O amor corre pelas minhas veias. Estou embriagada com esse sentimento. Não é cedo, o fato de amar sem tocar mostra o quão puro meu sentimento é. Mas eu amo a forma como ela se move, o sorriso, a voz e até mesmo o jeitinho de criança.
Eu não sei o que é amor, na verdade, sei apenas de nome. Mas meu coração acelera quando eu ouço o nome dela, meu sorriso abre quando eu vejo a menina. Se isso não é amor, eu não sei o que é. Quem sabe, seja infantil, seja uma nuvem passageira. Por enquanto, eu chamo de amor, em segredo. É platônico, quase impossível. Nunca ensinei pro meu coração sobre a distância e sobre rachaduras, nuvens negras ou até mesmo sobre sorrisos. Aquele maldito sorriso... Eu aceito um abraço, um rápido "Olá". Ela não precisa ser minha, ela não precisa estar na minha, me contento com meu pensamento. Aprendi rapidamente que podemos lutar por um amor, mas nunca obrigar um coração a amar.
Eu sempre vou sentir esse sentimento estranho, que chegou como quem não quer nada e tomou conta de cada célula do meu corpo. Eu não sei se é amor, mas, se for, eu não quero nunca parar de amar.