Belém, Brazil
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From Quiet Canals to the Edge of the Atlantic: Our Journey Down to Lisbon
Belém Tower in Lisbon, Portugal 🇵🇹
Unfortunately, last year when I was in Lisbon the tower was under renovation and I couldn't take such a great shot. It looks amazing at night.
📸 Photo via Facebook
Cacá Carvalho / Provocações
"A história é conhecida, mas não custa repetir. Incentivado por amigos, especialmente o poeta Ruy Barata, seu padrinho de batismo, Cacá saiu de Belém para fazer teatro em São Paulo. O Grupo Experiência, de Belém, havia lhe fornecido a régua e o compasso, injetando-lhe o entusiasmo necessário. Depois de algum tempo sem conseguir uma oportunidade, nosso herói resolveu retornar a Belém. Antes, porém, acompanhou uma amiga a um teste marcado com Antunes Filho, que selecionava atores para “Macunaíma”. Durante os testes, a amiga de Cacá não conseguia superar a inibição diante do diretor famoso, fracassando comicamente. Cacá dava gargalhadas porque sua amiga fez exatamente o contrário do que havia solenemente ensaiado. Antunes irritou-se com a interferência irreverente e desafiou o desconhecido a um teste. Cacá subiu ao palco. Stênio Garcia perdeu o melhor papel masculino do teatro brasileiro. Macunaíma ganhou seu melhor intérprete e o resto é aquela história da crítica do The New York Times, que o jornalista Paulo Francis convocou para assistir a peça.
Bob Wilson, então considerado o maior diretor de teatro na parte ocidental do planeta, assistiu Cacá duas vezes e convidou-o para estagiar em Nova York. Kazuo Ohno, então considerado o maior diretor de teatro na parte oriental do planeta, não se conteve e subiu ao palco para abraçar Cacá. Werner Schroeter (1945-2010) aproveitou e filmou um curta, registrando o encontro do japonês com o paraense. Ao fundo uma parede branca de Nice, na França. Depois veio a briga com Antunes. Ambos processaram-se mutuamente. Cacá pagou multa respeitável por rescisão unilateral de contrato no exterior e Antunes pagou percentual na bilheteria de Macunaíma, por direito de intérprete, para Cacá. Hoje os dois admiram-se reciprocamente, mas não contam para ninguém. Coisas do meio teatral, onde a vaidade não é propriamente um sentimento, mas sim um nervo exposto. Numa boa. Acreditem.
Macunaíma grudou na pele de Cacá. Todo mundo se lembra da personagem, mas muita gente esqueceu o ator. Somente à custa de um esforço singular o nosso herói conseguiu firmar-se no estrelato. Ali, naquela arena onde o ator tem que matar um javali por dia, Cacá arrebatou duas vezes o prêmio Moliére que, para quem não sabe, é o mais respeitado prêmio do teatro no Brasil. Confiante na qualidade de seu trabalho, Cacá deu-se a algumas ousadias. Uma delas foi produzir uma peça e fazer questão de promover sua estreia nacional em Belém. Foi um fracasso. Primeiro, reservaram-lhe o horário menor do Teatro da Paz, concedendo a Rogéria (ela mesma) o privilégio do horário nobre. Segundo, o público paraense preferiu mesmo ver Rogéria, que recebeu um espaço na mídia local que jamais imaginou. A cultura cede espaço ao entretenimento. “Ah! Vaca profana põe teus cornos pra fora e acima da manada”, diria Caetano. Em resumo, “ninguém” foi assistir “O Teatro Maluco de Zé Fidélis” e Cacá ganhou o estigma de “alternativo”, com todas as vantagens e desvantagens. Mais desvantagens, é claro"
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O teatro além do possível ~ Francisco Rohan de Lima. Em O Liberal 1º de maio de 1988
Museu Goeldi e arredores, d. 1900 / Brasiliana Fotográfica
Treze fotografias das 90 disponíveis no acervo da Brasiliana Fotográfica sobre o Museu Paraense Emilio Goeldi. Além de imagens internas do Museu, há imagens das avenidas do entorno como Alcindo Cancela, 14 de março, Gentil Bittencourt. Também há imagens de São Brás do Ver-o-Peso.

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Estação São Brás, 1942 / Filme Jacaré
"Belém era Adelaide morrendo pelo marinheiro negro, era a Hilda, o tênis, o garçom. Os trenzinhos da Estrada de Ferro tuberculosos tossindo pelos apitos. A Basílica exibindo em mármores e vitrais da Itália a vaidade e o temor de Deus dos fazendeiros, advogados e amoleciam o resto de caráter daquela gente de cima. Belém crescia na várzea lodenta sob as chuvas, os carapanãs e a Fé na virgem de Nazaré"
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Marajó ~ Dalcídio Jurandir (1947)
Igarapé das Almas, 1884 / A Vida Paraense, 20 de janeiro de 1884 - Acervo Flávio Nassar
"Aspecto de maré baixa... com a vaca. Custou-nos esta página 400 réis, passagem de ida e volta no bondinho e duas polegadas de lama nos sapatos (mais 100 réis para o engraxate). Diga agora o Sr. Fiscal do Igarapé das Almas, em face de tamanho sacrifício e dum quadro tão positivo, se é menas verdade..."
"Vacarias integravam a paisagem do bairro, onde capinzais serviam como alimento para o gado que fornecia leite in natura para a população. Estavam presentes na Domingos Marreiros ocupando uma extensa área lá 'na baixa', como eram conhecidos os quarteirões menos nobres da rua em outros tempos, aqueles na maioria eram submetidos a enchentes com as chuvas abundantes que caem na cidade. Na metade do XX este latifúndio urbano foi dividido e loteado, originando casas, vilas e passagens que se estendem no lugar da antiga vacaria. Estabelecimento deste tipo também estava presente na Alcindo Cacela, onde hoje está implantada a Universidade da Amazônia-UNAMA, na fronteira com o bairro da Pedreira. Dina revela: 'Tinha aqui na Diogo Moía, a vacaria do Seu Cabral, lá pro lado da Doca, na Domingos Marreiros parece que tinha também (…) Vendia só o leite, só, eram de brasileiro as vacarias, tinha a casa dela na frente e a vacaria atrás'. A afirmativa de Dina procede para o caso da vacaria do Seu Cabral, pois em sua maioria estes estabelecimentos pertenciam a portugueses (...)
As crianças porém saiam alegremente para a rua a fim de 'tomar banho na chuva' e nadar nas valas, indiferentes para as possíveis doenças, que estas brincadeiras poderiam ensejar, relata a moradora da Domingos Marreiros, Wilma Ramos, nascida em 1946 e testemunha das transformações urbanas no bairro. Ela recorda a vacaria que ocupava o quarteirão de frente da sua casa e se estendia por grande área, fala do capinzal, do gado, dos coqueirais, que dava aspecto rural ao ambiente. O leite, diz ela, era acondicionado em grandes vasilhames prateados e mesmo questionado sobre sua pureza e higiene, era distribuído e comercializado nas carroças, ou comprado direto nas vacarias cujo freguês assistia in loco a tirada do leite".
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Venize Nazaré Ramos Rodrigues ~ Bairro e Memória: Umarizal das vacarias aos espigões (2013)
Llegada del velero Belem
Hoy poco más tarde de las 15:00 horas entraba al puerto de Barcelona el velero Belem francés perteneciente a la Foundation Belem Caisse D’Epargne. Tras subir el práctico de guardia que iba a bordo de la lancha Orion, ha procedido a atracar por su costado de babor en el Muelle de España, en donde permanecerá hasta el próximo lunes por la mañana. Esta no ha sido su primera visita, el Belem ya nos…