dissolver em vida.
Atualmente, Hyunsik vive como quem arquivou partes de si mesmo em caixas rotuladas. Inspetor forense na Delegacia de Gangnam, passa os dias entre cadáveres, cenas de crime e relatórios técnicos — e as noites mergulhado em álbuns de jazz em vinil, herança dos tempos em que ainda acreditava que a arte podia curar. Mora sozinho, em Gangnam, onde cada objeto parece cuidadosamente posicionado para não doer. Evita festas, mas frequenta sebos. Evita intimidades, mas memoriza gestos. Tem poucos vínculos, e nenhum plenamente aberto. Seu amor é contido, metódico, e ainda assim transborda em pequenos gestos: guardar um bilhete, corrigir a postura de um colega mais novo, preparar chá como quem prepara consolo.
Entre o medo de repetir o pai e a esperança de não precisar perdoar-se para viver em paz
Hyunsik sonha em envelhecer com saúde, mas esse sonho lhe pesa como uma superstição. Por mais que conheça os dados e as probabilidades, há noites em que acorda suando, convencido de que herdará do pai não só os traços do rosto ou a rigidez da postura, mas também a mesma sentença neurológica: a Paralisia Supranuclear Progressiva. Teme que um dia suas mãos falhem ao segurar um bisturi, ou que seus olhos não consigam mais identificar um padrão de fratura. Por isso, às vezes, registra pequenos esquecimentos em cadernos, como quem monitora uma bomba-relógio. Ainda assim, cultiva o desejo de se aposentar cedo, não por exaustão, mas para tentar experimentar a vida sem o peso da urgência. Em sua visão mais secreta de futuro, vê-se morando em algum canto tranquilo da Coreia — talvez Gyeongju, onde as ruínas convivem em silêncio com as flores. Uma casa pequena, cheia de plantas e janelas abertas, onde possa ouvir música sem interrupções e cozinhar para pessoas que não precisem de tradução. Imagina-se lendo romances de segunda mão e escrevendo, talvez, um livro que não seja técnico
Ele é muito mão de vaca, mas uma coisa que ele não economiza é em gastar dinheiro com os irmãos se eles precisarem, mesmo que isso sempre lhe faça ficar com mais rancor do pai que é quem deveria estar sustentando as crianças. Sua aparência é de muito mais fanfarrão do que ele realmente é, acaba por ser muito certinho, cuidadoso com as pessoas de quem gosta, até meio cuidadoso demais o que justifica dizendo que é por ser irmão mais velho, é uma grande quebra de expectativa.
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Pais se divorciaram quando ele tinha 10 anos porque o pai traiu a mãe e ela descobriu por causa de uma IST. Ficou morando com a mãe e o irmão depois do divórcio já que o pai se casou de novo poucos anos depois. Tem um irmão 2 anos mais novo e dois meio-irmãos 10 e 11 anos mais novos do segundo casamento do pai.
Pensava em ser bombeiro quando era criança, mas depois de ficar mais velho muito da sua mente foi sobre fazer dinheiro então decidiu cursar economia pra virar bancário. Nasceu em Busan e se mudou pra Seul porque passou na faculdade, largou tudo pra focar na carreira. A mãe ajudou muito nas contas da época da faculdade, mas ele começou a fazer um dinheiro quando começou a investir na bolsa de valores. Acabou fazendo muito dinheiro e seguiu carreira na área.
Desde que terminou a faculdade se mudou pra Bitna e ta tentando juntar dinheiro aos poucos pra investir na própria casa, por isso é muito mão de vaca as vezes, mas gosta de aparentar ter dinheiro por isso escolheu morar em Gangnam. Quer trazer um dia o irmão mais novo que ainda faz faculdade em Busan e a mãe pra morar com ele quando tiver mais dinheiro.